Uma importante vitória em Curitiba. Com uma equipe majoritariamente reserva, o São Paulo foi ao Couto Pereira e saiu com um resultado que lhe deixa entre os líderes do Campeonato Brasileiro e, de quebra, preservou seus principais jogadores para a semifinal do Paulistão.
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Ciente da importância da partida de domingo para o torcedor, Crespo colocou em campo uma equipe alternativa e mudou o esquema de jogo. Atletas como Rafael Tolói, Djhordney, Ferreirinha e o mais novo reforço Cauly estiveram em campo com a missão de representar o clube em uma partida em um campo bastante hostil.
O jogo esteve longe de ser chamado de espetáculo mas os comandados do São Paulo não sofreram como o previsto por muitos. Valeu a eficiência: foram dezoito finalizações do Coxa contra nove do Tricolor, porém apenas duas bolas no gol de Rafael, além da perigosa trave num único lance um contra um da partida. Já nas duas chances agudas no gol de Pedro Morisco, o pênalti imprudente do goleiro coritibano e um lance de grande perigo de Cauly, uma entrou.
Sobre Cauly: em sua primeira participação de verdade na equipe (Bragança foram minutos finais e com dez em campo), o meia ex-Bahia mostrou boa movimentação e distribuição de bolas. Foi importante.
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E para não falar somente de flores, o pecado Tricolor na partida foi o não avanço constante dos alas Maik e Wendell, este último dono do pior desempenho do time nesta partida, e a fraca dupla de ataque Ferreirinha e Tapia.
Mas é isso. Nem sempre se vence com espetáculo mas é neste tipo de situação que os suplentes precisam entregar ao clube. E eles entregaram. Os três pontos contribuíram para a manutenção da liderança no Brasileirão, a invencibilidade de oito jogos e uma confiança conquistada com bastante mérito.
Agora é descansar e voltar todas as atenções para o difícil duelo de domingo. Veja aqui o que penso sobre a semifinal, o Palmeiras e as chances de cada clube em avançar para a grande decisão.
Rafael: muito pouco exigido. Nota: 6,5
Alan Franco: raro titular, atuou com segurança. Nota: 7,0
Arboleda: zagueiro da sobra, teve bons lances no alto. Nota: 7,5
Rafael Tolói: o mais exigido da zaga, se saiu muito bem. Nota: 8,0
Maik: boa apresentação mas poderia ter ido mais ao fundo. Nota: 6,5
Pablo Maia: partida segura no meio. Nota: 7,0
Djhordney: jovem esteou bem, mas tomou amarelo e saiu no intervalo. Nota: 7,0
Cauly: estreante, jogou como meia central, fez o gol de pênalti e apareceu bem. Nota: 9,0
Wendell: o pior desempenho. Não subiu para a linha de fundo. Nota: 4,5
Ferreirinha: não deixou de lutar mas falta mais precisão nas finalizações. Nota: 5,5
Tapia: esforçado mas sua melhor jogada foi ter sofrido o pênalti. Nota: 6,0
Marcos Antônio, Calleri, Lucas, Bobadilla e Luan. Tirando Marcos Antônio, que atuou em toda a segunda etapa e deu mais qualidade no passe, os demais entraram para rodar a equipe.
Crespo: não gostei da escalação com muitos reservas mas a decisão se mostrou certa pelo resultado. Vem mantendo um ótimo padrão sem engessar a equipe em uma formação só e merece os louros atuais. Nota: 8,5
Choque-Rei: quem é favorito?
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Marcelo Gallardo não é mais técnico do do River Plate. A saída do treinador, comunicada pelo próprio Gallardo na noite desta última segunda-feira (23), fez com que a diretoria do clube argentino iniciasse uma busca para encontrar um substituto.
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Segundo o diário argentino La Nación, Hernán Crespo, é um dos favoritos dos dirigentes para assumir o cargo do River. Além dele, Santiago Solari, diretor de futebol do Real Madrid, e Eduardo Coudet, ex-Internacional e atualmente no Alavés, da Espanha, também foram citados pelo periódico.
Revelado pelo clube argentino quando era jogador, Crespo é ídolo local e manifestou publicamente no ano passado o desejo de um dia comandar o River Plate.
“O único lugar na Argentina que eu gostaria de trabalhar hoje [é o River Plate]. Sempre respeitando o lugar que um colega ocupa, que hoje é Marcelo Gallardo, com o maior dos respeitos. Pelo meu passado no River, é normal sonhar com isso para o futuro”, disse Crespo no ano passado, durante a Copa do Mundo de Clubes, nos Estados Unidos.
É natural o River Plate pensar em Crespo, do mesmo modo como seria natural o São Paulo pensar em Rogério Ceni para dirigir (mais uma vez) o clube. São nomes muito identificados com os respectivos clubes, além de serem técnicos em ascensão no cenário do futebol.
Porém, hoje acho difícil Crespo mudar de clube. O treinador se sente confortável no Tricolor, apesar de todas as dificuldades de investimento no plantel atual e o River Plate não está tão instável como em outros anos. O clube não está na Libertadores de 2026, encontrando-se em posições intermediárias/inferiores, com recentes derrotas para equipes como Vélez Sarsfield e Tigre.
Claro, é futebol e tudo pode acontecer, mas neste momento não vejo um empregado Crespo fora do São Paulo. Nem mesmo para o seu clube de criação e coração.
Sabino, canhotinha de ouro?
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São Paulo e Palmeiras farão uma das semifinais do Campeonato Paulista de 2026. O confronto foi definido após a passagem do Corinthians para a outra semifinal na disputa de pênaltis, no Canindé. O alvinegro enfrentará o Novorizontino, em Novo Horizonte.
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O Choque-Rei acontecerá em partida única, no próximo domingo (01) às 20h30 na Arena Barueri, e contará somente com presença dos torcedores do Palmeiras. O alviverde conseguiu a vantagem por atualmente estar em segundo lugar no torneio, enquanto que o São Paulo está na terceira colocação. Os pontos continuam somados no mata-mata.
Sem melindres: mesmo com o retrospecto absurdamente a favor do São Paulo (17x 5 mata-matas vencidos desde 1977), o Palmeiras é favorito a vaga na final. O adversário do São Paulo na semi venceu todos os clássicos deste início de temporada, contará com o gramado sintético e sua torcida como importantes armas.
Já o São Paulo não terá Alan Franco, suspenso pelo vermelho tomado diante do Red Bull Bragantino. Em tese, Arboleda seria o substituto natural mas Crespo pode vir com Ferraresi ou até mesmo três zagueiros para o confronto.
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Apesar de favorito, a distância entre Palmeiras e São Paulo em um jogo único para avanço de competição não é assim tão grande como em outrora. O Tricolor foi páreo duro para os palmeirenses no confronto da fase de grupos e ainda era um time a procura de encaixe, coisa que aconteceu nos últimos jogos. Além disso, tradicionalmente o Tricolor costuma se dar bem em mata-matas contra o rival. É só buscar o histórico.
Crespo hoje tem uma equipe mais coesa e copeira para colocar em campo. O time está confiante; afinal o São Paulo inverteu a lógica dos mandantes ao eliminar o forte Red Bull em seus domínios. Fora isso, um indigesto tabu foi quebrado em Bragança.
Para mim, o Porco leva uma vantagem de 60% contra 40% do Tricolor.
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Tabu quebrado, melhor defesa vazada, classificação garantida e de quebra, uma partida merecedora do São Paulo em Bragança Paulista. Dado como morto no início do ano, a equipe “encaixou” e é semifinalista do Paulistão, vencendo o mandante menos vazado do campeonato em sua própria casa.
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O jogo teve todos os ingredientes de uma decisão: nervosismo, gols, grandes atuações de personagens vitais e polêmica de arbitragem, com direito a uma lamentável atitude de misoginia após o apito final.
Depois dos dez primeiros minutos de sufoco dos donos da casa, o São Paulo se ajeitou em campo e aos poucos foi ameaçando a meta de Cleiton. Copeiro e com uma grande atuação de Rafael e Sabino, o clube achou seu primeiro gol com um grande lançamento (bola longa nos tempos modernos) para o ótimo Lucas Ramon. Na rebatida de Cleiton, gol de Bobadilla.
Aliás, o paraguaio cresceu bastante de produção com a chegada de Danielzinho. Segundo o ge, foram cinco desarmes e seis divididas vencidas, além do gol marcado. Seu pecado é ainda errar nas saídas curtas de bola mas aí é responsabilidade do técnico em diminuir a frequência da “saidinha curta”.
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Já na segunda etapa, após o segundo gol criado com muita competência na bola parada de Danielzinho, assistência solidária monstra de Luciano e Lucas Moura nas redes, Crespo foi mexendo no time e o Red Bull acabou encaixotando o Tricolor em seu campo.
Rafael teve mais uma crucial intervenção em um lance de muito perigo mas não conseguiu evitar a enorme (de tamanho mesmo) zaga interiorana na bola parada. Com o gol, o Red Bull Bragantino veio para o sufoco e pressionou demais a árbitra no minuto final. Mas deu São Paulo.
Deu São Paulo para acabar com um tabu de sete anos, para acabar com a pecha de favorito do adversário e para mostrar que a equipe dita titular não deve para nenhum outro do Brasil. Para não dizer que falei somente de flores, a saída de Danielzinho foi estranha. O time recuou demais com Pablo Maia e sim, foi um sufoco.
Foi uma bela tarde em Bragança Paulista, com a organizada misturada com o torcedor ordinário, apoio integral nos noventa minutos mais quinze de acréscimo e sentimento de orgulho do time. O São Paulo é cascudo, equilibrado e merecedor dessa classificação.
Por fim, vou falar da Daiane Muniz. Ela é uma árbitra com ótimo potencial, mas ainda em formação. Errou para os dois lados mas ao meu ver não influenciou no resultado. Não dá para santificar mas também não vejo motivos para demonização. Gosto do tipo “deixa o jogo seguir” sem faltinha mas ela ainda carece de uma natural cancha. Tomara que não mude o estilo ‘solto’ de arbitrar.
Rafael: duas defesas de “ganhar jogo”. Nota: DEZ
Lucas Ramon: lateral sem frescura de ir ao ataque. Nota: 9,0
Alan Franco: boa atuação. Expulso ao evitar perigo iminente. Nota: 7,5
Sabino: grande atuação diante da alta equipe adversária. Nota: 9,0
Enzo Diaz: raçudo, ficou na marcação de Lucas Barbosa. Nota: 8,0
Bobadilla: grande atuação no meio. Gol importantíssimo. Nota: DEZ
Danielzinho: facilitou a vida dos meio-campistas e Lucas. Nota: 8,5
Marcos Antônio: muito bem marcado, não brilhou como de costume. Nota: 7,5
Lucas: também bem marcado mas foi autor do gol da classificação. Nota: 8,5
Luciano: apagado até o lance do segundo gol, com assistência magistral. Nota: 8,0
Calleri: mesmo sem lances de gol, luta demais contra a zaga adversária. Nota: 7,5
Pablo Maia, Tapia, Ferraresi e Cauly.
As alterações, juntamente com a necessidade do Red Bull Bragantino em descontar a desvantagem, recuaram o São Paulo. Mesmo assim o time resistiu até o fim.
Crespo: a escalação foi perfeita, as alterações chamaram ainda mais o adversário (principalmente a saída de Danielzinho) mas a cara copeira e a classificação eliminando tabu e a melhor defesa do torneio dão segurança e crédito ao argentino. Nota: 9,0
Abrir mão do Paulista é a PQP!
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Ainda no aeroporto, o meia Cauly chegou a São Paulo dizendo que “sabe jogar bola” e vai se dedicar para ajudar o São paulo, seu novo clube. A frase foi uma espécie de resposta ao trabalho recente com Rogério Ceni, que via o meia caindo de produção em cima da função que lhe dedicara no Bahia.
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Anunciado pelo São Paulo nesta segunda-feira (16), o jogador foi elogiado por seu novo técnico, Hernán Crespo. O argentino chegou a dizer que Cauly é um meia que não existe no elenco atual do São Paulo.
“Cauly pode ajudar a gente por características, é um meia que não temos. Melhora o elenco. Vamos ver como vai entrar no grupo. Não deve ter problemas” – resumiu Crespo sobre Cauly.
Rogério Ceni deve pensar igual Crespo e não gostou de perder Cauly. Clique neste post e veja o que o técnico do Bahia disse sobre a transferência, logo após o último jogo do Campeonato Baiano.
O novo reforço do São Paulo jogou em múltiplas funções no seu último clube. De armador a falso nove, Cauly era uma base de apoio do time em 2023 e 2024. Não é um camisa dez organizador de jogadas no centro do campo mas poderia fazer essa função, se Crespo desejar.
Ao meu ver, Cauly será opção a Lucas Moura e eventualmente Luciano, quando Lucas se adiantar para atuar ao lado da referência no ataque. Porém, como dito anteriormente, Cauly pode até fazer as vezes de falso nove, apesar do São Paulo num futuro próximo contar com quatro jogadores para esta função: Calleri, André Silva, Tapia e Ryan.
Cauly é o quinto reforço Tricolor da temporada. Ele não vinha jogando como titular no Bahia e soma apenas duas partidas em 2026. Por este motivo, a semana livre antes da decisão contra o Red Bull Bragantino será de grande valia para ele e Crespo.
O jogador deve entrar no BID nos próximos dias e estar à disposição de Crespo para todos os campeonatos da temporada: Paulista, Sul-Americana e Copa do Brasil. Inclusive, ele poderá atuar nos dois jogos diante do Bahia pelo Brasileiro e eventuais confrontos na Sula e Copa do Brasil.
Perrone fala sobre Cauly
no Debate Placar:
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