O portal de esportes da Globo recentemente publicou o ranking das vinte maiores folhas salariais da Série A do Campeonato Brasileiro de 2026.
Do Flamengo (maior folha salarial de 2026) até a Chapecoense (menor folha salarial de 2026), percebe-se muita coisa, inclusive a respeito de clubes como o Athletico, o Corinthians e o próprio São Paulo. Veja o ranking abaixo:
Flamengo, Palmeiras, Corinthians e Cruzeiro passam de trinta milhões de folha e, tirando o Corinthians – afundado numa crise dentro e fora de campo – todos estão bem colocados na tabela, de acordo com os investimentos.
O destaque das folhas é o Athletico-PR. Em terceiro colocado no Brasileirão, o clube do Paraná que retornou a divisão de elite do futebol brasileiro possui apenas a décima terceira folha salarial dos clubes da Série A. Sinal de que, assim como o Bragantino, investiu muito bem no futebol neste ano.
Se olharmos a posição na tabela e a colocação em folha salarial, entendemos que o Tricolor está exatamente na posição média e aqui não falamos de camisa ou história e sim investimento e retorno no ano. O clube investe menos que o Atlético-MG, Santos, Bahia, Fluminense e Grêmio, sem contar os quatro clubes que passaram da casa dos 30 milhões.mês aos seus elencos.
Uma coisa me fez pensar. Assim como todos os clubes, o São Paulo terá que baixar a folha, ainda mais se as Bets regulamentadas não retornarem ao mercado brasileiro, mas não pode entrar em uma faixa de investimento muito abaixo de R$ 15 milhões para não correr sério risco de queda.
Portanto, não é só pura e simplesmente baixar a folha e sim trabalhar bem o futebol, com boas contratações e o uso da base para preencher lacunas atualmente preenchidas com jogadores caros. O Tricolor já tem uma folha que é a média da Série A. Se você dividir o total das folhas por vinte clubes terá uma média de R$ 17.965,00 por clube – Exatamente o valor que o São Paulo gasta em seu elenco.
Por isso, defendo que o clube dispense quem está em fim de contrato e não agrega muito valor esportivo e invista em adequar os vencimentos de medalhões como Lucas e Calleri, além de claro tentar negociar salários fora do padrão com jogadores como Victor Sá. Mas não pode ser radical.
Em outras palavras, dá para manter uma equipe segura o suficiente para não ser rebaixada com algum investimento em jogadores pilares e a entrada da base por algo entre R$ 14 e R$ 15 milhões. Não menos que isso.
E você, torcedor, o que pensa no assunto?
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Vitória importante em um jogo complicado, no Morumbi. O São Paulo supera o Vasco da Gama com um gol solitário de Artur, avança na tabela do Campeonato Brasileiro e pela primeira vez em muitas rodadas faz contas para a Libertadores.
A vitória se deu no segundo tempo, quando Lucas Moura entrou na partida e, principalmente, Dorival Júnior retirou Rafael Tolói do lado esquerdo da defesa. Com Tolói para combater o rápido e habilidoso ataque vascaíno, Iago ficou sobrecarregado e Artur foi trabalhar no setor.
As saídas de Luciano – fora de ritmo – e Tolói consertaram a equipe. A bola naturalmente procurou Lucas e o ataque começou a fluir mais. Em uma das jogadas, Pedro Lima recebeu de Bobadilla e cruzou para Artur – tal qual um centroavante – desviar para o gol.
Apesar da festa dos mais de trinta mil são-paulinos, e de uma bola na trave chutada pelo próprio Artur – para mim o melhor em campo – a vitória só foi chancelada após mais uma brilhante defesa do goleiro Rafael. Ele mais uma vez garantiu os três pontos para a carteira Tricolor.
Com o resultado, o São Paulo salta para 42 pontos na tabela e torce para tropeços de Santos e Red Bull Bragantino. Neste ano até o nono colocado do campeonato pode pegar uma pré-Libertadores mas as contas param por aí, pelo menos de minha parte.
O Tricolor terá mais uma semana cheia para enfrentar o Mirassol, no interior do estado. Jogo difícilimo como de costume no Maião mas desta vez o time está acobertado pelas duas vitórias em casa. O desespero ficará por conta do adversário.
Vamos, São Paulo!
Rafael: mais uma vez garantiu os três pontos. DEZ!
Newton: compõe bem a zaga. Boa contratação. Nota: 7,5
Arboleda: partida regular, com altos e baixos. Nota: 6,0
Rafael Tolói: improvisado, o ponto fraco do primeiro tempo. Nota: 4,0
Pedro Lima: grande apresentação do lateral. Assistência a gol. Nota: 8,0
Bobadilla, mal na primeira etapa. Importante na segunda. Nota: 6,5
Marcos Antônio: mais uma partida ruim do meio-campista. Nota: 5,0
Luciano: pouco apareceu no jogo e foi substituído. Nota: 4,5
Iago: primeiro tempo atribulado e segunda etapa melhor. Nota: 6,0
Artur: o melhor em campo. Movimentação constante, gol e bola na trave. Nota: DEZ
Calleri: não foi uma grande noite do centroavante. Nota: 5,0
Lucas Moura, Sabino, Gustavo Santana, Pablo Maia, Osório: as entradas de Lucas e Sabino, melhoraram o time. Os demais ajudaram a fechar o São Paulo, principalmente depois do gol.
Dorival Júnior: um primeiro tempo com erro de escalação e uma segunda etapa consertando os erros e contando com as boas partidas de Lucas, Artur e Rafael. A vitória afasta de vez o Tricolor da briga pelo rebaixamento e dá uma nova perspectiva para os jogadores. Nota: 6,5
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Deu a lógica. O Cruzeiro não tomou conhecimento do São Paulo e venceu com tranquilidade no retorno do Campeonato Brasileiro. E o Tricolor de Dorival Júnior continua dando vexame fora de casa.
Vamos começar pelo começo, como diria o outro. O Adversário é muito melhor que o São Paulo e, com apoio total de sua torcida, veio inteiro para o jogo. Era muito difícil pontuar em Belo Horizonte, ainda que o Tricolor possua paternidade reconhecida e autenticada com a raposa. Perder o jogo era a sina desta quarta-feira.
Um primeiro tempo “ok” que só não foi bom por conta de outro erro defensivo, que permitiu o Cruzeiro abrir o placar. Já uma segunda etapa toda confusa, com Dorival desfazendo os três zagueiros, colocando o fraquíssimo Ferreira e posteriormente o fraquíssimo Victor Sá. Perdeu o setor defensivo, os laterais que bem ou mal atacavam e, de quebra, viu seu ataque mais uma vez ser um ataque de risos.
Calleri murchou, Pablo Maia fez o que corriqueiramente faz, Ferreirinha saiu com dezesseis minutos em campo, Marcos Antônio não entendeu o jogo e Victor Sá mais uma vez mostrou que não tem bola para tanta bolada.
Não é desculpa jogar desfalcado. O Tricolor poderia ter feito melhor, sobretudo no segundo tempo. Mas vencer fora de casa e jogar a segunda etapa não são bem as especialidades do treinador. Não é de hoje que o desempenho de Dorival Júnior é esse em torneios de regularidade.
Mais uma vez repito: o nosso campeonato não é contra Palmeiras, Flamengo e Cruzeiro… é contra o Vitória, Vasco, Remo, Corinthians, Mirassol. Será uma vergonha abissal não completar ao menos nove pontos neste restante de certame.
Coronel: reserva e olhe lá. Já tivemos reservas melhores. Nota: 5,0
Rafael Tolói: um reserva alçado a titularidade devido a lesão de Domingos Duarte. Nota: 4,5
Arboleda: continua avançando para o meio para dar combate.Ridículo. Nota: 4,0
Sabino: partida regular. saiu no intervalo. Nota: 5,5
Pedro Lima: é um bom lateral mas joga sem ninguém do lado. Nota: 5,5
Pablo Maia: queridinho do técnico. Nota: 4,5
Bobadilla: vem ganhando as minutagens necessárias. Nota: 5,0
Marcos Antônio: sumido na função de criador. Nota: 4,0
Wendell: o que tinha para hoje. Deu um bom shute no início. Nota: 4,5
Artur: O que mais corre, o que mais tenta mas a bola pesa. Nota: 6,0
Calleri: mais uma partida ridícula no comando de ataque. Nota: 4,0
Dorival Júnior: o time não anda e hoje seu único álibi foram os lesionados e um adversário duríssimo fora de casa. Para mim, mexeu mal no intervalo quando o time estava “ok” e poderia ter tido sorte numa jogada aérea ou bola parada. É terminar o ano, terminar seu contrato e ver outras possibilidades. Nota: 4,0
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O São Paulo Futebol Clube ainda mantém chances matemáticas na disputa pelo Brasileirão Série A, mas essas chances agora são pouco mais do que teóricas. O Tricolor soma 36 pontos em 28 partidas, 24 atrás do líder Flamengo, depois que a derrota por 2 a 1 no clássico contra o Santos, na sexta-feira, o deixou na 10ª posição.
Para quem acompanha o futebol brasileiro e gosta de analisar as possibilidades antes das partidas, conferir as odds do Brasileirão Série A na BetUS pode ser uma forma de acompanhar as cotações e os cenários de cada confronto.
É extremamente improvável que o São Paulo conquiste o Brasileirão Série A nesta temporada. Com 10 partidas restantes, a equipe de Dorival Júnior pode chegar, no máximo, a 66 pontos. O Flamengo já tem 60, o Palmeiras também está bem à frente, e o Tricolor precisaria de um desempenho perfeito, além de uma queda drástica de todos os clubes à sua frente.
O próprio desempenho da equipe não sustenta esse cenário. O São Paulo tem 10 vitórias, seis empates e 12 derrotas, com 33 gols marcados e 32 sofridos. Esses números refletem mais uma equipe lutando por uma vaga em competições continentais do que por um título, mesmo que as vitórias no início da temporada sobre Flamengo e Cruzeiro tenham mostrado do que esse elenco é capaz em suas melhores noites.
O mais recente revés aconteceu no MorumBIS na sexta-feira, 2 de outubro, quando Luciano colocou o São Paulo à frente com um pênalti contra o Santos, antes de Gabriel Barbosa marcar duas vezes na vitória fora de casa por 2 a 1. Foi um resultado prejudicial porque ocorreu em uma partida adiada da 21ª rodada em casa, um dos jogos que o São Paulo precisava transformar em três pontos para manter viva qualquer esperança remota.
Há também uma questão relacionada ao elenco. O clube confirmou, após o jogo contra o São Paulo, que Luciano e Iago sofreram lesões nos adutores, Danielzinho sofreu uma lesão na sindesmose do tornozelo e Rafael precisou de tratamento para um problema na coluna lombar. É um momento delicado para perder opções importantes, com uma sequência exigente pela frente.
O próximo desafio é fora de casa contra o Cruzeiro, no Mineirão, na quarta-feira, 7 de outubro, com início às 1h30 (horário de Londres) da quinta-feira, 8 de outubro, para os telespectadores do Reino Unido. Em seguida, vêm partidas em casa contra Vitória e Vasco da Gama, que podem ser vencidas, mas a sequência também inclui viagens para enfrentar Mirassol, Bahia, Botafogo e Athletico-PR, além de um clássico contra o Corinthians e um confronto em casa com o Fluminense.
Esse calendário oferece um caminho para um final de temporada mais forte, especialmente porque o São Paulo não tem mais a Copa Sul-Americana para equilibrar a agenda após a eliminação pelo Boca Juniors. No entanto, não há muitos indícios de que o time consiga reverter a situação na disputa pelo título.
A história recente traz uma nova perspectiva. O São Paulo é hexacampeão brasileiro e conquistou três títulos consecutivos sob o comando de Muricy Ramalho, de 2006 a 2008, mas aquele título de 2008 continua sendo o último do clube no campeonato. A campanha atual trouxe momentos positivos, mas não um domínio sustentado.
Uma meta realista é chegar às vagas da Copa Sul-Americana e manter viva a esperança de uma classificação de última hora para a Libertadores, caso surjam vagas continentais extras. Vencer o Brasileirão agora exigiria uma das recuperações mais improváveis no final da temporada na história recente do campeonato brasileiro.
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Um sábado mágico para compensar e muito a derrota no San-São do dia anterior. Com muita propriedade, A equipe feminina do São Paulo foi campeã do Campeonato Brasileiro, empatando com o Corinthians para mais de 49 mil pessoas, no Morumbis.
Foi uma das melhores finais da historia do futebol feminino no Brasil e, jogando pelo empate, o São Paulo teve altos e baixos mas conseguiu o seu objetivo, diante de um adversário muito acostumado com títulos na categoria.
O destaque da final, além da torcida, foi a goleira Carlinha. Jogadora mais antiga do plantel, ela falhou feito no gol de empate alvinegro mas compensou o erro grotesco pegando um pênalti da craque Gabi Zanotti.
Outras jogadoras também se destacaram não só na final mas também na melhor campanha do clube neste Brasileirão, como a lateral Bia Menezes – autora do primeiro gol – Carol Gil, Isa, Karla Alves e Serrana.
Com a melhor campanha e defesa do campeonato, só faltava para as meninas confiança. Atributo este que veio após a vitória de virada sobre o rival em Itaquera e agora com 49.4305 pessoas, num coro único de apoio e amor incondicional.
A torcida do São Paulo é espetacular!
Parabéns a todos os que fizeram parte desta jornada. É muito importante para estas meninas, às vésperas da Copa do Mundo da categoria – no Brasil – esse título. Fica para a história do clube.
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