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Mais um processo. Virou várzea?

O São Paulo enfrentará mais uma ação na justiça. Desta vez, a empresa Kirin Soccer entrou com ação na Justiça para cobrar estimados R$ 206 mil reais do clube por uma operação envolvendo o atacante Luís Fabiano, ainda na gestão Aidar. A notícia foi divulgada pelo jornalista Ricardo Perrone, do Portal UOL.

 

Resumidamente, a Kirin Soccer alega que em 2015 negociou a cessão do direito de preferência de compra do atacante com o Fenerbahçe. Segundo ela, o São paulo ficou de pagar 35 mil euros de comissão pelo serviço. Comissão não paga até os dias de hoje.  Por conta da pandemia, a Justiça não havia analisado o pedido de cobrança, que inclui juros e correção monetária.

 

Virou várzea? Processos, ações, acordos… um clube como o São Paulo, repleto de advogados em torno do poder, parece uma usina ilimitada de dinheiro. Enquanto a instituição padece por gestões anêmicas, conselho arcaico e falta de títulos, os trabalhos jurídicos parece que vão de vento em popa, tamanho o trabalho que os escritórios e advogados tem com casos envolvendo o Tricolor.

 

Não sou nenhum expert em advocacia; também sei que o futebol é um meio atribulado de nuances lícitas e ilícitas. Mas o que acontece com o clube nos últimos dez, quinze anos, é muito além da organizada visão que todos tínhamos do clube.

 

Não seria hora da nova gestão rever por completo esse setor?

 

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Júlio Casares discute plano com sócios e torcedores. Onde está o seu oponente?

O conselheiro Júlio Casares lançou oficialmente o seu plano de gestão em uma LIVE onde participou, ao lado do candidato ao Conselho Deliberativo Olten Ayres Júnior, de uma ‘sabatina’ digital. No evento, o candidato falou sobre o que pensa sobre o futuro do clube em sua administração, lançou ideias como o “sócio patrocinador” falou em união e reconstrução.

 

O até então único candidato ao cargo que sucederá Leco está fazendo o seu papel na corrida presidencial e não é foco deste texto falar o que Casares pretende. O foco aqui é outro: enquanto um candidato se apresenta e discute com sócios, conselheiros e torcedores, não existe neste momento um nome do outro lado. O lado que se opõe a Casares.

 

Até onde sei, a convenção que definirá o segundo candidato acontecerá em julho. Também ouvi que agora não é o timing certo para a revelação e quanto mais perto das eleições, melhor. Discordo totalmente. Eu, como torcedor, queria ver os dois candidatos e as duas propostas, para analisar abertamente com o torcedor são-paulino. Não é questão de isenção e sim de justiça. Até porque o Blog é de um torcedor do São Paulo que deseja sempre o melhor para o clube.

 

Outro ponto; o ano de 2020 é completamente atípico. A pandemia que paralisou o futebol permitiu aos dois lados da corrida presidencial anteciparem seus candidatos e com eles os planos de gestão que é o que realmente importa para quem quer o bem do clube. Assim como o lado de Casares, o lado de Natel, Barros e MAC poderia ter acompanhado as novas águas e também se adiantado. Com certeza o oponente terá menos tempo para elaborar um plano de gestão ao seu modo.

 

Sem candidato, o que resta é especulação. Uma pena pois este era um bom momento para colocar os planos na mesa para a Coletividade Tricolor. Por enquanto, vale elogiar a antecipação do plano de gestão de Júlio Casares, facilitando analistas como eu e outros portais e perfis do clube.

 

Falaremos em breve das idéias discutidas.

 

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Em nota, Lucão acusa Leco de perseguição e só quer o que lhe é de direito!

O zagueiro Lucão deu a sua versão sobre o processo que move contra o São Paulo. Em nota publicada em seu Instagram, o jogador acusou o presidente do Tricolor de o perseguir e que está indo atrás de seus direitos, atitude que segundo ele foi sarcasticamente sugerida pela diretoria de sua época.

 

Leia a nota oficial, retirada do Instagram do jogador:

 

Venho por meio desta nota oficial esclarecer alguns pontos das notícias envolvendo meu nome. Eu tenho grande admiração e gratidão pela Instituição São Paulo Futebol Clube. Cheguei em Cotia ainda com 12 anos e deixei o clube com 23 anos. Mais de uma década de dedicação ao clube, com vitórias, títulos, derrotas, partidas boas e ruins, afinal, fazem parte do jogo. Depois de um certo tempo na equipe principal, sofri perseguições que vinham diretamente da presidência, a partir do momento em que não aceitei algumas negociações. Nunca tive problemas com treinadores e companheiros de equipe. Fui obrigado a treinar separado por algum tempo. Fiquei sem receber durante oito meses, e fui obrigado a reduzir mais da metade do meu salário, quando emprestado, para que aceitassem a proposta de empréstimo ao futebol português. Tenho muito respeito pelo torcedor, e esclareço que de forma alguma estou pedindo danos morais por conta de humilhação de torcedores, como deixaram a entender alguns veículos de comunicação, afinal, todos os torcedores têm direito de se expressarem das arquibancadas de forma positiva (aplaudindo) ou negativa (vaiando). Sempre tive um enorme carinho e respeito por todos os funcionários do clube, em especial ao departamento médico e fisioterapêutico, que fizeram um excelente trabalho na minha recuperação do joelho, e pela Instituição que me deu a oportunidade de me tornar jogador profissional e servir todas as categorias de base da Seleção Brasileira. Contudo, quero apenas o que é meu de direito, e isso tentei resolver por inúmeras vezes, sem sucesso, e fui aconselhado pela própria diretoria, de forma sarcástica a buscar meus direitos na justiça trabalhista, e assim estou fazendo.

 

A acusação de Lucão contra Leco é grave e precisa ser apurada, bem como o pedido sarcástico para que o jogador corresse atrás dos seus direitos. Presidentes não podem se envolver, muito menos perseguir atletas. Lembro que é mais um jogador que se volta contra o clube e, caso ganhe, nenhum diretor ou presidente perderá dinheiro do bolso e sim a instituição.

 

Por isso sou absolutamente a favor dos presidentes do São Paulo serem responsabilizados por processos como este, caso a acusação de perseguição seja comprovada. Ou, se estiver em seu direito, que processe os jogadores. O que não pode é a instituição São Paulo, bem como sua torcida e sócios, ser envolvida neste tipo de notícia.

 

Uma sugestão a Lucão e Leco: que um abra processo contra o outro.

 

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Lucão processa São Paulo por danos morais. E banana come macaco de novo!

O zagueiro Lucão é mais um ex-atleta que processa o São Paulo Futebol Clube. Em matéria assinada pelos jornalistas Alexandre Guariglia e Fellipe Lucena (Diário Lance!), o atleta pede R$ 5 milhões em uma ação trabalhista. Detalhe: dos R$ 5 milhões pedidos, R$ 1 milhão se refere a danos morais.

 

No processo movido por Lucão, é citado um tratamento vexatório da diretoria do São Paulo que, segundo o jogador, praticamente o obrigou a aceitar ser emprestado em 2017. O Tricolor rebate, dizendo que foi o próprio atleta que tornou a sua situação insustentável ao dizer que “já, já iria embora” em entrevista após (mais uma) falha em derrota por 2 a 1 para o Atlético MG em junho de 2017. Não havia qualquer negociação com outra equipe naquele momento, segundo o São Paulo. Vale lembrar que Lucão era escalado constantemente por ser de confiança de Rogério Ceni, técnico naquele período.

 

Vamos deixar a limitação técnica do jogador de lado. O ponto é que muitos ex-jogadores processam o clube porque, na minha opinião, viram que há recentes acordos feitos pelo São Paulo e a “boquinha” deve ser bem fácil. O que sai de dinheiro do São Paulo nesses acordos, de curto e longo prazo, é um dos motivos do São Paulo estar nessa pindaíba. Vale lembrar que o volante Maicon, um dos jogadores que está processando o São Paulo, pediu hora extra e ressarcimento após jogos em domingos e feriados. Fez o mesmo com o seu atual clube, o Grêmio ou no imortal ele não atua nos domingos ou a noite?

 

É banana comendo macaco, amigos. Esses jogadores deveriam agradecer por terem passado por uma instituição como o São Paulo. Porém, ao invés de seguirem suas carreiras e reivindicar o que é justo, entram com o pé no acelerador porque sabem que o clube tem histórico de acordos.

 

Agora, cá entre nós, “danos morais” é de doer!

 

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São Paulo sobrevive vendendo sua base. Precisa viver de outras receitas!

“Vai ser questão de sobrevivência.” Foi assim que Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, respondeu ao jornalista Paulo Vinícius Coelho (PVC) ao ser indagado sobre possíveis vendas de jogadores neste meio de ano.

 

Mesmo negando propostas oficiais por seus jogadores, o presidente do São paulo admitiu que, com crise amplificada depois da pandemia, o clube estará aberto a vender jogadores procurados pela Europa e outros mercados.

 

De fato, a crise do COVID19 desmoronou o planejamento de clubes no Brasil e no mundo, mas não pode ser e não é a única desculpa para mais um possível desmanche do elenco Tricolor. Sabemos que atualmente o mercado Brasileiro tem perfil exportador e muitas vezes atletas e empresários forçam a saída, mas se o São Paulo tivesse se planejado para gerar outras receitas além das vendas de jogadores e direitos de TV, essa questão seria muito, muito amenizada.

 

O Tricolor é a maior torcida do Brasil e o consumidor do futebol é muito, muito diferente do consumidor tradicional de insumos. Ele é leal ao seu clube e espera dia a dia por fidelização, para expor seu orgulho, sua paixão. É uma catequização eterna mas, infelizmente o Marketing do São Paulo está esfacelado, sem força para gerar receitas com comunicação, Sócio Torcedor e outras propriedades. Hoje em dia a pasta age mais como um setor comercial, segurando patrocínios e ‘vendendo copos’.

 

Sem geração de receita, a dívida aumenta. Essa, para mim, é a maior falha da gestão Leco: com a terceira maior torcida do país, não dá para o clube sobreviver somente da venda de seus atletas. O presidente teve anos para permitir a reconstrução do marketing. Com a futura mudança no modo de consumir futebol (o streamming caminha a passos largos para ser o new black no Brasil) é hora do clube dar um novo formato ao marketing, reintegrando a comunicação, tomando o plano Sócio Torcedor, se aliando com startups inovadoras e criando um grande hub de relacionamento com muito mais marcas e patrocinadores que o manto sagrado comporta, hoje em dia.

 

O mapa da mina é este e o futuro do São Paulo dependerá da reestruturação do marketing e geração de novas receitas junto ao seu público. Não tem desculpa: o próximo presidente precisará criar um plano diretor eficiente para o marketing!

 

Veja mais sobre isso no bate-papo que tive com o Amir Somoggi, sócio-diretor da Sports Value, agência de marketing esportivo. A conversa dura cerca de uma hora e está neste link em meu Instagram. Vale a audiência!

 

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