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Ultimamente nada é ‘simples’ no departamento médico do São Paulo

O Reffis do Tricolor terá o retorno de Pablo. O camisa nove sofreu uma lesão nos ligamentos do tornozelo direito no clássico contra o Palmeiras, no último sábado, no Morumbi e deverá ficar cerca de um mês fora dos gramados.

 

A avaliação do departamento médico e fisioterápico do clube não aponta a necessidade de cirurgia. Menos mal se revermos o modo como ele deixou o campo porém ultimamente nada parece ser ‘simples’ no CT da Barra Funda. Basta lembrar que o próprio Pablo ficou de fora de importantes compromissos por um problema na panturrilha e, após diagnóstico, um cisto na região lombar. Boa recuperação a ele.

 

Outro que custa a voltar a campo é Joao Rojas. Contundido gravemente no joelho em outubro do ano passado, o atleta realizou a cirurgia de reconstrução dos ligamentos do tendão patelar do joelho direito e agora passará por um procedimento também considerado simples pelo departamento médico: a retirada de um ponto do joelho direito que causa dor ao atleta. Pelo visto a previsão de volta do equatoriano deverá se estender novamente.

 

Outro que está no Reffis é Liziero. Machucado no tornozelo desde o jogo contra o Bahia pela Copa do Brasil, o jogador não voltou com o elenco no retorno do Brasileirão mas está em fase final de recuperação. Outra lesão nada simples.

 

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Sete motivos para o são-paulino acreditar na vitória no Choque-Rei:

São Paulo e Palmeiras se enfrentarão no Morumbi às 19 horas deste próximo sábado. Líder e vivendo um momento melhor que o Tricolor, o alviverde em 2018 quebrou um tabu de dezesseis anos sem vencer o rival no Cícero Pompeu de Toledo e vem embalado por uma vitória sobre o Internacional na Copa do Brasil. O São Paulo por sua vez não vence um clássico desde o ano passado e vive uma forte turbulência pela falta de títulos e constante troca de jogadores, diretores e gerentes no futebol.

 

Porém, apesar dos momentos distintos, há bons motivos para o torcedor acreditar em uma vitória no clássico do Brasileirão. Vamos listar alguns deles:

 

1) O melhor momento para o confronto

Se o São Paulo enfrentasse o Palmeiras antes da parada da Copa América, o risco de derrota era enorme. Hoje, com os dois clubes iniciando a sequência de jogos, as coisas se nivelam em termos de condicionamento e ritmo de jogo. Geralmente em início das temporadas, os clubes grandes costumam se emparelhar.

 

2) Estreia do ataque ‘oficial’ desejado pela torcida

Pela primeira vez Pablo, Pato e Antony jogarão juntos uma partida ‘prá valer’. Pablo volta de longa recuperação, Pato atuará diante do rival que disputou sua contratação com o Tricolor e, enfim, Antony está valorizado pela conquista do Torneio de Toulon e descansado após uma extenuante sequência no primeiro semestre.

 

3) Grande vantagem no Morumbi

O São Paulo perdeu o penúltimo clássico contra o Palmeiras em seus domínios mas mesmo com a recente derrota, o clube possui uma grande vantagem em relação ao adversário em seus domínios. Tem que fazer valer o fator campo.

 

4) Palmeiras poupará atletas

Por mais que tenha um elenco forte e homogêneo, o rival poupará peças importantes. Felipão já avisou que pelo menos cinco ou seis atletas que participaram da vitória sobre o Internacional descansarão para o jogo de volta da Copa do Brasil. O foco do rival está dividido.

 

5) Esperança em Hernanes

Hernanes enfim teve uma pausa para recondicionamento após pouco jogar na China e uma pré-temporada curta e desgastante no início do ano. Treina bem e terá condições de mostrar porque foi a maior contratação e grande esperança do torcedor.

 

6) Manutenção do time principal

Até este momento o São Paulo não se desfez de nenhum atleta do seu time principal. Em se tratando de Brasil isso é um feito, já que o clube tem sido criticado (com razão) por vender suas promessas para pagar as dívidas a curto prazo adquiridas pela má gestão no futebol. Do time, a princípio, apenas Arboleda está liberado para negociar e no momento nenhuma proposta boa para as duas partes chegou.

 

7) Fator torcida

Costumo dizer que torcida não ganha jogo, mas sem dúvida ajuda. O Morumbi deverá receber entre 25 e 30 mil torcedores. Para mim é pouco pela importância e pelos valores praticados dos ingressos, mas já dá para fazer uma fumaça na partida. Os ingressos estão à venda no site Total Acesso.

 

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Diretores explicam saída de Gabriel Novaes e recusa de proposta por Antony

Raí e Alexandre Passaro, respectivamente diretor e gerente de futebol, falaram sobre assuntos relativos a pasta após a coletiva de chegada do atacante Raniel, no CT de Cotia. Ambos enfatizaram a nova postura do clube em relação a contratações e saídas.

 

Sobre Antony, os diretores disseram que o clube recusou uma proposta na casa dos 20 mil euros (cerca de R$ 85 milhões de reais) por acreditar que o jogador tem potencial para valer mais, além do desempenho esportivo para o elenco. “O São Paulo não quer que ele fique aqui por castigo. Antes, o jogador queria sair do São Paulo, hoje ele quer ficar. Primeiro é ter um desempenho esportivo, e daqui dois anos eles vão sair mais fortalecidos. É bom para ele também.” – comentou Raí.

 

Sobre Gabriel Novaes, Alexandre Pássaro explicou a transação com o Barcelona. “O empréstimo dele foi um pedágio para renovar o contrato dele (não iria renovar). Ele só tinha mais oito meses. Ele foi para o Barcelona B jogar e retorna depois de um ano e meio com um contrato de cinco anos” – disse o gerente na coletiva.

 

Por fim, os dois ressaltaram melhoria no setor e uma trilha mais segura para os próximos anos. “Para esse ano seguimos o mesmo caminho (sem desmanche). Claro que precisamos cumprir a meta. Estamos pensando em formas de cumprir a meta, mas sem perda da nossa equipe. E nas próximas gerações e janelas aquele menino que está na base e seus agentes saibam que ele não vai aparecer no profissional e ser vendido. Não é uma regra, mas é isso que estamos fazendo com o respaldo do Leco. Ele está de acordo com nossa estratégia e temos esse interesse. O São Paulo passa por problemas financeiros que seriam facilmente resolvidos se a gente abrisse as portas para a venda de jogadores. Não que jogadores emprestados não possam voltar e ser negociados. Nosso planejamento não é para os meninos que chegaram aqui seja negociado.” – disse Alexandre Pássaro.

 

Veja também os melhores momentos da entrevista de Raniel.

Veja também a opinião sobre o provável time que enfrentará o Palmeiras.

 

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São Paulo não trará nenhum reforço que resulte em custos em 2019

O São Paulo não trará reforços que resultem em custos no ano de 2019. A afirmação foi dada por Elias Albarello, diretor financeiro do Tricolor, ao Globoesporte.com nesta sexta-feira.

 

“Não estamos fazendo nenhum tipo de contratação ou capacitação de recurso que ultrapassa o período dessa gestão, dezembro de 2020.” – disse ele ao explicar a iminente chegada de Raniel sem custos iniciais.

 

O diretor deu a entender que barraria a contratação caso não fosse obedecida essa condição. “Essa foi uma das condições que coloquei para a diretoria de futebol quando vieram me consultar sobre essa contratação. O pagamento é para 2020 exatamente para não impactar esse ano.” – concluiu ao Globoesporte.com

 

Raniel terá custos, mas será bancado pelos seus agentes. Eles pagarão o valor pedido pelo Cruzeiro imediatamente após o anúncio da transferência, muito parecido com o que aconteceu com a transação que trouxe Everton do Flamengo para o Tricolor.

 

Com a declaração do diretor, está praticamente descartado todo o tipo de reforço ao clube durante o período da janela internacional que não seja nas condições impostas pelo departamento financeiro. Ou vem sem custos (quer dizer, apenas com salários) ou com previsão de pagamento para o ano que vem.

 

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Produtividade: entenda a atual conduta de negociação do São Paulo

O São Paulo Futebol Clube mudou a postura em relação a negociação de contratos com atletas que negociam com a instituição. O clube procura formular compromissos estreitamente ligados ao desempenho esportivo individual e metas coletivas dos jogadores junto a seus empresários.

 

Com a atual conduta, o Tricolor busca minimizar possíveis prejuízos decorrentes de um insucesso de determinado atleta, como foi o que ocorreu com Bruno Peres, por exemplo. Vindo da Roma com muita expectativa e um salário topo de linha, o lateral frequentou a reserva com os quatro treinadores que trabalhou: Dorival Junior, André Jardine, Vágner Mancini e Cuca.

 

Tal medida, por exemplo, fez com que o lateral Adriano não desembarcasse no clube. Não houve acordo entre o que os agentes do jogador queriam com o que o Tricolor apresentou, certamente nessa linha de contrato.

 

Defendo o uso dos contratos de produtividade não só para o São Paulo como para todos ou quase todos os clubes brasileiros. O mercado mudou muito da década passada para cá e muitos jogadores que fazem carreira na Europa voltam com mais cartaz que energia ou a capacidade do início das carreiras. Não é possível mais arriscar milhões de investimento e ficar pagando meses e meses de possível fracasso, seja com um medalhão na reserva ou uma pomposa rescisão.

 

Produtividade is the new black. Ou deveria ser.

 

Finalmente, para deixar claro: tal medida criada não deveria ser encarada como mérito de uma gestão ou de um diretor e sim uma norma a ser usada no processo de contratação de todos os futuros jogadores do clube, com poucas e comprovadas exceções. Produtividade, desempenho e busca de resultados, com bônus para os sucessos, são normas de qualquer gestão empresarial.

 

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