Estreia na Sula O São Paulo fez certinho em Montevidéu: usou um time predominantemente misto e conseguiu os três pontos sobre o fraquíssimo Boston River. Além da vitória do Tricolor, tivemos trunfo do O’Higgins sobre o Millonarios, no Chile. Terça que vem os dois clubes se enfrentam no MorumBIS e quem vencer dispara na liderança.
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Mara e Douglas Nesta quarta-feira o Conselho Deliberativo vota a expulsão (ou não) de Mara Casares e Douglas Schwartzmann. A votação começará às 18h30 e terminará as 22h00 e há promessa de manifestação dos torcedores em frente ao portão 17. É importante para o destino do clube que os dois sejam excluídos em definitivo do quadro social.
New Balance O São Paulo prepara o lançamento da segunda camisa (listrada) para essa segunda-feira 13/04. A tendência é que a equipe já esteja uniformizada com o novo manto na partida diante do O’Higging na próxima terça. E por falar em uniforme, o Conselho Deliberativo aprovou a nova proposta da New Balance até 2032. Segundo o que eu apurei, o Tricolor receberá por ano no mínimo R$ 40 milhões, além de porcentagem por vendas. A ESPN Brasil apurou que o novo acordo ficou ”bom para as duas partes”.
Novo Patrocinador aprovado O Conselho Deliberativo aprovou na noite da última terça-feira o acordo com a UniCesumar como nova patrocinadora dos calções do São Paulo (jogo e treino). O vínculo terá validade até 2028 e o montante total previsto para recebimento do clube é de R$ 7,75 milhões.
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Novo patrocinador a caminho Além da UniCesumar, o São Paulo está muito perto de anunciar mais um patrocinador, a Seguros Unimed, que estampará a barra traseira das camisas 1, 2 e treino do elenco. O acordo terá validade até 2030 e renderá R$ 75 milhões ao clube (montante total). O acordo ainda irá à votação do Conselho Deliberativo.
Arboleda O São Paulo ainda não recebeu um contato oficial do zagueiro “foragido”, mesmo com mais de 24 horas após notificação oficial. O clube abriu a contagem de dez dias e deve pedir a rescisão contratual unilateral caso o jogador não retorne neste período. O Tricolor usou do procedimento para produzir provas com valor jurídico contra Arboleda. Que final melancólico para uma história de quase dez anos vestindo a camisa do Tricolor… além de pouco inteligente, agiu com covardia perante a instituição que lhe deu status e dinheiro.
Programe-se: noite de autógrafos
com Diego Lugano, em São Paulo.
Sexta 10/04 na Livraria da Vila
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O balanço financeiro do São Paulo no exercício do ano de 2025 foi reprovado pelo Conselho Deliberativo. Neste texto explicaremos de forma didática e sem sensacionalismo o impacto da decisão no clube, o momento vivido nos bastidores e o futuro do ex-presidente Julio Casares na instituição.
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Em primeiro lugar, por que o balanço financeiro foi reprovado, já que o clube obteve um superávit de R$ 54 milhões, como veremos mais abaixo? A reprovação aconteceu principalmente por conta de um valor de R$ 7 milhões sacados do clube para uma conta de Casares, não explicados de forma clara pelo ex-presidente.
Em sua defesa, Casares emitiu em nota informando que o valor não fora solicitado, não fora destinado e, consequentemente, não fora utilizado por ele. Há um consenso que diz que a explicação não foi suficientemente clara para inocentar o mandatário.
O caso dos R$ 7 milhões encontrados na conta de Casares poderá ser prosseguido de duas formas: a primeira forma é interna, com medidas administrativas contra o ex-presidente. A segunda forma é judicial, com processo e ressarcimento do valor, além de outras punições no âmbito penal.
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Vale dizer que há uma movimentação entre os conselheiros no sentido de expulsar do ex-presidente do quadro associativo, além das medidas judiciais e o ressarcimento dos valores.
Mara Casares e Douglas Schwartzmann, pivôs do escândalo da venda ilegal de camarote no MorumBIS, terão seus nomes levados ao Conselho Deliberativo para votação de expulsão do clube. O Conselho de Ética aprovou com unanimidade o pedido de exclusão dos dois. Outros nomes estão na mira dos conselheiros e da polícia. Um deles é o ex-diretor do Clube Social Dedé.
Apesar da reprovação do balanço financeiro, baseada nos valores indevidamente retirados por Julio Casares, os números apresentados no balanço em geral foram positivos e apresentaram melhoria em relação a anos anteriores.
O clube previa arrecadar R$ 858 milhões, mas arrecadou R$ 1,085 bilhão. A variação mais positiva foi no futebol, que gerou R$ 835 milhões contra R$ 694 milhões previstos. As vendas dos garotos da base no ano passado, fruto de grande revolta nos torcedores, impulsionaram esse número.
O gargalo do São Paulo ainda continua nas despesas, que superaram a previsão de R$ 729 milhões para R$ 902 milhões. Entre receitas e despesas, o clube conseguiu um superávit de R$ 56 milhões e redução da dívida em R$ 110 milhões.
A inevitável reprovação dos números da gestão de 2025 por conta de movimentações sem justificativa do ex-presidente não deverão causar grande impacto no mercado principalmente porque a diretoria responsável pelas contas do ano anterior já não está mais no poder.
Porém, é notório que o momento turbulento ainda vai gerar desconfiança de investidores e marcas em relação a instituição e seu futuro, ainda mais em ano de eleição. Por enquanto o extra-campo não impacta no gramado.
É necessário blindar a Barra Funda dos acontecimentos do Morumbi em 2026, para o bem do clube e de seus torcedores.
Fontes:
ge e apuração junto a Conselheiros do São Paulo
Análise completa:
SUL-AMERICANA
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Segundo matéria do Estadão, o Ministério Público de São Paulo foi acionado para investigar o escândalo da cessão ilegal de um espaço como camarote no MorumBis por Mara Casares, diretora do núcleo feminino social e de eventos, conforme áudio divulgado pelo ge na última segunda-feira.
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O espaço no estádio não podia comercializado oficialmente, mas teve o uso cedido a uma intermediária chamada Adriana Prado. Ela cobrou judicialmente por valores não repassados por terceiros e tornou o caso público.
Segundo o Estadão, o clube ainda não foi notificado porém, Julio Casares, Mara Casares, Douglas Schwartzmann e Marcio Carlomagno já se manifestaram sobre o ocorrido. O último, superintendente do Tricolor, também falou com o ge. Ele mas afirmou que Mara não tinha nenhuma autorização para comercializar o local.
“Diante das matérias divulgadas envolvendo meu nome, considero necessário prestar esclarecimentos pessoais, de forma serena e responsável, em respeito ao São Paulo Futebol Clube, aos torcedores e à opinião pública. Não tive, em nenhum momento, qualquer participação em venda, negociação ou comercialização de camarotes ou ingressos de eventos realizados no Estádio do Morumbi. Nunca exerci função ligada à gestão ou locação desses espaços e jamais recebi qualquer valor, benefício ou vantagem relacionada ao SPFC” – afirmou Douglas Schwartzmann, diretor adjunto das categorias de base do Tricolor.
Mara Casares, ex-mulher do presidente Julio Casares, é nome forte no social e participa ativamente das atividades políticas do São Paulo Futebol Clube. Segundo o próprio áudio, ela almejava coisas maiores na instituição.
A notícia-fato foi enviada ao MP-SP pelo grupo Frente Democrática em Defesa do São Paulo, uma coalizão entre grupos de oposição do clube. Neste momento, o MP-SP avalia se há materialidade para iniciar um inquérito.
Seria correta e benéfica a intervenção do MP-SP neste caso, pois há um áudio claro em que Mara Casares e Douglas Schwartzmann, então diretores do São Paulo, pressionam Adriana Prado para que ela encerre a cobrança judicial para que o caso não respingue nos diretores envolvidos.
Há fortíssimos indícios de esquema de ingressos e camarotes ilegais no Morumbis. E pelo áudio divulgado, o ocorrido em fevereiro não deve ser o primeiro.
Isso é a ponta de um nebuloso iceberg, segundo pessoas com quem eu conversei que ajudaram a revelar este caso. Tudo no São Paulo deve sim, ser passado a limpo e eu particularmente não acredito que o caso do camarote ilegal deveria ficar somente para sindicância interna.
O São Paulo precisa ser refundado novamente.
Escândalo na venda de espaço
irregular no Morumbis. Veja opinião:
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