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A verdade por trás da camisa dois “Air Jordan”, da seleção brasileira

A verdade por trás da camisa dois “Air Jordan”, da seleção brasileira

A camisa #2 azul da seleção brasileira foi apresentada com Ronaldinho Gaúcho cum uma grande repercussão nesta última quinta-feira (12), porém, segundo o portal Sport Insider, a história dela começa há um ano e meio. E seria sim, vermelha.
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Na ocasião de sua concepção, o presidente da CBF era Ednaldo Rodrigues e o planejamento é que as cores dela não seriam exatamente o preto com o convencional azul.

 

Alguns fundamentos básicos: a criação do material esportivo é responsabilidade da Nike. A CBF licencia a marca para a marca, que se encarrega de desenhar os uniformes.

 

Após a apresentação dos protótipos, a entidade máxima do futebol brasileiro aprova, rejeita ou ajusta as sugestões em pauta. Esse processo ocorre com uma antecedência de cadeia de 18 a 24 meses de produção.

 

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Além do fator financeiro, para convencer a CBF, já na gestão Samir Xaud, a estender o contrato, A Nike usou o argumento de sua outra marca: a Jordan. Nike e Jordan são marcas do mesmo grupo econômico, em negócio amarrado em conjunto com Michael Jordan.

 

 

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A marca do “Jumpman”, a icônica enterrada de Michael Jordan em outline, é um símbolo fashion reconhecido pelo mercado de lifestyle do mundo todo mas não exatamente para o esporte de alto rendimento. E um detalhe: quase ninguém pode vestir a grife no mundo. No futebol, só o Paris Saint-Germain e entre seleções, apenas o Brasil. A exclusividade ajudou na renovação do contrato.

 

Segundo a Sport Insider, não foi a seleção que escolheu a Jordan entre outras propostas na mesa. Foi a Jordan que escolheu o Brasil para ser a sua seleção. “Goste você ou não, essa é a visão de mundo dos executivos da marca.” – explicou o portal.

 

A CBF cedeu a camisa reserva para a Jordan. Criado em 1953 por Aldyr Garcia Schlee após o trauma do Maracanazo, o amarelo é um patrimônio intocável do Brasil. A imagem inusitada do Jumpman no peito da camisa de uma seleção de futebol circulou nos principais veículos de comunicação dos Estados Unidos, da Fox à CBS, e cruzou audiências que normalmente não se falam.

 

Vermelho ou azul?

Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF na época da apresentação dos protótipos, havia gostado da sugestão feita pela Nike de uma camisa vermelha e preta. A inspiração vinha do sapo-dardo, espécie extremamente venenosa que habita nas florestas da Amazônia. O ex-presidente havia dado outra ideia: dizer que a origem da cor vinha do pau-brasil.

 

Ednaldo foi destituído do cargo no andamento do processo. Quando Samir Xaud assumiu a direção da CBF, em maio de 2025, foi dada a ordem imediata para que os americanos desistissem do vermelho e voltassem à cor convencional. Isso é: o azul e preto.

 

Com as datas apertadas entre criação e confecção, a solução foi manter o layout e apenas trocar as cores, mantendo o design do sapo-dardo. Ou seja, o desenho da camisa que hoje você conhece azul e preto seria precisamente igual, só que rubro-negro.

 

Gostou da camisa?

Gosto à parte, a história desta camisa é, no mínimo, inusitada. Dê sua opinião nos comentários. Elas estão à venda na versão masculina e feminina aqui.

 

Segue o líder:
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Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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