O São Paulo FC começa a planejar a temporada de 2026 tentando corrigir erros recentes. Depois de mudanças frequentes no elenco e de uma busca constante por estabilidade, a diretoria decidiu agir com mais critério no mercado. A prioridade é reforçar posições importantes agora, mas sem comprometer o futuro do time no Brasileirão e nas competições continentais.
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O cenário do futebol brasileiro tornou-se mais exigente, com elencos cada vez mais equilibrados e margens de erro menores. Para o São Paulo, pensar o elenco a médio prazo significa evitar reconstruções apressadas, escolhendo reforços que realmente resolvam os problemas dentro de campo.
O São Paulo já começou a mexer no elenco. Danielzinho, vindo do Mirassol, chega para dar mais intensidade ao meio-campo. É um jogador que não se esconde do jogo e tende a disputar espaço rapidamente. Carlos Coronel, goleiro paraguaio que estava na MLS, adiciona experiência acertando um contrato de dois anos.
A volta de Matheus Dória também chama atenção. O zagueiro retorna ao clube com contrato até 2027 e chega para disputar titularidade num setor que sofreu oscilações na última temporada. Lucas Ramon reforça a lateral direita, área que vinha sendo discutida internamente pela irregularidade defensiva. A expectativa é que o setor ganhe mais consistência.
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Ao analisar o planejamento do São Paulo para os próximos anos, cresce também o interesse dos torcedores em acompanhar o desempenho do clube no campeonato. Esse cenário impulsiona análises mais aprofundadas da competição e o acompanhamento das apostas de futebol no Brasileirão, feitas por quem observa o torneio com um olhar mais estratégico.
A chegada desses reforços pode dar mais equilíbrio ao elenco. O impacto dessas alterações dependerá da adaptação rápida ao modelo de Crespo. O técnico deixou claro que quer intensidade e mobilidade. Não basta contratar. É preciso encaixar.
Mesmo com reforços pontuais, o elenco ainda apresenta setores que podem precisar de ajustes pensando no ciclo até 2026. As laterais, por exemplo, continuam sendo um ponto sensível. A exigência física da posição, somada ao calendário apertado do futebol brasileiro, torna fundamental ter mais de uma opção confiável para manter regularidade ao longo da temporada.
Outro ponto de atenção passa pelo meio-campo. A diretoria monitora o mercado e o interesse em Allan, do Flamengo, reforça a intenção de trazer um volante com maior poder de marcação e saída de bola qualificada. A dinâmica atual do jogo exige atletas capazes de alternar funções defensivas e ofensivas sem comprometer o equilíbrio tático. Kevin Zenón, do Boca Juniors, também aparece como nome observado, principalmente pela capacidade de infiltração e criatividade, algo que faltou em momentos decisivos da última temporada.
No ataque, o debate é constante. Com a saída de Dinenno e a indefinição envolvendo Oscar, o clube precisa decidir se mantém a estrutura atual ou busca um perfil diferente. Crespo tem dado sinais de que prefere atacantes móveis, que pressionem a saída adversária e participem da construção das jogadas. Pensar em 2026 não é apenas reagir ao que faltou em 2025. É preciso antecipar necessidades antes que elas se transformem em problema durante a temporada.
Um dos pontos positivos do atual momento do São Paulo é que nem tudo no time passa por reconstrução. O clube conseguiu manter jogadores que já provaram rendimento em alto nível, ao mesmo tempo em que abre espaço para jogadores que ainda estão em afirmação.
Alisson permanece após negociações que não avançaram com o Corinthians, Enzo Díaz foi adquirido em definitivo e Gonzalo Tapia renovou contrato até 2029. Esses movimentos mostram que a diretoria não pensa apenas em entradas e saídas imediatas, mas na formação de uma base mais consistente.
Alisson, por exemplo, oferece experiência e leitura de jogo. Tapia ainda busca regularidade, mas representa potencial de evolução. Enzo Díaz traz equilíbrio numa posição que sofreu oscilações recentes.
Essas mudanças, se funcionarem, dão a ideia de um time mais previsível, algo que falhou no passado. Nesse sentido, parece que São Paulo abandonou a lógica de contratações em grande volume e passou a apostar em movimentos mais pontuais. Isso inclui observar o mercado com mais critério e evitar apostas que comprometam a folha salarial sem retorno técnico claro.
Se mantiver essa linha de decisões, o São Paulo pode chegar a 2026 mais estruturado. O planejamento existe. Agora a resposta virá em campo.
Nova safra de Cotia
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Atolado em dívidas e com limitações financeiras para brigar pela ponta nos campeonatos que disputa, é notório que o São Paulo vive um momento delicadíssimo na história. Porém, mesmo com todas as dificuldades, a instituição recebeu uma grande notícia nesta sexta-feira.
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De acordo com a AtlasIntel, líder mundial em pesquisa digital de opinião e inteligência de dados, o Tricolor “recuperou” a terceira colocação entre as maiores torcidas do país, superando o Palmeiras em seu melhor momento na história e se aproximando do Corinthians, atual vice-colocado.
A variação do São Paulo foi muito expressiva e, em números, a maior de todos os clubes citados: de 7,6% em 2024 para 10,1% em 2025. Um crescimento de 2,5%. O primeiro colocado é o Flamengo (20,6%) seguido do Corinthians (13,9%). O Palmeiras tem 7,8%.
A AtlasIntel recebeu respostas de 2.069 pessoas pela internet entre os dias 20 e 25 deste mês, em 619 municípios em todo o país e o método busca atingir principalmente pessoas interessadas em futebol que navegam na internet. Saiba mais sobre a metodologia desta pesquisa na matéria do ge.com
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Tirando as provocações dos torcedores de lado, o resultado é importantíssimo para o marketing do SPFC no que diz respeito a atualizações de contratos e valorização de marca. Falo como publicitário: a AtlasIntel é uma empresa líder global em pesquisa digital de opinião e inteligência de dados e, em 2024, foi apontada como o instituto de pesquisa mais preciso dos Estados Unidos.
Fico imaginando se não estivéssemos tão na lama, fruto de administrações tão irresponsáveis nos últimos anos, em que posição estaríamos… aguardo e fico na torcida por essa retomada financeira ao longo dos próximos anos, conforme prometido pelo presidente Julio Casares ao programa Alt+Tabet.
Veja análise abaixo:
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Saiu no ge e também foi divulgado pelo jornalista João Pedro Sgarbi: o São Paulo, através de Julio Casares, negocia uma parceria inédita para suas categorias de base com o grupo de futebol do grego Evangelos Marinakis, dono dos clubes Nottingham Forest (Inglaterra), Olympiacos (Grécia) e Rio Ave (Portugal).
Segundo o portal, Marinakis e Casares já se reuniram duas vezes, uma no Brasil e uma na Inglaterra, para debater o assunto. Inclusive, a viagem recente do presidente era, entre outros assuntos, a conversa sobre o CFA (Centro de Formação de Atletas).
A discussão visa uma parceria financeira e esportiva, com aporte em Cotia e promoção intercâmbio de jogadores e profissionais de Cotia. A compra do CFA não está em questão.
O assunto ainda é muito superficial na imprensa e gera muito mais dúvidas que soluções, isso é, uma opinião formada sobre o assunto e explico por que.
Cotia sempre foi a “salvação” do São Paulo, isso é, graças a ela o clube pôde sempre trabalhar em equilíbrio, vendendo jovens atletas para o exterior, equalizando as dívidas da instituição. A recente enorme dívida adquirida pelo clube, muito por conta da má gestão do futebol nos últimos anos, é também porque não houve vendas suficientes para déficits positivos.
A justificativa na gestão de Casares, citada pelo próprio presidente, é que o clube optou por ganho esportivo e de fato conquistou o Paulista, a Copa do Brasil e a Supercopa Rei, mas o fato é que a dívida sem as vendas fica cada vez maior. Aí entra Cotia.
É preciso entender como funciona Cotia. O CFA Tricolor opera sob três pilares: infra-estrutura, metodologia e captação, conceitos passados a mim durante o curso que fiz na ESPM em 2006, ministrado pelo próprio clube.
A infra-estrutura Tricolor é invejável e mesmo uma das primeiras no Brasil, mantém a excelência, elogiada até por seleções que a visitaram durante a Copa do Mundo e Copa América. Conheci de perto a estrutura e ela ainda é realmente algo impressionante no Brasil.
A metodologia sim, precisa avançar e ao que me parece o clube vem se movimentando para alcançar os concorrentes mais avançados, como o Palmeiras e o Flamengo. Aparelhos modernos chegaram nas instalações e há uma expectativa de melhorias. A ver.
O terceiro pilar, a captação de profissionais, é o que me parece ser o motivo maior da conversa entre o São Paulo e o milionário grego. O São Paulo usou em seu elenco profissional pouquíssimos jogadores da base ultimamente, em comparação a sua história. Nos últimos dez anos, Militão, Antony e Beraldo se destacaram, muito pouco comparado a até um passado recente de Kaká, Casemiro, David Neres, Lucas Moura e até atletas que muitos nem sabem que vieram de Cotia, como o goleiro Ederson, o zagueiro Morato, o atacante Hulk e o recente merengue Endrick.
Vejamos o nosso rival Palmeiras: Estevão e Endrick, os últimos grandes jogadores revelados e vendidos pelo alviverde não iniciaram a formação no clube. Endrick saiu do São Paulo por um erro ainda inexplicável em Cotia e Estevão fora comprado do então fragilizado Cruzeiro. O clube bateu a sua meta de revelação e explodiu mais uma vez no superávit neste ano. Veja nesta matéria como funciona.
A entrada do poderio financeiro grego visaria, ao meu ver, completar essa lacuna no São Paulo. O clube teria mais poder de observação e captação no Brasil e América Latina, pegando atletas melhores para finalizá-los em Cotia e trazer jogadores mais talentosos e prontos ao seu profissional. O intercâmbio pré-estabelecido seria importante porque nem todos serão aproveitados de vez e quem tiver sucesso nos clubes parceiros ainda possuirá uma fatia interessante para o clube.
Mas aí vem as dúvidas: os atletas extraclasse iriam para fora? Por exemplo: se a operação estivesse pronta hoje, jogadores como Ryan e Ferreira seriam os escolhidos para o intercâmbio ou ficariam para maturar no profissional? Outra pergunta: qual seria a contrapartida ao grupo de Evangelos Marinakis? Preferência ao Nottingham Forest, Olympiacos e Rio Ave, além de um percentual sobre toda a operação? Que percentual seria para cada parte e qual a duração da parceria?
É muita questão ainda a ser esclarecida ao torcedor.
Resumindo a história toda, eu vejo positividade em melhorar o CFA com substancial aporte financeiro mas é preciso entender qual o preço de tudo isso. Repito: Cotia sempre foi a galinha dos ovos de ouro do Tricolor e há promessa de não venda do controle para o exterior. Ficam então as perguntas acima, que ainda impedem toda a coletividade Tricolor de emitir uma opinião melhor embasada.
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O jornalista André Hernan expôs o possível montante que o Bahia pretende oferecer ao São Paulo pelo meia Rodrigo Nestor, atual objeto de desejo do técnico Rogério Ceni.
Segundo o jornalista, o clube baiano prepara uma oferta de R$ 42,7 milhões ao São Paulo pelo jogador. Seria algo equivalente a sete milhões de euros. Para Nestor, o Bahia oferece um contrato de quatro anos, considerado longo para os padrões do futebol brasileiro atual para um atleta de 24 anos.
Hernan destacou a possibilidade positiva de venda por esse montante. Eu incluo outros fatores que contribuem para uma possível transferência de Nestor. São elas:
1) Nestor perdeu espaço com Zubeldía após a lesão no joelho.
2) Casares mantém ótima relação com o CEO do Grupo City.
3) O contrato longo é raro no mercado brasileiro.
4) O valor é bom para o clube e o jogador.
O São Paulo continua no aguardo da decisão do Bahia por uma possível proposta oficial. No clube, nada de concreto em relação a Rodrigo Nestor chegou até o presente momento mas é bem provável que, se essa proposta ocorrer, o herói da Copa do Brasil 2023 esteja com um pé em Salvador para o ano que vem.
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O presidente Julio Casares concedeu uma entrevista exclusiva ao canal ESPN, na tarde desta quinta-feira (5) e antecipou exclusivamente ao canal que o São Paulo renovará contrato com o volante Alisson.
Tratado como “espinha dorsal” no meio-campo do Tricolor nos últimos anos, Alisson possui contrato até 2026 com o clube mas garantiu uma ampliação de vínculo, segundo o presidente.
“Nós vamos reformar o contrato do Alisson. É um garoto que mesmo com essa contusão séria, e está em uma recuperação muito boa, vamos em breve anunciar a renovação” – disse Casares, em exclusiva a ESPN.
A reformulação de contrato também prevê investidas de outros clubes. Antes de Alisson se machucar, o Cruzeiro era um clube apontado para um possível novo contato junto ao jogador e seus empresários.
Questionado sobre a permanência do lateral-direito Rafinha e do volante Luiz Gustavo, Casares disse que a vontade da gestão é de manter os dois veteranos no elenco, mas que a decisão sobre a extensão dos contratos ficará nas mãos da dupla.
“São jogadores muito profissionais, que têm comprometimento com a parte física, mental. Vai depender mais deles. A satisfação da diretoria é plena para renovar” – disse Casares.
Por fim, o presidente também comemorou o fato do São Paulo voltar a servir atletas para a seleção brasileira. Recentemente Lucas foi convocado para a vaga de Savinho.
“Voltamos até a servir jogadores para a seleção” – finalizou Casares.
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