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O que pensa o Diretor Financeiro do São Paulo para o ano de 2018

A matéria do jornalista Matheus Lara, do Estado de São Paulo, vai provocar reações distintas entre os torcedores do São Paulo Futebol Clube. Matheus entrevistou o diretor financeiro remunerado do Tricolor, Elias Barquete Albarello, e colheu as projeções do clube, no ponto de vista das finanças.

 

Veja a matéria do Estado de São Paulo aqui.

 

Resumindo a matéria, o diretor financeiro do São Paulo disse que o clube conseguiu grande evolução na quitação das grandes dívidas e que o ano de 2017 foi atípico no quesito venda de jogadores. Ainda segundo Elias, a projeção do clube para o ano de 2018 será mais conservadora. “Manteremos uma previsão de conseguir cerca de R$ 70 milhões com venda de jogadores na próxima temporada” – disse ele ao Estadão.

 

Apesar de acreditar em uma boa performance em 2018, Elias disse que o clube prevê poucas mudanças no atual elenco, que possui folha salarial considerada alta: R$ 12 milhões/mês. “Precisamos tornar a gestão financeira mais eficiente, para que possamos, de forma adequada, gerar mais recursos para investir.” – completou o diretor financeiro.

 

Isso quer dizer: teremos contratações pontuais, mas não devem ser medalhões como houve neste ano com Prato, Petros, Jucilei e Hernanes. A intenção da diretoria de futebol é manter o que tem até pelo menos o final do ano (Jucilei e Hernanes inclusos) e manter a folha salarial, com vendas de atletas.

 

Aí fica uma pergunta: vale contratar o goleiro Jean pelo valor que estão dizendo? Vale abrir mão de Hudson para facilitar a compra do Cruzeiro? O São Paulo precisa alinhar o discurso do financeiro com o futebol, seja para economizar, seja para investir. Minha impressão é que pelo menos um base e um do time titular tentarão vender para alcançar esses R$ 70 milhões previstos no orçamento.

 

Deixo esse post com uma mensagem ao menos animadora do diretor financeiro: “Não podemos fazer com que o time deixe de disputar títulos em nome do que havíamos planejado financeiramente. Hoje temos uma boa equipe e, com uma ou outra mudança, temos tudo para ter um bom 2018.” – Finalizou Elias.

 

Ficamos na torcida desse equilíbrio financeiro e de títulos.

 

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Leco: deixe o Raí trabalhar!

Carlos Augusto de Barros e Silva está em um momento delicado de sua gestão. Com mandato por mais dois anos e pressão de conselheiros até torcedores, passando por atletas e até ex-jogadores como Rogério Ceni e Cafú, o presidente sabe que precisará entregar resultados dentro de campo no próximo ano de seu mandato.

 

Apesar de aparentemente ter diminuído sensivelmente a dívida do clube (segundo seu diretor financeiro, de 170 milhões para atuais 50 milhões) o nome de Leco está historicamente envolvido em polêmicas com ex-funcionários e diretores. Muricy já teve atrito co o então Leco diretor, Luis Cunha saiu do comando do futebol cuspindo fogo contra o presidente e Michael Beale andou soltando faíscas pontuais em seu twitter. Já Vinicius Pinotti, Pintado e o M1TO, mais reservados, preferiram ser sutis em suas críticas. Cada um com seu problema porém todos com um ponto em comum: divergências com o mandatário.

 

A vantagem de Leco ao escolher Raí é que o atual diretor conhece o perfil boleiro do presidente, mas isso não quer dizer submissão ou subserviência. O caminho é a descentralização do poder e se o eterno camisa dez não tiver a declarada carta branca, ele pegará o boné, tornando a gestão praticamente ingovernável até o fim do mandato. É bom Leco saber que o bom trabalho de Raí e, principalmente, a liberdade do diretor para executar o seu trabalho, serão elementos-chave em 2018.

 

Torcer para que Raí dê certo é torcer para o sucesso do São Paulo Futebol Clube.

 

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Raí: experiência e são-paulinidade de sobra para tocar o futebol Tricolor!

O eterno camisa dez Raí aceitou o desafio. Ele será o responsável pelo comando do futebol do São Paulo após a demissão do ex-diretor Vinícius Pinotti. O novo dirigente foi confirmado nessa tarde pelo clube e já começa a trabalhar na sexta-feira.

 

O início da missão do novo diretor é muito maior que dar continuidade as negociações de manutenção e reforço de atletas iniciada pelo seu antecessor. Raí será responsável por montar um elenco capaz de conquistar os títulos que o clube tanto precisa para amenizar a batalha das vaidades dentro dos grupos políticos do clube.

 

Não será fácil. Raí terá muitos obstáculos e o primeiro deles é se alinhar com o presidente Leco, que costuma interferir nas decisões do futebol, às vezes até tomando as rédeas de contratações sem o conhecimento de seus subordinados. Foi assim com Luiz Cunha, foi assim com Vinícius Pinotti e fatalmente será assim com ele. Mas Raí não nasceu ontem e não caiu de pára-quedas no clube para ser ‘usado’ como muitos já adiantam. Mais experiente que nunca e membro ‘hors concour’ do Conselho de Administração, ele tem a são-paulinidade exata para reerguer o São Paulo ao seu patamar de direito.

 

A chegada de Raí é também, como disse no post anterior, um ultimato para a gestão do atual presidente. Será praticamente o último suspiro de credibilidade da gestão Leco. O apoio do blog será total ao ídolo e de uma coisa ninguém agora poderá levantar suspeita: quem tem mais conhecimento notório de futebol e de São Paulo que o grande Raí Souza Vieira de Oliveira?

 

Raí, Raí: o terror do Morumbi.

 

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Veja as maiores possibilidades para a direção de futebol do São Paulo:

O São Paulo já se movimenta para achar o substituto do cargo de Vinicius Pinotti, ex-diretor de futebol que se demitiu do cargo na tarde desta quarta-feira. Mais uma vez em ebulição, o clube procura alternativas para a vaga enquanto Alexandre Pássaro, advogado responsável pelas contratações, continua com a função de tocar as negociações em andamento.

 

Raí, ídolo e atual membro do Conselho de Administração do Tricolor, é nome de agrado do presidente Leco e, por este motivo, sai na frente da sucessão na diretoria de futebol. Outro nome de bastante agrado do mandatário Tricolor é Paulo Autuori. O treinador campeão mundial em 2005 tem a amizade e o respeito do presidente e já trabalhou no cargo, no Atlético Paranaense.

 

Juliano Belletti, ex-jogador do clube, também é especulado no Tricolor. Ex-diretor do Coritiba (pediu demissão em outubro) ele trabalhou no futebol do clube paranaense por quase um ano e conta com prestígio por ter se qualificado para o cargo.

 

Leia a opinião sobre a saída de Vinicius Pinotti do cargo aqui.

 

Particularmente os três nomes me agradam mas não gostaria de ver Raí como diretor de futebol. Não por sua capacidade mas sim porque o cargo no Conselho de Administração já é muito bem representado por ele, que é consenso entre toda a Coletividade Tricolor. Portanto, eu manteria o ex-camisa dez no Conselho e trabalharia com um dos outros nomes.

 

O mais importante de tudo isso é o novo diretor ter sinergia de trabalho com o presidente, coisa que não acontece nos últimos anos devido a notória intervenção de Leco nos assuntos do futebol. O São Paulo troca mais de diretor de futebol que a Rita Cadillac trocava de namorado. É claro que os resultados não aparecem desta maneira.

 

É bom o diretor se preparar. As cobranças para um 2018 feliz serão fortes.

 

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Sem Vinícius Pinotti, credibilidade da gestão Leco está em xeque!

O pedido de demissão do diretor de futebol remunerado Vinicius Pinotti pegou a coletividade Tricolor de surpresa e desencadeou uma série de especulações sobre a relação entre ele e o presidente do clube, além do futuro do setor, o mais importante de um clube de futebol.

 

O Globoesporte.com escreveu com ricos detalhes a situação do pedido de demissão, interpretado por várias fontes ligadas ao ex-diretor e ao presidente. Vale ler o texto dos jornalistas Marcelo Hazan e Marcelo Prado.

 

Vou passar minha impressão. Apesar da torcida contra de muitos, o foco do problema do São Paulo não é o Vinicius Pinotti. Sim, ele entrou no cargo sem a experiência do ramo mas o fato é que o time do segundo turno foi montado na sua gestão no futebol e, salvo melhorias para 2018, foi bem satisfatório. O São Paulo foi um dos líderes do returno do Brasileiro e não passaria perrengue se estivesse com estes atletas antes da competição. Alguns erros aconteceram, como a chegada de Denílson mas muitos acertos também são dignos de registro, como as contratações de Hernanes, Petros e Marcos Guilherme.

 

No final da reunião do CT perguntei a Vinicius se ele aceitaria o cargo de diretor de futebol se pudesse voltar no tempo e a resposta foi curta e emblemática: “não aceitaria”. Pinotti estava longe do presidente em toda reunião, sentado junto com os torcedores na sala de imprensa do clube. Creio que ele não aceitou a falta de autonomia em seu trabalho.

 

Não sei se a saída se deu foi por causa de Pratto, Dorival ou Jair Ventura. Também não sei se houve de fato uma intervenção. Só sei que o futebol voltou a estaca zero, isso é, tudo que foi bem construído no segundo semestre na gestão do futebol do São Paulo terá que recomeçar. Aguardemos a vinda de um novo diretor mas é muito importante que o presidente vá aos microfones e explique a Coletividade Tricolor o que fez um são-paulino tão dedicado e apaixonado como Pinotti desistir do cargo mais importante do clube. Vinicius, com o tempo, certamente se pronunciará.

 

Sem Vinicius Pinotti, a credibilidade da gestão Leco está em xeque. Logo agora que, segundo o diretor remunerado financeiro, as dívidas caíram e, segundo os noticiários, a manutenção de Jucilei ficou mais próxima.

 

Aguardemos os próximos capítulos.

 

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