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Deus abençoe quem invadiu o Morumbi na primeira maior glória do Tricolor!

Nação do Maior do Mundo;

 

Cícero Pompeu de Toledo, dezessete de junho de mil novescentos e noventa e dois.

Um trânsito que me obrigou a estacionar o carro quase na Ponte do Morumbi.

Um jogo nervoso, somente decidido na disputa de pênaltis.

Um mar branco que invadiu o gramado e emocionou os mais de cem mil torcedores.

Uma festa descontrolada por toda a Avenida Paulista.

O São Paulo no seu maior momento na história.

 

Deus abençoe Zetti, Alexandre, Cafu, Antônio Carlos, Ronaldão, Ivan, Adílson, Ronaldo Luís, Pintado, Raí, Suélio, Palhinha Elivélton, Catê, Muller, Macedo e Telê. Deus abençoe cada um dos torcedores que estiveram no gramado do Morumbi na “maior invasão” que um estádio viveu no mundo.

 

Deus abençoe o São Paulo Futebol Clube.
Vinte e cinco anos da primeira Libertadores da América.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Olha quem veio no CT nessa segunda…

Nação do Maior do Mundo;

 

Lucas Moura, atacante do PSG, esteve no CT Tricolor na manhã desta segunda-feira.

 

De férias, o atleta aproveitou para rever amigos e atualizar sua ‘são-paulinidade’, como fez Calleri no final da semana passada. Segundo o site oficial, Lucas acompanhou o trabalho de alguns atletas no REFFIS ainda almoçou com os funcionários e profissionais da comissão técnica.

 

Dizem as ‘boas línguas’ que alguns funcionários do CT cogitaram ‘trancar os portões’ para que o atacante não voltasse para Paris. Não é má ideia: Lucas se encaixaria fácil no esquema de Rogério Ceni, rs!

 

O jogador confirmou presença no Morumbi nesta próxima quinta-feira, para torcer pelo clube diante do Vitória. Se quiser dar uma canja e vestir a camisa para bater uma bolinha contra os baianos, tá valendo!

 

Veja fotos da visita de Lucas no site oficial.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Leila Pereira confirma: houve conversas entre Crefisa e São Paulo

Nação do Maior do Mundo;

 

“Não sei se foi um pouco depois ou um pouco antes de fecharmos com o Palmeiras, mas o São Paulo procurou nosso departamento de marketing. Conversamos, mas não havia possibilidade. Somos muito ligados afetivamente ao Palmeiras” – Foi assim que Leila Pereira, mandatária da Crefisa ao lado do marido José Roberto Lamacchia, confirmou em entrevista ao UOL que de fato houve conversas entre a empresa e o Tricolor.

 

Segundo o que apurei, a aproximação ocorreu antes da aparição do Palmeiras. Ainda na época de Aidar, o São Paulo chegou até a estar próximo de um acordo com a o grupo que hoje veste a camisa do Palmeiras. A negociação aconteceu entre os departamentos de marketing das duas partes. Paulo Nobre, na época presidente do Palmeiras, descobriu a investida Tricolor e ligou diretamente para o casal que comanda toda a operação. Leila e Lamacchia não tiveram dúvidas: desfizeram o acordo do marketing aos quarenta e cinco minutos do segundo tempo e iniciaram a história que tem até hoje com o rival.

 

“Não havia possibilidade de patrocinar o São Paulo” – concluiu Leila na entrevista.

 

O São Paulo está prestes a anunciar um novo patrocínio master. Veja aqui.

 

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Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Paolo Montero: “É preciso lavar a boca para falar de Lugano”

Nação do Maior do Mundo;

 

A frase acima é de Paolo Montero, um dos ex-jogadores de mais prestígio no Uruguai.

 

Na matéria do site Trivela, o ex-jogador do Peñarol, Atalanta e Juventus (ITA) e atual técnico do argentino Rosario Central, foram abordados diversos assuntos relacionados a seleção uruguaia. Um dos assuntos foi Lugano. Montero destacou a história vencedora e o profissionalismo do zagueiro campeão da Libertadores e Mundial pelo São Paulo. “Lugano é um animal, um ganhador nato.” – disse ele, valorizando o trabalho deixado pelo ex-capitão da seleção celeste.

 

Veja a matéria de Paolo Montero na integra no site Trivela.

 

É um bom momento para tratarmos o ‘caso Lugano’, e serei tão direto como o histórico carrinho no Gerrard em Yokohama: o São Paulo precisa renovar o contrato do uruguaio, ídolo da torcida e um dos líderes do elenco. Não falo só pela história (até porque Lugano está em fim de carreira), mas também pelo momento. Apesar de não figurar entre os titulares, o atleta não decepcionou quando esteve em campo, a não ser quem achava que veria o Lugano de dez anos atrás. Ele ainda faz o arroz com feijão com competência (leia-se: sem lambanças) e tem ajudado bastante no backstage, isso é, na transição Cotia/Barra Funda ao lado de Rogério e a comissão técnica. Com sua experiência, Lugano ajuda os jovens a se posicionarem melhor nos treinos e isso é quase tão importante quanto uma eventual presença em campo. Pagamos caro, mas temos um ‘professor de luxo’ ainda em ativa na Barra Funda.

 

Profissional e vencedor como Paolo Montero fez questão de ressaltar, Lugano ainda tem lenha para gastar, seja dentro de campo ou fora dele. Leco disse que provavelmente renovará o contrato do jogador, se estiver na presidência. Não sei se o clube está trabalhando essa renovação, mas Lugano deve fazer carreira no clube, tal qual Rogério e Pintado.

 

Um patrimônio da raça, glória e profissionalismo.

 

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São Paulo x Palmeiras: a maior rivalidade da cidade de São Paulo!

Nação do Maior do Mundo;

 

Se existe um jogo na cidade de São Paulo que possui reais contornos de rivalidade, daquelas que o ‘ódio esportivo’* se aproxima (mesmo que de leve) ao de grandes embates futebolísticos no mundo, como Rangers e Celtic ou Fenerhbace e Galatassaray, esse jogo é São Paulo x Palmeiras.

 

Quem não concorda? Corinthianos e alguns palmeirenses (e são-paulinos) mais jovens, mas a velha guarda ou aqueles que conhecem a história do futebol paulista aprovam o título do post. O “Choque-Rei”, apelido dado ao clássico de quase noventa anos de história, por um bom tempo ultrapassou a esfera esportiva e se tornou caso de segurança nacional. Durante a Segunda Guerra Mundial, quando o então Palestra Itália foi obrigado a trocar de nome para Palmeiras, os antigos palestrinos acusaram (e acusam até hoje) dirigentes do São Paulo entre os que mais pressionaram as autoridades para que o rival mudasse de nome, respeitando a legislação nacionalista vigente na época. Deu para sentir a tensão?

 

São Paulo e Palmeiras são rivais desde o primeiro jogo (um 2×2 no Palestra Itália em 1930), mas o auge de sua rivalidade aconteceu entre 1942 e 1950, período em que São Paulo e Palmeiras dividiram os nove títulos paulistas disputados. Foram cinco títulos do São Paulo (1943, 1945, 1946, 1948 e 1949) e quatro do Palmeiras (1942, 1944, 1947 e 1950). De 1930 para cá, o confronto só não foi realizado em um único ano, por culpa exclusiva dos palmeirenses: em 2003 o alvi-verde foi rebaixado e não tivemos o prazer de enfrentá-lo. Segundo levantamento histórico do clube, o Tricolor possui vantagem no embate, além de uma recente enorme invencibilidade no Morumbi, mas ainda não ganhou na arena nova.

 

Hoje as coisa mudaram e a rivalidade foi amenizada pelas quedas do rival para a série B, mas quem viveu a época de ouro de Telê e Luxemburgo/Parmalat sabe como é gostoso ‘odiar o próximo’. Falando do jogo de sábado (péssima data, Choque-Rei tem que ser domingo), o São Paulo vem no embalo de uma equipe em formação, com um técnico novo, com identidade ofensiva e a procura de títulos enquanto que o Palmeiras, campeão brasileiro de 2016, está com a cabeça voltada mais para a Libertadores e ainda tenta encaixar seu novo técnico ao grande plantel que possui. Além do São Paulo, o Palmeiras tem jogo pela competição sul-americana no meio da semana e mais um clássico, na Vila Belmiro. Perder para o Tricolor e uma má jornada nos dois próximos jogos pode até ocasionar a demissão de Eduardo Batista.

 

O São Paulo recentemente viveu momentos semelhantes aos do rival. Campeão Brasileiro em 2006, 2007 e 2008, o Tricolor teve que conviver com a Libertadores no meio dos torneios nacionais e estaduais e sempre teve problemas. Ceni terá o ABC em Natal e o Ituano no outro sábado, confrontos teoricamente mais leves, portanto a missão, por mais difícil que seja, é ir com a melhor formação e tentar a vitória. Independente do resultado, prevejo um clássico franco como foi na Vila, onde o Tricolor se deu bem. A confiança no grupo de Ceni é grande.

 

Que venha o Porco, tão ‘querido’ e tão ‘odiado’, mas sempre um grande adversário.

 

* Ódio esportivo = rivalidade acirradíssima apenas dentro das quatro linhas do gramado, favor não confundir com violência, apologias e afins.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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