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Três motivos para você vestir a camisa com o logo do patrocinador master

Um dos ‘grandes questionamentos’ dos últimos dias das redes sociais que se referem ao São Paulo FC é sobre o logotipo do patrocinador (no caso, o Banco Inter) nos novos uniformes que a Adidas lançou na última quinta-feira.

 

Muitos torcedores procuraram os principais canais oficiais e informais do clube para perguntar se existirá a possibilidade de adquirir uma camisa sem o logotipo do Banco Inter. Alguns mais radicais preferiram se manifestar contrários a aplicação do logotipo na comercialização das peças, usando como referência os anos de vendas das camisas ‘limpas’.

 

Antes de escrever sobre o cenário atual, gostaria de deixar claro a todos que o conteúdo deste texto se refere a minha opinião, não significando uma verdade absoluta. Você poderá concordar ou não, certo? Outra coisa: este post não é um publieditorial , isso é, não fui pago pelo Banco Inter para divulgar uma ideia ao meu leitor.

 

Isso posto, vamos lá. Ainda não sei ao certo se haverá comercialização de camisas limpas por parte da Adidas/SPFC mas se eu fosse diretor do clube ou do Banco Inter, não deixaria de comercializar nenhuma camisa de jogo do São Paulo sem o logotipo do patrocinador.

 

Por que não? Posso citar três motivos. O primeiro deles, e também o mais óbvio, é que o Banco Inter paga muito bem ao clube pela exposição da sua marca. Isso significa visibilidade na TV, veículos de comunicação e, óbvio… exposição nas ruas, nos estádios, nos shoppings, nos parques, etc. Isso é comum nos principais clubes do mundo. É só ver como as camisas são vendidas.

 

O segundo motivo para usar o Inter na camisa é que o banco é mais que um mero patrocinador: ele atua como um parceiro do clube. O Inter, por exemplo, aceitou a nova posição do seu logo, abaixo das faixas, sem pagar menos pela exposição. É pouco? Eis mais um exemplo: o Inter dá aval bancário para algumas contratações, isso é, atua como uma espécie de avalista, garantindo o dinheiro em caso de não pagamento. Quem já alugou um escritório ou uma casa sabe do que estou falando. É bem parecido, na versão ‘milhões de reais’ que funcionam as contratações de futebol…

 

O terceiro motivo, e não menos importante: além de ser parceiro do clube, o Inter é parceiro do torcedor. Em anos de patrocínios eu nunca vi uma marca realizar tantas ativações com a torcida do São Paulo como o nosso atual master. O principal deles talvez seja a criação de um cartão de crédito com o distintivo do clube estampado, para que o torcedor exiba com orgulho sua paixão nos caixas e máquinas de atendimento. Para ser prático, o Inter não vê o São Paulo como uma vitrine, como via o BMG. Ele entende que precisa cativar o público que o clube representa.

 

Estes são os três motivos que me fazem querer estampar com orgulho o logo do patrocinador, seja ele pequeno, médio ou grande. Para mim é uma troca: o banco oferece parceria e o retorno é o respeito do torcedor. Vale lembrar que na época das ‘camisas limpas’ não tínhamos um patrocinador master e o momento foi oportuno para as vendas sem logos. Hoje não. Temos patrocinador forte que tem a silueta que o clube precisa: vanguarda, respeito e modernidade.

 

Se isso te motivou, segue o link das novas camisas no site oficial de vendas.

 

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Adeus, Cueva. Para nunca mais!

Enfim, Cueva foi negociado com o futebol europeu. O São Paulo acertou a venda do meia ao Krasnodar, da Rússia por 8 milhões de euros (cerca de R$ 36 milhões). Entretanto, o Tricolor receberá menos que isso, já que repassará 8% do valor bruto em comissões aos empresários do jogador.

 

Cueva chegou como uma boa surpresa, teve seu auge na goleada Tricolor sobre o Corinthians no Brasileirão de 2016 e depois só declinou no clube, com acúmulo de indisciplinas e baixos números em comparação aos outros anos da carreira. O jogador sai pela porta dos fundos, sem deixar nenhuma saudade por parte do torcedor.

 

Costumo agradecer cada jogador que sai do clube mas no caso de Cueva, não tem como. Talento e habilidade, ele tem de sobra. O meia da seleção peruana não teve é cabeça para entender que, se respeitasse o clube que lhe paga os salários, sairia com uma imagem muito diferente junto a torcida. Fazendo um paralelo recente, Petros teve uma passagem menor e, embora não tivesse metade do talento do peruano, saiu muito melhor do Tricolor. Eu, como torcedor, não admito falta de respeito e indisciplina com o clube do meu coração. Esses dois predicados são o mínimo que Cueva deveria oferecer a aqueles que são a verdadeira razão deste espetáculo chamado futebol.

 

Além de sair queimado com o são-paulino, o clube deixou de ganhar mais com o negócio. Segundo o jornalista Jorge Nicola, o Tricolor recusou uma proposta de € 12 milhões (R$ 54,3 milhões) do Dalian Yifang, em fevereiro. O clube apostou no foco do jogador e desempenho na Copa do Mundo. Foi um tiro na água: segundo Nicola, além de mais dinheiro, o Yifang repassaria 10% ao São Paulo sobre uma venda futura e o Tricolor não teria que pagar os 8% de comissão aos empresários em cima dos R$ 54,3 milhões que receberia. Ah, duvido que o São Paulo ganhará mais com o desempenho de Cueva na Rússia. Nem dá para pensar nas futuras bonificações previstas na negociação.

 

Enfim: a aposta não deu certo. Adeus, Cueva e bola para frente. O departamento de futebol, que está trabalhando muito bem neste ano, precisará repor a lacuna no meio-campo com bastante competência e agilidade. Não temos um substituto pronto para a posição de Nenê e qualquer imprevisto no meio-campo pode ocasionar um problemão. Que Raí consiga uma bela carta na manga nesta janela internacional e mantenha o ótimo nível conquistado no elenco de 2018.

 

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“Eu peguei na mão”: detalhes e opinião sobre os novos uniformes da Adidas

“Tragam as faixas. O tricolor está pronto para as glórias.”

 

Foi assim que a Adidas revelou os novos uniformes #1 e #2 ddo São Paulo FC para a temporada 2018/2019. Através de seu instagram, a marca alemã mostrou os dois modelos vestidos pelos jogadores Nene, Reinaldo, Diego Souza, Liziero e Jucilei.

 

É muito diferente falar sobre as camisas a distância, por isso fui ao Shopping Eldorado conferir a ação pré-venda que o Banco Inter e a Adidas promoveram nesta quinta-feira. Com as camisas na mão pude enfim constatar que a qualidade do material está de acordo com o tamanho do clube e da marca.

 

Opinião Camisa #1 (branca): a camisa tem uma gola completamente branca e listras vermelhas a “lá Adidas” nos ombros. Poderiam as listras serem das cores preta e vermelha? Poderiam, mas vermelho também deu o destaque. O distintivo (com estrelas) e o logo Adidas são bordados e bem feitos. As faixas estão no peito e o fundo da camisa é branco.

 

Opinião Camisa #2 (listrada): a camisa tem gola “V” preta com detalhe em vermelho. Os ombros e as costas são da cor preta. O distintivo e o logo Adidas são bordados e bem feitos. O distintivo (com estrelas) é um pouco menor que a camisa #1. Para mim esse modelo ficou o mais bonito e se fosse escolher entre uma e outra, ficaria com ela.

 

Não tem camisa de jogo e torcedor, é tudo uma versão só. Cada uma custa R$ 249,90. Uma coisa que me incomodou foi ver as camisas sem números nas costas. De frente a gente vê que “é Adidas” mas de costas “parece Hering” de tão básica. Não há nada a não ser as cores branca (camisa #1) e preta (camisa #2) por isso recomendo a personalização, pelo menos com número. Eles são grandes e modernos mas achei que poderiam ter colocado um pouco de vermelho. As costas ficaram um tanto quanto “alvi-negras” demais porém, para leitura no estádio, as fontes estão de ótimo tamanho.

 

Por fim, uma notícia que vai agradar muita gente: as duas camisas tem versão feminina e tamanhos infantis. Ainda não é certo se virão com ou sem patrocínio mas na pré-venda estava vendendo com patrocínio por motivos óbvios (pré-venda do Banco Inter) mas as camisas femininas estavam limpas.

 

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Total Acesso erra escudo de rival e não abre vendas para os jogos já agendados pela CBF e Conmebol

A Total Acesso, site que cuida das vendas de ingressos dos jogos do São Paulo, cometeu uma gafe no layout que promove o clássico entre São Paulo e Corinthians, marcado para o dia 21 de julho às 21 horas.

 

No lugar do escudo do rival, o site publicou o escudo do E.C. Corinthians Cabeçuda, clube de Laguna, em Santa Catarina. O mesmo erro já aconteceu com o Colo Colo que, na época do confronto com os alvi-negros pela Libertadores, publicou o escudo do time de Santa Catarina em suas redes sociais.

 

Porém, esse é o erro menos importante para os torcedores do São Paulo. Faltando menos de uma semana para a volta do Campeonato Brasileiro, a Total Acesso ainda não abriu venda para o clássico, tampouco os demais jogos confirmados do Brasileirão e também a partida da Sul-Americana contra o Cólon, com data agendada pela Conmebol.

 

Não sei se é culpa do clube por não ter autorizado a comercialização, ou culpa da empresa em não cumprir com excelência o seu trabalho. O fato é que mais uma vez o torcedor correrá o risco de ver as vendas abrirem as vésperas dos jogos, dificultando o planejamento de compra. Isso porque o Tricolor está em uma boa fase na competição nacional, ocupando a terceira colocação do torneio. Imagina se não estivesse…

 

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Torcedor cria agasalho de viagem baseado na linha da seleção belga

Quem costuma prestar atenção nos uniformes da Copa do Mundo da Rússia deve ter reparado no material de treino da seleção da Bélgica. Patrocinados pela Adidas, os belgas viajam e dão entrevistas com jaquetas de cor principal e listras com as duas cores complementares de sua bandeira.

 

Aproveitando o fato da marca alemã patrocinar o São Paulo e o uso de três cores tanto na seleção belga como no Tricolor, um dos leitores do blog São Paulo Sempre criou um agasalho de viagem baseado na linha do país que eliminou o Brasil no torneio.

 

Todo em preto e com as listras em branco e vermelho, o agasalho mantém a referência básica da linha criada pela Adidas e poderia ser uma alternativa agradável aos são-paulinos. Fica aí a sugestão para a marca unir simplicidade, tradição e alinhamento internacional.

 

Leitor do blog, você gostou do agasalho criado?

 

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