Mais um absurdo de São Paulo e seu sistema de governo de clube social

Mais um absurdo de São Paulo e seu sistema de governo de clube social

Saiu no ge: o Conselho Fiscal do São Paulo apurou que o ex-presidente Julio Casares somou quase R$ 500 mil em gastos pessoais no cartão corporativo da instituição durante o período da sua gestão.
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É válido dizer que o ex-presidente devolveu o valor corrigido monetariamente, mas o fez apenas no segundo semestre do ano passado devido a não existência de normas de uso do cartão pelo clube. Em sumo: durante a gestão Casares e passadas nunca houve uma prestação de contas solicitada por nenhum órgão do clube.

 

Entre os gastos listados pelo Conselho Fiscal estão despesas com salão de cabelereiro e lojas de grife. Segundo o ge, não havia uma política que obrigasse que tais valores fossem devolvidos em prazo determinado até o ocorrido. Foi apenas após o episódio que o São Paulo criou a norma de compliance.

 

Opinião

É um absurdo o São Paulo, que é vítima em todo esse processo, tenha que passar por isso e se expor desta maneira na mídia. Porém, é necessário. Menos mal que o dinheiro foi devolvido e que à partir da gestão Massis o clube criou essa diretriz.

 

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É também imoral o uso de cartão corporativo para fins pessoais em qualquer empresa ou instituição. Existe um Código de Ética e Conduta do clube bem definido em relação a esse tipo de postura.

 

Segundo a matéria do ge, Julio Casares gastava pouco mais de R$ 8 mil por mês em gastos pessoais no cartão corporativo do São Paulo desde que assumiu a presidência. Vale mencionar que a filha de Casares possui sociedade em um salão de beleza na cidade de São Paulo.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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