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Roger nem deveria ter vindo e Massis avalia direção do futebol em 2026

Roger nem deveria ter vindo e Massis avalia direção do futebol em 2026

O óbvio aconteceu. Roger Machado não é mais o técnico do São Paulo. O técnico caiu logo após a eliminação do Tricolor para o Juventude por 3 a 1 pela Copa do Brasil.

 

“O futebol é muito dinâmico e gera repercussões a cada momento. Esse é um resultado que todos nós não cogitávamos no sentido da grandeza do São Paulo. Conversando com o Roger, entendemos que persistir nesse processo que a pressão externa vai ser maior, entendemos que era o momento de trocar, com o apoio e a compreensão do presidente.” – disse o diretor de futebol Rui Costa.

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O São Paulo agora parte para o seu terceiro técnico no ano. Curiosamente dias antes da demissão, o presidente Harry Massis disse a um torcedor em um áudio vazado que não tinha dinheiro para a demissão do treinador e que era para o tal torcedor ter paciência. Parece que ela acabou rapidamente com a percepção da falta de dinheiro que a eliminação trará.

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Era evidente que Roger havia chegado demitido numa surpreendente troca de comando técnico, em 10 de março. O treinador esteve a frente do Tricolor em 17 partidas, com sete vitórias, quatro empates e seis derrotas no seu cartel.

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Rui e Rafinha

Além de buscar um novo técnico, Massis avaliará o futuro do departamento de futebol do Tricolor nos próximos dias. A princípio, o diretor Rui Costa e Rafinha, responsáveis pela manobra que trouxe Roger ao clube, permanecem em seus cargos. Mesmo que permaneçam, os dois serão ainda mais pressionados pelos torcedores, cansados de tanta incompetência nos últimos anos.

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“Tinha que ser tomada” – disse Rui Costa sobre a ação que trouxe Roger Machado no lugar de Hernán Crespo. O diretor também disse que não se isenta da responsabilidade e afirmou que a troca era mais que pertinente e sim necessária. O diretor não quis dar mais detalhes sobre a troca por questões éticas.

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Quando perguntado se continuará como diretor de futebol, Rui disse que seguirá no cargo até que o presidente Harry Massis Jr. queria o contrário e o demita.

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“A minha presença aqui existirá até quando o presidente quiser. Foi assim durante todo o período que estive aqui. Passei por momentos de conquistas, momentos difíceis. Se essa for a decisão do presidente, estarei aqui trabalhando incansavelmente. A minha preocupação não é sobre manutenção de emprego, mas sim dando explicações ao torcedor do São Paulo”.

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Desconfio que tanto ele quanto Rafinha sejam demitidos ainda nesta semana.

 

Massis: a responsabilidade
principal de Roger é sua!

 

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OPINIÃO Juventude 3×1 São Paulo

OPINIÃO Juventude 3×1 São Paulo

E a história da Copa do Brasil de 2025 se repetiu em 2026: vencendo por vantagem mínima no Morumbis, o São Paulo mais uma vez teve um jogador expulso em uma partida de volta e novamente se despede da competição ao perder para uma equipe que atualmente disputa a Série B.

 

A eliminação do São Paulo não poderia ter sido mais justa. Desde o primeiro minuto, a equipe não demonstrou organização nem postura para disputar um mata-mata. Mesmo antes da expulsão do menino sem cérebro, o Tricolor já havia apresentado ao torcedor todas as suas péssimas credenciais em campo.

 

O São Paulo praticamente não finalizou no primeiro tempo, protagonizou um festival de erros de passe e demonstrou uma clara e sintomática desorganização tática. Para piorar, perdeu mais um titular por lesão durante a partida. Luciano ainda tentou permanecer em campo, mas não resistiu e virou mais um desfalque no já lotado estaleiro da Barra Funda.

 

O limitado, porém guerreiro, Juventude percebeu a fragilidade do adversário e foi premiado com a classificação. Obviamente, deve encontrar dificuldades na próxima fase, mas novamente teve o gostinho de eliminar o São Paulo neste torneio.

 

Roger é treinador de time pequeno, e a eliminação já nem machuca mais. O que dói, de fato, é ver um São Paulo à deriva, destruindo o pouco de positivo que havia sido construído com Crespo, em meio à administração desastrosa de Roger Machado. Um treinador fraco, que quase rebaixou o Internacional no ano passado. O Colorado só não caiu porque percebeu o erro a tempo e resgatou Abel Braga para escapar na última rodada, no Beira-Rio.

 

Como um time que não era brilhante, mas estava organizado e chegou até a liderar o Brasileirão por algumas rodadas, foi parar nessa situação? Pergunte ao diretor de futebol e ao diretor esportivo do clube. Eles são os responsáveis por essa nefasta manobra, que mais pareceu uma facada de cinco pontas no coração de cada torcedor são-paulino.

 

E, finalmente, o presidente em exercício, Sr. Harry Massis, que mal esperava a presidência cair em seu colo, tentou se eximir da culpa em um áudio vazado. Massis: é você o detentor da caneta; a responsabilidade é mais sua do que de qualquer outro. Não tente se isentar por ter aceitado uma troca que segue, até hoje, injustificável.

 

Nota dos personagens do jogo:

 

Rafael: três gols do Juventude. Nota: 3,0

Cédric: um espantalho defende e ataca melhor. Nota: 2,0

Dória: de pee normal é ruim, imagina de pé trocado… Nota: 3,5

Sabino: contaminou-se com a defesa medíocre de Roger. Nota: 4,0

Enzo: caiu de produção e não foi só ele. Nota: 4,0

Danielzinho: exemplo de um jogador perdido em campo. Nota: 3,5

Bobadilla: um dos menos piores. Nota: 5,0

Luciano: pouco tempo em campo. Sem nota.

Ferreirinha: menino sem cérebro. Pode permanecer no Sul.

Artur: outro que caiu vertiginosamente de produção. Nota: 3,5

Calleri: iniciou bem o ano e hoje virou homem de desculpas. Nota: 3,0

 

Menção honrosa ao grosso Tápia, que entrou e em uma das raras jogadas de ataque, guardou o seu gol.

 

Roger Machado: em que pesem as lesões, uma equipe mal treinada, confusa e apática por não se entender em campo. É jogador para equipes médias e pequenas do futebol brasileiro, nunca para o São Paulo. Precisa sair do clube imediatamente. Quem pensou nele no comando do clube merece o caminho da rua. Nota: 3,0

 

Massis: a responsabilidade
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Desabafo de Massis contradiz o próprio departamento de futebol

Desabafo de Massis contradiz o próprio departamento de futebol

O São Paulo FC garantiu a permanência de seu técnico, mesmo após a péssima atuação no clássico e o baixo rendimento da equipe sob o comando de Roger Machado.

 

A garantia vem do próprio presidente do clube, Harry Massis. Em um áudio vazado nas redes sociais, o mandatário explicou por que resiste à troca de comando técnico e ainda fez um desabafo sobre a situação financeira do clube.

 

“Nós não temos condição de contratar, de trocar o técnico. Não temos dinheiro. Será que vocês não entendem que pegamos o São Paulo sucateado? Eles não pagaram nada o ano passado. Está sobrando tudo para mim. Não temos dinheiro. Eu nunca falei que o São Paulo ia ser campeão. Se chegarmos em 6º do campeonato, está ótimo para ir para a Libertadores. Vamos ter calma, não é assim. Eu não vou trocar ninguém. Não vou pagar mais uma multa. Estou pagando multa do Dorival Júnior, do Zubeldía, que não tenho nada com isso, multa do Crespo da primeira passagem, que não tenho nada com isso. Está sobrando tudo para mim. Não tem dinheiro. Será que vocês não entendem isso? Vamos ter calma. Não vamos ser campeões e não vamos ser rebaixados. Eu também estou nervoso. É um desabafo que estou tendo com você, sei o quanto são-paulino você é, assim como eu. Não é você que está doido, eu também estou. Mas não temos condição.” – falou Massis no áudio vazado.

 

No áudio vazado, Massis ainda revelou o salário do treinador Dorival Júnior e de seu staff no Sport Club Corinthians Paulista, comentando ser inviável para o clube neste momento.

 

“Falam em Dorival. Eu conversei com o presidente do Corinthians (Osmar Stabile)… ele e a comissão ganham R$ 2,8 a 3 milhões por mês. É uma loucura. Por favor, ajude. É o melhor que pode fazer.” – disse Massis no áudio vazado nas redes sociais.

 

Opinião

Massis fala sobre as dificuldades para eventualmente trocar Roger, mas se esquece de que ele mesmo autorizou Rui Costa e Rafinha a demitirem Crespo em um momento, digamos, inoportuno da temporada.

 

É uma tremenda contradição.

 

Ao dar a “canetada”, o presidente se tornou diretamente responsável por esse equívoco do departamento de futebol. O São Paulo ainda se sustenta em uma boa posição na tabela, mas caiu muito de rendimento por conta da nova formação e de escolhas questionáveis nas partidas.

 

Lesões voltam a
assolar o São Paulo

 

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São Paulo muda planos para o jogo desta terça, pela Copa Sul-Americana

São Paulo muda planos para o jogo desta terça, pela Copa Sul-Americana

O São Paulo, líder de seu grupo na Copa Sul-Americana, viajou até a Colômbia Bogotá para enfrentar o Millonarios. Será o terceiro compromisso do Tricolor na competição.

 

A tendência é que o clube utilize um time majoritariamente reserva pois sete titulares não viajaram para Bogotá. As razões são três: priorizar o Brasileirão neste momento, recondicionar fisicamente os jogadores após a maratona pré-Copa do Mundo e aproveitar o próprio cenário do grupo, que hoje favorece o Tricolor.

 

No domingo, o São Paulo enfrenta o Bahia, em uma partida tratada internamente como “jogo de seis pontos”. O clube entende que os baianos são concorrentes diretos por uma vaga na próxima Libertadores e, por isso, opta por dar maior peso ao Campeonato Brasileiro neste momento.

 

Manter quando possível o equilíbrio físico do elenco também é prioridade em 2026. Após uma temporada 2025 turbulenta e marcada por lesões, o São Paulo busca virar a página. Nesse contexto, o jogo na Colômbia surge como oportunidade ideal para dosar os titulares.

 

Além disso, há o fator calendário. O São Paulo disputará as duas últimas partidas da fase de grupos em casa. Com seis pontos conquistados em dois jogos, há margem suficiente para planejamento.

 

De acordo com o clube, os jogadores Lucas Ramon, Enzo Díaz, Rafael Tolói, Danielzinho, Artur, Luciano e Calleri treinarão em São Paulo para pegar o Bahia no domingo.

 

O atacante Paulinho, recuperado de um estiramento no joelho esquerdo na final da Copinha, viajará para a Colômbia e poderá atuar até mesmo entre os titulares. Será a primeira vez que o Made In Cotia será relacionado após se recuperar da lesão. O atacante Ferreirinha é outro que pode voltar a atuar após duas semanas de tratamento de um edema. Ele está relacionado para a viagem.

 

Decisão correta?

Se a opção for realmente poupar, entendo como acertada. Foi justamente por isso que o Tricolor atuou com força máxima contra o O’Higgins no MorumBIS: conquistar a gordura necessária para administrar melhor o elenco ao longo da competição e escolher os momentos certos para acelerar.

 

Nem mesmo a perda de Marcos Antônio naquela partida fez o clube entender que aquele (os titulares) era o melhor caminho por conta do planejamento até a Copa do Mundo.

 

Rescisão amigável é
lá na casa do capeta!

 

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Não se engane, são-paulino!

Não se engane, são-paulino!

O São Paulo Futebol Clube atravessa mais um período de grande turbulência dentro e fora de campo. Se, nas quatro linhas, a equipe de Roger Machado ainda deixa sérias dúvidas no torcedor — apesar de se manter em boas posições no Brasileirão, na Sul-Americana e na Copa do Brasil —, fora delas os bastidores políticos seguem em ebulição.

 

Na noite da última quinta-feira, uma reunião do Conselho Deliberativo no Salão Nobre voltou a expor divisões internas. A pauta central envolvia processos disciplinares, com a possível suspensão dos conselheiros Vinicius Pinotti e Fábio Mariz. O motivo: a forma como ambos atuaram no caso do camarote irregular e no esquema de venda de ingressos para shows no Morumbis.

 

Nos bastidores, o relato é de um debate acalorado, com questionamentos amplos sobre a gestão atual e decisões recentes do presidente Harry Massis. Enquanto parte dos conselheiros demonstrava preocupação com a imagem e a condução administrativa do clube, outros optavam por intensificar ainda mais o conflito.

 

É natural: trata-se de um ano eleitoral. A reunião acabou sendo mais política do que administrativa. Em outras palavras, não girou apenas em torno de disciplina, mas, sobretudo, de disputa por poder.

 

Diferentemente de outros ciclos eleitorais, o clube hoje se encontra mais fragmentado, com disputas pulverizadas entre diversos grupos. A ideia de unidade política saiu ainda mais enfraquecida após essa reunião — e é ilusório acreditar que esse cenário não afetará o futebol no curto prazo.

 

Fica aqui um alerta ao são-paulino: não se engane. Tudo o que for dito fora das quatro linhas carregará, inevitavelmente, um viés político — e não técnico. Conselheiros atuarão de acordo com seus grupos e interesses, sejam eles políticos ou de outra natureza.

 

O período eleitoral no São Paulo sempre foi marcado por disputas intensas, mas este ano promete ir além, impulsionado pela divisão interna, pela vaidade em ebulição, pela saída de figuras relevantes e pela ausência de sucessores à altura da história do clube.

 

Por isso — e por outros motivos — eu, Daniel Perrone, nunca me tornei e não pretendo me tornar sócio. Se o futebol do São Paulo conseguir atravessar esse cenário de disputa de poder sem grandes sequelas, já será, por si só, uma vitória.

 

Estará “pago”.

 

Protestos na porta do CT!

 

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