O empresário Diego Fernandes, que se tornou notório entre a torcida do São Paulo por querer debater uma possível SAF com investimento de empresários e famílias tricolores, se manifestou após a votação que determinou o afastamento de Julio Casares da presidência.
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Em seu Instagram, o empresário se pronunciou sobre o evento no Salão Nobre, classificando-o como momento decisivo e revelou um aprendizado como torcedor do clube.
“O São Paulo vive um momento decisivo. Além de discutir responsabilidades, é hora de discutir renovação. Novos conselheiros. Novas ideias. Gente com energia, preparo e vontade real de mudar o jogo. O clube precisa de gente preparada, conectada com o presente e disposta a construir o futuro. Gratidão a quem ajudou a construir a história. Agora é tempo de abrir espaço para quem quer fazer acontecer.” – disse ele em seu Instagram.
Diego também revelou algo que eu defendo há muito tempo: a falta da participação do torcedor no clube. Ele disse que iniciou o processo para se tornar sócio e assim ter maior representatividade junto às decisões do clube.
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“Como torcedor, entendi que opinião sem participação é limitada. Por isso, iniciei meu processo para me tornar sócio e contribuir de forma responsável com o clube.” – disse ele no seu Instagram.
Diego está certo em relação ao torcedor tem pouca interferência no São Paulo. Somente em momentos especiais ele tem essa voz. Uma das coisas que eu e muito torcedor defende é direito a votos sendo Sócio Torcedor. Deveria existir um mecanismo, uma maneira que faça muitos torcedores poderem votar nos rumos do São Paulo, ao lado dos sócios e conselheiros.
O torcedor acordou:
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O advogado e empresário Diego Fernandes, que recentemente adquiriu notoriedade com o torcedor do São Paulo pela intermediação na chegada de Carlo Ancellocci a seleção brasileira, apareceu novamente em suas redes sociais.
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Ele publicou o “São Paulo Day”, canal aberto de debates idealizado por ele sobre o futuro do Tricolor, em um painel da Nasdaq, em Nova York. O painel é conhecido por abrir mídia para quem tiver o interesse em divulgar ideias e propaganda.
“Hoje, o São Paulo Day aparece no centro financeiro do mundo, Nasdaq em Nova York, para abrir um debate sério, técnico e aberto sobre o futuro do clube, com transmissão ao vivo e participação dos torcedores.” – informou Diego em seu Instagram.
Diego também anunciou uma nova data para o São Paulo Day: 06.04.2026. Segundo ele, a data em que o São Paulo estará de Volta ao Futuro. O site propagado em sua divulgação não está no ar.
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O empresário nega promoção em cima da imagem ou situação do clube. “Isso não é promoção. É consciência do tamanho do São Paulo e da responsabilidade que ele exige.” diz ele.
Segundo Diego Fernandes em seu comunicado, o futuro do São Paulo precisa ser tratado com a grandeza da sua história. “Governança, transparência e responsabilidade não são escolha, são obrigação” – sentenciou o empresário.
Mercado da bola
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Muito se fala sobre a transformação do modelo administrativo do São Paulo, que desde sempre é regido pelo sistema presidencialista eleito e aprovado pelo Conselho Deliberativo que, por fim, é escolhido pelos sócios do clube.
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A aparição do empresário Diego Fernandes, que afirma ter aval de grupos internacionais e famílias tradicionais são-paulinas, é um dos exemplos dessa tentativa de modernização do clube, que se abriria para aportes e gestões profissionais.
Porém, a transformação encontra resistência no próprio clube.
Conselheiros e pessoas influentes do São Paulo, no mínimo, pedem cautela com a empreitada. Ora sob a alegação de sucesso em modelos associativos atuais, como o Flamengo e Palmeiras, ora temendo segurança ou simplesmente para não perder suas atuais benesses, muitos conselheiros tentam travar a inevitável discussão.
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Segundo o conselheiro de oposição Flávio Marques, seria possível o São Paulo virar SAF sem aprovação do Conselho Deliberativo. Ele afirmou em entrevista ao Blog do São Paulo que se 20% dos sócios patrimoniais da Instituição concordarem com uma proposta concreta e elaborada de SAF, tal proposta seria diretamente encaminhada a uma assembleia geral, sem precisar passar pela etapa de aprovação dos conselheiros.
Seriam necessários em torno de 1.500 sócios para tal.
A partir da criação dessa assembléia geral, seria necessário que 50% dos sócios do clube + 1 votem “sim” para o projeto fosse aprovado sem a intervenção direta do Conselho Deliberativo. Vale lembrar que o presidente e os conselheiros do clube também são sócios e podem dar seu voto.
Neste caso, cerca de 3.500 sócios poderiam mudar o modelo de administração do clube.
Não é simples e todos no clube entendem ser um processo de conscientização trabalhoso, mas se a maioria dos sócios entenderem que é preciso mudar o regime para que o futebol do São Paulo volte a ter capacidade de competitividade no Brasil, a chama da mudança estará acesa.
Como sempre digo no blog e aos amigos são-paulinos: a discussão no mínimo, precisa estar de pé e sempre. Faltam três dias para a “bomba” que Diego Fernandes prometeu, via “Müller” a coletividade Tricolor.
A ver…
Quem virou e quem não
virou no Brasileirão 2025?
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É notório que há tempos que o empresário Diego Fernandes, o mesmo que intermediou a vinda do técnico Carlo Ancellocci para a seleção brasileira, tem incentivado um movimento para que o São Paulo se torne uma SAF, isso é, um clube-empresa para que receba aporte (e controle) de seu atual modelo associativo de administração.
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Nos últimos dias, o empresário se reuniu-se com conselheiros para apresentar suas ideias. O empresário disse ao UOL e ge ter recebido aval de grupos estrangeiros interessados em investir no clube no futuro, inclusive famílias tradicionais são-paulinas.
Porém, há uma negociação inegociável: modificar o estatuto. “Não vou me envolver na política do São Paulo, isso é uma condição. Não quero ser conselheiro ou presidente. A minha parte está feita, a de levar os investidores e ser um dos investidores.” – disse Diego ao ge.
Aí há resistência de parte dos que regem o clube. E não somente quem rege. Muitos conselheiros (inclusive de oposição) querem modificar o estatuto mas não “fogem” do modelo associativo, semelhante ao do Flamengo e Palmeiras, clubes dominantes que não são SAF. Defendem que o problema atual é de gestão e não do modelo.
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Assunto complexo. De um lado, aportes possivelmente gigantescos, porém com um modelo que exige menos controle associativo. Do outro, resistência ao modelo pela incerteza do futuro. A SAF do Botafogo é um exemplo que não agrada ao São Paulo, nem a do Vasco. Já o Bahia, com modelo City, é um caminho que vem dando resultado e o Red Bull Bragantino está consolidado.
Pelo que eu conheço do São Paulo, esse é um movimento que não é “para hoje”, isso é, não acontecerá a curto prazo. Haverão pareceres, discussões e tempo para rolar o assunto. E dentro de tudo isso, um ano de eleição.
O torcedor quer um time forte, que dispute títulos de verdade. Os que comandam o clube querem entender melhor o assunto, sem movimentos bruscos ou arriscados. Tem compromisso com a Galápagos, tem Ministério Público questionando a gestão Julio Casares. Tem de tudo e mais um pouco.
É importante que o assunto SAF e investimento no São Paulo discorra. Uma nova via de gestão é sempre salutar para aumentar as possibilidades do gigante surrado de três cores. Mas é importante que o torcedor saiba que paralelamente a isso teremos um duro Paulistão, uma dura Copa do Brasil, indefinição de Copa Libertadores e um Brasileiro desde o início do ano para se dedicar ao máximo.
Que as diversas partes discutam e encontrem um caminho mas o fato é que nada não acontecerá da noite para o dia e, conhecendo São Paulo, de forma acelerada. E nesse processo, a gente se lembre das urgências dentro de campo, já em 2026.
Na lata: nota do São Paulo em 2025
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O empresário Diego Fernandes apareceu de forma bombástica nas redes sociais. Em sua conta de Instagram, ele prometeu ao torcedor possíveis mudanças no São Paulo Futebol Clube.
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Disseram que era impossível trazer o Ancelotti.
Eu trouxe.
Agora dizem que é impossível;
– Ronaldinho de 10 no São Paulo
– Profissionalizar o Clube
– Mudar o Estatuto
Vamos ver.
Com essa mensagem acima e uma camisa do São Paulo ao lado de “bruxo” Ronaldinho Gaúcho, o empresário mais uma vez mexe com o imaginário Tricolor.
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Parece uma “missão impossível” profissionalizar o São Paulo mudando o estatuto do clube mas Diego parece confiante para ajudar o clube a se modernizar e, principalmente, libertar o São Paulo das amarras do seu clube social. Confiante a ponto de ‘trucar’ quem duvida de sua intenção.
O empresário usa agora de artilharia pesada para querer implementar uma nova estrutura no seu clube de coração. Vale lembrar que Müller mais uma vez lembrou da surpresa do dia dezesseis de dezembro. Estamos aguardando…

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