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Ajuste no planejamento e Cuca farão Tricolor mudar perfil de reforços

A eliminação precoce da Libertadores 2019 inevitavelmente modificará o planejamento Tricolor para a temporada. A não concretização da entrada na fase de grupos fez o clube deixar de ganhar receita prevista com bilheteria e premiação, obrigando-o a mudar o perfil de contratações para o ano.

 

O atual desvio de rota financeira coincide com a contratação de Cuca. Técnico especialista em trabalhos sob pressão e expert em montagem de elencos com budgets curtos, o novo técnico Tricolor deverá modificar o elenco e atuar, como ele mesmo disse em entrevista coletiva, nos mercados emergentes do futebol Brasileiro e internacional.

 

Lê-se mercado emergente tudo aquilo que está fora do ‘mainstream‘: medalhões e adjacências. Cuca deve trabalhar com dois perfis de atletas; aqueles que se encaixam com seu projeto de “família Tricolor” e jogadores acima das estatísticas porém sem grife. Foi assim que ele conseguiu fazer do Goiás de 2003 uma vitrine para a vinda ao São Paulo. Com Cuca veio Grafite, Cicinho, Fabão, Danilo e outros atletas fora do circuito nobre do futebol, mas dentro do perfil traçado acima. Emergentes e ‘de família’.

 

Portanto, a tendência é que os reforços sejam ou ‘ex-familiares’ do técnico (Guerra, Roger Guedes, Fabiano e similares) e atletas que se destacam em clubes medianos do Brasil. Este é o perfil de Cuca e esta é a realidade do clube: gente que corra pelo técnico e pelo companheiro. Cenas dos próximos capítulos…

 

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Se o São Paulo tivesse marketing, Pato poderia ser ‘comprado’ pelo torcedor

É duro dizer isso mas o São Paulo poderá perder a oportunidade de contratar Alexandre Pato por não conseguir arcar com os seus vencimentos, em caso de rescisão do jogador na China. Mesmo com uma suposta ‘preferência’ e diminuindo substancialmente seus vencimentos, a contratação não fecharia a conta do departamento de futebol do clube.

 

Depois da eliminação precoce na Libertadores e o re-planejamento orçamentário (o São Paulo deixará de ganhar cerca de 30 milhões previstos na competição internacional) o atleta, que luta para voltar ao Brasil (ou a Europa) não se encaixaria mais no budget do futebol. O Tricolor certamente ainda terá que vender algum jogador para completar a conta do ano.

 

Tudo isso poderia ser evitado se o clube tivesse um marketing condizente com sua grandeza. Se o departamento estivesse estruturado para gerar lucro e não apenas para ‘enxugar gelo’, Pato poderia ser pago com ações com patrocinadores, venda de camisas e material licenciado, acréscimo de sócios torcedores entre outras coisas. O jogador é altamente identificado com a torcida e não viria como uma aposta e sim como uma certeza de vendas. E o mais importante, agregaria ganho técnico para o elenco.

 

Não somente Alexandre Pato, mas Hernanes, Calleri e até jogadores rivais poderiam ser contratados com boa parcela paga indiretamente pelo torcedor.

 

É uma pena que o marketing Tricolor ande a passos de tartaruga em comparação aos seus tradicionais rivais. Palmeiras, Corinthians e Flamengo, por exemplo, nadam de braçada no setor. No São Paulo, cada dia temos menos adimplentes no programa Sócio Torcedor, não se vê nada na prateleira da Adidas além das camisas #1 e #2, as lojas São Paulo Mania cada vez mais demonstram insatisfação com o que consideram descaso comercial do clube e os donos de camarote lutam dia a dia para não entrarem no vermelho no mês. Pouca coisa se salva, como o incrível ‘case’ do restaurante japonês Koji e o Banco Inter, patrocinador master e parceiro do clube, que ultrapassou sua meta de correntistas no ano passado.

 

Não há evidências de corrupção no setor mas o São Paulo poderia ser muito mais em uma área que gera uma receita absurda quando se trata de clube de massa. O clube está adormecido com o tipo de marketing que envolve interferência de conselheiros que se dizem “do ramo” e trabalho de profissionais limitados para absorver todas as disciplinas que a pasta exige. Nem mesmo o escudo do Tricolor é respeitado em muitas das peças de licenciamento. Não há ninguém que tenha tempo para revisar a sinalização dos licenciados no departamento.

 

A solução poderia ser terceirizar o núcleo com uma agência que entenda do riscado como o Corinthians faz com a F/Nazca, uma das maiores agências de publicidade do mundo. Outro caminho, muito mais custoso, seria contar com um time de profissionais de peso e currículum para a área. Custoso e difícil pois, no mercado, poucos se aventuram a sairem dos seus empregos e se sujeitarem a intromissões de gente que só está lá para ajudar politicamente o presidente, seja lá quem seja.

 

O São Paulo precisa de muitas mudanças mas, no caso do marketing, o clube precisa de uma gestão  independente do clube social e competente nas ações e resultados. É apenas o mínimo que se espera de um clube que gera milhões em receita ano a ano.

 

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Com Cuca, Diego Souza poderá ter chance de recuperar seu futebol

O centroavante Diego Souza é atualmente um dos jogadores mais contestados do São Paulo. Alvo de críticas da torcida pela forma física, o atleta terá a grande chance de se recuperar com um técnico que acredita no seu futebol: Cuca.

 

É o que acredita o jornalista esportivo Marcello Lima. Ex-setorista do São Paulo de Cuca na época em que trabalhava na Jovem Pan, Lima esteve comigo em uma live (Facebook) promovida pelo São Paulo Raíz na note desta última terça-feira que falou sobre o Tricolor, causas e futuro, no Bar Titular. Na live, o jornalista lembrou que o novo técnico do São Paulo havia pedido Diego Souza no Palmeiras em 2017, quando dirigiu o rival. Na época, jogando pelo Sport, Diego Souza permaneceu em Recife.

 

De volta ao Tricolor, Cuca se encontrará com um dos jogadores que mais queria trabalhar na época de Palmeiras. Caso ainda queira contar com Diego Souza, o principal objetivo do treinador será condicionar físico e psicologicamente o atacante. Missão difícil mas, conversando com Lima, amigo de longa data desde as épocas de faculdade de comunicação na FIAM, chegamos a conclusão que finalmente desde a saída de Muricy do Tricolor, o clube volta a contar com um técnico de ponta que sabe administrar situações difíceis de elenco.

 

Quem quiser acompanhar Marcello Lima, atualmente o jornalista trabalha em um novo e ousado projeto da 97FM: as transmissões de jogos do “Estádio 97”, um dos programas de maior audiência da rádio brasileira.

 

 

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De boa surpresa a questionável: Volpi vive dias complicados no Tricolor

Thiago Volpi chegou literalmente de um dia para o outro no São Paulo.

 

O goleiro, especulado na noite do dia 22 de dezembro pela imprensa mexicana, foi anunciado no dia seguinte pelo site oficial do clube. Para muitos uma grata surpresa, para alguns uma aposta e para praticamente todos um goleiro com expectativa a altura do que exige o São Paulo, principalmente pós-Rogério Ceni.

 

Volpi jogou praticamente todas as partidas da temporada, sem grande destaque. Sua melhor partida curiosamente foi em uma das derrotas mais doídas do Tricolor, diante do Santos no Pacaembú. Porém, apesar das boas defesas, os dois gols santistas tiveram participação negativa do goleiro.

 

As atenções ao goleiro se intensificaram após o clássico em Itaquera. O gol da vitória do Corinthians sobre o São Paulo só aconteceu devido a sua falha. O goleiro diz que foi atrapalhado faltosamente por Vágner Love mas os comentaristas esportivos são quase unânimes em lhe atribuir boa parte da responsabilidade na derrota.

 

O goleiro, poupado nos recentes protestos, sabe que seu prestígio pré-São Paulo está em cheque. Entre os torcedores há quem defenda mais chances a Jean e há também quem poupe o goleiro acusando o seu preparador. Eu ainda acho pouco tempo para avaliações contundentes mas o recente histórico do ex-Querétaro até agora o credencia a ser uma incógnita para o restante do ano, período em que está emprestado ao Tricolor.

 

O fato é que se não melhorar sensivelmente seu desempenho dentro de campo, Thiago Volpi dificilmente será lembrado no restrito hall de lendas debaixo da trave tricolor. O blog promove uma enquete sobre o desempenho atual de Thiago Volpi nos primeiros meses de São Paulo. Vote você também abaixo:

 

 

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Atitude de Reinaldo é exemplo de descaso Tricolor em jogos importantes!

Mais uma cena emblemática em uma derrota do São Paulo em clássicos, algo que vem sendo cotidiano nos últimos anos. O lateral Reinaldo, alheio ao resultado e a importância da partida para o torcedor são-paulino, sai abraçado e aos sorrisos com um adversário. A imagem foi captada da internet na saída de campo das duas equipes, em Itaquera.

 

Amizades a parte, a imagem simboliza a falta de compreensão e sentimento do elenco Tricolor em relação a um clássico. Mesmo atuando de igual para igual, o São Paulo perdeu mais um jogo em falhas individuais e sai de campo dando a impressão que participou de apenas um amistoso, do tipo “Florida Cup”.

 

 

Não tenho nada contra a pessoa Reinaldo. Acho um jogador fraco para atuar com a camisa do São Paulo, supervalorizado até pelas mídias do próprio clube. Mas não é esse o ponto do texto. Nem tão pouco tempo atrás, São Paulo e Corinthians protagonizavam uma acirrada rivalidade, a ponto dos funcionários do rival serem instruídos a não cumprimentar os Tricolores, mesmo havendo amizade. Vampeta, ex-jogador do Corinthians confirmou isso no programa “Bola da Vez” e o próprio Lugano, ídolo do São Paulo, vivia dizendo que nunca trocava camisa com um corinthiano ou palmeirense.

 

A última vez que vi brio pré, durante e pós um clássico foi na vitória contra o próprio Corinthians na fase de grupos da Libertadores 2015. Os jogadores, funcionários e torcida criaram um verdadeiro clima de terror para o rival, culminando em uma vitória tranquila onde o protagonismo foi todo Tricolor.

 

A culpa não é só de Reinaldo e não quero transformá-lo no único exemplo de descaso em relação a jogos grandes. O problema vem de cima; de quem instrui, de quem forma jogadores para jogar em time grande. Minha sugestão é que o clube tire Lugano do cargo quase decorativo onde ele está atualmente e o aproveite em seu habitat verdadeiro: o vestiário. Com Lugano no futebol, a chance de casos como esse acontecerem seria mais difícil. O São Paulo precisa de gente que sabe e ensine os que não sabem que clássico não se joga. Clássico se ganha.

 

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