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Pênalti revisado e não marcado precisa ser assunto do São Paulo na CBF

A diretoria de Futebol do São Paulo está hoje no Rio de Janeiro para uma reunião na Confederação Brasileira de Futebol. O principal assunto da visita de Raí e Alexandre Pássaro é discutir a arbitragem do Brasileirão.

 

O encontro será com Leonardo Gaciba, chefe da comissão de arbitragem da entidade máxima do futebol brasileiro e visava uma resposta sobre um ofício enviado logo após a partida contra o Galo, em Belo Horizonte. Gaciba, ex-árbitro e hoje figura máxima do apito no Brasil, admitiu na última quarta que as linhas do lance do gol anulado na partida contra o Atletico MG estavam erradas, portanto o gol foi mal anulado mesmo com o uso da tecnologia.

Depois do jogo de ontem, creio que Raí e Pássaro terão mais um assunto em pauta: a não marcação de pênalti no final da partida entre São Paulo e Fortaleza pela Copa do Brasil, no Castelão. Pela nova regra, a bola que bate no braço ‘descolado’ do corpo caracteriza a infração, e dentro da área é pênalti. O árbitro consultou o vídeo e mesmo assim não seguiu a regra. Se seguisse, o pênalti poderia ser convertido e o jogo poderia ter o placar modificado.

Falhas acontecem mas o detalhe é que essas duas jogadas foram revisadas pelo VAR e mesmo assim os árbitros em campo e na sala de VAR falharam. Outro detalhe, no caso do pênalti não assinalado: o Castelão estava repleto de funcionários torcedores nas arquibancadas que, além de torcer o jogo todo,  fizeram muita pressão na arbitragem durante a revisão. Dava para ouvir a “torcida” do Fortaleza representada por estes profissionais pela TV e isso não pode ser permitido para clube algum.

Neste caso, com a sugestão imediata do VAR, tenho a nítida impressão que a decisão do árbitro também foi influenciada por esta pressão externa, já que o lance da bola no braço foi claro e transparente.

 

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OPINIÃO Fortaleza 3×3 São Paulo

Quem disse que seria fácil? Seis gols, três reações e um empate justo no Castelão. O São Paulo não conseguiu superar o Fortaleza com dez em campo e um goleiro reserva boa parte do segundo tempo mas levou a decisão para o Morumbi com boas chances de classificação.

 

Podemos dizer tudo do confronto que marcou o primeiro jogo das oitavas de final da Copa do Brasil, mas não dizer que foi entediante. Como esperado, Rogério montou muito bem o adversário, explorando as falhas do São Paulo. Quase foi bem sucedido, não fossem as duas expulsões e a infelicidade do tiro na trave de Yuri Cesar, que poderia ter definido o jogo. Já o Tricolor Paulista mostrou lentidão e pouco repertório para furar o ferrolho cearense. Poderia ter jogado melhor coletivamente.

 

Para mim, faltou bola no primeiro tempo e inteligência coletiva na segunda etapa. Inteligência para trabalhar melhor o jogo e abrir o campo, principalmente depois da expulsão do goleiro adversário. O grande (digo gigante) ponto positivo foi a superação da equipe, que saiu atrás no placar três vezes e conseguiu levar um bom resultado para a capital. Gabriel Sara e Brenner brilharam e mostram evolução. Já o sistema defensivo foi mal.

 

Agora, a obrigação da classificação é toda do Tricolor Paulista. Tem mais qualidade, jogará em casa e contará com dois desfalques certos da equipe titular do Leão do Pici. Isso não quer dizer jogo ganho pois não será fácil jogar contra este muito bem montado Fortaleza, treinado pelo maior goleiro da história do futebol e que entende como ninguém de São Paulo.

 

Ah, pela nova regra, foi pênalti para o São Paulo na última jogada.

 

Nota dos personagens em campo:

 

Thiago Volpi – Um pouco adiantado no segundo gol do Fortaleza. Nota: 5,5

Igor Vinícius – Vinha sofrendo na marcação até se machucar. Nota: 5,5

Bruno Alves – Zaga tomou três. Falou no segundo gol. Nota: 5,0

Diego Costa – A zaga tomou três gols e ele perdeu dois de cabeça. Nota: 5,0

Reinaldo – Foi bem, mostrando perigo nos tiros e cruzamentos. Nota: 6,0

Luan – Começou como volante e terminou como zagueiro. Nota: 6,0

Dani Alves – Seus melhores momentos fora como lateral, sem marcação. Nota: 5,5

Igor Gomes – Atuação excessivamente burocrática. Nota: 5,0

Gabriel Sara – O melhor do São Paulo, participando dos três gols. Nota: 9,5

Brenner – Decisivo, “cheia a gol”. No lugar certo. Nota: DEZ!

Luciano – Gol de oportunismo mas falhou no terceiro gol. Nota: 7,5

 

Tchê Tchê, Pablo e Vitor Bueno Tchê Tchê perdeu um gol incrível, praticamente atrasando para o goleiro. Vitor Bueno e Pablo não tiveram tempo para jogar.

 

Fernando Diniz – Apesar da superação nos três placares contra, a equipe num todo poderia ter jogado bem melhor e encontrado mais possibilidades de entrar na área adversária. De ponto positivo, a empurrada de atacantes que deu na equipe no final para empatar. Tinha que ser assim. A decisão vai para o Morumbi. Nota: 6,5

 

 

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Ceni compara jogo de Diniz ao de Sampaoli e revela cuidados com a bola parada

Um dos assuntos do último “Bem, Amigos” com Rogério Ceni na última segunda-feira abordou a preparação do Fortaleza para a primeira partida da Copa do Brasil diante do São Paulo, nesta quarta-feira no Castelão.

 

Ao ser questionado sobre a preparação para o jogo pelo jornalista Alexandre Lozetti, Ceni comparou o estilo de jogo proposto por Fernando Diniz com o de Sampaoli, hoje no Atlético Mineiro, lembrando que Ceni nunca perdeu para o argentino como técnico, mas nunca ganhou do São Paulo, com ou sem Fernando Diniz.

 

“Eu me preparo todos os jogos mas contra um Sampaoli, um Diniz (…) sei mais ou menos do conceito de jogo de um e sei do conceito de jogo do outro, não são iguais mas são relativamente parecidos, os dois gostam da bola, gostam de propor o jogo, gostam de empurrar o adversário, um gosta de sair a todo custo de trás, o outro tem uma variedade um pouquinho maior de jogadas, um está em formação, o outro está há mais tempo no clube, que é o caso do Diniz, mas sem dúvida, para cada jogo me preparo…” – disse Ceni no Bem, Amigos.

 

Ceni apontou as bolas paradas como um fator que pode decidir o resultado, tanto a favor quanto contra e revelou trabalhar cerca de cinco horas por jogo só deste específico fundamento. “Dividimos o trabalho e cada um faz a sua parte aqui, aí a gente debate, faz uma escalação final e tenta encaixar os nossos jogadores às vezes dobrando lateral, com volante pelo lado, mantendo o 4-2-4 ou com três velocistas ou um ‘nove’…” – completou ele.

 

 

Ao que tudo indica, Ceni deverá repetir essa escalação com velocistas e Wellington Paulista na frente, explorando as deficiências de Igor Vinícius e Reinaldo na marcação. Para mim essa é a chave da partida para o São Paulo: construir o jogo com a bola sem deixar seus laterais no mano a mano com Osvaldo e Romarinho.

 

Veja mais sobre o primeiro jogo da Copa do Brasil em meu podcast:

 

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Jogar bem? Telê Santana seria taxado de louco nos dias de hoje!

“Eu tenho dito desde que dirijo futebol que não basta vencer, tem que jogar bem. E às vezes até não ganhando mas jogando bem me satisfaz e às vezes jogando mal e ganhando não me satisfaz…”

 

A frase acima foi dita em uma coletiva no CT da Barra Funda no início dos anos noventa, quando Telê Santana ainda treinava o São Paulo. O que hoje virou uma bonita lembrança do mestre, hoje seria um baita motivo para uma fritura em óleo escaldante.

 

Eram outros tempos mas tenho certeza absoluta que Telê não resistiria ao cargo se falasse em futebol bem jogado para o público de hoje em dia. Ainda mais depois de um amargo vice campeonato brasileiro, perdido para o rival Corinthians em pleno Morumbi no ano de sua chegada ao Tricolor.

 

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Lembra alguém? 🤔

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Fica aqui a lembrança daquele que não se curvou as suas convicções, mesmo com muita gente contra. No dia 12 de outubro de 1990, Telê iniciou a sua maior trajetória no comando de um clube de futebol. São trinta anos de boas lembranças.

 

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A Copa do Brasil vale mais para o São Paulo que para qualquer outro clube!

Saiu no GE.com: o São Paulo aposta na Copa do Brasil também como um meio de aliviar as suas contas. Isso é, endividado, o clube busca na competição uma razão a mais além do título inédito, já que a Copa do Brasil renderá cerca de R$ 67 milhões para quem a conquistar nesta temporada.

 

Para efeito de comparação e importância, o GE.com colocou a premiação do torneio mata-mata ao lado dos R$ 74 milhões recebidos pela venda de Antony no início do ano.

 

Para o São Paulo, a Copa do Brasil vale muito mais que o dinheiro que ela premia. Ela seria a salvação total do clube na temporada. Além da já comentada e expressiva premiação, o título inédito (eu disse inédito – o São Paulo nunca conquistou a Copa do Brasil na sua história) tiraria não somente um peso das costas de muita gente como também voltaria a gerar receita junto a paixão do torcedor.

 

Quem não se lembra das camisas comemorativas de títulos que seguidamente o São Paulo lançava com a Reebok nos Brasileiros de 2006, 2007 e 2008 e o quanto que aquilo rentabilizava para o clube, a fornecedora e os seus patrocinadores da época?

 

Pelo contexto e necessidade, a Copa do Brasil vale mais para o São Paulo e seu torcedor que qualquer outro clube brasileiro e deve ser tratada com o máximo de foco e seriedade pelo clube, elenco e comissão técnica. Claro, sem tirar os olhos do Brasileirão, competição longa e teoricamente mais difícil de ser conquistada.

 

Ela seria também seria a salvação da lavoura dessa confusa gestão.

 

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