O atacante Ferreirinha vive um período de alta no São Paulo. Depois de um período lesionado e no banco de reservas, o atacante foi titular nos dois últimos jogos e correspondeu com três gols nas partidas diante do Alianza Lima e Cruzeiro.
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Porém, o atacante vem sendo substituído com frequência pelo técnico Zubeldía no segundo tempo, atitude que provocou a ira de diversos torcedores no Morumbis e nas redes sociais.
Ao ser questionado sobre o fato após o apito final do jogo contra a Raposa no último domingo, o próprio jogador se declarou “culpado” pelas substituições, alegando exaustão.
“As duas últimas partidas foi por conta minha, estava exaustivo, muito cansado. O professor não tem culpa, é culpa minha mesmo. Agora é descansar e voltar bem para os próximos jogos” – revelou o atacante.
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Desde os tempos de Grêmio, Ferreirinha convive com limitações físicas e o jeito para o seu melhor aproveitamento é a dosagem do tempo de jogo nas partidas. O jogador, muitas vezes cotado para entrar no segundo tempo, desta vez entrou como titular nos dois últimos jogos. Foi bem, mas cansou.
O importante é que ele continue contribuindo com os gols que fez. O jogador tem se mostrado importante nesta nova variação tática 4-3-3, apresentada na última partida ainda com as ausências de Lucas e Oscar.
Tirando Lucas, que atua mais no meio, Ferreirinha e Lucas Ferreira são hoje os únicos jogadores velozes e de extremo de campo que o São Paulo possui. São os únicos que combinam jogadas de linha de fundo com cortes para a grande área com condição de chute a gol.
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Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!
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(2) Comentários
CARLOS
14 de abril de 2025O Casares se lançou candidato e se elegeu empunhando a bandeira e uma plataforma eleitoral montada na promessa de recriação e reconstrução da estrutura organizacional e do modelo de gestão profissionalizada dos tempos em que ele era um mera diretor de marketing e garantindo também uma vigorosa política de reorganização das finanças, a exemplo do que haviam feito o Bandeira de Melo no Flamengo e o Paulo Nobre no Palmeiras, esse último, aquele mesmo a quem o CMA e o AGG haviam oferecido bananas se vangloriando na costumeira soberba de um nosso passado de glórias em que todo o diferencial que nos notabilizava como um clube nem menor e nem maior que os demais, mas, como exaltado pelo próprio CMA, um clube diferenciado, na gestão, àquela época, sustentada na tradição dos bons e zelosos cardeais, muito diferentes da maioria de suas descendências, que em tempos atuais, se fartam e se bastam, no carcomido modelo e sistema de conselhos e conselheiros, a grande panela, omissa e conivente com todos os desmandos a que temos estado submetidos. Pois bem, o Casares, diferentemente do que havia prometido, seguiu por fim, os mesmos caminhos dos antecessores dos dois presidentes citados que protagonizaram a verdadeira recriação dos dois maiores e melhores clubes administrados e geridos no futebol brasileiro atual, em termos organizacionais, financeiros e desportivo. Enquanto nós, nos fartamos, tal qual a situação das descendências cardeais, com os Belmontes, os Muricis e os Milton Cruz, que nos restam! E cercadinho composto por eles, como a grande estrutura organizacional montada pelo nosso mandatário, e os quase um 1.000.000.000,00 de endividamento!
Ricardo
14 de abril de 2025Que continue saindo quando cansar, melhor ser honesto do que ficar andando em campo como o seu luciano tem feito.