Fim de jogo na Arena Barueri, o Palmeiras está classificado para a final do Campeonato Paulista 2026 e o São Paulo mais uma vez cai em uma semifinal novamente marcada por polêmicas de arbitragem.
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Não é nenhum absurdo cair diante do Palmeiras em um mata-mata em jogo único. São dois clubes grandes e o rival, grande conhecedor do gramado sintético, jogou ao lado da sua torcida. Duas vantagens que no final dos noventa e poucos minutos, também fizeram a diferença.
Mas, claro, cabem perguntas a Crespo e a Daiane Muniz e seu corpo de VAR.
A Crespo: por que sacar Danielzinho de uma partida tão importante? O jogador deu prumo ao meio-campo neste início de temporada e é o grande responsável pela melhoria de Bobadilla e Marcos Antônio. A entrada de Luan nos fragilizou no primeiro tempo e posicionou o time de uma forma muito diferente da que vinha vencendo e convencendo.
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A entrada do ex-Mirassol na segunda etapa consertou o erro e deu possibilidades ao São Paulo de voltar a competir. Com Luan em campo, Andreas Pereira impossibilitou Marcos Antônio de jogar, o mesmo com Bobadilla sob a vigilância de Marlon Freitas. O São Paulo não funcionou e isso poderia ter sido corrigido ainda no primeiro tempo.
Além da até o momento inexplicável saída de Danielzinho do time e dos nossos melhores jogadores encaixotados pelo rival, temos que falar mais uma vez de arbitragem.
Daiane Muniz, uma arbitra promissora que não marca qualquer ‘faltinha’, também teve enorme parcela de responsabilidade no placar ao “compensar” um evidente pênalti não marcado num braço aberto de Gustavo Gomes na área com uma penalidade que só ela viu na Arena Barueri.
O pior, observando o gestual em campo, é entender que ela bateu no peito e assumiu a responsabilidade pelos dois lances. Isso é, a arbitra (e o VAR) errou duas vezes em um jogo que poderia assumir outra identidade se o pênalti que de fato aconteceu fosse marcado e convertido. A partida ainda estava um a zero para o Palmeiras e um provável empate naquele momento poderia mudar o destino do jogo.
Com dois a um, o São Paulo continuou atrás, na perseguição do empate. Dois erro grotescos da arbitragem mas até aí a Inês é morta, assim como a Inês do ano passado, enterrada na cobrança de pênalti em Vítor Roque, fruto de outro erro medonho de arbitragem.
Como disse, não é um absurdo ser eliminado por outro grande jogando fora de casa em um gramado não natural para o são-paulino (e grande parte dos clubes brasileiros). A temporada segue e confiamos em um bom desempenho da equipe e de Crespo, desta vez sem as crises de eliminações por Penapolenses e Águas Santas como era do feitio do São Paulo em épocas passadas.
Nota dos personagens da partida:
Rafael: pouco exigido. Sem culpa nos gols. Nota: 6,5
Lucas Ramon: partida fraca. Nota: 4,5
Arboleda: abaixo do que costuma produzir. Nota: 4,5
Sabino: razoável. Nota: 5,0
Enzo Diaz: faltou apoio pelo seu lado. Nota: 5,0
Luan: péssima escolha. Quase um terceiro zagueiro. Nota: 4,0
Bobadilla: piorou na marcação com a entrada de Luan. Nota: 5,0
Marcos Antônio: bem marcado por Andreas Pereira. Nota: 4,5
Lucas: se esforçou mas teve uma noite ruim. Nota: 4,0
Luciano: também uma noite para esquecer. Nota: 4,0
Calleri: luta solitária e um pênalti convertido. Nota: 6,5
Danielzinho, Cauly e André Silva. A entrada de Danielzinho melhorou, ou melhor, consertou o São Paulo no segundo tempo. Menção honrosa a volta de André Silva aos gramados.
Crespo: não há explicação condizente para Danielzinho no banco. Isso posto, foi um dos grandes responsáveis pelo fraquíssimo desempenho do São Paulo, engolido taticamente no primeiro tempo. Nota: 2,0
Que uniforme é esse?
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Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!
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(2) Comentários
Zé Ricardo
2 de março de 2026Crespo muito mal na escalação, ao colocar o Luan que esta sem entrosamento e nao sabe sair jogando, perdemos a possibilidade de iniciar boas jogadas que poderiam dificultar a vida do varmeiras, juntando com o Luciano que não fez nada, estávamos com 2 a menos, nessas horas nao pode inventar, vai com o que tá dando certo e pronto, mais uma eliminação em mata mata porque nao hora H o cara quer inventar, ano passado foi assim na libertadores e copa do Brasil. Crespo não sabe jogar este tipo de competição.
Mauricio Perin leopoldino
2 de março de 2026Pra mim o pior erro do Crespo foi não ter tirado o Luciano, que mais uma vez se escondeu, precisamos de técnico com culhão, sem medo de medalhão, lembrando que o único que teve culhão de tirar o Luciano, foi campeão da copa do Brasil, mas que nada próximo jogo Luciano faz gol contra a chape, e os baba ovo exaltam ele, a camisa que ele usou ontem pode ser colocada pra vender, afinal não sujou nem suou, jogar mal as vezes faz parte, ter dias ruins, mas só trotar em campo é nojento, mas o falso raçudo tem seus passadores de pano...