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Zagueiro de coragem e compromisso!

Nação do Maior do Mundo;

 

Rodrigo Caio quebrou todos os protocolos do ‘politicamente correto’ na entrevista coletiva desta sexta-feira, no CT da Barra Funda, em São Paulo. Questionado sobre a temporada, o zagueiro não fugiu da raia: detonou a falta de compromisso de parte do elenco e defendeu todo o direito da diretoria do clube em fazer uma limpa, se quiser.

 

Geralmente os atletas são polidos e talhados para se esquivarem deste tipo de comportamento. Sempre ouvimos respostas protocolares e bem cuidadas, blindando o grupo e o trabalho. Rodrigo Caio não. Foi direto e incisivo e precisa ser ouvido pelo alto clero Tricolor.

 

Atleta que cresceu no clube, trabalhou muito para superar o preconceito sobre seu porte na zaga e até foi apelidado de ‘jogador de condomínio’ por parte da torcida, Rodrigo deu a volta por cima com uma estrondosa evolução e a inédita medalha de ouro olímpica. E o melhor: voltou da CBF melhor que foi. É compromissado!

 

Quero dar os parabéns a ele. Teve muita coragem para mostrar publicamente a insatisfação com mais um ano perdido, mesmo podendo ser segregado por quem possa se sentir atingido. Ao falar que o time não se recompunha direito em campo, expôs a falta de vontade de alguns em correr e cooperar.

 

A tendência é Rodrigo ser negociado em breve mas, se existir uma possibilidade de permanência, defenderei o jogador na zaga, ao lado de Maicon. É um exemplo. Precisamos justamente de atletas com esse tipo de personalidade, que encarem adversidades de frente e não tenham medo de desafios.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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OPINIÃO: São Paulo 1×1 Grêmio

Nação do Maior do Mundo;

 

Um bom primeiro tempo, um segundo tempo abaixo da média e um empate entre duas camisas gigantes no Cícero Pompeu de Toledo. O São Paulo se despede do Morumbi com um pontinho a mais na tabela e críticas de seu torcedor.

 

O golaço de Chavez foi o ponto alto do Tricolor Paulista na peleja. Defendo e defenderei o argentino no elenco durante toda a temporada de 2017. Ele, juntamente com o pequeno Majestoso Cueva, foi o destaque do time em um jogo brigadíssimo no meio-campo. Ricardo Gomes mais uma vez escancarou o elenco irregular ao colocar Carlinhos e Hudson, que voltavam de contusão, na metade da segunda etapa. O Grêmio se aproveitou e conquistou o justo empate, praticamente na última (e defensável) bola que teve.

 

A torcida tem todo o direito de se frustrar. Depois do show no clássico da semana passada a ilusão era uma arrancada rumo a Libertadores. Pés no chão: temos um elenco a formar e precisamos de tempo, qualidade e tranquilidade. Temos uma espinha dorsal mas precisamos completar peças-chave para vislumbrarmos mais que mera participação coadjuvante no ano que vem.

 

Nota dos principais personagens da partida:

 

Denis Pouco exigido. Bola defensável. Nota: 4,5

Buffarini Boa participação, suando a camisa e marcando bem seu setor. Nota: 7,0

Maicon Tranquilidade na zaga. Nota: 6,5

Rodrigo Caio Boa partida. Seguro. Nota: 7,0

Mena Como sempre, muita luta. Nota: 5,5

João Schmidt Boa partida, com assistência a gol. Caiu na segunda etapa. Nota: 6,0

Thiago Mendes Vinha fazendo uma partida normal até sentir e sair. Nota: 6,0

Cueva Correu tanto que parece que voltou do Peru de jatinho particular! Nota: 7,5

David Neres Discreto, teve poucos lances agudos. Nota: 5,5

Chavez Golaço, luta e dedicação. Cansou no final, como todo o time. Nota: 9,0

Luiz Araújo Teve dia de “Centurión”. Nota: 4,0

Hudson e Carlinhos Ambos entraram mal demais. O time decaiu. Nota: 4,0

Ricardo Gomes Terá problema de pegação de pé no Paulista 2017. Anotem! Nota: 4,5

 

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Mesmo ainda jogador do West Ham, Calleri participa de ação com camisa do São Paulo autografada

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O atacante Calleri voltou a ser alvo de forte especulação entre os torcedores do São Paulo. Sub aproveitado no West Ham, o argentino pode rescindir seu empréstimo com o clube inglês e aparecer em outra agremiação em 2017. Até mesmo no Tricolor.

 

Por enquanto não há nada que indique uma negociação avançada com qualquer clube. Sondado pelo Sevilla (Espanha), talvez o seu mais provável destino, o atacante participa de uma curiosa ação envolvendo o manto sagrado Tricolor. Em seu Facebook, Calleri convida a torcida do São Paulo para concorrer a uma camisa autografada no site Hinchas. Ele sempre fala do Tricolor no seu Face, ultimamente muito mais que até o Boca Juniors, clube que o projetou internacionalmente. Curiosa a ação pois o jogador atualmente pertence ao clube londrino.

 

Atualizado Segundo o jornalista Jorge Nicola, o São Paulo já negocia com o pai de Calleri. O atleta pediu para sair do West Ham após ser ‘rebaixado’ para o sub20 do clube londrino. Sevilla e Palermo estão de olho também no jogador. A estratégia do São Paulo é mostrar o amor da torcida pelo jogador e a possibilidade de vitrine para um clube maior que os citados acima em 2018.

 

Clique aqui para saber mais sobre a promoção do site/app Hinchas.

 

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São Paulo e torcida que se acostumem: sondagens por Cueva são normais e serão constantes!

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O dono da bola no Morumbi neste momento é Christian Cueva. Em menos de uma semana, o meia peruano fez chover tanto no São Paulo como na seleção de seu país. Foram ao todo dois gols e quatro assistências para o Tricolor contra o Corinthians e para o Peru, diante do Paraguai.

 

O camisa 13 foi um achado no mercado da bola e um dos poucos acertos do futebol no meio do ano. A habilidade do departamento de futebol na época o trouxe após ‘xaveco’ de Pintado no jogo de volta diante do Toluca no México e por um valor incrivelmente baixo (cerca de R$ 8 milhões em 4 prestações) quando Gustavo Vieira de Oliveira ainda estava na gerência do setor. Hoje o meia vale bem mais que o que está sendo pago pelo Tricolor.

 

E não é que já tem clube de olho no atleta? Segundo a rádio peruana RPP, o Paris Saint Germain estaria monitorando os passos do pequeno e habilidoso jogador. Clube e torcida tem que se acostumar com isso. É normal e será inevitável, cada vez que uma janela se aproximar ou que alguém da América do Sul estiver em destaque. Cueva agora terá o desafio de enfrentar o Brasil na próxima terça-feira (15), no Estádio Nacional do Peru. Se fizer chover novamente, pode ter certeza que não só o PSG como outros interessados entrarão na lista. Porém, para tirar do Tricolor, o interessado terá que desembolsar o valor integral da multa do jogador (estima-se ser em cerca de R$ 100 milhões*) e contar com a anuência do atleta. O São Paulo possui 100% do jogador e o contrato de Cueva termina em junho de 2020.

 

Eu estimo pelo menos mais um ano do ‘pequeno majestoso’ no Tricolor.

 

* Informação atualizada em 13/11/2016.

 

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Phillipe Coutinho quase jogou no São Paulo. Conheça outros ilustres nomes da “lista do quase” Tricolor…

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O jogo diante da Argentina em BH estava complicado para o Brasil até o gol de Phillipe Coutinho. O meia do Liverpool, que caiu como uma luva na seleção de Tite, marcou o gol que deu tranquilidade para o time aplicar a goleada por 3×0 nos hermanos nas Eliminatórias da Copa.

 

Você sabia que Phillipe Coutinho quase veio parar duas vezes no Tricolor? A primeira sondagem foi antes da sua saída do Vasco da Gama em 2010 e a segunda vez foi quando ele atuava na Internazionale. Os italianos queriam incluir o meia numa negociação pela chegada de Lucas, em 2012. Segundo o Blog De Prima (Lance!), a Inter ofereceu 25 milhões de euros (mais de R$ 62 milhões na época) e o empréstimo do meia Philippe Coutinho por um ano pelo camisa sete Tricolor. Proposta recusada por Juvenal Juvêncio.

 

Outros grandes jogadores já estiveram na ‘lista do quase” Tricolor. O mais emblemático deles foi Renato Gaúcho, que chegou a ser apresentado pelo clube em fevereiro de 1997. Na coletiva de apresentação, Renato Gaúcho não vestiu a camisa Tricolor, causando estranheza. Tudo não se passou de uma provocação de Gaúcho ao seu ex-clube, o Fluminense, que lhe devia dinheiro. A tática de Renato funcionou. Três dias depois, o Flu saldou a dívida de R$ 1,1 milhão, o atacante voltou à Laranjeiras e o São Paulo fez papel de bobo no mercado.

 

A dupla Romário e Edmundo também estiveram quase lá. O baixinho quase chegou em 1988, após sua primeira passagem pelo Vasco. “Quando acabaram as olimpíadas de Seul, eu estava quase me transferindo para o São Paulo, aí o Hiddink (técnico do PSV na época) esteve aqui, com o manager do clube, conversaram com o Vasco e comigo no aeroporto Santos Dumont, e acabei indo para o PSV” declarou ele no programa Zico na Área.

 

Edmundo foi outro que quase vestiu a camisa mais vencedora do Brasil. E esse o Tricolor tentou três vezes: 1996, 2000 e 2001. Em 2001 ele chegou a declarar que já era do São Paulo, após ter garantido o seu passe na Justiça Trabalhista contra o Vasco, anunciando a transferência para o São Paulo: “Tenho um acordo com o presidente do São Paulo, Paulo Amaral. Agora, é só botar no papel”. Deu ruim.

 

Contam na boca pequena que Ronaldo Fenômeno, que treinava no Flamengo antes de fechar com o Corinthians, também bateu nos portões do Morumbi para tentar acertar com o São Paulo. O caso mais recente foi de Seedorf, que antes de fechar com o Botafogo, flertou com o Morumbi, nas palavras de João Paulo Jesus Lopes, o vice de futebol da época.

 

Sem arrependimentos. São casos comuns do esporte, que poderiam mudar para melhor ou pior os rumos da história do Tricolor. Assim como no futebol, o “se” não joga por aqui, mas seria legal imaginar esses foras de série vestindo a camisa do Maior do Mundo.

 

Azar o deles não terem passado por essa experiência.

 

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