É noite de brasileirão no Morumbis. O São Paulo recebe o Atlético-MG, às 18h30 (de Brasília), no Morumbis, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. O confronto terá transmissão do Premiere (pay-per-view).
São mais de trinta mil ingressos vendidos na última apuração do clube, às 19h desta sexta. Além da maciça presença dos torcedores do Tricolor, os adeptos do Galo devem vir em peso dada a boa fase da equipe nas três competições que participa. Adquira seu ingresso de forma oficial na SPFC Ticket.
O São Paulo tem 75% de aproveitamento no Morumbis nesta temporada. São 16 jogos, com 11 vitórias, três empates e apenas duas derrotas, uma diante da Portuguesa no Campeonato Paulista e outra diante do Palmeiras, no primeiro turno do Brasileirão. O último encontro com o Atlético Mineiro no MorumBIS foi em 24 de agosto de 2025, pelo segundo turno do Brasileirão: vitória por 2 a 0, com gols de Pablo Maia e Tapia.
Dorival Júnior deve contar com o retorno de Newton. Recuperado de edema no adutor esquerdo, o volante participou normalmente dos trabalhos e está novamente à disposição.
Em compensação, a presença de Victor Sá ainda é uma incógnita e, por não ter participado do treino com seus companheiros, ele deve ficar de fora da lista. Bobadilla, com dores no joelho, permanece como dúvida mas é muito difícil sua participação neste confronto.
Os jovens João Pedro Pantiga, Osorio, Isac, Nicolas e Pedro Ferreira não participaram do treino, pois participaram da vitória do Sub-20 no Campeonato Paulista da categoria, mas alguns deles devem ser relacionados pelo treinador.
Dorival Júnior deverá manter a formação e escalação vencedora sobre o RB Bragantino no último sábado, com o acréscimo de Calleri, que esteve no banco de reservas.
Este deve ser o São Paulo para enfrentar o Atlético: Rafael; Domingos Duarte, Arboleda e Sabino; Buta, Danielzinho, Marcos Antônio, Luciano e Iago; Artur e Calleri.
A tendência é que o Galo venha mexido para o confronto, já que a equipe mineira terá outra decisão na semana que vem: o Santos na Vila Belmiro pela Copa Sul-Americana.
O técnico Eduardo Domínguez lida com algumas baixas, e por isso será obrigado a apostar em outra formação. O volante Tomás Pérez foi cortado de última hora e não viajou com a equipe.
Além dele, Everson (fratura no pé esquerdo), Ruan Tressoldi (lesão no músculo posterior da coxa esquerda), Lyanco (ruptura da fáscia plantar do pé esquerdo), Léo Duarte (lesão na região posterior da coxa direita), Maycon (fadiga muscular), Igor Gomes (estiramento do ligamento do pé direito) e Thiago Borbas (lesão no músculo posterior da coxa direita) não viajaram.
Com vários poupados, essa deve ser a escalação do Galo: Gabriel Delfim; Natanael, Vitor Hugo, Vitão e Renan Lodi (Pascini); Castaño, Alan Franco e Victor Hugo (Scarpa); Alan Minda, Cuello e Reinier (Cassierra).
O árbitro será Braulio da Silva Machado, de Santa Catarina. O VAR fica por conta de Diogo Carvalho Silva e Grazianni Maciel Rocha, do Rio de Janeiro.
Mesmo com muitos desfalques, é parada dura no Morumbis mas creio que Dorival Júnior faz certo em colocar a equipe titular para cima do Atlético e uma vitória será fundamental para ir a Buenos Aires enfrentar o Boca com mais moral e alívio no Brasileiro.
Meu palpite:
São Paulo 2×1 Atlético
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Vergonha, vergonha, vergonha… time sem vergonha. O São Paulo foi a Chapecó e perdeu para os donos da casa. Donos estes que só venceram na estreia da competição. Com o resultado o Tricolor se aproxima ainda mais da zona da degola do Brasileirão. E pior: sem perspectiva alguma de melhora.
Eu gostaria de falar da falta de triangulação, associação de passes, profundidade, jogadas individuais, de arremates e da lentidão irritante da equipe de Dorival Júnior mas prefiro escrever sobre a falta de vergonha na cara, falta de postura e falta de caráter futebolístico deste aglomerado de vagabundos que vestiram a camisa do São Paulo nesta noite de domingo.
Um bando de jogadores sem alma em campo, que foram dominados pelo adversário, tomaram um gol ridículo e não tiveram forças para encontrar ao menos o tento do empate. Gol este que resolveria pouco mas não humilharia tanto a sua querida e apaixonada torcida que, mais uma vez, lotou o espaço visitante.
Não menos vagabundos (esportivamente falando) são Dorival Júnior, seu filho e sua comissão técnica. Que São Paulo é esse, Dorival? Se não consegue dar uma cara mínima a este time, que peça o boné antes que o barco afunde de vez. É uma vergonha a equipe jogar o que jogou na Arena Condá. E esse time em campo é responsabilidade total sua, com ridículos 9% de aproveitamento. Não tem nada para assistir!
Termino dizendo o que falei primeiro ao ver Roger Machado no lugar de Crespo: Massis, Rafinha e Rui9 Costa (in memoriam): vocês são os maiores responsáveis pelo ano de bosta que o São Paulo oferece ao torcedor. Nada, nada justifica a incompetência.
Massis: você é gente boa como pessoa mas chega de tentar resolver o São Paulo na base da boa intenção. Rafinha: peça ajuda aos universitários. Você é iniciante na direção de futebol e, por fim, Dorival; trate de ter vergonha na cara e mude quem for para deixar essa equipe mais leve e solidária.
Time frouxo, técnico frouxo e diretoria frouxa.
Rafael: vendido no gol. Fez algumas boas defesas. Nota: 5,0
Lucas Ramon: do vinho ao vinagre. Jogador de time pequeno. Nota: 2,0
Domingos Duarte: se salva entre a mediocridade. Nota: 5,5
Sabino: muito mal. escanteio de graça para o gol da Chape. Nota: 3,0
Iago: outro que mostrou ao menos iniciativa. Nota: 5,0
Pablo Maia: jogo vagabundo no meio-campo. Nota: 1,5
Danielzinho: decepção após uma boa partida na Sula. Nota: 3,0
Cauly: uma enganação que o São Paulo tá louco para comprar. Nota: 2,0
Luciano: partida fraquíssima e sem nenhuma liderança. Nota: 3,0
Artur: muito mal e limitado a cortar e passar errado. Nota: 3,5
Calleri: pouco tempo em campo. Sem Nota.
Newton: sem forças para ajudar. Nota: 4,0
Gustavo Santana: tentou mas não funcionou. Nota: 4,5
Marcos Antônio: superestimado. Bolinha. Nota: 3,0
Ferreirinha: tentou criar e cruzar. Nota: 5,0
Pedro Ferreira: entrou na roubada e nada pôde fazer. Sem nota.
Dorival Júnior: também é bastante responsável pela situação vexatória dessa equipe dentro de campo. Um São Paulo lento, sem inspiração alguma, sem repertório e com jogadores fraquíssimos da cabeça. Presas fáceis do lanterna virtualmente rebaixado da competição. Nota: 2,0
https://youtu.be/1h29j-Z_R_M?si=a6ht-NG6QdroY8vo
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O São Paulo chega à 24ª rodada do Brasileirão precisando urgentemente voltar a vencer. O adversário deste domingo (23), às 18h30, na Arena Condá, é justamente quem mais precisa de pontos: a lanterna Chapecoense.
O confronto chega em um momento delicado para o Tricolor. São nove jogos sem vitória no Campeonato Brasileiro, sequência que já derrubou a equipe da liderança, ocupada no início da temporada, para a 12ª colocação, com 27 pontos. A distância para o Z4 é de apenas cinco pontos.
Do outro lado, a Chapecoense soma somente 11 pontos em 23 rodadas e possui a pior defesa da competição, com 43 gols sofridos. Na teoria, é a chance perfeita para o São Paulo destravar. Na prática, o próprio Tricolor sabe que “na teoria” não tem valido de nada nos últimos meses.
Leia também: OPINIÃO: Grêmio 2×1 São Paulo, a derrota que escancarou essa fase ruim do time.
A equipe catarinense também não vem de bom momento: empatou por 3 a 3 com o Bahia na última rodada e amarga apenas uma vitória na competição, na rodada de abertura, contra o Santos.
Do lado do São Paulo, o técnico Dorival Júnior terá desfalques. O zagueiro Arboleda está fora por lesão muscular na coxa esquerda, um problema a mais para uma equipe que já sente a falta de profundidade defensiva nos últimos compromissos.
O calendário também pesa contra o Tricolor. Antes de viajar a Chapecó, a equipe encara o Bolívar na terça-feira (18), pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana, no Morumbis. O São Paulo chega à Arena Condá sem qualquer folga na preparação.
Um dado incomoda especialmente a comissão técnica: dos últimos gols sofridos pelo Tricolor, uma parte relevante nasceu de bolas paradas, situação que o próprio Dorival já reconheceu como ponto a corrigir. Contra um adversário com a pior defesa do campeonato, mas que também vem sofrendo pressão em casa, o jogo tende a ser aberto.
Somando a passagem final pelo Corinthians ao início de trabalho no São Paulo, Dorival acumula apenas duas vitórias em dezesseis partidas pelo Brasileirão. Um retrospecto que ajuda a explicar a pressão crescente sobre o comandante.
O tamanho da queda do São Paulo também aparece nas apostas para o fim de temporada. Nas cotações da KTO para o Brasileirão Série A 2026, o Tricolor divide com o Coritiba a pior avaliação entre os candidatos originais ao título: 2501 para ser campeão e 26.00 para terminar entre os quatro primeiros, atrás até de Corinthians e Botafogo, times que sequer brigaram pela ponta da tabela neste ano.
Para o torcedor são-paulino, a conta é simples: ganhar da Chapecoense não resolve a temporada, nem muda o que o mercado pensa do time, mas pode ser o primeiro passo para tirar a equipe da zona de desconforto antes da reta final do retorno.
Vamos ver se o Tricolor aproveita a oportunidade.
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Decepção gigantesca no Morumbis. Daquelas que assusta qualquer torcedor que conhece a história do clube. Com quarenta e cinco mil pessoas apoiando na volta do time ao seu estádio, o São Paulo empatou com o Coritiba e se mantém estancado na tabela do Campeonato Brasileiro.
A realidade é que o Tricolor jogou mal do começo ao fim da partida, mesmo com show de recepção ao ônibus da delegação e apoio nos noventa minutos, inclusive a jogadores como Arboleda.
Com exceção do lindo gol de pé trocado de Pablo Maia – que vinha fazendo uma partida fraca no meio-campo – foi muito pouca agressão ofensiva para quem queria e precisava vencer para reagir no torneio de regularidade. O goleiro do Coxa não precisou tomar banho após a partida.
Foram raras as troca de passes, infiltrações, tabelas e triangulações, atributos que fazer de fato um time ser superior ao outro numa partida de futebol. O São Paulo toda hora insistia nos cruzamentos, toa maioria esmagadora deles interceptados pela alta zaga do Coritiba. E foi ela a autora pelo gol de empate, novamente no início da segunda etapa. Em mais uma bola parada, a defesa e Rafael bateram cabeça e Tiago Coser cabeceou livre nas redes.
Os 66% de posse de bola e as 19 finalizações ao gol não representaram domínio e sim um pobre futebol dos comandados de Dorival Júnior. Depois do gol tomado, o abafa quase que desesperado. Muito pouco futebol para quem precisava desesperadamente dos três pontos.
Além da boa atuação de Domingos Duarte, que se consolida como titular conforme previsto por aqui neste mesmo blog e da bela camisa III em campo, foi mais um show de presença e apoio no Morumbis. A torcida fez parecer uma noite de sábado virar uma noite de quarta-feira de Libertadores. Pena o time estar tão pobre coletivamente.
A ordem, que já era expressa, agora é iminente: estamos oficialmente na briga contra o rebaixamento, que promete ser “emocionante” neste ano. E sem jogar nada!
Parabéns aos envolvidos.
Rafael: bateu roupa no gol do Coritiba. Nota: 3,5
Lucas Ramon: queda absurda de produção. Nota: 4,5
Arboleda: o “traíra” fez novamente uma boa partida. Nota: 6,5
Domingos Duarte: seguro, foi o melhor do Tricolor. Nota: 7,0
Wendell: partida regular, com alguns pontos altos. Nota: 5,5
Newton: depois da boa impressão, uma partida mediana. Nota: 5,0
Pablo Maia: o golaço amenizou a nota. Nota: 5,5
Marcos Antônio: mais uma partida em que nnao caga nem sai do mato. Nota: 4,5
Luciano: inócuo. Nota: 4,5
Calleri: jogou sem chegar uma bola. Nota: 5,5
Victor Sá: surpresa em campo, foi muito mal. Nota: 4,0
Artur, Ryan, Ferreirinha e Iago. Muito pouco para mudar o jogo.
Dorival Júnior: parece ter dado sonífero aos seus jogadores. Time absolutamente sem repertório para desbloquear a defesa adversária. Falta toque de bola, triangulação, infiltração, “um dois” e arremates, como o de Pablo Maia. Um festival de chuveirinho em cima da alta defesa do Coxa. Mal demais. Nota: 4,0
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O São Paulo voltou de Santa Cruz de La Sierra e treinou nesta manhã de quinta-feira (13) no CT Da Barra Funda. A atividade visa o importante confronto do clube diante do Coritiba, neste sábado às 21h, no Morumbis.
O treino contou com o retorno do lateral-esquerdo Nicolas. O jovem vinha sendo preservado dos treinos desde o acidente automobilístico com vítima fatal que se envolveu no Alphaville (SP), no dia 4 de agosto.
Outra novidade é o retorno de Artur aos treinos com o grupo. O atacante fez exercícios de mobilidade e fundamentos técnicos durante o aquecimento e também esteve com o restante do elenco de uma dinâmica de posse de bola com limitação de toques, antes de treinar individualment esob os cuidados da preparação física.
Outras duas voltas são do meia Pedro Ferreira e do volante Djhordney, que estavam com a Seleção Brasileira sub-20 para a disputa de amistosos na Granja Comary.
O jovem volante é pivô de não pagamento do São Paulo ao Novorizontino, que pode ocasionar um novo transfer ban caso o prazo de quarenta e cinco dias se expire.
Charly Wendy Straub Deretti apitará São Paulo x Coritiba, sábado, às 21h, no MorumBIS, pelo Brasileirão. Será a primeira partida que a árbitra apitará na Série A do torneio.
Vá ao Morumbis. Compre seu ingresso aqui.
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