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Elenco no limite ou ainda falta um pouco mais de alguns jogadores?

O São Paulo enfrentará o América MG no próximo sábado no Morumbi com a obrigação de levar os três pontos e se manter na briga pelo Campeonato Brasileiro 2018. Entretanto, mais uma vez Diego Aguirre terá problemas para escalar a equipe atualmente líder da competição.

 

Com o terceiro amarelo levado contra o Santos, Rojas está suspenso para o jogo e Everton, em recuperação de uma fibrose, tem poucas chances de atuar. Sem os dois, o Tricolor perde grande parte do seu poder ofensivo. A equipe oscila no segundo turno da competição justamente por conta da atual baixa produtividade do ataque.

 

Há quem diga que o elenco Tricolor é reduzido e trabalha no limite. Concordo sobre trabalhar no limite mas não creio que termo um elenco reduzido, principalmente comparado com a maioria dos nossos concorrentes. O plantel parece ter poucas possibilidades aos olhos de alguns torcedores porque poucos atletas considerados reservas realmente mostraram capacidade de manter o nível do titular ou modificar jogos nesta temporada. Por isso o Tricolor depende tanto dos seus titulares, principalmente os de frente. De todos os reservas apenas Tréllez e Liziero podem mudar o jogo ou mantém o nível coletivo da equipe. A zaga, que atualmente conta com três ótimos zagueiros para duas posições, também é ponto positivo.

 

Carneiro e Everton Felipe, contratados com boa expectativa de melhoria de grupo, ainda não fizeram a diferença, muito por conta das sérias lesões que tiveram antes de chegar ao Tricolor. Shaylon, esperança na criação, teve um grande momento ao fazer o gol de empate contra o Bahia no primeiro turno mas ainda não se firmou como alternativa no meio. O mesmo pode se dizer com Brenner, ainda em formação e Jean, contratado a peso de ouro e que por diversos fatores não briga pela posição no gol.

 

É fato que Edimar, Régis, Araruna e Luan ajudam o elenco mas cumprem funções mais burocráticas em campo. O problema está na criação e no ataque. Quem trabalha na reserva tem que ter consciência que deve estar tão bem preparado ou melhor que o titular. O Campeonato de Regularidade depende de todos e não apenas dos onze que mais entram em campo.

 

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Colocação na tabela e dificuldades estão no planejamento do São Paulo

O São Paulo iniciará a semana com intensos treinamentos visando o clássico de domingo diante do Santos, na Vila Belmiro. Os comandados de Diego Aguirre atualmente dividem a ponta da tabela do Brasileirão com o Internacional, perdendo a liderança pelo saldo de um gol.

 

Talvez o torcedor não saiba mas a colocação atual e principalmente as dificuldades encontradas diante dos rivais que lutam em cima e embaixo da tabela foram previstas pelo departamento de futebol, comissão técnica e elenco. Conversando informalmente com um atleta do elenco Tricolor no início do Brasileirão, foi dito a mim que o grupo previa alcançar a ponta no meio da competição e espera estar no mínimo entre os três primeiros até o ‘sprint final’, isso é, até os dez últimos compromissos da competição.

 

Sem dúvida este é um dos campeonatos mais equilibrados dos últimos anos. Com um elenco bem planejado, que inclui medalhões motivados e jovens dedicados, o São Paulo concorre com outras equipes muito bem montadas e outras já conhecidas pela maior força econômica no momento. O Internacional, espelho do Tricolor até no estilo de jogo, saiu do limbo da série B e também vive um grande momento junto a sua torcida. O Palmeiras, mesmo dividido entre três torneios, tem elenco e técnico bons o suficiente para triunfar, o Grêmio faz algum tempo que apresenta futebol vistoso e muito competitivo e o Flamengo, mesmo com a perda do status de líder, possui atletas que podem resolver jogo a jogo durante a competição.

 

O fato é que o campeão deste ano se revelará nos pequenos detalhes. No nosso caso, acredito que o nosso estádio e a força da nossa torcida manterão o time entre os três primeiros até novembro, com pequena vantagem para cima ou baixo. O que determinará o campeão dependerá das circunstâncias de cada time e seus principais jogadores na reta final.

 

Prepare o seu coração porque esse final de ano prometerá muitas emoções!

 

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Os desfalques certos e as dúvidas do próximo adversário do Tricolor

Não é só o São Paulo que tem problemas com lesionados, convocados e suspensos nesta próxima rodada. O Atlético MG, próximo adversário do Tricolor, também convive com convocações, lesões e suspensões em seu plantel.

 

Pelo lado do Galo, o colombiano Chará não atuará pois foi convocado para os amistosos da sua seleção. Elias, volante titular também não jogará pois cumprirá o último jogo de suspensão após ofensas a arbitragem. Além dos dois, Fábio Santos é dúvida para a partida. O lateral, que iniciou a carreira no Tricolor, sentiu um estalo no joelho na última partida e segue em observação até momentos antes do jogo de quarta.

 

Apesar de ter conquistado apenas dois pontos no returno, Yimmi Chará tem sido fundamental para o Galo e fará muita falta para o adversário. Assim como o São Paulo, o Atlético só terá um dia de treinamento para definir a equipe que jogará no Independência.

 

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Discrição de Leco sinaliza ruptura no modo ‘cabresto’ de dirigir o clube

O presidente Carlos Augusto de Barros e Silva esteve presente no programa Seleção Sportv desta quarta-feira. Entre outros assuntos, ele elogiou o trio de futebol do clube, disse contar com a renovação de Aguirre e até justificou sua nova e discreta maneira de trabalhar.

 

Fazia tempo que Leco não dava as caras para algum programa de TV, impresso ou rádio. Segundo o repórter André Hernan, que o entrevistou para o programa da Globo, eram seis meses sem dar uma entrevista, com participações apenas em coletivas de contratações.

 

Embora o presidente tenha dito que não há contenção sobre sua participação no dia a dia do futebol (de fato ele visita o CT quase que diariamente, ou como ele disse “sempre que pode”), há principalmente o fator da profissionalização de gestão, claro e evidente desde a inclusão do novo estatuto e a criação do Conselho de Administração. A função do presidente continua importante, mas é mais um gerenciamento geral de pastas que uma intromissão direta em algum assunto do futebol, marketing ou outro setor.

 

É um visível indício de mudança no modo de governar desde o término do mandato de Marcelo Portugal Gouvêa, conhecido pela descentralização das decisões. Juvenal sempre atuou no ‘modo cabresto’ e Aidar perdeu a chance de iniciar esse atual processo com gravíssimos problemas de administração.

 

Munido de experiência e vivência, Leco ou qualquer outro futuro presidente poderá contribuir com o clube sob esta batuta mais liberal e necessariamente profissional. Eles continuarão sendo os representantes máximos do clube no período do mandato mas obrigatoriamente seguirão a cartilha da divisão de responsabilidades do novo estatuto, do modo que a coletividade tricolor tanto desejava.

 

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Veja quem é o responsável pelo aproveitamento acima de 80% pós-Copa

O Tricolor costumava se dar mal em períodos de Copa do Mundo. Por conta das paradas para o maior evento de futebol do planeta a equipe amargurou saída de jogadores e eliminações de importantes torneios como a Libertadores de 2006 e 2010.

 

Porém, neste ano a sina mudou. Segundo a FutDados, a equipe dirigida por Diego Aguirre foi a que mais aproveitou a parada da Copa, exibindo um impressionante aproveitamento de 83,3% dos pontos nos seis jogos que disputou. Foram cinco vitórias e apenas uma derrota em jogos difíceis como o Flamengo (fora), Corinthians (clássico), Grêmio (fora), Cruzeiro (fora), Vasco (casa) e Sport (fora).

 

Com o aproveitamento, a equipe ocupou a liderança na competição que premia a regularidade no final do ano. Não há um único responsável pelo feito, muito menos ‘fórmula mágica do futebol’,  parafraseando a música “A fórmula mágica da paz” dos insuperáveis Racionais MCs. É um efeito em cadeia, desencadeado pela harmonia, competência, objetivo e tranquilidade dos atuais gestores do futebol. As atuais condições favoráveis do clube, vivência e qualidade dos gestores da bola e o empenho da comissão técnica promovem o elenco a dar o seu melhor no dia a dia, focados no rendimento e conceito de jogo proposto pelo técnico.

 

Mantendo este nível de competência e concentração, o Tricolor chegará forte no final do ano. Mas é preciso o torcedor, elemento crucial nessa cadeia positiva, entender que o Brasileirão só está em sua metade. Jogo a jogo, pés no chão e arquibancadas cheias. Seguimos em frente!

 

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