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Há 29 anos, Telê se apresentava no São Paulo e pedia paciência ao torcedor

O dia 11 de outubro deveria ser comemorado pelo torcedor são-paulino como um segundo aniversário. O são-paulino Alexandre Giesbrecht lembrou no blog Jogos do São Paulo  que há exatos 29 anos, Telê Santana fora anunciado como técnico do São Paulo, substituindo o ídolo Pablo Forlán.

 

Telê chegou no Tricolor após ser desligar do Palmeiras, mais ou menos na mesma situação que Cuca saiu do São Paulo neste ano. “Há momentos na vida de um técnico em que as coisas não dão certo. Nesse caso, uma mudança faz com que o time melhore, e foi o que tentei fazer.” – disse ele na época para a Gazeta Esportiva. O trabalho do mineiro de Itabirito não tinha dado liga no alviverde.

 

O status ofensivo do treinador chegou com a mesma intensidade que a fama de pé frio, recebida após as eliminações nas Copas de 82 e 86, dirigindo a seleção brasileira. Contratado com ressalvas pela diretoria e sob o olhar atento do torcedor, Telê chegou pedindo tranquilidade, disciplina e a promessa de um futebol ofensivo. Dadas as devidas proporções, um discurso parecido ao de Fernando Diniz em sua coletiva de chegada ao Tricolor.

 

“Futebol é mais do que marcar o adversário e fazer gols. Futebol é arte.” – disse ele na época. Discurso ousado para uma época em que se discutia talento e competitividade no futebol.

 

É claro que eram outros tempos e a comparação Telê/Diniz é totalmente descabida neste momento, mas a desconfiança da coletividade Tricolor sobre o mineiro era enorme e ficou quase insuportável após a perda do título brasileiro de 1990 contra o Corinthians, no Morumbi. Eram outras épocas mas uma coisa posso garantir: se existissem redes sociais na época, não teríamos um futuro tão brilhante com Telê como tivemos no início dos anos noventa.

 

“Paciência é o que peço.” – disse Telê. Ainda bem que tivemos.

 

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Privacidade, Pato em alta e palavrões: os primeiro treinos de Fernando Diniz

O técnico Fernando Diniz já começa a impor o seu estilo de treinamento no São Paulo. O técnico fechou os treinamentos para a imprensa e usará a ‘rara’ semana vazia para adaptar os atletas a sua filosofia de jogo.

 

Os poucos presentes perceberam palavras de motivação e até muitos palavrões durante o treinamento tático de segunda-feira. Diniz privilegia a privacidade para ficar mais à vontade com os atletas sem ser mal interpretado pela imprensa e consequentemente pelos torcedores.

 

Dois jogadores que terão chance de crescer nas mãos do treinador são Antony e Alexandre Pato. O primeiro foi chamado para uma conversa particular no gramado, para ajuste de posição. Já Pato, ainda em recuperação, recebeu grandes elogios do treinador. A intenção de Fernando Diniz é adaptar o time ao jogo do atacante, famoso por ser artilheiro em todos os clubes que passou.

 

O que poucos sabem é que Fernando Diniz , além de ex-atleta, é formado em psicologia. A formação o auxilia na motivação dos jogadores, não só para partidas como no intenso dia a dia do futebol profissional. Para o treinador, trabalhar o lado humano dos jogadores é vital para o alto rendimento em campo.

 

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Com Fernando Diniz, Jucilei poderá ser novamente reintegrado ao elenco

O volante Jucilei, afastado do elenco na chegada de Cuca, poderá ter uma nova chance sob o comando de Fernando Diniz. O jogador voltou a treinar separadamente no CT mas sua reintegração passará pela avaliação do atual técnico do São Paulo.

 

Para isso, o volante terá que correr contra o tempo para se recondicionar corretamente. A sua volta depende da palavra final de Fernando Diniz.

 

Jucilei tem contrato até dezembro de 2021 e, diferentemente de Bruno Peres (outro afastado mas que já acertou com o Sport), contratou um personal trainer para cuidar de sua forma física durante o afastamento, que já dura mais de dois meses. Por mim, caso volte a forma física ideal, teria grande valia no elenco Tricolor.

 

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Bruno Alves sobre o empate no Rio: “sabíamos o que estávamos fazendo”

O zagueiro Bruno Alves falou com a imprensa nesta segunda-feira. O zagueiro comentou o principal pedido para o grupo na partida diante do Flamengo, no Maracanã e afirmou que o grupo sabia exatamente o que estava fazendo em campo.

 

“Ele pediu para a gente pressionar a marcação lá em cima ou, realmente, ‘baixar o bloco’ e não ficar no meio-termo. A gente conseguiu marcar pressão por algum tempo, mas quando baixamos o bloco, ficamos mais confortáveis. Dava a sensação de que o volume do Flamengo era maior, mas dentro de campo, sabíamos o que estávamos fazendo. Treinamos para isso” – disse ele ao Seleção Sportv.

 

Baixar o bloco, na linguagem do futebol, seria o time todo marcando atrás da bola, em seu campo. A popular retranca. No início de jogo o São Paulo combateu os primeiros minutos de pressão do Flamengo com intensidade de marcação no campo adversário. Até quase fez um gol com Pablo, no início do jogo. Depois, de fato a equipe se retraiu e apostou nos poucos contra-ataques. Num deles, Antony teve a chance de abrir o placar mas Diego Alves fez a defesa.

 

Apesar do contraste na marcação, ora intensa, ora retraída, Bruno confirmou que a estratégia foi prevista pelo novo treinador.

 

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Vagner Mancini solta nota sobre saída do São Paulo. Leia na íntegra:

O coordenador Vagner Mancini, através de seu agente, publicou uma nota oficial sobra a saída do São Paulo Futebol Clube. O profissional agradeceu o período vivido no clube e revelou eterna admiração pela torcida. Leia na íntegra:

 

“Acredito, como coordenador, que a diretoria do São Paulo Futebol Clube deve estar livre na tentativa de recuperação do time e do clube para alcançar resultados que a torcida espera e merece. Por isso, comunico meu desligamento do São Paulo. Desejo tranquilidade e leveza no desafio de uma reestruturação e no trabalho da nova comissão técnica.

 

Trabalhar no São Paulo foi um orgulho e honra para mim. Assumir uma nova função foi um grande desafio. Contribui ao máximo para desenvolver uma boa gestão e garantir integração e o bom funcionamento entre os setores do clube. Depois de nove meses de trabalho, me orgulho da oportunidade de ter estado a frente deste grande clube em nove jogos e levar o time a uma final de campeonato paulista, reerguer o grupo numa fase tão difícil foi uma realização profissional.

 

Agradeço a todos os profissionais do São Paulo pela convivência e aprendizado, especialmente a todos que confiaram em mim. Guardarei com carinho os melhores momentos enquanto representei essa camisa.

 

Minha admiração e torcida por este clube será eterna.”

 

Cordialmente,

Vagner Mancini

 

Foi uma nota bem protocolar. O profissional foi avisado que comandaria a equipe enquanto os diretores procurariam um novo técnico após a saída de Cuca. Com a opção de Fernando Diniz (e provavelmente sem ser consultado sobre a decisão) Mancini decidiu se desligar do clube.

 

Boa sorte a ele na continuação da carreira.

 

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