Vergonha, vergonha, vergonha… time sem vergonha. O São Paulo foi a Chapecó e perdeu para os donos da casa. Donos estes que só venceram na estreia da competição. Com o resultado o Tricolor se aproxima ainda mais da zona da degola do Brasileirão. E pior: sem perspectiva alguma de melhora.
Eu gostaria de falar da falta de triangulação, associação de passes, profundidade, jogadas individuais, de arremates e da lentidão irritante da equipe de Dorival Júnior mas prefiro escrever sobre a falta de vergonha na cara, falta de postura e falta de caráter futebolístico deste aglomerado de vagabundos que vestiram a camisa do São Paulo nesta noite de domingo.
Um bando de jogadores sem alma em campo, que foram dominados pelo adversário, tomaram um gol ridículo e não tiveram forças para encontrar ao menos o tento do empate. Gol este que resolveria pouco mas não humilharia tanto a sua querida e apaixonada torcida que, mais uma vez, lotou o espaço visitante.
Não menos vagabundos (esportivamente falando) são Dorival Júnior, seu filho e sua comissão técnica. Que São Paulo é esse, Dorival? Se não consegue dar uma cara mínima a este time, que peça o boné antes que o barco afunde de vez. É uma vergonha a equipe jogar o que jogou na Arena Condá. E esse time em campo é responsabilidade total sua, com ridículos 9% de aproveitamento. Não tem nada para assistir!
Termino dizendo o que falei primeiro ao ver Roger Machado no lugar de Crespo: Massis, Rafinha e Rui9 Costa (in memoriam): vocês são os maiores responsáveis pelo ano de bosta que o São Paulo oferece ao torcedor. Nada, nada justifica a incompetência.
Massis: você é gente boa como pessoa mas chega de tentar resolver o São Paulo na base da boa intenção. Rafinha: peça ajuda aos universitários. Você é iniciante na direção de futebol e, por fim, Dorival; trate de ter vergonha na cara e mude quem for para deixar essa equipe mais leve e solidária.
Time frouxo, técnico frouxo e diretoria frouxa.
Rafael: vendido no gol. Fez algumas boas defesas. Nota: 5,0
Lucas Ramon: do vinho ao vinagre. Jogador de time pequeno. Nota: 2,0
Domingos Duarte: se salva entre a mediocridade. Nota: 5,5
Sabino: muito mal. escanteio de graça para o gol da Chape. Nota: 3,0
Iago: outro que mostrou ao menos iniciativa. Nota: 5,0
Pablo Maia: jogo vagabundo no meio-campo. Nota: 1,5
Danielzinho: decepção após uma boa partida na Sula. Nota: 3,0
Cauly: uma enganação que o São Paulo tá louco para comprar. Nota: 2,0
Luciano: partida fraquíssima e sem nenhuma liderança. Nota: 3,0
Artur: muito mal e limitado a cortar e passar errado. Nota: 3,5
Calleri: pouco tempo em campo. Sem Nota.
Newton: sem forças para ajudar. Nota: 4,0
Gustavo Santana: tentou mas não funcionou. Nota: 4,5
Marcos Antônio: superestimado. Bolinha. Nota: 3,0
Ferreirinha: tentou criar e cruzar. Nota: 5,0
Pedro Ferreira: entrou na roubada e nada pôde fazer. Sem nota.
Dorival Júnior: também é bastante responsável pela situação vexatória dessa equipe dentro de campo. Um São Paulo lento, sem inspiração alguma, sem repertório e com jogadores fraquíssimos da cabeça. Presas fáceis do lanterna virtualmente rebaixado da competição. Nota: 2,0
https://youtu.be/1h29j-Z_R_M?si=a6ht-NG6QdroY8vo
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Confronto decisivo para o São Paulo no Campeonato Brasileiro. O Tricolor visita a Chapecoense, neste domingo (23), pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. O confronto será às 18h30 (de Brasília), na Arena Condá, em Chapecó.
A partida entre São Paulo e Chapecoenseterá transmissão da TV Record (TV aberta), CazéTV (YouTube) e Premiere (pay-per-view).
O São Paulo não contará com Arboleda e Bobadilla, machucados. Victor Sá é dúvida: o atacante recebeu uma entrada forte e será avaliado antes da viagem para Santa Catarina. De resto, é o São Paulo que se classificou para as quartas de finais da Copa CONMEBOL Sul-Americana. e enfrentará o Boca Jrs. na próxima fase.
Há dúvidas na lateral esquerda e no meio-campo. Newton, Danielzinho e Pablo Maia brigam por duas vagas. Muitos torcedores tem gostado da atuação do ex-Botafogo. Na esquerda, Iago e Wendell disputam a titularidade.
Provável escalação: Rafael; Lucas Ramon, Domingos Duarte, Sabino e Wendell (Iago); Pablo Maia (Newton), Danielzinho e Marcos Antônio; Arthur, Luciano e Calleri.
A Chape vem cheia de desfalques e deve ir a campo com: Anderson; Everton, Kauan Faria, Eduardo Doma e Fernando; Camilo, Balieiro e Giovanni Augusto; Rossi, Túlio Eduardo e Marcinho.
Jogo de sumo importância para as pretensões do São Paulo. A Chape já está virtualmente rebaixada mas vai tirar pontos dos adversários em seu tapete sintético. Foi assim com o Bahia no jogo passado. Não pode ser assim com o São Paulo. Muito foco, jogadores!
Palpite:
Chapecoense 0x1 São Paulo
https://youtu.be/vR6UuaT7DeA?si=3L0QNeO39dE5ES2p
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O São Paulo chega à 24ª rodada do Brasileirão precisando urgentemente voltar a vencer. O adversário deste domingo (23), às 18h30, na Arena Condá, é justamente quem mais precisa de pontos: a lanterna Chapecoense.
O confronto chega em um momento delicado para o Tricolor. São nove jogos sem vitória no Campeonato Brasileiro, sequência que já derrubou a equipe da liderança, ocupada no início da temporada, para a 12ª colocação, com 27 pontos. A distância para o Z4 é de apenas cinco pontos.
Do outro lado, a Chapecoense soma somente 11 pontos em 23 rodadas e possui a pior defesa da competição, com 43 gols sofridos. Na teoria, é a chance perfeita para o São Paulo destravar. Na prática, o próprio Tricolor sabe que “na teoria” não tem valido de nada nos últimos meses.
Leia também: OPINIÃO: Grêmio 2×1 São Paulo, a derrota que escancarou essa fase ruim do time.
A equipe catarinense também não vem de bom momento: empatou por 3 a 3 com o Bahia na última rodada e amarga apenas uma vitória na competição, na rodada de abertura, contra o Santos.
Do lado do São Paulo, o técnico Dorival Júnior terá desfalques. O zagueiro Arboleda está fora por lesão muscular na coxa esquerda, um problema a mais para uma equipe que já sente a falta de profundidade defensiva nos últimos compromissos.
O calendário também pesa contra o Tricolor. Antes de viajar a Chapecó, a equipe encara o Bolívar na terça-feira (18), pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana, no Morumbis. O São Paulo chega à Arena Condá sem qualquer folga na preparação.
Um dado incomoda especialmente a comissão técnica: dos últimos gols sofridos pelo Tricolor, uma parte relevante nasceu de bolas paradas, situação que o próprio Dorival já reconheceu como ponto a corrigir. Contra um adversário com a pior defesa do campeonato, mas que também vem sofrendo pressão em casa, o jogo tende a ser aberto.
Somando a passagem final pelo Corinthians ao início de trabalho no São Paulo, Dorival acumula apenas duas vitórias em dezesseis partidas pelo Brasileirão. Um retrospecto que ajuda a explicar a pressão crescente sobre o comandante.
O tamanho da queda do São Paulo também aparece nas apostas para o fim de temporada. Nas cotações da KTO para o Brasileirão Série A 2026, o Tricolor divide com o Coritiba a pior avaliação entre os candidatos originais ao título: 2501 para ser campeão e 26.00 para terminar entre os quatro primeiros, atrás até de Corinthians e Botafogo, times que sequer brigaram pela ponta da tabela neste ano.
Para o torcedor são-paulino, a conta é simples: ganhar da Chapecoense não resolve a temporada, nem muda o que o mercado pensa do time, mas pode ser o primeiro passo para tirar a equipe da zona de desconforto antes da reta final do retorno.
Vamos ver se o Tricolor aproveita a oportunidade.
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Chuva, suor e vitória na estreia de Roger Machado em um enlamaçado, inundado e raiz Canindé. Com o resultado e a derrota do Palmeiras em São Januário, o Tricolor assumiu a liderança isolada do Campeonato Brasileiro de 2026.
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O São Paulo cumpriu o seu dever. Venceu em seus domínios e confirmou a ótima fase no Brasileirão, mesmo com a forte turbulência que culminou na troca de técnicos nesta semana.
Depois de um primeiro tempo que começou muito prejudicado pela forte chuva e terminou com grande pressão dos donos da casa, os gols vieram na segunda etapa e com eles sintonia entre público e jogadores. Luciano, o melhor em campo, e Calleri foram os nomes dos gols.
Roger, que teve seu nome naturalmente cantado nas arquibancadas, fez uma boa estreia e manteve a estrutura deixada por Crespo, isso é, um 4-4-2 com Luciano chegando na área. Aliás, o camisa dez participou ativamente dos gols que definiram a partida. Cabeceou com precisão o enorme lançamento de Marcos Antônio e tocou de primeira para Bobadilla municiar Calleri no segundo tento.
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Outro aspecto deve ser bastante exaltado: é mais uma partida que o Tricolor não tem baixas no seu departamento médico. Apenas Enzo Diaz que nem foi ao Canindé, está tratando lesão. Se no ano passado o problema claramente foi clínico, neste ano as coisas não vem se repetindo. Atenção, Paulo Paixão: é só manter o que está sendo feito.
A equipe agora irá novamente a Bragança enfrentar o Bragantino neste domingo às 20h30 e desta vez não terá mais o tabu que incomodava os torcedores. Também dá para pensar em ganhar do Massa Bruta no interior, mesmo a tarefa sendo difícil.
Rafael: uma boa defesa. Não foi incomodado. Nota: 7,5
Lucas Ramon: lateral que ataca. Que bom! Nota: 7,5
Alan Franco: Segurança na zaga. Nota: 7,5
Sabino: outro que manteve a pegada. Nota: 7,0
Wendell: a surpresa, fez uma ótima partida. Nota: 8,0
Bobadilla: ótimo desempenho. Não sai do time. Nota: 8,5
Danielzinho: ajudou bem na dinâmica do meio. Nota: 7,5
Marcos Antônio: o diferente do meio-campo. Nota: 8,5
Lucas: outro que trabalhou bem para o coletivo. Nota: 7,5
Luciano: para mim, o destaque. Gol e “pré-assistência”. Nota: DEZ!
Calleri: mais um gol com a camisa Tricolor. Fundamental. Nota: 9,0
André Silva, Cauly, Pablo Maia, Nickolas e Arboleda – Fizeram o ótimo papel de manter o ritmo do jogo, sem grandes invenções. Para quem acha que o São Paulo não tem elenco, esses jogadores que entraram são bem interessantes.
Roger Machado: passada a turbulência justa por parte dos torcedores e imprensa, fez uma boa estreia cujo maior mérito foi não desfigurar o que vem dado certo na temporada. A única surpresa (e boa surpresa) foi Wendell. O lateral fez uma das melhores partidas com a camisa do São Paulo. Escalação e trocas muito boas. Que se mantenha assim. Nota: 9,0
Segue o líder!
“Briga” pelos Naming Rights 2027
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É noite de Brasileirão! São Paulo e Chapecoense duelam na noite desta quinta-feira, às 20h (horário de Brasília), no estádio do Canindé, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. A partida será transmitida pelo canal Premiere.
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Apesar de toda a incerteza envolvendo a saída de Crespo e a escolha de Roger Machado como novo técnico, o Tricolor vive um bom momento na temporada. O time é o vice-líder do Brasileirão, com dez pontos, mesma pontuação do líder Palmeiras, e hoje luta pela liderança isolada da competição.
Já a Chapecoense, adversária desta noite, perdeu o título do estadual catarinense e claramente lutará para garantir a permanência na elite do futebol nacional. A equipe atualmente ocupa a décima segunda posição no Brasileirão, com cinco pontos conquistados.
Apesar da chuva que assola a capital paulista, inclusive na hora do jogo, teremos bom público no Canindé. Pelo menos é o que indicam as vendas de ingressos. O torcedor quer apoiar a equipe para a manutenção da liderança, compartilhada ou isolada com o Palmeiras. O alviverde enfrentará o Vasco em São Januário às 19h30.
Roger Machado terá força máxima à sua disposição e deverá promover o retorno de Danielzinho ao meio-campo. O jogador ficou no banco no primeiro tempo da semifinal, o que ocasionou críticas a Hernán Crespo pela escolha por Luan em seu lugar.
O time deve entrar em campo num 4-4-2 com Rafael; Lucas Ramon, Alan Franco, Sabino e Enzo Díaz; Danielzinho, Marcos Antônio e Bobadilla; Lucas, Luciano e Calleri.
A Chape não deve contar com o atacante Garcez e o lateral-direito Marcos Vinícius. De resto deve ser o mesmo time e modelo de jogo do início da competição, com o veterano Giovanni Augusto liderando o meio-campo.
Provável time: Léo Vieira; Victor Caetano, Bruno Leonardo, Eduardo Doma, Everton, Walter; Camilo, Rafael Carvalheira, Giovanni Augusto; Neto Pessoa e Ítalo.
Jogo para vencer com ou sem técnico, apesar do São Paulo costumar ter dificuldades contra equipes que se fecham em busca de uma ou duas bolas nos noventa minutos.
Não acredito que Roger modifique taticamente a equipe herdada, por isso Luciano e Calleri devem permanecer mais próximos e os laterais avancem com menos frequência que na preferência do novo técnico.
Meu palpite: 2×0 para o Tricolor no Canindé
BYD e Mondelez na briga
pelos Naming Rights em 2027
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