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Vitória do são-paulino: “Baita Amigos” não será mais gravado no Morumbi!

Segundo o UOL, o programa “Baita Amigos”, apresentado pelo ex-jogador Neto, não será mais gravado dentro do estádio Cícero Pompeu de Toledo. Alvo de muitas críticas de conselheiros, diretores e torcedores, o programa sai do camarote Unyco neste mês e deverá ser produzido com outro cenário.

 

Apesar de ter jogado no São Paulo no início de sua carreira, Neto se consagrou no rival Corinthians, inclusive conquistando o seu maior título dentro do Morumbi, na final do Brasileirão de 1990. Sem papas na língua, o apresentador muitas vezes exagera nas críticas aos clubes que comenta, inclusive com algumas pitadas de deboche, característico de sua personalidade.

 

Conheci Neto em um dos eventos que participei. O “Neto personagem” é diferente do Neto da vida real, que demonstra muito respeito pelo Tricolor. O problema é que o Morumbi é um santuário para o torcedor do São Paulo. Por mais que o programa seja voltado ao humor, era realmente muito incômodo assistir os apresentadores e os entrevistados agindo de forma tão debochada dentro de uma área tão nobre para o torcedor. Apesar de ser a favor do futebol com bom humor eu duvido que Neto e seus companheiros trabalhariam com a mesma tranquilidade e complacência nas outras arenas da cidade.

 

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Gilberto, Cueva e Marcos Guilherme: um trio que pode dar certo em Floripa!

Dorival Junior ainda inicia a preparação para a partida do próximo domingo diante do Avaí, no Estádio da Ressacada, mas a possibilidade de um ataque com Cueva, Marcos Guilherme e Gilberto já é muito bem vista pelos torcedores do São Paulo.

 

Desde que chegou para o lugar de Ganso, Cueva viveu altos e baixos no Tricolor. Seu auge foi na goleada diante do Corinthians ano passado no Morumbi. O “pequeno majestoso” marcou um gol de cavadinha e liderou o meio-campo na goleada por 4×0 no rival. Porém, viveu períodos ruins neste ano: se contundiu na seleção peruana e demorou para voltar ao seu normal. Hoje em dia, livre da contusão e do tentador mercado, a tendência é seu futebol crescer novamente.

 

Gilberto também passou por instabilidade no Morumbi. Contratado com muita desconfiança do torcedor, sofreu com contusões no ano passado. Já neste ano, brilhou no Paulista e, apesar da condição de reserva, divide a artilharia com o titular Lucas Pratto. Pela voluntariedade e pelos gols, é reconhecido e querido pelo torcedor.

 

Por fim, Marcos Guilherme chegou como opção de velocidade pelos lados. É um atacante que conta com a confiança do treinador e seu cartão de visitas para a torcida foram os dois gols da virada contra o Botafogo, no Rio de Janeiro.

 

Com a suspensão de Pratto e Marcinho, dá para apostar no trio para o jogo de seis pontos diante dos catarinenses. Além dos três, Dorival ainda conta com as recuperações de Maicosuel e Lucas Fernandes. Ambos treinaram nessa segunda-feira e estão à disposição do treinador para a sequência do campeonato.

 

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Brilhante, torcida do São Paulo deu mais um salto em grandeza em 2017!

A torcida do São Paulo bateu mais uma vez o seu próprio recorde de público no Campeonato Brasileiro. Na manhã deste último domingo, os torcedores cravaram 56.052 mil presentes diante do Cruzeiro, no Morumbi, número ainda maior que do jogo contra o Coritiba, até então recorde da competição.

 

Com a contabilização do público recorde, o Tricolor chegou a média de 31.353 torcedores por jogo no torneio, a maior do clube desde 2003, início da era dos pontos corridos, superando sua maior marca de dez anos atrás. Em 2007, no auge da equipe tricampeão brasileira consecutiva (que despertava ira dos adversários e até instigava a volta do mata-mata no Brasileirão), o São Paulo possuía média de 28.789 pessoas por jogo no Morumbi.

 

Os novos números são prova de mais um salto de patamar da torcida do clube mais vencedor do país. O primeiro foi visto no início dos anos 90, com a máquina Tricolor da era Telê Santana. Na final de 1992 a torcida protagonizou a maior invasão de campo de um clube até hoje no Brasil. Já o segundo salto de patamar coincidiu com a conquista do terceiro Mundial: no retorno do Japão, a delegação teve a maior recepção popular da história na cidade, com torcedores alucinados perseguindo o ônibus Tricolor desde o Aeroporto de Cumbica até o Cícero Pompeu de Toledo. Tudo registrado em filme e vídeo.

 

Mesmo passando por mais um ciclo de vacas magras, desta vez consequência de más gestões após a avalanche de títulos da década passada, a torcida do São Paulo amadureceu. No lugar de revolta e abandono pela situação da tabela, nota-se presença e muito apoio dentro do estádio. Um fator que contribui para esta mudança de status é o perfil de torcedor visto no Morumbi: enquanto assistimos uma audiência “Nutella” nas novas arenas paulistas, o Cícero Pompeu de Toledo apresenta condições adequadas para a frequência das classes C e até D, a alma do futebol brasileiro. O Morumbi é atualmente o estádio mais democrático do país.

 

Apesar dos ótimos números vindos de sua torcida, os atuais diretores do São Paulo não tem o que se vangloriar. O clube explora pouquíssimo essa notável transformação, com um marketing aquém de sua grandeza e uma comunicação deficitária, talvez não por culpa de seus funcionários, mas pela indefinição de conceitos e posições de comunicação ao longo dos últimos anos. Falta ao São Paulo uma direção definitivamente profissional no seu marketing/comunicação e a definição de um DNA muito mais forte que o inócuo rótulo de  “soberano”, criado para os filmes das últimas conquistas.

 

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OPINIÃO São Paulo 3×2 Cruzeiro

Recorde, tensão, gols, alívio e festa… muita festa do Morumbi. O são-paulino sofreu bastante mas assistiu mais uma vitória ‘épica’ neste Campeonato Brasileiro. Com gols de Hernanes e Arboleda, a equipe cumpre seu dever de casa e volta a fazer as pazes com a vitória em seu estádio.

 

Pela primeira vez sob o comando de Dorival Junior vimos um São Paulo entregar a bola para o adversário e aguardar pelo contragolpe. Não é a característica do nosso treinador. O time não rendeu o esperado com a bola nos pés e sofreu muito com a boa organização do time misto cruzeirense, se salvando no primeiro tempo pelo golaço de falta de Hernanes e também pela abençoada trave do pênalti de Sassá.

 

Veio a segunda etapa e Dorival corrigiu a postura colocando Jucilei no lugar de Militão por Jucilei. O time ameaçou uma melhora e quase fechou o jogo numa bola inexplicavelmente perdida cara a cara por Marcinho mas, como vem acontecendo nos últimos jogos, sofreu apagões que custaram gols do adversário. Perdendo mais uma em casa, o técnico foi para o ataque colocando Denílson e Gilberto nos lugares de Buffarini e Petros. No abafa e com mais dois gols de bola parada, o time mais uma vez venceu um jogo que estava improvável, levando a torcida a loucura no final.

 

Mesmo ainda no auge da felicidade, é fato que a equipe não jogou bem e até merecia não ganhar a partida, mas hoje finalmente a sorte esteve do nosso lado. De uma coisa o torcedor não pode reclamar: o time tem muitas limitações mas não entrega os pontos facilmente. De uma coisa os jogadores não podem reclamar: essa torcida contagia até time de defuntos no IML.

 

É hora de curtir a vitória mas também se preparar bastante para o próximo importantíssimo compromisso contra o Avaí, em Florianópolis. A ordem é somar pontos e Deus queira que a sorte agora vire à partir da vitória deste domingo. Pais e filhos Tricolores agradecem!

 

Nota dos personagens da partida:

Renan Boa participação. Sem culpa nos gols. Nota: 6,0

Buffarini Lutou bastante para não jogarem no seu lado. Nota: 5,5

Arboleda Ótima partida e gol decisivo para a improvável virada. Nota: DEZ!

Rodrigo Caio Falha bizarra no segundo gol de Sassá. Nota: 3,5

Edimar Limitou-se a fechar seu lado. Nota: 5,5

Militão Não conseguiu exercer a função. Substituído no intervalo. Nota: 4,0

Petros Não distribuiu bolas como o esperado. Nota: 4,5

Hernanes Vinha mal até o belo gol de falta. Dois gols decisivos Nota: DEZ!

Marcos Guilherme Não foi bem no seu primeiro “vôo solo” . Nota: 5,0

Marcinho Teve a bola do jogo e perdeu cara a cara com o goleiro. Nota: 4,0

Lucas Pratto Partida esforçada e expulsão justa. Nota: zero* (pela expulsão)

Jucilei Entrou no intervalo e melhorou o meio defensivo. Nota: 6,0

Denílson Opção no ataque, contribuiu para a virada. Nota: 6,0

Gilberto Participação fundamental na vitória. Tem moral com a torcida. Nota: DEZ!

 

Dorival Junior Tentou dar a bola para o adversário e jogar com Militão na frente da zaga. Não deu certo. mexeu corretamente e o time na base da raça e vontade venceu um jogo que caminhava para o caos. Esperamos uma atuação mais compacta e criativa do Tricolor. Nota: 6,0

 

Torcida do São Paulo Mais um recorde de presença no campeonato. Nota: DEZ!

 

* Quem conhece o Blog há mais tempo sabe da regra que é dar zero para expulsão. Não achei injusta e nem estou condenando o jogador. Duas faltas mais fortes e pronto. Segue o jogo, sem polêmica.

 

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Time escalado e com uma nova formação. A hora é agora, São Paulo!

Uma grande diferença entre o trabalho de Dorival Junior e o de seu antecessor é que, diferente de Rogério Ceni, Dorival não esconde a escalação do time até momentos antes das partidas. O técnico inclusive já definiu o São Paulo que pegará o Cruzeiro neste domingo às 11 horas, para mais de 50 mil pessoas, no Morumbi.

 

O time entrará em campo com Renan Ribeiro, Buffarini, Arboleda, Rodrigo Caio e Edimar. Éder Militão, Petros, Hernanes, Marcinho e Marcos Guilherme, com Pratto no comando de ataque.

 

Buffarini ganha mais uma chance no ‘rodizio’ maldito da lateral direita Tricolor. Jucilei dá lugar a Éder Militão que, segundo o próprio Dorival, treinou muito bem na posição durante a semana. A linha do meio campo terá Petros com Hernanes na armação de jogadas e Marcinho com Marcos Guilherme nas extremidades do campo. Pratto é o cara que o torcedor espera que receba boas bolas para empurrar para as redes.

 

Como disse no post anterior, a saída de Jucilei é circunstancial. Dorival admitiu a dificuldade em jogar com ele, Petros e Hernanes e tenta um 4-1-4-1 com Militão fixo na frente da zaga. Darei um voto de confiança a necessidade do técnico em mudar o time e a formação no meio da competição e estarei de olho na vontade dos jogadores. Independentemente de tática, eles precisam comer grama para responder os mais de 50 mil fanáticos que lotarão o Morumbi na espera de uma vitória. O Cruzeiro vem bastante desfalcado e não podemos vacilar como vacilamos contra o Coritiba.

 

A hora é agora, São Paulo!

 

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