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Marketing do São Paulo contabiliza R$ 40 milhões em 2017 e credibilidade no mercado

Nação do Maior do Mundo;

 

Se o setor do futebol não andou como o desejado, ao que tudo indica o Marketing do São Paulo voltou a retomar os trilhos condizentes com o clube mais vencedor do país. O setor contabilizou neste ano cerca de R$ 40 milhões de receita com patrocínios, estádio, Sócio Torcedor e ações nos jogos contra R$ 6 milhões no ano da gestão Carlos Miguel Aidar. O marketing do São Paulo não incluiu nesta soma a receita vinda de material esportivo, no caso a Under Armour.

 

O ‘cartão de visitas’ foi o evento de despedida de Rogério Ceni dos gramados, em dezembro do ano passado, também não contabilizado nos R$ 40 milhões acima. Além da chegada do patrocinador master (Prevent Senior) e demais patrocinadores da camisa e de propriedades digitais do Morumbi (FIAP, Joli, Gatorade, Copa Airlines e a mais recente, Poty) o setor mexeu profundamente no programa Sócio Torcedor, implementando melhorias e chegando nos atuais 110.750 sócios.

 

Novos parceiros chegaram ao estádio do Morumbi, como o Bar&Poker e o restaurante árabe Amani, que se juntaram a Salucci Saladas, Companhia Atlética, loja São Paulo Mania e ao restaurante japonês By Koji, entre outros. Nos jogos grandes de Libertadores, ações do Marketing contribuíram com ao menos um milhão de receita a mais por jogo, pelo menos. Pontualmente, o clube agregou serviços a camarotes vazios e vendeu o espaço durante os jogos, gerando receita a mais.

 

A previsão é de, no mínimo, mais R$ 40 milhões de receita para 2017. Mais que isso, o Marketing comemora a volta da credibilidade do clube no mercado, atuando de maneira séria e transparente. Ainda há muito para melhorar e cito o Memorial de títulos e o merchandising como pontos a serem melhor explorados, mas neste setor houve uma nítida evolução, principalmente nos pontos mais emergenciais, como patrocínios e ST. Para o ano que vem esperamos que o futebol profissional acompanhe a retomada do Marketing, com um time competitivo e previsão de títulos.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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A matemática do ingresso acessível

Nação do Maior do Mundo;

 

Seguem os dez maiores públicos dos times de série A em 2016 até o momento:

 

  1. São Paulo x A. Nacional (61.766 pessoas) derrota
  2. São Paulo x A. Mineiro (61.297 pessoas) vitória
  3. São Paulo x Chapecoense (54.996 pessoas) empate
  4. Flamengo x Palmeiras (54.665 pessoas)
  5. Flamengo x Corinthians (54.250 pessoas)
  6. São Paulo x Corinthians (53.781 pessoas) vitória
  7. São Paulo x Toluca (53.241 pessoas) vitória
  8. São Paulo x River Plate (51.342 pessoas) vitória
  9. Cruzeiro x Grêmio (50.715 pessoas)
  10. São Paulo x Ponte Preta (49.673 pessoas) vitória

 

Diante dos números não há contra-argumentos: o Tricolor está presente em sete dos dez melhores públicos neste ano no Brasil. Claro que o clube foi ‘beneficiado’ com a chegada até as semifinais da Libertadores e com os ingressos mais baratos na reta final do Brasileirão, mas casa cheia é casa cheia e eu não fico torcendo para quem tem o ingresso mais caro ou para quem tem o estádio mais moderno. Minha vontade é e sempre será ver o torcedor do são-paulo lotando o Morumbi. E com ingresso a um preço acessível o povo comparece, independente da fase ou da qualidade do time.

 

Que nossa diretoria tome isso como norte para definir a política de preços no ano que vem. Não tenho dúvida que, com casa cheia, a cada dez jogos no Morumbi pelo menos sete a gente vence, mesmo com um time mais ou menos. Minha sugestão de preços é R$ 10,00 (arquibancadas atrás do gol), R$ 20,00 (arquibancadas azul e vermelha), e R$ 40,00 cadeiras. Para ST a metade disso. No resto dos locais pode ter preço para todos os gostos, até para os camarotes open bar, para quem gosta de jogo balada. Sem preconceito.

 

O Ponto é: o clube precisa rentabilizar com casa cheia, e não com o Morumbi meia bomba. E rentabilizar não é só com os ingressos e sim com o consumo interno e uma atmosfera quente, vibrante e que favoreça vitórias. Destes sete ótimos públicos no Morumbi, o Tricolor venceu cinco.

 

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Tabelinha entre TRI Mundiais!

Será que volta? O atacante Calleri, atualmente no West Ham United (ING), recentemente fez alterações no seu twitter em menção a goleada aplicada pelo São Paulo no Corinthians no último sábado, pelo Brasileirão 2016. O atleta colocou imagem do seu amigo falecido em um acidente de moto e de sua namorada com os quatro dedos da mão levantados no Morumbi. A atualização pode ser vista no twitter oficial do jogador.

 

Valorizado! O São Paulo se reunirá com Rodrigo Caio nos próximos dias para tentar a extensão do prazo do contrato do jogador, com fim previsto para 14 de outubro de 2018. Clube e jogador desconversam, mas a intenção de Marco Aurélio Cunha é melhorar o salário atual e aumentar mais seis meses o prazo de contrato do atleta, que tem 80% dos seus direitos ligados ao Tricolor. É quase certo que Rodrigo não ficará por muito tempo no clube, dada a sua grande valorização no mercado.

 

“O bagulho é loco!” Não é só o meia peruano Cueva que se dá bem contra o Corinthians. Em apenas dois meses o atacante David Neres participou de duas goleadas diante do rival. Uma com o sub20 (5×0) e outra neste último sábado (4×0), inclusive com gol. O garoto está com tudo e não está prosa!

 

Camisa Comemorativa A camisa comemorativa amarela ficou bem mais em conta na loja São Paulo Mania em novembro. Ela está custando R$ 129,90, com frete grátis. Grande chance para quem quer ter um produto diferente e esperou a baixa de preços. Compre a sua aqui.

 

Pub&Poker O mais novo pub do estádio do Morumbi, ainda está em fase de ‘soft oppening’, isso é, está aberto mas ainda não iniciou a divulgação em massa. O primeiro pub Jack Daniel’s do Brasil ainda está afinando o cardápio e o atendimento antes de chamar de vez o apreciador de poder, bourbon e o São Paulo Futebol Clube. Já estive no local; é fantástico!

 

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Milton Cruz apontou o principal motivo de seu afastamento do clube

Nação do Maior do Mundo;

 

Ciúmes. Este foi o principal motivo encontrado por Milton Cruz para justificar seu afastamento do clube no início do ano. O ex-auxiliar técnico do São Paulo FC contou que a amizade muito forte que teve com Juvenal, Marcelo Portugal Gouvêa e que tem com Abílio Diniz foi a principal causa de seu afastamento do clube.

 

A declaração foi feita no programa Agora o bicho vai pegar, da Bradesco Esportes FM. Milton disse que foi pego de surpresa com a proposta de um cargo ‘burocrático’ no CT e não viajar mais com a delegação, nem fazer sua função de auxiliar no campo. Após um dos primeiros treinos de Edgardo Bauza no Tricolor, Milton foi chamado pelo então diretor Luiz Cunha e entre muitos elogios, se deparou com a inusitada proposta. Ele negou veementemente influência de Abílio Diniz nas decisões dentro de campo do São Paulo e disse que Diniz entende muito mais de futebol que as pessoas imaginam.

 

Fora do Tricolor e com propostas recusadas do Coritiba, Ceará entre outros, Milton agora se prepara para assumir a direção técnica de algum clube Brasileiro. Após um período na Europa, onde esteve no Real Madrid e Paris Saint Germain entre outros, o profissional irá completar seu curso na CBF e tentará a carreira de técnico. Ele tem dois grandes incentivadores: Rogério Ceni e Muricy Ramalho.

 

Entre outras histórias, Milton Cruz revelou que foi ele que chamou Michel Bastos para o clube. Na época o time precisava de um lateral esquerdo e o contato foi feito via Rafael Tolói, que havia jogado com Michel na Roma. Só depois no São Paulo, Michel resolveu atuar mais na linha de frente que como lateral. Outra história foi a chegada de Adriano no clube. Milton disse que apesar das escapadas depois dos jogos, o Imperador não era do tipo encrenqueiro. Milton foi o cara que trouxe duas vezes Luis Fabiano. Na primeira vez Luiz chegou do Rennes, ainda se chamando só “Fabiano”.

 

Gosto muito do Milton, esse tem muita história prá contar. Tudo tem seu tempo, até mesmo um profissional como ele, mas o que está em questão é o modo como ele saiu. Todo patrão tem o direito de trabalhar com o funcionário que quiser e isso tem que ser respeitado, mas Milton sempre foi um cara com muita identificação com o São Paulo.

 

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Análise de um ano que precisa servir de parâmetro para grandes mudanças

Nação do Maior do Mundo;

 

A derrota doída para o ex-lanterna da competição na última segunda-feira pelo menos traz algo de bom para o São Paulo Futebol Clube e seus torcedores: trás de volta para o chão todos (ou quase todos) aqueles que achavam que o G6 estava próximo e a base, como num passe de mágica, seria a solução de todos os problemas estruturais do elenco. O típico e soberbo pensamento “o campeão voltou” dos últimos anos.

 

A derrota de ontem, mas foi reflexo de um São Paulo que teve problemas demais no futebol neste ano e precisa de muitas mudanças para 2017. O clube montou um time no início do ano com poucos recursos e chegou longe na Libertadores, principal competição do ano, mas vendeu seus principais jogadores e, se não vencer um dos próximos dois jogos em casa, sofrerá até o último jogo para se garantir na série A.

 

Não tenho nada contra a pessoa de Ricardo Gomes. Deve ser uma pessoa muito legal e certamente é íntegro na sua profissão. Mas não o vejo no banco de reservas de um clube com tanta pressão atual como o Tricolor. Inclusive, o jornalista Jorge Nicola afirma que caso a equipe não conquiste a Libertadores de 2017, Gomes sairá do cargo e provavelmente continuará trabalhando no clube, como cargo de diretor de futebol ou algo assim. Seria o ideal.

 

No plantel titular, sem rodeios: a equipe precisa de cinco a seis jogadores titulares para ontem. Um atacante de área, um pelos lados, um bom volante, um meia armador, um lateral esquerdo e um… goleiro. O ataque preocupa, é o terceiro pior entre 20 equipes. O clube se desfez de Kardec, Kieza e emprestou Rogério, além de encerrar com Calleri. Neres deve ser mantido para ganhar confiança mas Kelvin não ficará em 2017. É preciso pensar em alternativas alem de Robson, que terá meio ano para tentar provar capacidade. O mesmo com Jean Carlos, que encerrará contrato no meio do ano que vem. O nome para o meio é Lucas Fernandes, mas estamos falando de uma temporada inteira. Eu iria atrás de um meia experiente para conduzir o time ao lado do jovem que voltará de grave lesão.

 

Mena teve bom desempenho nesses três últimos jogos, mas não deve ficar. O setor precisará de um reforço que poderá ser o Rene, do Sport. Para o meio-campo, eu estudaria a contratação de alguém com mobilidade para brigar posição com João Schmidt e Thiago Mendes. Richelly, outro do Sport, é nome de preferência de Leco.

 

Por fim, o gol. Denis não é um mau goleiro, mas deveria ser mais constante. Penso que a contratação de um goleiro de primeira linha do futebol brasileiro poderia acirrar uma posição que não pode ser ocupada apenas por um goleiro ‘bom’. Me lembro que o São Paulo do fim dos anos oitenta era até bem servido com Gilmar, mas o clube contratou Zetti, acirrou a posição, Gilmar saiu e deu no que deu. Zetti é um dos maiores nomes da posição na história do clube.

 

Enfim, que este ano seja parâmetro para grandes mudanças no São Paulo, a começar com a volta do filosofia de vanguarda que tanto marcou esse clube, onde todos pensavam num bem comum e não em interesses próprios. Falamos neste texto apenas o âmbito do futebol, mas em abril teremos eleições no clube e o andamento de um estatuto que não será a “Pedra de Roseta”, mas com a ajuda de emendas pontuais poderá melhorar gestões e procedimentos que até então não são compatíveis com o futebol atual.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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