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Lille: Luiz Araújo concorre com Hazard por gol mais bonito do século 21

O Lille abriu uma votação no seu Twitter oficial para que os torcedores decidam o gol do século 21 do clube fancês na Ligue 1. A disputa, que começou com 64 gols, chegou às semifinais nesta segunda-feira e um ex-são paulino está na disputa. Elas são:

 

Loic Rémy (com gol marcado contra o Bordeaux em 2018-19) x Hazard (com gol marcado contra o Olympique em 2010-11)

Eden Hazard (com gol marcado contra o Saint-Étienne em 2011-12) x Luiz Araújo (com gol marcado contra o Nice em 2019-20)

 

 

A votação está aberta no Twitter acima e Luiz Araújo concorre com um golaço em partida válida pela 8ª rodada da temporada de 2019-20, diante do Nice. Em um mortal contra-ataque, Luiz recebeu a bola próximo ao meio-campo, carregou e acertou um lindo chute colocado para deixar tudo igual no placar da partida diante os donos da casa.

 

O São Paulino pode votar e ajudar o seu “Made In Cotia” a conquistar esse mérito. Basta ir ao perfil oficial do Twitter do Lille e seguir as instruções. Recentemente Luiz Araújo foi sondado por clubes brasileiros, em especial o Atlético MG mas, ao que tudo indica, deve permanecer no futebol europeu.

 

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Raí critica governo Bolsonaro e sugere renúncia em caso de perda de governabilidade

Raí, diretor de futebol do São Paulo Futebol Clube, teceu duras críticas ao governo federal na última quarta-feira. Em entrevista ao Globoesporte.com, o “eterno camisa dez Tricolor” disse temer pela volta antecipada do futebol em meio a crise gerada pelo COVID-19 e sugeriu até renúncia do presidente por atos considerados irresponsáveis perante a pandemia.

 

“Ele está no limite, muitas vezes, da irresponsabilidade, quando ele vai contra todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde” – disse o dirigente ao ser questionado sobre o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro no combate à pandemia de coronavírus. Raí citou depoimentos do presidente em rede nacional que deixaram muitos brasileiros em dúvida se ficariam ou sairiam de casa para exercerem as atividades de trabalho e convivência.

 

Raí foi além da crítica. Ele sugeriu até a renúncia do presidente em caso de perda de governabilidade, para evitar mais um longo e desgastante processo de impeachment. “O foco tem que ser a pandemia. O impeachment não é uma coisa que tem de se pensar agora, energia nenhuma pode ser gasta nisso, mas se estiver prejudicando ainda mais essa crise gigantesca de saúde, sanitária, tem que ser considerado.” – disse ele.

 

Sobre a volta no futebol,  vejo Raí certo em sua posição. Há uma tendência entre governo e federações para um retorno acelerado as atividades esportivas nos clubes que se esquecem que seus atletas convivem com suas famílias e eventuais terceiros que podem propagar ainda mais o COVID-19. Apesar de sentir enorme falta do futebol, a preservação de vidas com as políticas de isolamento são as mais adequadas para este momento, de acordo com as recomendações da OMS.

 

Já sobre as declarações sobre Jair Bolsonaro, vale ressaltar que Raí deixou claro que suas posições contra as atitudes e ações de Bolsonaro são pessoais e não refletem necessariamente o posicionamento do São Paulo. Mesmo assim, nos microfones que são verdadeiros holofotes, Raí hoje é diretor do Tricolor e facilmente suas falas serão interpretadas como as falas do clube. É preciso ter muito cuidado com essa associação.

 

Paralelamente a isso, o São Paulo trabalha para se adequar a qualquer situação e ter condições de retomar a rotina de treinos e jogos com o máximo de segurança. “Estamos encomendando os testes de COVID-19 e vendo como podemos ter acesso a todos equipamentos de segurança.” – disse ele ao Globoesporte.com

 

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Gazeta reprisará a final de Brasileirão mais emocionante da história neste domingo

O domingo do são-paulino será bem animado. Além da final na íntegra do Mundial de 1993, o torcedor também poderá rever (ou assistir pela primeira vez) aquela que é considerada a maior final da história de todos os Brasileirões: a final de 1986.

 

Decidida no início de 1987 após um dos regulamentos mais estapafúrdios que a CBF conseguiu produzir, a final simplesmente compensa toda a bagunça da tabela do torneio, reunindo duas ‘seleções’ da época: o São Paulo de Pita, Müller e Careca e o Guarani de Ricardo Rocha, Marco Antônio Boiadeiro e João Paulo.

 

O jogo terminou em 3 a 3, com um gol antológico de Careca nos últimos minutos da prorrogação, o que levou a decisão aos penais. No desempate, deu 4 a 3 para o Tricolor paulista, que se sagrou bicampeão brasileiro e consolidou a geração conhecida como os “Menudos do Morumbi”, em alusão ao grupo juvenil Menudo, febre entre as adolescentes da época. Estive no Brinco de Ouro da Princesa com meu falecido pai neste dia glorioso e posso afirmar que a conquista foi tão emocionante quanto a nossa primeira Libertadores e o primeiro mundial. Aquele time mudou o São Paulo de patamar.

 

Leia também: as cinco viradas históricas do São Paulo

 

A partida não será exibida na íntegra. O programa “Mesa Redonda” exibirá a conquista Tricolor em um compacto de 105 minutos com direito a prorrogação e disputa de pênaltis. A atração vai ao ar a partir das 21h, com apresentação de Flávio Prado. A Gazeta pode ser sintonizada em antenas parabólicas, em várias operadoras de TV paga do Brasil e pelo canal 11 na Grande São Paulo.

 

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Band troca clássico entre rivais por final do Mundial de 1993. Na íntegra!

A Band dará um presentão para a torcida do São Paulo. A emissora transmitirá a final do Mundial de 1993 entre São Paulo e Milan na íntegra no próximo domingo (03 de maio – 14h). E mais: a promessa é de transmissão integral da partida e não de um compacto como foi exibida a final de 1992.

 

A final, ganha magistralmente pelo São Paulo em um emocionante jogo de cinco gols, inicialmente era prevista para o dia 26 de maio mas foi antecipada e ficará no lugar da final do campeonato Paulista de 1999, entre Palmeiras e Corinthians.

 

É um grande motivo para quem não se lembra ou não teve idade para assistir aquele jogo, rever o excelente time de Telê Santana. Apesar da saída de Raí, o grupo ficou mais experiente após as vitórias de 1992 e jogava como música. O Milan, fortíssimo oponente, não seria originalmente o adversário europeu daquela final. Ela inicialmente seria com o Oylimpique de Marselha, mas o clube francês foi suspenso na época pela Uefa após um grande escândalo de compra de árbitros.

 

Além da máquina Tricolor e o gol antológico “questo gol é per te, Buffone” de Müller, vale prestar atenção na emocionante narração original de Luciano do Valle, com comentários precisos de Juarez Soares.

 

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5 razões para crer que o SPFC de Telê foi o maior time brasileiro da história:

São quatorze anos sem a presença física do Mestre Telê Santana, mas seu legado apreciado até hoje junto ao torcedor do mundo todo. Afinal de contas, que treinador mundial é tão reverenciado, mesmo com duas eliminações consecutivas em Copas do Mundo? Para homenagear o Mestre dos Mestres, reproduzo aqui um brilhante texto de autoria de Fábio Utz Iasnogrodski para o Portal 90 Min:

 

Há exatos 14 anos, Telê Santana nos deixava. E, com o seu falecimento, terminava ali a história de um dos personagens mais importantes de todos os tempos no futebol brasileiro. Principalmente como treinador, baseou seu trabalho em cima de convicções que, para o momento do futebol, poucos tinham.

 

Sob o lema “não é possível chegar à perfeição, mas é possível se aproximar dela”, deixou para trás o fracasso em duas Copas do Mundo seguidas para levar o São Paulo a um patamar até então inimaginável. Entre 1991 e 1994, conquistou nada menos que dez títulos com o clube do Morumbi. E é por isso, até como uma forma de homenagem, que nós elencamos cinco razões pelas quais é possível acreditar que o Tricolor, sob a batuta do Mestre Telê, foi o maior time brasileiro da história.

 

1 – Um time baseado em convicções
O Brasil, em termos de seleção, vivia seu maior jejum em Copas do Mundo. Por isso, no início dos anos 1990, começava a se duvidar da capacidade do país em formar jogadores e times capazes de dar espetáculo. Pois foi então que Telê, ao assumir o São Paulo, resgatou as origens do futebol brasileiro. Era possível, sim, jogar bola, ser competitivo e vencer. E ele comprovou isso ao montar aquela histórica equipe.

 

2 – Uma equipe à frente do seu tempo
Assim como conseguiu resgatar as características do futebol brasileiro, também colocou aquele São Paulo um passo à frente dos demais. Quem diria que, naquela época, marcar sob pressão viria a ser uma das valências mais importantes do jogo? Pois é… aquele Tricolor já fazia isso, independentemente do adversário que tinha pela frente.

 

3 – Um olhar em tudo, menos para a violência
Telê Santana era exigente ao extremo. Treinava à exaustão, dava voz às lideranças do plantel, cobrava comprometimento a qualquer passo. Só que, ao contrário do que muitos pregavam, era contra a violência. E isso ele deixou claro também no São Paulo. O time ganhou tudo o que ganhou na bola, na qualidade, na supremacia sobre o adversário. Assim foi. E assim deveria ser sempre, ao menos na visão do Mestre.

 

4 – Um grupo com gestão de pessoas
Poucos times na história do futebol brasileiro reuniram tantos craques como aquele São Paulo. Zetti, Raí, Cafu, Cerezo, Müller, Palhinha entre outros. E foi ali que Telê, que no passado, por birra, já havia, por exemplo, preterido o goleiro Emerson Leão do Mundial de 1982, mostrou também a sua capacidade de gestão de pessoas. Se alguns podiam pensar que era muito ego para pouco espaço, o treinador tratou de acabar com isso. Soube domar as feras e, claro, a equipe só subiu a ladeira.

 

5 – O ápice
Se o São Paulo jamais havia sido um time de repercussão internacional, Telê tratou de acabar com isso. Duas Libertadores e dois Mundiais em sequência (algo que, em termos de futebol brasileiro, só o Santos de Pelé havia conseguido e nenhum outro clube jamais obteve). E olha que o planeta ficou aos pés do Tricolor com vitórias históricas sobre os poderosos Barcelona e Milan. Sim, o clube atingiu outro patamar. E isso ninguém esquece.

 

NOTA DO BLOGUEIRO Se este São Paulo é ou não é o maior time brasileiro da história, isso para mim pouco importa. O que vale foi ter Telê Santana no Tricolor, uma mudança absurda de patamar.

 

Veja o texto original aqui.

Matéria espanhola sobre o SPFC de Telê.

 

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