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OPINIÃO São Paulo 1×0 Santos

Foi magro e suado, como em quase todos os jogos do São Paulo nos últimos anos, mas desta vez não foi tão sofrido. O Tricolor fez o dever de casa, venceu o Santos no Morumbi, melhorou a condição na tabela e deu novos horizontes para a sua torcida. O torcedor não teve insônia neste domingo.

 

Foi um primeiro tempo intenso, com oportunidades Tricolores e quase nenhuma chance santista. Foi uma segunda etapa mais equilibrada, com o gol Tricolor aos dez minutos e mais saída do Santos, contrastando com o cansaço do time de Aguirre após intensos 45 minutos. Aí apareceram os volantes e zagueiros, dando poucas oportunidades ao time da Vila Belmiro. A rigor, uma cabeçada e um lance feio de Sidão nos últimos minutos. No mais, o São Paulo jogou e não deixou o leve time do Santos jogar. As palavras da vitória foram comprometimento e entrega.

 

O torcedor pode discordar do rodízio promovido por Aguirre (eu mesmo não gosto da troca seguida de jogadores a cada jogo) mas o fato é que com ele vemos um São Paulo muito mais seguro defensivamente que em todo o ano passado. O pragmatismo é meio “sofrência” de assistir mas cria uma casca difícil de se passar na linha de zaga. Neste domingo o sistema defensivo foi praticamente perfeito. Militão, Anderson Martins, Bruno Alves, Hudson e Jucilei foram os destaques da partida, com menções honrosas a Marcos Guilherme e, claro, Diego Souza. O primeiro pela mobilidade na marcação, passando até a ser ‘lateral direito’ após a expulsão de Anderson Martins. O segundo pelo aproveitamento. Teve um gol a sua mercê no comecinho do jogo e depois ficou esperando a oportunidade, que chegou na sua cabeça. Diego Souza não é centroavante mas se fizer seus gols, ninguém vai reclamar. Foi contratado para isso.

 

Claro, nem tudo está uma maravilha. Apesar da invencibilidade, é preciso criar mais oportunidades de gol para sofrer menos. O time está seguro e mais confiante porém precisa trabalhar mais na frente para não passar tanto perrengue na sua defesa. Essa é a tarefa ‘do dia’, após o equilíbrio defensivo. Aguirre terá mais uma semana para afinar o coreto, antes do jogo do fim de semana contra o América MG, em BH. Desta vez ele contará com mais apoio e tranquilidade pois nada como uma acordar para a semana com uma vitória convincente num clássico.

 

Nota dos personagens da partida:

Sidão – Falhou feio no fim do jogo. Torcedor ficou apreensivo. Nota: 6,0
Militão – Boa partida no apoio e principalmente na defesa Nota: 7,5
Anderson Martins – Apesar da expulsão, monstro no jogo! Nota: 7,5
Bruno Alves – Se redimiu com estilo do fraco jogo na Bahia. Nota: 7,5
Reinaldo – Também fez uma partida muito melhor que na Bahia. Nota: 7,0
Jucilei – Engoliu Vitor Bueno. Dono do meio-campo. Nota: 8,0
Hudson – Ótima partida, com muito combate e dedicação. Nota: 7,5
Nene – Primeiro tempo espetacular. Dedicado e competente. Nota: 7,0
Marcos Guilherme – Cumpriu a tarefa e não lhe faltou fôlego. Nota: 7,0
Éverton –
 Assistência perfeita para o gol do jogo. Nota: 7,0
Diego Souza – O nome do solitário e decisivo gol da vitória. Nota: DEZ!

Edimar – No lugar de Reinaldo, completou a linha de quatro. Nota: 6,0
Tréllez – No lugar de Diego Souza, não lhe faltou correria. Nota: 6,0
Liziero – No lugar de Everton, fechou o lado esquerdo. Nota: 6,0

Diego Aguirre – Um time muito mais equilibrado, com dois volantes, uma linha de quatro defensores, um meia distribuindo o jogo e atacantes prestativos. O time continua sofrendo para tornar o jogo tranquilo mas foi seguro na sua defesa na maioria do tempo. Bom jogo, decidido no detalhe a nosso favor. Nota: 7,0

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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San-São marcará uma nova relação entre o time e a torcida neste ano!

O São Paulo se prepara para o seu primeiro clássico no Campeonato Brasileiro 2018. O jogo contra o Santos, marcado para o domingo no Morumbi, fatalmente marcará uma nova relação entre o time e o seu torcedor em 2018.

 

Isso porque, apesar de invicto, o time conquistou somente sete dos quinze pontos disponíveis e estacionou no meio da tabela do torneio de regularidade. Entre erros e acertos, o Tricolor está há cinco jogos sem perder no torneio, porém uma derrota no San-São decretará um jejum de cinco jogos sem vitória. Prato cheio para os criadores de crise pois a única vitória seria diante do lanterna Paraná, na estreia da competição.

 

A partida aumenta a importância porque o Peixe foi o único algoz do Tricolor no Morumbi neste ano. Os santistas venceram o clássico marcado no Campeonato Paulista e também decretaram uma maior animosidade entre a torcida e o então técnico Dorival Junior. Não tenho dúvidas que as circunstâncias e principalmente o resultado do clássico causarão mais pressão ou mais apoio do torcedor, pelo menos até a parada da Copa do Mundo.

 

Diego Aguirre não poderá reclamar de falta de dias para treinamento, tampouco de jogadores indisponíveis para a partida. Diego Souza, Éder Militão e Anderson Martins se recuperaram de lesões e treinaram normalmente. Brenner voltou de período com a seleção sub20 e até Junior Tavares está à disposição após o “test drive” na França.

 

A única ausência, sentida por alguns e comemorada por outros, é Rodrigo Caio. Éverton e Reinaldo, com amigdalite (a famosa ‘dor de garganta’), não treinaram na quarta mas não preocupam e podem ficar à disposição para o restante dos treinos no CT da Barra Funda.

 

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Tricolor garante que não haverá debandada de jogadores na janela. Estamos de olho!

Apesar da necessidade de venda, não teremos debandada de jogadores em 2018. Isso é o que promete o São Paulo para a próxima janela de transferências do exterior, a mais temida dos clubes sul-americanos em geral.

 

Ao Globoesporte.com, a diretoria do São Paulo confirma a necessidade de negociação de alguns atletas mas não o contingente do ano passado, motivado principalmente pela urgência na equalização das contas. Segundo o portal, Raí e Ricardo Rocha tem se preparado para possíveis perdas, principalmente no setor defensivo.

 

Militão é o caso mais delicado e aparentemente sem solução. O jogador não renovou o contrato e reforça a preocupação por uma saída minimamente rentável do clube. Rodrigo Caio penso que, se tiver boa proposta, deverá sair nesta janela. O jogador renovou contrato e tem uma multa boa para o Tricolor, em caso de negócio. Por fim Arboleda deverá ter sondagens mas não deve sair. De contrato atualizado, somente um hecatombe como o pagamento integral da multa tiraria o equatoriano.

 

Conforme dito na carta aberta ao presidente Leco, publicada no fim do ano passado, o Blog São Paulo Sempre está de olho na manutenção e também do reforço do elenco de 2018. Tirando o que é inevitável ao futebol brasileiro e o que independe da vontade da diretoria (como a saída de Pratto no início do ano), a ordem é manter a espinha dorsal do time e, se possível repor as perdas com gente de bom nível.

 

O leitor do Blog que me conhece desde a SPNet e o Globoesporte.com pode contar com essa ‘fiscalização’ e cobrança dentro e fora das linhas dos textos que costumo publicar periodicamente neste espaço. Todos nós, apaixonados, lutamos de uma forma ou de outra por um São Paulo forte, transparente e profissional.

 

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Muito respeito a você, Petros!

Petros é um jogador com uma cabeça diferente do que temos ultimamente no futebol brasileiro. A rica entrevista dada para Matheus Lara, jornalista do Estadão, mostra um pouco do dia a dia e da filosofia do atleta em cada clube que trabalha.

 

Na entrevista, o volante diz que que defende a camisa tricolor como faz com sua família e que vê o time na direção certa em busca de conquistas, tão necessárias para o torcedor de um clube com a grandeza e a importância do São Paulo para o futebol mundial.

 

Vale ler a entrevista completa.

 

A comparação da construção de um elenco com a construção de uma casa (alicerces e base para se reerguer) é verdadeira, tanto no discurso para a imprensa, como no modo de pensar do jogador. Petros é confiante, dedicado, ‘de grupo’, com discurso reto e real. A sequência de vitórias, dita pelo jogador como um dos elementos que faltam para o time engatar no Campeonato, foi confirmada por mim em uma conversa antes mesmo dessa entrevista ser realizada. Vale a pena apostar no que ele diz.

 

Petros, vou comprar a sua briga por uma boa temporada, junto com o elenco. O time não está encaixado mas o modo como os jogadores se dedicam pelo resultado a cada partida desde a chegada de Aguirre motiva muito o blog neste ano. Tenho muito respeito a todo o atleta esclarecido que se preocupa com o torcedor, ponta final e vital desse esporte chamado futebol. Como você mesmo disse, torcida é combustível de força motivacional e o torcedor do São Paulo realmente tem estado junto nos momentos difíceis. Este é o primeiro grande passo na construção da nossa casa de conquistas.

 

Que você esteja certo, meu caro Petros. Para a alegria de todos os Tricolores.

 

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Caso Marcos Guilherme: forte suspeita de acordo entre o Furacão e um rival tricolor

Marcos Guilherme está cada mais distante da permanência no Morumbi. O fim do vínculo de empréstimo do jogador se encerra no dia 30 de junho e até o momento o Atlético-PR recusou todas as propostas de negócio do Tricolor.

 

A oferta de 2 milhões de euros (cerca de R$ 8,6 milhões de reais) por 50% dos direitos do jogador, considerada limite pelos diretores Tricolores, foi rejeitada pelo clube paranaense. O Furacão pede 3,5 milhões de euros (cerca de R$ 15 milhões de reais) para que Marcos Guilherme permaneça em definitivo no clube do Morumbi.

 

Nos bastidores comenta-se que os Leco e Mario Petraglia, presidente do Conselho Deliberativo do Furacão, se reuniram dias atrás para tentar resolver o negócio, sem sucesso. Até o meia Shaylon, observado por Fernando Diniz no começo do ano, fora oferecido até o final de 2018 para compensar os paranaenses. Há também uma forte suspeita nos bastidores que o Atlético-PR, via empresários, já tenha desenhado um acordo com o Corinthians, clube apontado como interessado pelo jogador. A aflição de Marcos Guilherme para que o caso se resolva o mais breve possível é evidente.

 

Marcos Guilherme divide opiniões entre os torcedores do Tricolor. Uns o consideram um jogador comum, que pode ser suprido por algum atleta da base como Caíque ou Morato, outros vêm a necessidade da permanência, reconhecendo o valor tático e a entrega do atacante. Eu desejo a permanência dele no grupo mas entendo a preocupação financeira do clube. Marcos Guilherme marcou gols importantes no ano passado e se dedica ao máximo para cumprir as exigências táticas dos treinadores. Não é chinelinho, não é desagregador e merece o esforço para ficar no clube que torce desde criança.

 

Leia também: “Test Drive frustrante de Junior Tavares na França
Leia também: Jucilei defende e justifica esquema de Diego Aguirre.

 

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