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OPINIÃO Atlético PR 1×0 São Paulo

Nação do Maior do Mundo;

 

Uma bobeada no início do jogo e a incapacidade de chutar com qualidade a gol marcaram o quarto jogo sem vitória do São Paulo no Campeonato Brasileiro. A equipe estacionou nos perigosos dez pontos e já se mistura na “zona da confusão” da parte debaixo da tabela.

 

Esse foi o típico jogo que as estatísticas enganam muito. Após o gol ‘relâmpago’ tomado, o Tricolor equilibrou o jogo e em muitos momentos encurralou os donos da casa, mas não teve competência para furar o eficiente sistema defensivo paranaense e não soube chegar ao gol adversário. Mérito quase total do Atlético: apesar de não incomodar Renan Ribeiro no segundo tempo, o ferrolho do CAP funcionou perfeitamente. Pratto, que alfinetou a defesa no jogo de Itaquera se incomodaria dos defensores criticarem o ataque Tricolor no jogo desta quarta? O meio e o ataque precisam criar e finalizar mais.

 

Porém temos dois pontos positivos, se é que podemos achar algo de bom numa derrota: as estréias de Denílson e Brenner. O primeiro mostrou muita personalidade, arrancando pela esquerda para o meio e arriscando alguns chutes. Já o menino de 17 anos estreou no profissional e pode sentir o gosto de vestir a camisa mais pesada do Brasil.

 

Restará ao São Paulo esperar os reforços estarem aptos, juntar os cacos e tentar vencer o Fluminense no fim de semana, no Morumbi. Outra pedreira, pois o Tricolor Carioca vem de vitória fora de casa diante do Avaí, em Florianópolis. Dois tabus estão mantidos após o jogo na Arena da Baixada: o Tricolor não vence o CAP no Paraná e o CAP não vence o São Paulo em finais de Libertadores. Qual seria o tabu mais precioso? Você decide, leitor!

 

Nota dos personagens da partida:

Renan Ribeiro Sem culpa no gol. Partida segura Nota: 6,5

Thiago Mendes Bom trabalho no primeiro tempo. Nota: 6,0

Militão Falhou feio no gol. No restante, jogou tranquilamente. Nota: 4,0

Lugano Apesar de uma atrasada falha, partida tranquila. Nota: 5,5

Rodrigo Caio Atento e bem postado. Nota: 6,0

Junior Melhor no primeiro tempo, jogando com Cueva. Nota: 6,0

Jucilei Fez o seu trabalho com competência. Nota: 6,5

Cícero A insistência de Ceni com ele deve acabar com a chegada dos reforços. Nota: 4,0

Cueva Até quis o jogo mas precisa ser ‘mais’ em campo. Substituído. Nota: 5,5

Marcinho Boa partida, tanto no ataque quanto na linha mais defensiva. Nota 7,5

Lucas Pratto Pouco acionado. Não aproveitou as bolas que teve. Nota: 5,0

Denílson Estreia com personalidade. Nota: 6,0

Wellington Nem Tá mais atrapalhando que ajudando em campo. Nota: 4,0

Brenner Entrou e tentou imprimir uma correria. Nota: 6,0

 

Rogério Ceni O gol relâmpago obrigou o São Paulo a jogar com mais intensidade e o time não fez uma má partida. Mas chutou muito pouco no gol, e não teve qualidade nos poucos arremates, por isso não considero o resultado injusto. Méritos a defesa adversária. Ceni até tentou: mudou o esquema com e sem colocar jogadores e esmagou os donos da casa no campo de defesa, mas a qualidade do ataque não foi suficiente para um melhor resultado.  Nota: 5,5

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Experiente e ‘marrento’, Petros chegará para ser titular do Tricolor

Nação do Maior do Mundo;

 

O Betis aceitou a proposta e Petros vestirá a camisa do São Paulo.

 

O volante chegará ao Brasil na próxima segunda-feira para se apresentar ao Tricolor. O contrato com o clube será de três anos e, de acordo com o Globoesporte.com, foram 2,5 milhões de euros investidos em 50% dos direitos do jogador.

 

Na minha opinião Petros chegará para vestir a camisa de titular e atuar ao lado de Jucilei. Juntos, eles formarão uma dupla de volantes mais combativa, ‘marrenta’ e de melhor transição que o que temos atualmente. Experiente, o atleta de 28 anos está de volta ao Brasil após jogar duas temporadas no clube espanhol. Ele se juntará a Maicosuel, Denílson, Gómez e Arboleda como contratações deste semestre.

 

O diretor Vinicius Pinotti disse em entrevista coletiva nesta última terça-feira que o Tricolor contratará cinco reforços (além de Denílson e Maicosuel), isso quer dizer que ainda há espaço para três contratações no plantel. O volante Mateus Jesus (Ponte Preta) é um dos mais especulados recentemente e até o nome de Daniel Alves é ventilado na Central da Boataria.

 

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Maicon: herói e vilão Tricolor!

Nação do Maior do Mundo;

 

O zagueiro Maicon não joga mais no São Paulo.

 

Clube e jogador aceitaram a proposta de 7 milhões de euros (cerca de 25 milhões de reais) do Galatassaray e o atleta jogará em um dos centros mais apaixonados do futebol mundial. Muito mais apaixonado que o Brasil, por exemplo.

 

A passagem de Maicon pelo São Paulo foi rápida e marcante em todos os sentidos. O início foi fulminante, com direito até a uma breve passagem no gol no épico jogo diante do The Strongest, em La Paz e o apelido “God of Zaga”, adotado na época até pelo torcedor que hoje o quer fora do clube. O desempenho e liderança praticamente obrigaram o clube a comprá-lo junto ao Porto, sob pressão quase unânime da torcida. Adquirido e com um plano montado para virar ídolo no Tricolor, Maicon colecionou muitos altos e baixos dentro de campo, que acabaram tirando sua condição de capitão e líder da equipe, ainda mais com a chegada de Lucas Pratto. O atleta também viveu momentos conturbados fora dos gramados, que contribuíram para a instabilidade no gramado e a saída prematura. Em menos de um ano foi herói e vilão e, principalmente, um real retrato de como o torcedor abraça e descarta os jogadores nos dias de hoje.

 

Em termos financeiros, o São Paulo fez um bom negócio e ‘empatou’. Com 28 anos de idade, Maicon foi comprado por 12 milhões de euros no meio de 2016, porém o modo de compra ainda confunde muito torcedor: foram 6 milhões de euros em dinheiro, e 6 milhões com o repasse do lateral Inácio e do volante Luizão, da base. O valor de Inácio , inclusive, está declarado no balanço de 2016. O clube ainda possui 50% dos direitos econômicos deles e pode ganhar com a valorização na Europa ou com a compra definitiva dos direitos pelo Porto.

 

Porém, não há o que comemorar: em termos técnicos, o São Paulo perderá uma peça forte no seu elenco. Não fundamental, mas forte. Mesmo vivendo um período ruim, ele era o melhor zagueiro de um elenco que agora conta com o bom Rodrigo Caio, o jovem Éder Militão e o fraco Douglas. O também fraco Lucão também não jogará mais no São Paulo e o veterano ídolo Lugano ainda vive a cruel expectativa de ser ou não aproveitado nos próximos meses. Robert Arboleda, zagueiro da seleção equatoriana chegará nesta semana mas para mim ainda é uma ingógnita, principalmente porque terá que se adaptar no meio do Campeonato Brasileiro.

 

De minha parte fica o agradecimento a Maicon por ter defendido o manto mais vencedor do país num dos piores momentos financeiros do clube, mas não falo por todos os torcedores do São Paulo. Muitos que agora o descartaram foram os mais pressionaram a diretoria nas redes sociais na época da compra. Que ele respire novos ares, jogue a bola que sabe jogar e vire ídolo entre os incondicionais apaixonados torcedores do Galatassaray.

 

O ídolo que não virou aqui no Tricolor.

 

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Lucão e Casemiro são jogadores e situações completamente diferentes!

Nação do Maior do Mundo;

 

Lucão está com os dias contados no São Paulo.

 

O jogador muito provavelmente abreviou sua saída do clube após a declaração pós-jogo, onde ironicamente disse que estava saindo do Tricolor, para a alegria de muitos torcedores. A declaração pegou mal entre os diretores e o jogador muito provavelmente não seguirá com o elenco para Curitiba.

 

Entre as muitas discussões nas redes sociais, algumas comparam o zagueiro a Casemiro, que também saiu ‘chutado’ e se transformou em um dos melhores volantes do mundo, atuando no Real Madrid. O ex-diretor Marco Aurélio Cunha é um dos que defendem o zagueiro e o comparam com o volante merengue.

 

Respeito muito o Dr. Marco Aurélio, mas Casemiro e Lucão são jogadores e situações completamente diferentes. Casemiro sempre teve potencial e talento para a volância; o que o atrapalhou foi a falta de foco nos treinamentos e na vida de atleta profissional, algo que conquistou com a maturidade na Europa. Ele mesmo confessa isso em entrevistas no velho continente. Ouso dizer que, se Casemiro não saísse naquele momento, não renderia nada ao clube. O São Paulo recebeu pouco, mas não foi a falta de talento que tirou Casemiro do Morumbi.

 

Lucão é diferente: até onde sabemos não é da noite, parece ser bom moço como Rodrigo Caio e teve inúmeras chances para jogar no São Paulo, mas falhou demais, muito além da conta para um atleta de um clube do nosso tamanho. Foram falhas leves, graves e aberrações defensivas que viraram muitos gols contra o patrimônio Tricolor. Ao invés de ser emprestado e ganhar rodagem, como Tormena e Lucas Kal, o clube sempre buscou sua rendenção e a conta veio, até mais tarde que o normal.

 

A dramática passagem pelo profissional do São Paulo não quer dizer que Lucão não possa se tornar um bom jogador no futuro. Pode, e o futebol é assim mesmo, mas é certo que dentro do São Paulo ele não conseguirá trabalhar. A torcida, com ou sem razão, também está no seu limite.

 

Que o clube repare de vez essa insistência e que Lucão seja feliz em outro lugar.

 

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OPINIÃO São Paulo 1×2 Atlético Mineiro

Nação do Maior do Mundo;

 

Foi com muita dor e revolta que o torcedor recebeu a primeira derrota do clube em sua casa neste Brasileiro. Com o gol tomado aos 35 minutos de jogo, o Tricolor não teve forças para mais nada, viu sua invencibilidade ir por terra abaixo e despencou na tabela do torneio.

 

Venceu quem errou menos. E o São Paulo, apesar de ter lutado bastante nos dois tempos e até feito uma boa segunda etapa, abusou dos erros nos três setores do campo. No ataque, Lucas Pratto perdeu três grandes chances, sendo uma clara ao cabecear sem ninguém o marcando. Não digo que sentiu o jogo contra sua ex-equipe, mas não costuma errar tanto assim na cara do gol. Seu parceiro Wellington Nem manteve os já tradicionais 0% de produtividade e saiu no intervalo. No meio-campo, Jucilei continua jogando por ele e por todos os que estão ao seu redor e Cueva pareceu mais condicionado que nos últimos jogos. Quis mais bola e mostrou vontade, mas em compensação Cícero continua dando passes de lado e fugindo da responsabilidade nas partidas. Se Araruna estiver 50% bem, pode botar para jogar.

 

Agora a defesa, essa precisa de uma atenção maior no post. Maicon murchou desde que perdeu a braçadeira de capitão. Anda muito jururu e mesmo tirando algumas bolas no segundo tempo, não anda inspirando a confiança que inspirava nessa mesma época do ano passado. Militão errou muito neste domingo mas se compararmos com o histórico de Lucão, o jovem poderia ser chamado de “novo Darío Pereyra”. Aliás, Lucão é um caso a parte e espero que de uma vez por todas ele siga seu caminho em outra agremiação. Desejarei boa sorte, mas aqui no São Paulo não dá mais. É muita falha para um zagueiro. Acompanho ele em campo desde 2013 (fui na Copa Audi, ‘sua estréia’) e de lá para cá, salvo exceções, cada jogo é uma lambança. Hoje a ironia na entrevista pós-jogo pode ter selado sua história no Tricolor. Pode sair e virar o Baresi mas aqui não conseguirá.

 

Para piorar, a tabela é cruel: Atlético Paranaense na arena que nunca vencemos, Fluminense em casa e Flamengo na Ilha do Governador. Se os reforços não vierem e as mudanças não forem feitas com a entrada de jogadores mais qualificados que Nem, Cícero e Lucão, poderemos esperar muita tormenta nos próximos dias.

 

Nota dos personagens da partida:

Renan Ribeiro Sem culpa nos gols. Uma grande defesa. Nota: 8,0

Marcinho Um dos melhores em campo, até. Gol merecido. Nota DEZ!

Militão Mal na defesa. Substituído no meio da segunda etapa Nota: 4,0

Maicon Não anda inspirando confiança. Parece desanimado. Nota: 4,5

Lucão Uma falha e uma entregada. Dois gols para o adversário. Nota: 1,0

Junior Bom segundo tempo, saindo mais para o jogo. Nota: 6,0

Jucilei Regular, como sempre. Joga por dois. Nota: 8,0

Cícero Mais um jogo insuficiente. Erro e Ceni na contratação. Nota: 4,0

Cueva Melhor preparado e mais ambicioso, mas ainda errando muito. Nota: 5,5

Lucas Pratto Perdeu chances que não costuma perder. Nota: 4,5

Wellington Nem Mais uma vez um cemitério de jogadas. Banco! Nota: 3,0

Thiago Mendes Sua entrada melhorou a equipe. Nota: 6,0

Bruno Fraco jogo pelo lado direito. Nota: 4,5

Gilberto Pouco tempo em campo. Sem nota.

Rogério Ceni Tomamos um gol muito cedo e o time demorou a recuperar o jogo. Sua mudança na segunda etapa tornou o São Paulo melhor e, até o erro da defesa, media forças com o Galo. Seu grande erro é insistir em Wellington Nem, Cícero e Lucão, mas não pode levar a culpa sozinho. Cadê o elenco para ele trabalhar? Nota: 5,5

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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