Pular para o conteúdo
Livro 2005

O craque e o gênio no templo!

2 minutos de leitura

Tive a oportunidade de ver Diego Maradona atuar pela primeira e única vez no Cícero Pompeu de Toledo. O amistoso entre São Paulo e Sevilla, time em que jogava o gênio argentino, foi realizada em 1993 e promovida como jogo de entrega das faixas do título mundial de 1992 ao Tricolor.

 

A iniciativa foi da Diarma, empresa que tinha Maradona como sócio majoritário. O São Paulo recebeu um cachê de 80.000 dólares para jogar o amistoso, mais a arrecadação da bilheteria do Morumbi e os direitos de transmissão para o Brasil. Além da homenagem ao título mundial Tricolor e o dinheiro da transmissão mundial, Maradona tinha outro objetivo: rodar os mais jovens do elenco da equipe espanhola que tinha o hoje então técnico Diego Simeone, de 22 anos, no plantel.

 

E foi num sábado nublado que assisti o gênio e o craque juntos em campo. Raí marcou os dois gols da vitória do São Paulo por 2 a 0. No primeiro tento, ele aproveitou um lançamento magistral de Palhinha para completar para as redes. Já o segundo gol foi de cobrança de pênalti em Cafu. Sem suas melhores condições e implacavelmente marcado por Pintado, Maradona foi discreto em campo, com exceção de um único momento genial, quando acertou a trave num chute seco da entrada da grande área.

 

 

E foi assim o que acabou aquele 25 de março de 1993, com o craque Raí no auge de sua forma e na presença do gênio Maradona, o maior jogador que eu no alto dos meus quarenta e oito anos vi jogar. O argentino até disse na época que toparia jogar no Brasil ao lado de Careca, seu ex-companheiro de Napoli. Imagina os dois no Tricolor? Não dá nem para imaginar.

 

Que Deus o tenha, don Diego Maradona!

 

Para acessar outras notícias do Blog São Paulo Sempre clique aqui.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Compartilhe este post

Tags deste post

Continue lendo

Daniel Perrone

Daniel Perrone

O publicitário e jornalista Daniel Perrone passou por empresas como DPZ, Mc Cann Erickson, Foote Cone & Belding e lecionou no Instituto Europeu di Design (SP) até criar sua própria agência, a Diretta, em 1999. São-paulino desde que se conhece por gente, foi colunista da SPNet por três anos e blogueiro do Globoesporte.com por 9 anos. É autor do Livro “TRI Mundial” (licenciado pelo SPFC), presente em jogos no Morumbi e fora dele e palestrante da Social Media Week (SP) por dois anos (2014 e 2015).

1 comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *