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Alto número de lesionados em 2019 é consequência de mal planejamento

É fato que o número de jogadores lesionados é um dos maiores problemas do São Paulo neste ano. De todo o elenco, poucos atletas tiveram a sorte de não passar por um período de recuperação no Reffis da Barra Funda.

 

Para citar dois exemplos, Pablo já sofreu três lesões diferentes durante a temporada desde que chegou no Tricolor e pode desfalcar novamente o time diante do Corinthians. Pato, que veio em abril, já teve três lesões. Das três, apenas uma foi em consequência de uma entrada durante um jogo. As outras foram musculares.

 

No pós-jogo em Salvador, Fernando Diniz saiu em defesa dos profissionais existentes no clube, atestando a qualidade deles. Mas afinal, se o departamento é qualificado como diz o novo técnico, por quais motivos há tantos lesionados no São Paulo?

 

Existem dois fatores que contribuem muito para o excessivo número de atletas no DM em 2019. Um deles foi a curta e mal executada pré-temporada no início do ano. Mesmo sabendo que teria que enfrentar a pré-Libertadores, o São Paulo manteve preparação fora do Brasil e pagou caro com a eliminação precoce na competição internacional, sendo eliminado pelo modesto Talleres. Certamente o curto período de treinamentos e a viagem aos Estados Unidos para participar da Florida Cup influenciaram no início de trabalho.

 

Outro motivo, apontado pelo comentarista Alexandre Lozetti (Globoesporte.com) é a alta troca de técnicos na temporada. Do início do ano para cá, tivemos três profissionais antes de Fernando Dinis e, com eles, preparações físicas diferentes em cargas e horários distintos. Obviamente as alterações atrapalham o ritmo de alto rendimento no futebol profissional. Lesionados, todos os clubes tem e a culpa pode não ter um nome em específico, mas é fato que o mal planejamento do ano aumentou o índice do Tricolor em relação aos seus concorrentes.

 

Questionado sobre o início do seu trabalho na coletiva em Salvador, Diniz explicou a carga de treinos e o cuidado com os jogadores. “Vamos evoluir pouco a pouco. De treinos tivemos quatro ou cinco táticos. Estamos tomando cuidado com a carga. Tivemos de treinar um pouco o time para jogar como está jogando. Não adiantava não treinar.” – disse ele ao Globoesporte.com.

 

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OPINIÃO Bahia 0x0 São Paulo

Opinião da partida:

 

As vaias no apito final resumiram o jogo. Um confronto com muita tática e pouquíssimo perigo de gol. Bahia e São Paulo não fizeram por merecer a vitória pois criaram muito pouco para balançar as redes. Diante das circunstâncias (adversário em casa, desfalques e tempo de trabalho do novo treinador) o ponto em Salvador é bem vindo, com a ressalva de que um clube como o São Paulo não se pode dar ao luxo de ser um dos piores aproveitamentos da série A. Aspecto positivo: deu para ver com clareza a organização tática e o toque de bola com as linhas bem aproximadas típicas de Fernando Diniz, jogo este que dificultou muito os baianos e irritou a torcida local mas, tirando um ou dois lances, não houve jogadas de perigo profundo na meta do Bahia. É preciso transformar esse jogo em gols. O clássico do fim de semana será um bom medidor. Estaremos lá!

 

Nota dos personagens em campo:

 

Thiago Volpi – Praticamente não sujou o uniforme. Nota: 6,0

Juanfran – Jogador forte na marcação no lado direito. Travou boa briga com Moisés (um dos motores do Bahia) e se deu bem. Segundo o clube, saiu por precaução. Veremos no domingo se é precaução ou lesão. Nota: 6,0

Bruno Alves – Boa atuação, evitando qualquer tipo de perigo na meta do São Paulo. Nota: 7,0

Anderson Martins – Atuação muito segura em substituição a Arboleda. Nota: 7,0

Reinaldo – Atuação uniforme, com boas investidas no ataque e alguns cruzamentos perigosos. Se cuidou e não tomou cartão amarelo, que impediria de jogar o clássico. Nota: 7,0

Luan – Bem, na frente da zaga e no início da distribuição de jogo. Nota: 6,5

Tchê Tchê – O ‘Coringa’ de Diniz foi para o lado esquerdo para impedir as investidas de Artur, outro motor do Bahia e conseguiu realizar o trabalho de marcação, porém sem eficiência no ataque. Nota: 5,5

Liziero – Surpresa de Diniz, compôs o meio sem tanto brilho e foi substituído com câimbras na metade da segunda etapa. Quase fez um gol relâmpago no apito inicial na jogada de maior perigo da partida. Nota: 5,5

Hernanes – Partida abaixo de sua média, com poucos momentos de brilho. Em um deles, achou Reinaldo na esquerda em lance que quase resultou em um gol de Pablo. Nota: 5,5

Pato – Não era para ter jogado a partida toda mas se sacrificou diante das saídas de Pablo, Liziero e Juanfran, lesionados. Sua dedicação eleva a sua nota, tornando-o destaque em um jogo sem brilho. Nota: 7,5

Pablo – Mais uma contusão ocasionou sua saída prematura do jogo. Deve passar mais um período de molho. Precisa se benzer fortemente para o restante da temporada. Nota; 5,5

 

Igor Vinícius – No lugar de Juanfran, não comprometeu. Nota: 6,0

Vitor Bueno – Poucas chances no ataque. Nota: 5,5

Igor Gomes – Entrou no segundo tempo e mais uma vez deu uma movimentação interessante no meio-campo. Pena a equipe estar estraçalhada pelas contusões dos atacantes. Nota: 6,5

 

Fernando Diniz – Hoje deu para ver o dedo do técnico no jogo, principalmente na saída de bola. Não considero culpa do treinador a falta de produtividade ofensiva devido ao tempo de trabalho e, principalmente, as contusões seguidas dos atletas e os desfalques pela seleção. O São Paulo não jogou na retranca e mesmo assim não deu brecha ao Bahia. Isso foi um ponto positivo. Nota: 6,5

 

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Nota dos personagens em campo:

 

Rogério Ceni – O MITO. Nota MIL. Merece todas as homenagens.

Thiago Volpi – Uma espalmada num tiro certeiro a longa distância num momento estratégico do jogo que simplesmente valeu o ingresso. Goleiro decisivo. Nota: 8,0

Juanfran – A manutenção dele na equipe dá solidez ao lado direito defensivo, importante quando se tem jogadores ofensivos no setor, como Dani Alves e Antony. No geral, bom trabalho. Nota: 6,5

Bruno Alves – Sistema defensivo no geral funcionou, apesar do inicio de segunda etapa melhor do Fortaleza. Esteve numa boa média. Nota: 6,5

Arboleda – Ao lado de Bruno Alves, esteve dentro de sua média na partida. Nota: 6,5

Reinaldo – O pênalti bobo determinou sua baixa nota na partida, apesar de alguns bons lances durante o jogo. É um jogador que vive o calor do jogo e às vezes exagera nesta intensidade. Nota: 4,0

Luan – O trabalho na retaguarda foi dentro da sua média. Nota: 6,0

Tchê Tchê – Mais uma vez iniciou o jogo no lado esquerdo, fechando a saída de bola lateral. Com a entrada de Igor Gomes, foi mais para o meio e foi lá que iniciou a jogada do segundo gol com um bom lançamento para Antony. Nota: 6,5

Dani Alves – Sua melhor partida desde que chegou ao São Paulo. Como meia, participou das melhores jogadas do time, assistindo Pablo no primeiro gol e deixando Antony na cada do goleiro do Fortaleza. Desta vez achou bons espaços nas costas dos cearenses. Nota: 8,5

Hernanes – Estava nitidamente sem conseguir entrar em sintonia no jogo. Não falta vontade, mas prendeu muito a bola no meio e no futebol corrido e jogado no Brasil isso é quase um pecado mortal. Bem substituído. Nota: 4,5

Antony – Perdeu duas chances claras de estufar as redes mas se redimiu com a difícil assistência para o gol de Igor Gomes. Caçado em campo, foi premiado pela vontade até o fim da partida. Nota: 7,0

Pablo – Além do fundamental gol, foi mais acionado e participou mais do jogo que no Maracanã. Nota; 8,0

 

Vitor Bueno – Perdeu chance clara de gol. Nota: 5,5

Igor Gomes – Nome do jogo ao desempatar uma partida que parecia ‘perdida’. Deu a dinâmica no meio que Hernanes não conseguiu dar e merece mais chances de jogo. Atuação em pouco tempo, mas parecida com sua ‘estreia’ diante do Paulista, no Morumbi, pelo Paulistão. Nota: DEZ!

 

Fernando Diniz – O mais importante agora é o treinador ter paz para trabalhar e os dois resultados (empate no Maracanã e vitória no Pacaembu) foram importantes para a manutenção da paz no CT da Barra Funda. O time teve lampejos de intensidade e trabalhou para superar o momento difícil da segunda etapa após o empate no primeiro tempo. Foi bom ver o torcedor o acolhendo no Paulo Machado de Carvalho. Nota: 6,0

 

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Além do Bahia, São Paulo terá três obstáculos em Salvador. Veja quais são:

O São Paulo está em Salvador para enfrentar o Bahia, às 21h no estádio da Fonte Nova. Além do adversário, carne de pescoço do Tricolor no ano (duas derrotas pela Copa do Brasil e um empate no Morumbi pelo Brasileirão), o time terá outros três obstáculos no confronto. Vamos a eles:

 

O primeiro obstáculo são as ausências certas de Arboleda, Dani Alves e Antony. Os dois primeiros estão com as devidas seleções principal e olímpica, cumprindo data FIFA. Já o equatoriano desfalca o time por ter levado o terceiro amarelo na vitória diante o Fortaleza, no Pacaembu. Anderson Martins e Igor Gomes devem substituir o zagueiro e o camisa dez, respectivamente. A maior interrogação é para a vaga de Antony: Pato e Vitor Bueno disputam a posição. Se estivesse bem fisicamente, Alexandre Pato naturalmente seria o titular. Porém, recém recuperado de um estiramento, há a possibilidade de entrar apenas no segundo tempo. Fernando Diniz levará a dúvida até momentos antes do jogo.

 

O segundo obstáculo é Gilberto, centroavante do Bahia. Ex-São Paulo e condicionado a reserva por conta da chegada de Lucas Pratto, o atacante é peça fundamental do time de Roger Carvalho e vive um grande momento, sendo o vice-artilheiro da competição, com onze gols marcados em vinte e três jogos. Para efeito de comparação, o Bahia anotou vinte e oito gols em todo o Brasileirão até então. Bruno Alves e seu companheiro de zaga que se cuidem.

 

O terceiro obstáculo estará na cabine do VAR. O catarinense Heber Roberto Lopes, com histórico de lambanças contra o Tricolor Paulista, será o árbitro de vídeo na Fonte Nova. Ele terá como assistentes Christiano Gayo Nascimento (DF) e Daniel Henrique da Silva Andrade (DF). Se não fosse ele eu estaria mais tranquilo com relação as revisões de jogadas. Atenção com esse profissional.

 

A princípio, o time irá enfrentar o Bahia com Tiago Volpi; Juanfran, Bruno Alves, Anderson Martins e Reinaldo; Luan, Tchê Tchê, Hernanes e Igor Gomes; Pato e Pablo. Vítor Bueno (ataque) disputa vaga no ataque com Pato e Walce, com contrato novo, corre por fora por uma vaga na zaga.

 

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São Paulo inicia venda para o clássico. Veja valores e como comprar:

O São Paulo iniciou as vendas para o Majestoso do próximo domingo. Como é de praxe, a comercialização começou com os sócios torcedores do clube e depois será expandida para os demais torcedores. A data prevista para abertura geral é 09/10 às 10 horas.

 

As arquibancadas amarela e laranja serão vendidas a R$ 50,00 (meia entrada a R$ 25,00), enquanto que azul e a vermelha serão comercializadas a R$ 70,00 (meia entrada a R$ 35,00). Para STs, a amarela sai a R$ 10,00. Os demais setores variam entre R$ 120,00 e R$ 240,00 (preços cheios).

 

Há também a opção do Camarote Leandro Guerreiro, com o sistema All Inclusive (Comida e Bebida (não alcoólico), Música Ao Vivo, Sorteios de brindes da São Paulo Mania Guarulhos, acesso às ex-jogadores etc. Inclusive após o jogo um Happy Hour é realizado para os convidados beberem uma cerveja (pagamento avulso) e esperar o fluxo de torcedores sair do estádio.

 

As arquibancadas são vendidas somente pelo site Total Acesso.

 

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Tchê Tchê cita “extracampo” como um dos diferenciais de Fernando Diniz

O volante Tchê Tchê esteve no programa “Bem, amigos!” na última segunda-feira. Entre outros assuntos, o jogador comentou sobre a metodologia de Fernando Diniz, técnico na qual ele já trabalhou nos tempos de Audax.

 

Para o volante, um dos diferenciais do novo técnico Tricolor é o tratamento extracampo, no dia a dia do CT. “Ele trata do lado humano também. Claro que vamos ser cobrados pelo que apresentamos no campo. Mas no dia a dia tem esse contato também. Acho que os jogadores gostam desse tipo de atenção pra se sentirem importantes como pessoas também”. – disse Tchê Tchê durante o programa.

 

Ex-jogador, Fernando Diniz é formado em psicologia e usa o que aprendeu em seus treinamentos. Tchê Tchê disse no programa que era um jogador problemático no início da carreira e a ajuda de Diniz foi fundamental neste sentido.

 

Perguntado por Muricy sobre sistema de jogo, Tchê Tchê disse que o conceito é o mesmo dos tempos de Audax: posse de bola e agressividade. Porém, com o tempo, o técnico foi fazendo ajustes na busca de um time mais equilibrado e competitivo. O volante vê evolução na metodologia de trabalho e postura em campo, desde os tempos de Audax até hoje, no São Paulo. “Nos outros trabalhos dele já vinha evoluindo isso.” – disse.

 

Tchê Tchê é um dos jogadores versáteis do grupo Tricolor. Ultimamente tem sido usado mais no lado esquerdo mas, na minha opinião, seu futebol cresce no meio-campo, ao lado de um meia criativo e um volante com características mais defensivas.

 

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