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Leia os principais pontos da entrevista coletiva da volta de Cuca ao São Paulo

Cuca foi apresentado no CT da Barra Funda na tarde desta segunda-feira. O treinador disse estar energizado e feliz para realizar um bom trabalho no clube e pede a confiança da torcida em suas crenças. 

 

Sobre quando irá treinar o clube em campo o técnico disse até que vai dar uma “adiantadinha” na previsão médica. Cuca disse que está fazendo um tratamento para estar 100% mas, pelo que sente, já já poderá voltar. O treinador disse ter que sentir o elenco antes de fazer pedidos de reforços para a diretoria e que trabalhará ao lado de Mancini para evoluir o elenco.

 

Sobre a mira da torcida em jogadores como Nene e Diego Souza, Cuca disse ser natural os protestos em cima dos mais experientes e disse que o principal objetivo é recuperar o jogador. De que forma? De um processo natural, com a volta dos resultados. Cuca diz que é obrigação o São Paulo se classificar no Paulista e, “no bolo dos classificados”, precisa estar preparado. 

 

Cuca reafirmou o seu estilo de marcação forte para a roubada de bola e comparou seu estilo ao de Mancini, atualmente o interino do clube. O técnico agradeceu muito a disposição do interino em viabilizar sua chegada. “Sem o esforço dele em voltar a treinar eu não viria” – disse.

 

Cuca prega que o elenco tem que ser uma “família” e que ela precisa ser fortalecida para a busca dos resultados. Por fim, o treinador disse não ter multa em seu contrato: “Se o São Paulo não me quiser mais ele tira, se eu não quiser mais ficar eu saio” (disse ele) e que precisa de paciência para recuperar o elenco e o bom futebol do Tricolor.

 

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Conselheiros sentem o momento e tentam mobilização por mudanças no clube

A péssima fase do time dentro de campo e os protestos dos torcedores, somados aos anos de estiagem de títulos, atingiram alguns conselheiros do São Paulo Futebol Clube a ponto de alguns membros do Conselho tentarem uma mobilização para tentar alterar alguns procedimentos no clube.

 

O conselheiro vitalício Marcos Francisco de Almeida, convocou via Whatsapp os demais conselheiros (oposição e situação) no sentido de tomar atitudes condizentes com a dimensão da instituição São Paulo Futebol Clube.

 

“Não podemos ficar alheios ao que está acontecendo e ficar somente atuando como comentaristas através do uso do “WhatsApp”. Isso é muito pouco para quem também tem responsabilidades com o destino da instituição” – disse Marcos Francisco aos seus companheiros de conselho.

 

No texto, o conselheiro propõe que os atuais gestores executivos apresentem metas para o Conselho Deliberativo, uma vez que estão em posição de mando e são remunerados (até mesmo o presidente). Caso as metas não sejam atendidas o órgão máximo do clube adotaria medidas como suspensão ou até mesmo exoneração do cargo. “É assim que funciona o profissionalismo!” – concluiu Marcos Francisco.

 

Os grupos que compõem o cenário político do clube estão em plena efervescência, convocando reuniões e discutindo caminhos para uma ação efetiva que busque a melhora administrativa. Por exemplo, o conselheiro Newton Luiz Ferreira (Newton do Chapéu) pretende colher 1.500 assinaturas entre os sócios do Tricolor, necessárias para a convocação de uma Assembléia Geral no clube. Por outro lado, uma petição digital está próxima de atingir vinte mil assinaturas de torcedores de todo o Brasil.

 

Se algo vai alterar nos próximos dias, somente o tempo dirá. O fato é que a insatisfação coletiva com a atual situação vivida pelo clube dentro e fora de campo diante seus adversários atingiu parte do Conselho, órgão capaz de possíveis alterações administrativas no clube.

 

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Atitude de Reinaldo é exemplo de descaso Tricolor em jogos importantes!

Mais uma cena emblemática em uma derrota do São Paulo em clássicos, algo que vem sendo cotidiano nos últimos anos. O lateral Reinaldo, alheio ao resultado e a importância da partida para o torcedor são-paulino, sai abraçado e aos sorrisos com um adversário. A imagem foi captada da internet na saída de campo das duas equipes, em Itaquera.

 

Amizades a parte, a imagem simboliza a falta de compreensão e sentimento do elenco Tricolor em relação a um clássico. Mesmo atuando de igual para igual, o São Paulo perdeu mais um jogo em falhas individuais e sai de campo dando a impressão que participou de apenas um amistoso, do tipo “Florida Cup”.

 

 

Não tenho nada contra a pessoa Reinaldo. Acho um jogador fraco para atuar com a camisa do São Paulo, supervalorizado até pelas mídias do próprio clube. Mas não é esse o ponto do texto. Nem tão pouco tempo atrás, São Paulo e Corinthians protagonizavam uma acirrada rivalidade, a ponto dos funcionários do rival serem instruídos a não cumprimentar os Tricolores, mesmo havendo amizade. Vampeta, ex-jogador do Corinthians confirmou isso no programa “Bola da Vez” e o próprio Lugano, ídolo do São Paulo, vivia dizendo que nunca trocava camisa com um corinthiano ou palmeirense.

 

A última vez que vi brio pré, durante e pós um clássico foi na vitória contra o próprio Corinthians na fase de grupos da Libertadores 2015. Os jogadores, funcionários e torcida criaram um verdadeiro clima de terror para o rival, culminando em uma vitória tranquila onde o protagonismo foi todo Tricolor.

 

A culpa não é só de Reinaldo e não quero transformá-lo no único exemplo de descaso em relação a jogos grandes. O problema vem de cima; de quem instrui, de quem forma jogadores para jogar em time grande. Minha sugestão é que o clube tire Lugano do cargo quase decorativo onde ele está atualmente e o aproveite em seu habitat verdadeiro: o vestiário. Com Lugano no futebol, a chance de casos como esse acontecerem seria mais difícil. O São Paulo precisa de gente que sabe e ensine os que não sabem que clássico não se joga. Clássico se ganha.

 

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Em coletiva franca, Mancini fala em Luan e Liziero no meio-campo Tricolor

O técnico interino Vagner Mancini concedeu uma entrevista franca e de certa forma surpreendente no pós jogo do Itaquerão. O técnico deixou números e polêmicas de campo de lado e bateu duro na realidade Tricolor.

 

Entre as coisas que chamaram atenção, o técnico confirmou a baixa produção do Tricolor e a oscilação do time nos jogos desta temporada. “Está muito abaixo do que uma equipe do porte do São Paulo deveria jogar. (sic) Não é só na conversa e mostrando vídeos aos atletas. (sic) Temos que achar uma maneira da equipe ter uma sequência melhor na partida. Hoje o jogo foi equilibrado, acho que o empate seria mais justo, mas não podemos reclamar a partir do momento em que erramos e damos ao adversário a chance de chegar ao nosso gol.” – disse ele sobre o jogo e o desempenho Tricolor em 2019.

 

Além da análise da partida, Mancini deu a entender que Luan e Liziero deverão fazer parte do meio-campo. “Acho que no setor de meio-campo temos que ter jogadores mais leves. Infelizmente não tenho ainda o Liziero e o Luan está voltando da Seleção, ainda um pouco afastado das coisas que estão acontecendo no São Paulo. A bola não saía limpa de trás e isso dificultava a chegada dela ao ataque. – disse ele.

 

Mancini ainda comentou sobre a baixa autoestima do time e aposta nas duas semanas cheias de trabalho para recuperar o time. “Se tiver que mexer na equipe eu vou mexer. Tenho que ver um São Paulo vibrante, que goste da bola. Não quero ver um São Paulo que perdia a bola, com dificuldade de armação, com bola saindo lenta. Gosto de equipe leve, rápida, que alterne os lados do campo. O São Paulo hoje não deu para eu sair satisfeito.” – completou.

 

Gostei da sinceridade e a forma direta como Mancini tocou na ferida de dentro de campo. Como sugestão, além de Luan e Liziero, mexeria também no lado esquerdo. Tal qual Bruno Peres, Diego Souza e Nene, faz tempo que Reinaldo e Everton estão merecendo um banco.

 

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OPINIÃO SCCP 2×1 São Paulo

Mais do mesmo. Mais um clássico sem saber ou sentir o que é um clássico e mais uma derrota no Itaquerão. Mesmo com o adversário apresentando um time horripilante, o São Paulo mostrou ser ainda mais tenebroso e novamente envergonha o torcedor que ainda assiste os seus jogos.

 

A partida foi equilibrada e de péssimo nível técnico. As duas equipes jogaram com muita cautela, muitos erros de passe e poucos chutes ao gol. Muita tática para pouca técnica. No caso do São Paulo, percebe-se um Hernanes fora da sintonia e longe da grande área. Justo ele, o fio da nossa esperança. Do outro lado, coube ao adversário os lances de maior perigo e, em uma bola aérea somada a triste contribuição do goleiro Thiago Volpi, o placar foi decretado.

 

Detalhe macabro: por incrível que pareça o São Paulo, ao anotar o seu gol, teve a possibilidade de vitória para o seu lado no segundo tempo. Porém, o adversário mesmo acuado em em sua área, esperou a evidente falha dos são-paulinos e pumba; mais uma vez matou a partida no erro. Um pouco mais de ousadia e entendimento de jogo poderia ter resolvido, mas como disse anteriormente, faz tempo que perdemos a noção do que é jogar um clássico.

 

E assim, abatidos e desorganizados, caminhamos para mais um manjado roteiro de estadual: perder todos os clássicos, sofrer para se classificar no grupo e, por fim, ser eliminado na semifinal por um rival em um clássico, sem sentir ou entender o que é jogar um clássico. Ano que vem, por termos sido eliminados na semifinal, jogaremos duas vezes fora de casa novamente por conta do regulamento dos clássicos e perderemos mais uma vez. Um circulo vicioso insuportável para o torcedor, mas algo normal para os mandatários e o conselho do clube. “Uma fatalidade”.

 

Historicamente sabemos os problemas do Tricolor mas, dentro de campo, cabe exclusivamente a estes jogadores darem a resposta. Uma folha salarial tão alta não pode apresentar esse futebolzinho de várzea. Menos fut-volei e mais infiltrações, menos fut-mesa e mais tabelas e aproximação. O torcedor não aguenta mais ver um elenco tão caro e tão distante do que é ser São Paulo.

 

Nota dos personagens da partida:

Thiago Volpi – Falhinha no primeiro e falhona no segundo gol. Nota: 3,0
Igor – Mesmo tímido e com um amarelo, melhor que Bruno Peres. Nota: 5,0
Bruno Alves – Dois gols de bola aérea. Nota: 4,0
Arboleda – Dois gols de bola aérea. Nota: 4,0
Reinaldo – Afina em jogo grande. Merece um banco. Nota: 3,0
Willian Farias – Volantão sem recursos para ir a frente. Nota: 5,0
Hernanes – Um dos piores em campo. Longe da forma ideal. Nota: 3,5
Hudson – Foi meia, foi volante e falhou na marcação da lateral. Nota: 4,0
Pablo – Um dos poucos que se salvaram. Marcou o gol Tricolor. Nota: 6,0
Carneiro – Dono das melhores infiltradas. Merece ser titular. Nota: 5,5
Everton – Não se apresentou ainda em 2019. Nota: 3,5

Antony – Mostrou personalidade mas ficou preso na marcação. Nota: 5,0
Nene e Diego Souza
– Nada. Sem nota.

 

Vagner Mancini – Perdemos mais uma vez pela falta de atenção em detalhes e falta de apetite em clássicos, mas vi um time um pouco melhor que o treinado por Jardine, o que não é muito difícil. Não perdemos pelo técnico e sim pelas falhas individuais e falta de garra coletiva. Nota: 5,0

 

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