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OPINIÃO Avaí 1×1 São Paulo

O São Paulo ainda deve uma boa sequência ao seu torcedor. A equipe de Dorival Junior teve uma boa chance de vencer o seu segundo jogo fora de casa mas não superou os erros e a boa atuação do goleiro adversário. No final e pelas circunstâncias, o ponto é bem-vindo.

 

Duas bolas paradas determinaram a igualdade num jogo morno e equilibrado. O São Paulo, um pouco diferente taticamente em relação a outras partidas, apresentou um futebol melhor pelos lados do campo com algumas boas triangulações entre os laterais e os homens de ponta. Prova disso foi uma partida apresentável de Julio Buffarini, que merece uma sequência para tentar se firmar. Chegou a envolver os donos da casa em muitos momentos mas o problema é que o meio-campo ainda não se encaixou como deveria. Os ótimos Petros, Jucilei, Hernanes e Cueva ainda não traduziram a escalação em realidade. O resultado é um meio ainda confuso e poucas chances para o centroavante, seja quem ele for. Hoje foi Gilberto quem ficou ilhado no comando de ataque.

 

Apesar de não ter feito uma partida exuberante, vi uma pequena evolução: a equipe apresentou um pouco mais de repertório pelos lados do campo e perdeu boas chances de gol. Só Rodrigo Caio perdeu duas cabeçadas claras. Tivemos dois bons lances cara a cara com o goleiro avaiano e uma bela falta cobrada por Hernanes, defendida pelo bom goleiro avaiano. Apesar do gol tomado, o time jogou melhor com a entrada de Lucas Fernandes, mas a defesa ainda assusta. Arboleda teve apagões e Sidão, substituto de Renan Ribeiro, não deu segurança ao torcedor.

 

Não tem jeito. Enquanto a tal sequência não vem, o importante é ter sangue frio, somar pontos e não perder partidas ‘decisivas’ como esse confronto direto contra o Avaí, companheiro da parte de baixo da tabela. O próximo jogo será uma verdadeira guerra. O Tricolor ainda não somou ponto algum desde a inauguração do Allianz Park e um empate seria outro resultado bem-vindo, quiçá uma vitória. Lutaremos até o fim!

 

Nota dos personagens da partida:

Sidão Fraquíssima partida com um lance prá lá de bizarro. Nota: 4,0

Buffarini Boa partida, servindo como opção de ataque. Nota: 6,5

Arboleda O segundo tempo foi temeroso. Defesa ainda dá medo. Nota: 4,5

Rodrigo Caio Perdeu dois gols que não poderíamos perder. Nota: 5,5

Edimar Estava fazendo uma partida tranquila. Penal lamentável Nota: 4,5

Petros Trabalho tranquilo de primeiro volante. Nota: 6,0

Jucilei Mais próximo de Hernanes, não fez boa partida. Substituído. Nota: 5,0

Hernanes Começou mal mas depois fui entrando no jogo. Nota: 6,5

Cueva Fora de sintonia. Substituído no início do segundo tempo. Nota: 4,0

Marcos Guilherme Muito tímido no ataque. Faltou ousadia. Nota: 4,5

Gilberto Ilhado, não teve oportunidades de gol. Nota: 5,5

Lucas Fernandes Entrou e melhorou o coletivo do meio-campo. Nota: 7,0

Denílson Também melhorou o fluxo do ataque. Nota: 6,0

Jonatan Gomez Pouco tempo e uma bola mal batida longe do gol. Sem nota.

 

Dorival Junior Vi uma pequena melhoria coletiva. O time estava um pouco mais organizado e com mais tentativas de triangulações pelos lados do campo, porém ainda longe de inspirar confiança para uma sequência de vitórias, essencial para uma subida de tabela. Não gostei de Sidão e acho que Lucas Fernandes tem lugar nesse time titular, no lugar de Cueva ou um dos volantes mas gostei das iniciativas de jogadas pelos lados. Nota: 5,5

 

Torcida do São Paulo Invadiu a Ilha com apoio ao time. Nota: DEZ!

 

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Temos três goleiros, mas na verdade parece que não temos nenhum!

O torcedor do São Paulo teve uma surpresa na tarde da última quinta-feira. Após o treino, Dorival Junior confirmou Sidão como titular contra o Avaí no próximo domingo, em Florianópolis. O goleiro treinou entre os titulares e está plenamente recuperado da lesão que o afastou do time no primeiro semestre.

 

Dorival explicou-se na coletiva, dizendo que vinha amadurecendo a ideia há um tempo e que Renan não gostou da notícia. Nosso técnico fez questão de falar ao preterido que a alteração não é definitiva e a volta dependeria do próprio jogador. É bom lembrar que Renan Ribeiro está em negociação de renovação de contrato com o São Paulo e por conta disso com permanência ainda incerta no clube.

 

A constante alternância na posição neste ano mostra que até agora nenhum dos três goleiros do São Paulo contam com a plena confiança do técnico e da torcida. Apesar de ter iniciado bem o ano, Sidão sabe que tanto ele como Renan e Denis não são considerados ‘fortalezas’ debaixo das traves para um torcedor acostumado a contar com Waldir, Gilmar, Zetti e Rogério no gol, só para citar os mais recentes.

 

A impressão que tenho é que o torcedor aprova a volta de Sidão, mas ainda tem ressalvas a capacidade do profissional. Sem as dores nas costas que o debilitaram e treinando forte, ele precisará recuperar o tempo perdido e resgatar a confiança da torcida. Renan por sua vez terá que trabalhar para convencer Dorival e também parte da torcida de sua capacidade para voltar a ser titular e Denis, provavelmente de saída, deverá procurar novos ares para a carreira.

 

É um momento singular para o torcedor. Não digo que Sidão, Denis ou Renan sejam ruins mas o fato é que ainda não provaram ser espetaculares na meta Tricolor. Para o são-paulino, a máxima “todo grande time começa com um grande goleiro” é levada ao extremo por culpa da extrema qualidade que tivemos na história do clube. Por este motivo, neste momento temos três goleiros no clube mas parece que não temos nenhum.

 

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Inversão de posição entre Petros e Jucilei fará o time crescer em campo!

O torcedor do São Paulo verá um posicionamento diferente do meio-campo Tricolor nos próximos jogos do clube do Brasileirão. Dorival Junior ponderou e definiu: Petros e Jucilei inverterão suas posições em campo. O primeiro jogará mais recuado, na saída de bola e o segundo mais adiantado, ao lado de Hernanes.

 

Tudo porque o técnico tricolor considera que Jucilei vinha apresentando problemas na marcação dentro do sistema 4-1-4-1 pretendido para a equipe. Deste modo, o volante terá mais liberdade para atacar, como nos tempos de Corinthians quando teve destaque ao lado de Ralf.

 

Gostei da inversão. A tentativa é válida e fará o time crescer em campo. Jucilei é ótimo passador e bom combatente na linha do meio-campo. Já Petros, creio que consiga fazer o “um” entre a linha da defesa e o meio-campo com qualidade. Apesar de não ser um cão de guarda, o camisa seis é um volante de boa marcação e sabe sair com a bola.

 

O torcedor poderá avaliar a mudança no próximo domingo, no Estádio da Ressacada. O Tricolor enfrentará o Avaí com Petros, Jucilei e Hernanes em campo, ao lado de Marcos Guilherme e Cueva. É jogo de seis pontos!

 

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Gilberto não ficará no SPFC em 2018. Honre a camisa até lá e obrigado!

Já era: o centroavante Gilberto não renovará com o São Paulo e sairá do clube no final de seu contrato, previsto para terminar no fim de 2017. O jogador comunicou o desejo ao clube através de seu empresário. O motivo? Deseja atuar mais e sabe que o titular é Lucas Pratto.

 

Eu desejava sua permanência. Gilberto é fazedor de gols e bom de grupo, mas não dá para o Tricolor estipular sua titularidade no ano que vem, ainda mais com Pratto no elenco. O lado bom é que foi tudo muito rápido e transparente. Dá para clube e jogador se programarem para o futuro sem novelas.

 

Pedir para que Gilberto honre a camisa até lá é desnecessário, até porque tenho certeza que ele honrará para se valorizar mais em uma futura negociação. Mas não é demais pedir garra e foco até o final do Brasileirão e depois do dever cumprido, desejar boa sorte.

 

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Fora, “Soberano”: o São Paulo sempre foi e sempre será o Clube da Fé!

Marcos Guilherme chegou faz pouco tempo no São Paulo, porém uma declaração dada em uma simples coletiva evidencia ainda mais a nova fase que vive o torcedor são-paulino. O atacante disse que cada atleta dá um pouco mais de si para retribuir o apoio incondicional da torcida, mesmo na zona do rebaixamento.

 

“No último jogo, quando chegamos e vimos a festa, arrepiou todo mundo. Você acaba dando um pouco a mais. Estamos jogando por eles. Não estamos no lugar que a torcida merece.” – disse ele na coletiva (via Globoesporte.com)

 

Com a declaração, Marcos Guilherme mostra que já percebeu o que é o São Paulo e entre muitas coisas que precisam ser ajustadas no clube, uma delas é sem dúvida o resgate e definição de seu conceito original. Cada vez mais, o torcedor são-paulino dá demonstrações que não é mais elitizado ou soberbo e usa a devoção e fé para empurrar a equipe no Morumbi.

 

Deste modo, o rótulo “Soberano”, inicialmente usado para nomear os dois filmes que narram as recentes conquistas do clube, é pouco a pouco sepultado pela terceira maior torcida do país. Soberanas foram as épicas glórias do tricampeonato brasileiro consecutivo e o mundial de clubes de 2005, assim como todas as outras conquistas do Tricolor. Porém, nosso DNA não é de soberania e sim é de paixão, devoção e fé.

 

É essa mística quase religiosa que embala o clube e seus devotos desde nossa fundação. Foi assim em 1943 quando a moeda caiu de pé e o São Paulo foi campeão estadual, contrariando todas as previsões da época; foi assim durante as vacas magras da construção do Morumbi, quando muitos classificavam os diretores do São Paulo de ‘loucos’ por recusarem o Pacaembu pelo sonho do Cícero Pompeu de Toledo; foi assim na final do Brasileirão de 1986 quando Careca calou os auto-falantes do Brinco de Ouro da Princesa nos acréscimos da prorrogação; foi assim nos três mundiais de clubes, quando éramos taxados de ‘primos pobres’ da América do Sul e foi assim em 2008 quando todos já entregavam a faixa ao Grêmio, “campeão do primeiro turno” do Brasileirão da época.

 

É verdade que o Marketing/Comunicação do São Paulo há algum tempo não utiliza o “Soberano” no clube mas é preciso que os profissionais que lá estão definam de uma vez por todas o belo, histórico e genuíno “Clube da Fé” como mantra definitivo do Tricolor. Há muita coisa para se explorar nesse universo traçado pela nossa própria história

 

“Fora, Soberano”: não precisamos dizer que somos maiores ou menores que nenhum outro clube muito menos contabilizar nossas glórias. Somos diferentes de todos e temos uma história única para passar de pai para filhos. Digite “Clube da Fé”no Google e verás: a verdadeira identidade do São Paulo sempre esteve a um palmo de distância de todos nós.

 

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