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Aos poucos, Petros vai conquistando a confiança do torcedor Tricolor!

A declaração pós-jogo de Petros só não foi maior que o resultado conquistado pelo São Paulo no Barradão. Exausto, o volante lembrou a hombridade dos jogadores que atuam pelo clube e ainda teve tempo para retrucar Kanu, o atleta adversário que falou em “trucidar” o Tricolor em Salvador.

 

Petros foi contratado junto ao Betis por cerca de 9 milhões de reais (50% dos direitos) e assinou com o Tricolor por quatro anos. Sua contratação não foi contestada mas não teve o impacto das chegadas de Pratto, Hernanes ou Jucilei. Com experiência e determinação, o volante vem conquistando o lugar no meio-campo e provou ser mais uma liderança positiva para o elenco Tricolor. A personalidade forte, característica do baiano, foi acentuada na entrevista após o jogo.

 

Aliás, as declarações dadas foram a senha para o reconhecimento do torcedor do São Paulo. Carregador de piano na saída de bola e principalmente na marcação na frente da zaga, Petros aos poucos vai construindo um laço de confiança junto a torcida. Sua experiência e liderança poderão ser muito importantes nos próximos anos.

 

Bela contratação.

 

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Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Roupa suja se lava em casa!

Hoje foi dia de reunião e muita conversa no CT da Barra Funda. Motivados pela comissão técnica e alguns diretores, os atletas se reuniram por cerca de uma hora para aparar eventuais arestas de relacionamento. Rodrigo Caio e Cueva, protagonistas do troca-troca de insinuações via imprensa, conversaram sozinhos por cerca de trinta minutos.

 

Paralelamente, diretores do Tricolor compareceram ao CT para manifestar apoio a Leco, que também esteve presente no local de treinos e concentração do clube. Aparentemente, a presença dos diretores e a conversa entre os atletas é uma resposta a onda de boatos envolvendo diretores, jogadores e até o técnico, amplificada como um furacão após o empate com a Ponte Preta no Morumbi.

 

Correto: roupa suja se lava em casa! O São Paulo historicamente sempre foi sinônimo de blindagem eficiente e nos últimos anos tem sofrido com a ‘central da boataria’ vinda até da sua própria coletividade: torcedores e conselheiros.

 

O que o torcedor espera de verdade é menos intriga pública, menos propagação de boato e mais foco e eficiência dentro de campo. Deste modo, quanto menos pano para a manga os jogadores derem, mais se preservarão e preservarão a instituição. Por isso, minha sugestão é que o elenco se feche de vez até ao menos o final do ano e mantenha o bico calado em questões que só competem ao desempenho e convivência dos atletas.

 

Quanto a Leco e Vinícius, respectivamente presidente e diretor de futebol, a situação é diferente. Estes deveriam vir mais aos microfones e absorver melhor a crise que ronda o Tricolor e seu futebol. São cargos que exigem compromisso com a imensa coletividade que eles representam desde as eleições de abril. A ausência de declarações e entrevistas neste momento é naturalmente vista como omissão pelo torcedor, principalmente neste momento.

 

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O que mudou e o que não se alterou nessa semana de treinos no São Paulo

O São Paulo iniciou a sua segunda semana de treinos essenciais para suas pretensões no Campeonato Brasileiro. Em penúltimo lugar e ao mesmo tempo a seis pontos do décimo colocado (Atlético MG), a equipe sabe que tem que reagir urgentemente na tabela para não se complicar de vez na zona da degola.

 

Dorival Junior não alterará o esquema 4-1-4-1 mas promoveu muitas mudanças no time titular, no sentido de melhorar a compactação e criação de jogadas para o ataque. Militão apareceu na lateral direita, no lugar do criticado Buffarini: a intenção do treinador é fechar a primeira linha e tornar o lado direito menos vulnerável já que todas as jogadas de gol do clássico no Allianz Park passaram pelo lado do argentino.

 

Na zaga, Aderllan e Lugano são os mais cotados na briga pela posição do suspenso Arboleda, com vantagem para o primeiro. No meio, Dorival testou Jonatan Gómez como segundo volante: a intenção é ter uma melhor distribuição de bolas e chegada na grande área. Por fim, Lucas Fernandes treinou no lugar de outro grande criticado: Cueva, que está com a seleção peruana. O prata da casa busca seu lugar no elenco e tenta reconquistar o espaço perdido com as contusões que frearam sua ascensão no time titular desde o ano passado.

 

Além de testar jogadores, Dorival cobrou mudança de postura, mais produtividade e eficiência coletiva. Esse tipo de cobrança, vindo da Comissão técnica, é o tipo de atitude positiva neste momento da competição, sem interferência de diretores, conselheiros ou torcedores. As mudanças acirram a competição por vagas no time, algo que está faltando em alguns jogadores.

 

Apesar de não gostar do sistema 4-1-4-1, entendo e apoio o treinador na busca pelo equilíbrio da equipe. Neste caso, Dorival altera os jogadores dentro do sistema que pensa ser o melhor para o time nesse momento. A mudança de sistema e atletas neste momento pode confundir ainda mais o elenco. A resposta do elenco só será positiva com muito treino, disciplina tática e repetição.

 

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Muricy, o salvador da pátria?

A situação da tabela em um momento crucial do Campeonato Brasileiro já desespera torcedores e conselheiros do São Paulo. Diante da impotência do elenco e a até então incapacidade da comissão técnica de conseguir uma sequência de bons resultados, muitos já recorrem a uma ‘velha’ solução: a volta de Muricy Ramalho ao Tricolor.

 

O ídolo dos anos 70 e ex-treinador do tricampeonato consecutivo brasileiro (2006, 2007 e 2008) já salvou a equipe da degola em 2013 e mais uma vez é lembrado pela Coletividade Tricolor. Feliz nos bastidores do futebol, Muricy te contrato como comentarista de futebol no Sportv até o final da Copa do Mundo mas não descarta a volta ao clube de coração, desta vez em outro cargo que não seja a tensão de comandar o time.

 

Segundo o Estadão, um grupo de conselheiros se reunirá nessa semana e aumentará a pressão para que o Tricolor tenha Muricy Ramalho como coordenador de futebol, ainda mais sabendo que ele não se opõe a trabalhar com Leco, seu suposto desafeto. Ainda segundo o jornal, a proposta tem apoio de alguns membros da diretoria, mas não é unanimidade: membros da comissão técnica de Dorival Junior não estariam de acordo. Segundo eles, o retorno de Muricy poderia causar conflitos em relação às decisões dentro de campo.

 

Sou plenamente favorável a contratação de alguém para intermediar a relação entre os diretores e o elenco. Alguém como Marco Aurélio Cunha, atualmente na CBF. Poderia ser Muricy, Autuori ou nomes como Ronaldão, Belleti ou Edimílson. Essa pessoa não será um “Salvador da Pátria” mas poderá ajudar nas funções do dia a dia e diminuir a pressão em um elenco com boas peças mas coletivamente insuficiente para representar o São Paulo Futebol Clube da maneira como deve ser representado.

 

Alguém deveria assumir a função, independente da situacão que está o clube no Brasileirão, o gosto de Dorival ou a vontade de seu staff. No futebol temos apenas o técnico e Vinícius Pinotti (diretor) entre os jogadores e o presidente. É uma cadeia de comunicação muito frágil e que expõe demais os envolvidos.

 

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Entenda a complexa negociação entre São Paulo, Jucilei e Shandong Luneng

O São Paulo não tem dúvidas: quer contar com Jucilei para os próximos anos. Definido como ‘pilar’ do elenco de 2017, o volante pertence ao Shandong Luneng e possui vínculo de empréstimo até o final deste ano. Porém, apesar da recíproca vontade do jogador em permanecer no clube, o Tricolor sabe que é uma operação complexa.

 

O primeiro entrave são os salários do jogador. Jucilei recebe o teto do São Paulo e um grande complemento do clube chinês, que chega a ser três vezes mais o que o Tricolor paga ao jogador. Para ser adquirido em definitivo, o São Paulo não teria tanto problema em pagar os direitos econômicos do atleta junto ao Shandong, porém Jucilei teria que se adequar a realidade brasileira. Mais ou menos como fez Luis Fabiano fez ao se transferir do Sevilla para o São Paulo em sua segunda passagem pelo Tricolor. O atacante abriu mão do caminhão de dinheiro que recebia na Espanha e voltou ao Brasil.

 

O outro entrave é o próprio Shandong Luneng. O clube chinês a princípio não aceita um novo empréstimo. Uma maneira de ampliar a renovação de empréstimo seria o São Paulo adquirir uma parte dos direitos do jogador. Uma outra hipótese menos provável seria o Shandong ampliar o vínculo com o volante e ampliar o empréstimo.

 

O São Paulo e Nick Arcuri, empresário do jogador, terão mais uma rodada de negociação em setembro. O empresário é o mesmo de Bruno Alves, recentemente contratado e já apto a jogar pelo Tricolor. O fato de Bruno e Jucilei serem agenciados por Arcuri significa ao menos que o São Paulo possui um boa relação com o empresário e creio que, se houver vontade de todos, Jucilei jogará pelo Tricolor por muito mais tempo.

 

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