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Sempre em Casa AMBEV: bebidas com frete grátis e cupom de desconto!

Essa dica é uma das melhores neste período do isolamento social. O Sempre em Casa é o programa de delivery de bebidas oficial da AMBEV. Você escolhe as bebidas e quantidades entre cervejas, refrigerantes, água, sucos Do Bem, energético e isotônicos, escolhe o período e recebe os produtos na porta da sua casa com frete grátis e descontos maiores que os supermercados.

 

Na minha opinião, a maior vantagem é o FRETE GRÁTIS. Diferente dos aplicativos e sites de supermercado, no Sempre em Casa você nunca pagará pelo frete. Já é uma economia brava. Outra grande vantagem são os descontos de muitos dos produtos. Veja alguns deles:

 

 

Além destes descontos acima, vou dar dica de três cervejas que gosto e que podem ser compradas no Sempre em Casa. A Colorado Lager (latão) de Ribeirão Preto, que é um excelente custo benefício, a belga Hoengaarden com 40% de desconto no site e a excelente Beck’s, alemã também com um bom preço e frete grátis.

 

 

Eu uso o Sempre em Casa faz dois meses e não tenho do que reclamar. Só de não precisar carregar peso de bebida para o carro e do carro para casa já seria uma vantagem. O Frete Grátis dá um peso absurdo e  os descontos completam as vantagens. Ah, você pode se descadastrar quando quiser na plataforma, sem multas ou qualquer pagamento.

 

Agora, a dica da dica: além de todas as vantagens acima, quem usar o código DANIELPERRONE vai ter 15% de desconto no valor total das três primeiras compras. Veja uma simulação:

 

 

Nesta simulação, sem o código eu já economizava R$ 28,80 no desconto normal. Com os 15% do código DANIELPERRONE eu pagarei R$ 56,85 por 32 latinhas com frete grátis: R$ 1,77 cada uma!!! Esse código vale para qualquer produto: Beck’s, Hoengaarden, Colorado, suco, etc…

 

Bom a dica tá aí para todos que moram na grande São Paulo. De todos os deliverys e serviços remotos que vi nessa pandemia, o Sempre em Casa é de longe o melhor por não pagar nada pelo frete e por ter produtos bons com ótimos descontos. Ah, meu código também é um presentão.

 

Usem e bebam com moderação! 🙂

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Máscaras do São Paulo: gol de placa!

O São Paulo marcou um gol de placa nesta última quarta-feira. A rede São Paulo Mania, loja licenciada pelo clube, anunciou a venda de máscaras personalizadas com o escudo Tricolor, com parte da renda destinada a ações no combate ao novo Coronavírus.

 

Os três modelos se diferem pelas cores do clube: vermelho, branco e preto e vem com o escudo no lado esquerdo do pano. A ação vem em boa hora pois desde o último dia 7 de maio, o uso de máscara é obrigatório em todo o estado de São Paulo. O KIT com seis máscaras laváveis sai por R$ 69,90 e o frete é gratuito. Só faltou fazer um kit mesclado com máscaras vermelhas, brancas e pretas.

 

 

Além das máscaras oficiais do clube, a NVAN Confecções, pequena loja de um seguidor do blog, também produz máscaras Tricolores com qualidade e dupla camada protetora em 100% algodão lavável. A grande diferença é que as máscaras da NVAN vem nas três cores, como uma bandeira Tricolor. O custo de cada máscara é R$ 9,00 e a marca atende pelo whatsapp 11 97997-2700 ou pelo e-mail [email protected] Veja o modelo abaixo:

 

 

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Tricolor segue tendência mundial e reduz consumo de carne vermelha no CT

Nos últimos meses, o São Paulo adotou uma nova linha alimentar para os seus atletas. Segundo o Portal UOL, o elenco Tricolor passou a comer menos carne vermelha e mais frango e peixe em suas refeições diárias.

 

Segundo o UOL, a mudança teve a contribuição de dois atletas que trabalharam por muito tempo no exterior: Dani Alves e Juanfran. O camisa 10 do Tricolor foi cedo e fez sua carreira inteira no velho continente enquanto que o espanhol passou de 2003 a 2019 todo atuando em seu próprio país.

 

Não tenho dados para chancelar essa informação mas a redução da carne vermelha no cardápio do elenco pode ter contribuído para o melhor desempenho físico dos atletas neste ano. Além disso, reduzir o consumo de carne vermelha diminui as chances de complicação com doenças cardíacas e alguns tipos de câncer. O frango e o peixe são ótimas fontes de proteína e mais baratos que a carne vermelha, ocasionando uma economia nos custos mensais do CT com alimentos.

 

Para quem se interessa por este assunto, sugiro assistir o documentário The Game Changers, da Netflix. Com participação de Arnold Schwarzenegger, Lewis Hamilton, James Wilks, o documentário trata a busca de um lutador de UFC para encontrar a dieta ideal para desempenho e saúde humanos.

 

O Portal UOL também revelou a futura colaboração dos dois jogadores em uma série de mudanças de infra-estrutura e hábitos, visando a modernização do clube. Tais mudanças, como a instalação de câmeras no Morumbi, permitiriam um melhor mapeamento tático da equipe ao longo dos jogos.

 

Outro ponto que o São Paulo fará no futuro são as reformas dos vestiários do CT da Barra Funda. Lugano é um dos maiores defensores da modernização do CT, que conta com uma excelente área para a imprensa mas ainda está atrasado em alguns setores. Porém, com dificuldades financeiras, a prioridade do clube é adequar sua atual receita com a realidade do futebol em tempos de paralisação.

 

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Doze “viradas de casaca” que deram (ou não deram) certo no São Paulo!

Nenhum torcedor gosta de ver um jogador do seu clube ir para um rival, ainda mais quando trata-se de um ídolo. Todas as agremiações mundiais já experimentaram algum jogador que “virou a casaca” e o São Paulo não é diferente. Porém, neste post mostrarei doze entre muitas viradas de casada para o Tricolor na história do clube. Algumas deram certo, outras um verdadeiro fiasco. Vamos a elas, não necessariamente em sua ordem cronológica ou de importância:

 

Djalma Santos
O icônico lateral direito do Palmeiras e da Seleção Brasileira vestiu por uma só vez a camisa do Tricolor. O clube promoveu uma série de amistosos na semana da inauguração do Morumbi e, para apresentar o estádio para outras torcidas, o clube convidou jogadores de clubes rivais para uma partida diante do Nacional, do Uruguai. Além de Djalma Santos, Almir Pernambuquinho e Julinho Botelho também participaram do amistoso com o manto sagrado Tricolor.

 

Leivinha (ex-Palmeiras)
Considerado um dos maiores jogadores da história do Palmeiras, o meia direita encerrou a carreira de forma discreta no São Paulo em 1979, após uma bem sucedida passagem pelo espanhol Atletico de Madrid. Leivinha atuou pelo Tricolor em onze partidas, marcando dois gols.

 

Rivellino (ex-Corinthians)
O ídolo do Fluminense e Corinthians jogou uma partida pelo São Paulo antes de se aposentar no futebol. A história é interessante: em maio de 1981, Riva encerrou seu vínculo com o Al-Hilal e chegou até a anunciar a aposentadoria do futebol. Porém, com 35 anos, o meia mantinha a forma treinando na sede social do São Paulo, no Morumbi e ficou empolgado com o convite dos dirigentes do clube para voltar a jogar futebol profissionalmente. O canhoto participou de um amistoso pelo Tricolor contra o mesmo Al-Hilal mas logo após encerrou a carreira.

 

Casagrande (ex-Corinthians)
O atual comentarista da Rede Globo começou a carreira no início dos anos 80, no Corinthians. Porém, devido a vida boêmia, desentendeu-se com o técnico Jorge Vieira e foi emprestado ao São Paulo. No Tricolor, o centroavante atuou por 23 jogos, fez onze gols e ganhou o apelido de “Casão”. Só não fez mais porque, com Careca na equipe, atuou como meia direita, em uma improvisação bem sucedida na época.

 

Neto (ex-Corinthians e Palmeiras)
Outro corinthiano que vestiu a camisa do Tricolor. Porém, o atual comentarista da Band teve uma passagem discreta por conta de um acidente automobilístico que o deixou de molho por bom tempo no Morumbi. Apesar da passagem marcada pelo acidente, Neto foi responsável por uma das vitórias mais comemoradas na época, com um gol de falta por baixo das pernas do palmeirense… Zetti.

 

Zetti (ex-Palmeiras)
Um dos maiores jogadores da história do Tricolor foi praticamente “doado” pelo arqui-rival Palmeiras após uma grave fratura na perna, quando ainda atuava pelo Palestra. Sua chegada provocou uma enorme sombra no então titular Gilmar. Com a saída do titular, Zetti tomou a posição e nunca mais saiu, ganhando títulos e títulos pelo Tricolor. Muitos o consideram o melhor goleiro da história do clube.

 

Evair (ex-Palmeiras)
Um dos maiores artilheiros da era moderna do Palmeiras também vestiu o manto sagrado Tricolor. Contratado em fim de carreira no início dos anos 2000, teve poucas oportunidades (31 jogos e 9 gols) mas foi campeão do Paulistão daquela época antes de ter se transferir para o Goiás. Detalhe: Evair, auando jovem, rejeitou a ida ao Tricolor. Se tivesse aceitado, a história poderia ter sido outra.

 

Ricardinho (ex-Corinthians)
Uma das viradas de casaca mais sentidas pelos corinthianos foi um fiasco no tempo de defendeu o São Paulo. Ricardinho, maior transferência do futebol brasileiro na época, foi boicotado pelo próprio elenco e não caiu nas graças da torcida, se transferindo para o futebol inglês em 2004.

 

César Sampaio (ex-Palmeiras)
Outro ícone palmeirense, o volante César Sampaio vestiu a camisa do São Paulo em 2004, antes de encerrar a carreira. Jogou 24 partidas pelo Tricolor e fez um gol. Passagem discreta para um volante do seu calibre.

 

Júnior (ex-Palmeiras)
Outro palmeirense que vestiu a camisa do São Paulo, porém com extremo sucesso. O lateral esquerdo Júnior chegou no Tricolor em 2005 vindo do Parma e ficou no Morumbi até 2008, período em que conquistou Paulista, Brasileiros, Libertadores e Mundial. É lembrado como um dos maiores laterais da história do Tricolor.

 

Fernandão (ex-Internacional)
Considero uma virada de casaca pelo fato de Inter e São Paulo protagonizarem uma grande rivalidade nos anos 2000. Um dos algozes do Tricolor na Libertadores de 2006, o já falecido centroavante ficou um ano (2010) no clube, realizando 39 jogos e marcando oito gols. Passagem discreta.

 

Rivaldo (ex-Palmeiras e Corinthians)
Melhor do mundo no Barcelona, o meia que fez a história no Palmeiras também veio em fim de carreira para o São Paulo, em uma contratação muito comemorada pelo clube. Pegou a camisa dez em 2011 mas não se firmou no Tricolor, frequentando a contragosto o banco de reservas. No início de 2012 anunciou no Twitter que o Tricolor havia o dispensado. Passagem discreta para um jogador de seu currículum, com 46 jogos e sete gols.

 

Menção Honrosa – Pelé (Santos)
Pouca gente sabe mas o maior jogador do mundo de todos os tempos aceitou o convite para vestir a camisa 10 do São Paulo nos amistosos de apresentação do Morumbi, causando uma grande impacto na imprensa da época. Porém, uma distensão muscular impediu que o meia do Santos tivesse a honra de vestir o manto Tricolor diante do Nacional, do Uruguai. Os torcedores do São Paulo disseram naquele dia que aquele fora o único pecado do Rei no futebol na sua trajetória de melhor da história. Convenhamos, foi mesmo!

 

Muitos outros vieram de rivais e fizeram história no São Paulo, como Pita (Santos), Careca (Guarani – na época rivalizando com o SPFC), Jorge Wagner (SCCP), Ilsinho (Palmeiras), Leandro Guerreiro (SCCP) e até PH Ganso (Santos). A história do São Paulo também passa por eles.

 

PS: não publiquei atletas atuais como Pato e Tchê Tchê pois ainda estão construindo suas histórias com a camisa do Tricolor.

 

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As cinco viradas mais emocionantes do São Paulo Futebol Clube

O São Paulo teve muitos jogos inesquecíveis, mas as viradas, sim aquelas viradas emocionantes, são um caso a parte na história do Tricolor. Segue nestas próximas linhas as partidas que mais me marcaram ao longo da minha trajetória como torcedor. Concorde, discorde, entre na discussão:

 

5
São Paulo 4×3 Santos (Campeonato Brasileiro 2010)

Um dos jogos mais emocionantes dos últimos anos aconteceu em uma das datas mais frias daquele ano de 2010. O San-São teve de tudo: expulsões, bola na trave, grandes defesas de Ceni e Rafael e, claro… sete gols. O tento da dramática e histórica vitória do São Paulo de Carpegiani foi anotado pelo volante Jean aos quarenta e oito minutos e acabou com o incômodo jejum de vitórias sobre o rival.

 

4
São Paulo 2×1 Rosario Central (Libertadores 2004)

Doze de Maio de 2004. Nunca esquecerei esta data. Primeiro porque é dia e mês do meu aniversário, segundo porque foi nesta data que Rogério Ceni passou de goleiro para um mito. O Tricolor precisava reverter uma derrota no jogo de ida na Argentina, mas iniciou no Morumbi sofrendo um gol e perdendo um pênalti. Cuca não levou os jogadores para o vestiário e a preleção foi aos gritos da torcida, que lotou o estádio. Grafite foi o nome da virada e Rogério Ceni, o grande herói da classificação nos pênaltis. O goleiro evitou a desclassificação pegando o último pênalti do goleiro adversário, convertendo o seu pênalti e, enfim, defendendo nas cobranças alternadas. Virou mito naquele dia.

 

3
São Paulo 3×2 Botafogo (Campeonato Brasileiro 81)

O primeiro jogo que me lembro no Morumbi, assistido nos ombros do meu pai. A partida era válida pelas semifinais do Brasileirão daquele ano e teve uma virada épica do Tricolor, após sair perdendo por 0x2. O meia-atacante Éverton entrou no segundo tempo para mudar o placar, levando o São Paulo para a final do torneio. Um jogo que os mais velhos não esquecem.

 

2
São Paulo 2×1 Barcelona (Mundial de Clubes 92)

O São Paulo de Telê já havia goleado os catalães em torneio (Tereza Herrera) considerado uma ‘preliminar’ da final que aconteceria em Tóquio. O jogo no sol nascente começou com um gol relâmpago do Barcelona, só terminado após a virada histórica com dois gols de Raí, o maior camisa dez da história do clube. O segundo tento, de falta, foi feito após insistentes treinamentos do capitão junto ao seu mestre. O São Paulo mudou de patamar após a sua primeira conquista.

 

1
São Paulo 3×3 Guarani (Campeonato Brasileiro 86)

A virada mais espetacular e, talvez, a maior emoção da minha vida no futebol. Duas equipes fantásticas, uma prorrogação tensa, muitos gols e um empate no último segundo do segundo tempo que levou o torneio a ser definido nos pênaltis. Curiosamente Careca, o herói do empate, perdeu sua cobrança, mas o Tricolor se sagrou pela segunda vez campeão brasileiro após Vágner Basílio, o vilão Tricolor do jogo, converter a última cobrança. A bola manhosamente morreu no canto esquerdo do estádio que, até o empate nos últimos segundos da prorrogação, tocava o hino do Bugre. Deus me permitiu estar em Campinas neste dia.

 

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