O meia Cauly jogará no São Paulo a temporada 2026. O jogador desembarcou nesta quinta-feira na capital paulista e será do Tricolor por empréstimo até o final do ano, com possibilidade de compra definitiva.
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Segundo o ge, o empréstimo até o fim deste ano custaria 500 mil euros (R$ 3,1 milhões) com obrigação de compra de 50% dos direitos econômicos por dois milhões de euros (R$ 12,3 milhões) caso Cauly atue por no mínimo 25 partidas.
Há também uma obrigação de compra de percentual do meia junto ao Bahia por 600 mil euros (R$ 3,7 milhões) caso Cauly jogar 40 partidas com o contrato de compra em vigor. Por fim, há pagamento de 500 mil euros (R$ 3,1 milhões) por metas relacionadas a conquistas de títulos e conquistas pessoais, como artilharia.
O meia, em baixa no Bahia desde 2024, chega para uma posição carente no elenco do São Paulo: o meio campo criativo que hoje conta com Marcos Antônio, Lucas Moura e Pedro Ferreira. A outra posição pretendida por Crespo é a de primeiro volante.
A vinda de Cauly nas condições acima, isso é, empréstimo até o fim da temporada com obrigações e metas, é boa para as três partes: o São Paulo, o Cauly e o próprio Bahia.
Para o São Paulo é boa porque o clube atende seu treinador sem precisar comprar Cauly como era a pretenção inicial do Bahia, algo absolutamente inviável por um jogador de 30 anos que perdeu espaço nos últimos dois anos. Emprestado e com metas a cumprir para ser comprado no final do ano, é um negócio viável. Chega de arriscar dinheiro.
Para Cauly será uma ótima oportunidade de recuperar o futebol que o fez ser contratado pelo Bahia em 2023, após bons números em clubes de menos expressão da Europa. Motivação maior não há: é o único tricampeão mundial brasileiro, terceira maior torcida do Brasil e ótima estrutura de trabalho.
E por fim, o Bahia. Se Cauly der certo no São Paulo, o clube baiano também se dará bem pois poderá arrecadar um total de 3,6 milhões de euros (R$ 22,2 milhões) e ainda ser detentor de 25% dos direitos econômicos de Cauly.
Lucas Ramon x Cédric Soares
Raio X da lateral direita
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Grande jogo do São Paulo, no Morumbi. Com naturalidade, a equipe de Crespo dominou a partida de ponta a ponta, obteve a sua segunda vitória em casa no Campeonato Brasileiro e larga de forma até surpreendente na competição de regularidade nacional.
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Sem Arboleda, resolvendo problemas pessoais no Equador, Crespo escalou o Tricolor em um 4-4-2 com força máxima diante do Grêmio. O destaque foram duas duplas: Luciano e Calleri e a dupla “faz tudo” Danielzinho e Marcos Antônio. Completaram o time Rafael, Lucas Ramon e Enzo Díaz, Alan Franco, Sabino e, por fim, Bobadilla e Lucas no meio.
Foi domínio do início ao fim com a equipe da casa procurando o ataque sem se desguarnecer a defesa. Porém, foi num lance improvável que surgiu o primeiro gol da partida. O multi-homem Danielzinho foi lançado em direção ao gol, não viu a bola que bate caprichosamente em sua cabeça, chapelando Weverton. O meia sofre o toque dentro da área e o árbitro marca pênalti. Lucas abriu o placar no primeiro tempo.
Já na segunda etapa, a situação do São Paulo foi muito facilitada após a expulsão infantil do zagueiro Wagner Leonardo, já amarelado no primeiro tempo. Com um a mais, o Tricolor ampliou o placar com Calleri e teve o “luxo” de perder mais um pênalti na temporada, além de outras boas oportunidades diante da frágil defesa gremista.
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Carlos Vinícius, maior nome do Grêmio, foi plenamente anulado por Sabino que, ao lado de Alan Franco e os laterais que avançavam e defendiam com equilíbrio, se tornou o grande destaque da defesa.
Um ponto importante na vitória: Com onze contra um, Crespo rodou o elenco sem perder em nenhum momento as rédeas da partida. Entraram ferreirinha, Pedro Ferreira, Tapia, Ferreirinha e Ferraresi, entre outros. O único lamento além do pênalti perdido por Luciano foi a lesão de Bobadilla, que cresceu de produção com Danielzinho e Marcos Antônio.
Os pouco mais de 18 mil torcedores que compareceram ao MorumBIS viram um Tricolor atuando como se estivesse no meio dos anos 2000: dominante, seguro e tranquilo em buscar op resultado positivo. Tirando a formação, pareceu a equipe do tricampeonato Brasileiro.
Com o resultado sobre o Grêmio, o São Paulo atinge cinco jogos sem perder, marca que não era atingida desde agosto do ano passado. Líder do Brasileirão enquanto não completa a terceira rodada, os olhos se voltam ao Campeonato Paulista: domingo o clube fecha a fase de grupos diante da já rebaixada Ponte Preta e uma vitória assegura a vaga nas quartas do estadual.
Rafael: quase um mero espectador. Nota: 7,0
Lucas Ramon: é cedo para falar que achamos o titular? Nota: 8,0
Alan Franco: segurança na zaga. Vem retomando a forma. Nota: 7,5
Sabino: colocou o ótimo Carlos Vinícius no bolso. Nota: 9,0
Enzo Díaz: ótima partida no lado esquerdo. Nota: 8,0
Bobadilla: vinha muito bem até sentir a lesão. Sem nota.
Danielzinho: motorzinho faz tudo na defesa e ataque. Nota: 8,5
Marcos Antônio: partidaça de camisa dez. Nota: 9,0
Lucas Moura: tá evoluindo e adquirindo confiança. Gol. Nota: 8,0
Luciano: assistência, participação e pênalti perdido. Nota: 7,5
Calleri: responsável pela expulsão de Wagner Leonardo, marcou duas vezes (uma em impedimento) e inicia 2026 com grande expectativa após o ano passado praticamente sem atividade. Nota: 9,0
Pablo Maia: no lugar de Bobadilla, deu conta do recado. Nota: 7,0
Pedro Ferreira, Tapia, Ferraresi e Ferreirinha: entraram para o descanso dos titulares e ajudaram a administrar o placar.
Hernán Crespo: promoveu a melhor escalação da temporada. Seu time dominou o adversário de ponta a ponta e teve o luxo de rodar o elenco quando viu que poderia administrar bem o resultado. Sem culpa no pênalti perdido por Luciano. Grande jogo. Nota: DEZ
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Depois de um dia de atraso, o São Paulo finalmente lançou a tão falada (e polêmica) camisa #1 2026/2027. Quem quiser saber a polêmica completa sobre o novo produto pode clicar neste post que eu escrevi tudo sobre os bastidores dela e a justa reclamação de muitos são-paulinos.
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A camisa possui versões torcedor (R$ 379,99), jogador (R$ 569,99) e tem como principal diferencial as polêmicas listras vazadas no distintivo. Ainda farei um post com a diferença entre os dois modelos.
Além das listras e aplicação no escudo, há uma construção especial na gola, um ícone com os 96 anos do clube na parte inferior, a frase “Dentre os Grandes, és o primeiro” nas costas e o escrito “DNA Tricolor” na parte de dentro da camisa, na área do escudo.
A camisa nova da New Balance e São Paulo é confeccionada em tecido leve e respirável 100% poliéster, com tecnologia NB Dry, que absorve a umidade e mantém o corpo seco durante as atividades. O tecido é semelhante a camisa do ano passado.





Não é o modelo de camisa que mais me agradou nos últimos anos mas está bonita e principalmente diferente do usual. Gosto é gosto e pelo que eu apurei, muita gente mais tradicional não curtiu enquanto outras mais adeptas a modernidade gostaram. Apesar de eu entender que as faixas e o escudo não estão de acordo com o estatuto, faltou supervisão do Conselho ou de alguém com mais conhecimento das normas e agora a Inês é morta.
Acho que venderá bem, apesar dos preços salgados.
A camisa está à venda na loja SAO Store oficial da internet. Entre neste link e veja opções masculino torcedor, feminina torcedora, infantil torcedor e masculino jogador. Frete grátis e opções de parcelamento.
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Vitória de virada no MorumBIS. Depois de sair atrás no placar, o São Paulo superou o Primavera de Indaiatuba aos olhos de mais de 37 mil torcedores e espantou de vez qualquer possibilidade de rebaixamento no Campeonato Paulista. E mais: há reais chances de classificação na última rodada.
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Foi mais um jogo de superação do elenco Tricolor, que dominou o primeiro tempo mas não conseguiu converter posse de bola em chances de gol. Com uma equipe mista, capitaneada por um “europeu” Lucas Moura, o time não esteve em sintonia com seu camisa sete e ofereceu pouco perigo a meta do Primavera.
No começo da segunda etapa e já sem um zagueiro do 3-5-2, um vacilo, uma bola desviada e a abertura do placar, com o camisa nove do Primavera com as mãos nas orelhas em provocação a torcida Independente. Crespo colocou a cavalaria em campo (Luciano, Calleri, Danielzinho) e promoveu a estreia de Lucas Ramon.
Em poucos minutos, o novo lateral fez mais que Cédric em toda a temporada e ajudou Lucas, com méritos, a empatar o jogo. Pouco tempo depois, Luciano acusou uma cotovelada dentro da área e Calleri, aos olhos aflitos de todo o MorumBIS, virou a partida.
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Fazer o resultado diante do Primavera em casa era obrigação mas a forma como ele veio fortaleceu ainda mais o elenco e principalmente Lucas, que precisava de uma partida assim para sedimentar uma nítida evolução diante da torcida. Com o gol, o meia-atacante atingiu 56 participações em gols com a camisa do Tricolor e igualou uma grande marca individual pelo PSG, quando esteve envolvido diretamente em 56 gols da equipe francesa.
O resultado tranquiliza o elenco e a comissão técnica, que tem ótimas condições para preparar uma equipe forte diante do Grêmio em casa e, no outro fim de semana, encerrar a sua participação na Fase de Grupos do Paulistão diante de uma já rebaixada Ponte Preta.
E mais uma vez, um show de comparecimento e apoio da torcida do São Paulo. Chuva o dia e a noite toda e mais de 37 mil pagantes, lotando as partes comercializáveis das arquibancadas. Fato a ser exaltado mais uma vez aqui no blog.
Rafael: grande nome, com defesas muito importantes. Nota: 9,0
Ferraresi: atuação mediana, fazia tempo que não jogava. Nota: 5,5
Alan Franco: mesmo sem o auge foi o melhor zagueiro do trio. Nota: 6,0
Dória: falta ritmo e por isso não teve uma boa atuação. Nota: 5,5
Cédric: não sei se já foi bom no passado. Hoje não é. Nota: 4,0
Bobadilla: na minha visão cumpriu o papel no meio. Nota: 6,0
Marcos Antônio: hoje não teve o seu rendimento normal. Nota: 5,5
Enzo: inofensivo no 3-5-2, melhor no 4-3-3. Nota: 6,0
Lucas Moura: enfim, uma partida com cara de Lucas Moura. Nota: DEZ!
Ferreirinha: não rendeu ofensivamente. Nota: 5,0
Tapia: apagado entre os zagueiros. Nota: 5,5
Luciano, Danielzinho, Calleri, Lucca e Lucas Ramon. As mexidas permitiram o resultado. Luciano sofreu o pênalti, convertido por Calleri que também teve participação no primeiro gol. Lucas Ramon estreou com assistência e Lucca entrou no final.
Crespo: o elenco é limitado. Trabalhou bem ao alterar a formação na segunda etapa e colocar a cavalaria em campo. Tem seus méritos na evolução da equipe que não deixa de brigar pelo resultado um minuto sequer. Nota: 8,0
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Empate com sabor de “dava mais” na Vila Belmiro. Santos e São Paulo somam pontos no Campeonato Brasileiro em situações diferentes: o Tricolor mantém a invencibilidade em duas rodadas do Brasileirão e o Peixe adia a recuperação e mantém a crise.
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No geral o São Paulo foi melhor que o Santos. Teve organização coletiva e controle do jogo na maioria da partida, em cima do nervoso e pressionado adversário. O gol santista no fim do primeiro tempo foi fruto de uma bobeada defensiva e uma espalmada feia de Rafael para o meio da pequena área. Sim, nosso goleirão foi “mão de pau”.
Na segunda etapa a equipe manteve o domínio e, após as entradas de Luciano, Marcos Antônio e principalmente Lucas, chegou ao empate. O camisa sete colocou a bola com açúcar para Calleri anotar mais um gol em cima do Santos.
No final, a equipe até tentou pressionar para a virada mas foi visível o cansaço de alguns após três jogos seguidos praticamente com o mesmo time.
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O ponto é bem-vindo. Todo são-paulino sabe que historicamente é bem difícil jogar na Vila Belmiro e por este motivo, o resultado é satisfatório. Mas podíamos mais em cima de um Santos sem apoio da torcida adversária (que ficou em silêncio por protesto) e com um conjunto mal treinado por Vojvoda.
Rafael: bateu roupa no gol do Santos. Nota: 4,0
Alan Franco: o seu lado foi o mais complicado. Nota: 6,0
Arboleda: mais uma partida muito boa. Nota: 7,5
Sabino: boa partida pelo lado esquerdo. Nota: 6,5
Maik: importante no gol do Tricolor. Nota: 6,5
Pablo Maia: bem na marcação. Nota: 6,5
Bobadilla: partida ok. Podia ter chegado mais no ataque. Nota: 6,0
Danielzinho: boa partida, mais concentrado na marcação. Nota: 6,5
Enzo: ótimo na marcação. Mais uma boa partida do argentino. Nota: 6,5
Tapia: hoje não brilhou como na partida passada. Nota: 6,0
Calleri: mesmo ainda fora de forma, gol e muita briga com a zaga. Nota: 8,0
Lucas, Luciano, Marcos Antônio, Ferraresi e Luan. Lucas entrou bem e foi responsável pela assistência no gol de Calleri. Está melhorando e foi útil no segundo tempo dos últimos jogos.
Hernán Crespo: mesmo poupando alguns titulares, promoveu um bom time e substituiu bem na segunda etapa. A equipe poderia ter ganho mas o ponto foi muito bem-vindo. Nota: 7,0
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