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São Paulo dá um enorme passo rumo a gestão profissional

Nação do Maior do Mundo;

 

Parece pouco, e por enquanto é, mas pode ser um divisor de águas.

 

O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou nesta última segunda-feira o uso do sistema SAP, um software de gestão integrada que poderá ser o grande salto para uma gestão mais eficiente e alinhada com o profissionalismo.

 

O sistema SAP (Sistemas, Aplicativos e Produtos para Processamento de Dados), integrará áreas como a administração, financeiro, marketing e jurídico, que poderão trabalhar como pastas integradas, tal qual diversas empresas multinacionais. O grupo Atos (empresa de TI que atuou nos Jogos Olímpicos de 2016) será a responsável pela implementação da ferramenta ao longo de um ano.

 

Ponto para o clube: o sistema comprado é referência para empresas com governança séria em todo o mundo. É um sistema auditável de sistematização de processos usada por grandes multinacionais. Para se ter uma ideia, o software SAP 4 Hana, utilizado com sucesso pela Alemanha na Copa de 2014, será implementado na área de análise de desempenho e estatísticas.

 

Para os torcedores mais ‘politizados’, ressalto que esta é uma conquista de toda a instituição e não de uma ou outra diretoria, mas para se obter eficiência plena de gestão é preciso gente qualificada em todos os setores do clube. Quem passou por este tipo de situação em multinacionais sabe que não é um processo rápido. Durante o período de cerca de um ano a Atos ministrará treinamento, capacitação e o clube, cercado pelo novo estatuto, realizará uma seleção natural de pessoas aptas para o nível de exigência que será exigido nos próximos anos.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Tricolor possui o sétimo ingresso mais barato do campeonato e média de mais de 47 mil torcedores por jogo

Nação do Maior do Mundo;

 

A informação é do canal Footstats: o São Paulo é o clube que até agora mais levou torcedores ao estádio em 2017. Foram mais quase 99.913 pessoas em dois jogos pelo Campeonato Paulista no Morumbi, diante da Ponte Preta e do Mirassol. Uma impressionante média de 47.456 torcedores por partida.

 

Já era de se esperar o comparecimento maciço diante da Macaca por ser o primeiro real encontro de Rogério Ceni como treinador com a sua torcida. Já o público diante do Mirassol marcou a estréia de Lucas Pratto com a camisa Tricolor, também impulsionada pela bela vitória na Vila Belmiro.

 

Para manter a ótima média, o clube praticará sua promoção de ingressos pelo menos até o Majestoso, driblando de maneira lícita a estratégia da Federação Paulista, que considera R$ 40,00 o valor mínimo de cobrança em uma arquibancada. Mesmo com a promoção, vale ressaltar que o clube é somente o sétimo colocado em valor médio de ingressos (R$ 26,25 reais) entre 16 participantes do torneio e mesmo assim tem a segunda maior renda bruta do campeonato, com R$ 2.491.222,00. E o melhor: grande parte deste dinheiro ficará nos cofres do clube por ser 100% detentor do seu estádio. Os ganhos são estimados em um milhão e setecentos mil reais limpos. 

 

Sem dúvida a chegada de Ceni e os bons reforços contribuem para essa média, mas a certeira ação da diretoria neste início de ano e o engajamento do torcedor Tricolor foram decisivos para esse ótimo início, provando que dá para fazer futebol com preços adequados e justos ao bolso do torcedor sem prejuízo ao clube. Vivemos em plena crise política e econômica, sabemos que nosso estádio, apesar de ótimo, não é adaptado ao modernismo atual e somente ações como essa poderão criar um ambiente favorável ao time dentro de campo e bom economicamente fora dele.

 

Bola dentro total e que a política de preços continue assim: o blog vai cobrar sempre ingressos justos para o torcedor do São Paulo; afinal suamos tanto para termos um estádio próprio e agora temos como usufruir dele de modo sustentável. Tanto clube como torcida ganham.

 

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OPINIÃO: São Paulo 2×2 Mirassol

Nação do Maior do Mundo;

 

A festa reservada para Lucas Pratto, com comparecimento de mais de 43 mil são-paulinos, no final não aconteceu. Surpreendido no Morumbi, o Tricolor cedeu o empate ao bom time do Mirassol nos acréscimos do jogo e frustrou bastante a torcida.

 

Foi um jogo muito movimentado, com ótimo trabalho das duas equipes. O principal destaque foi a intensa briga no meio de campo. Não houve supremacia Tricolor: as equipes alternavam o jogo, com muita competência nesta faixa do campo. Não é à toa que o Mirassol é a única equipe invicta e também com melhor aproveitamento no campeonato. O time é rápido, combativo e aproveitou as bobeadas individuais do São paulo para resgatar um placar já morto. mesmo com forte contribuição dos defensores do São Paulo, é para se destacar a luta do time do interior. Vai dar trabalho.

 

E por falar em bobeadas… que bobeadas! Maicon foi responsável pelo primeiro tento do Mirassol, ao tentar dar um rolinho e ser o último da defesa. Justo ele, que havia feito uma assistência monstro para o gol de Rodrigo Caio e era considerado por mim o destaque da defesa. A outra bobeada foi no apagar das luzes, Tony passou fácil por Buffarini e Neílton e cruzou como quis para Xuxa. O camisa 10 marcou ‘de barriga’, sem marcação alguma. Bruno, que também deu assistência para gol no jogo, não acompanhou. Enfim, duas falhas individuais bem aproveitadas pelo adversário.

 

Resultado frustrante. De proveitoso, a presença maciça da torcida, mesmo com a bobeada monstro da Total Acesso que, dias antes, não creditava os cartões já cadastrados no sistema. Outro ponto foi a estrela de Lucas Pratto. Gol na estréia é para dar moral e ir para a galera. Pena que os três pontos não vieram, mas no final das contas o placar acabou justo pelo que as duas equipes fizeram dentro de campo.

 

Vacilo, aprendizado e bola prá frente. A temporada está começando…

 

Nota dos personagens da partida:

Sidão Oscilou boas defesas e uma falha que quase custou um gol. Nota: 6,0

Bruno Não acompanhou Xuxa no gol de empate. Vinha bem mas… Nota: 5,0

Maicon Era destaque em campo até a jogada bisonha do primeiro gol. Nota: 5,0

Rodrigo Caio Gol e segurança no seu setor. Nota: 8,0

Junior Boa partida, menos insinuante mas com qualidade. Nota: 7,0

João Schmidt Boa briga com os meio-campistas do Mirassol. Nota: 6,5

Cícero Discreto; saiu no segundo tempo. Nota: 6,0

Thiago Mendes O melhor do São Paulo, com muita movimentação. Nota: 8,5

Cueva Fez uma partida discreta, mas não houve falta de empenho. Nota: 6,5

Luiz Araújo Bom início mas caiu de produção e saiu de campo. Nota: 6,0

Lucas Pratto Gol na estréia é para dar moral. Pelo tento, nota: DEZ!

Neílton Entrou mal mais uma vez, sem acrescentar nada no time. Nota: 4,5

Buffarini Veio para ser lateral esquerdo, liberando Junior. Não acrescentou. Nota: 5,0

 

Rogério Ceni Gostei do posicionamento e da dinâmica do time. O São Paulo jogou num 4-3-3, com o ataque trocando diversas vezes de posição, porém a entrada de Buffarini na esquerda e as falhas individuais deram justiça no placar. O time oscilou hoje mas a culpa não foi do técnico. Nota: 7,5

 

 

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Rogério Ceni: DNA vencedor, dentro e fora de campo!

Nação do Maior do Mundo;

 

Mais que o anúncio da incorporação maciça da base, mais a preparação num dos maiores centros esportivos dos Estados Unidos, mais que um título (ainda que de pouca expressão) em cima de um rival, mais que a artilharia do estadual, mais que a vinda de bons jogadores, mais que a chegada de Lucas Pratto, centroavante da seleção argentina. Mais que tudo isso, hoje o São Paulino comemora o início da volta de um DNA perdido há algum tempo: o DNA de um elenco com mentalidade campeã.

 

Essa filosofia é simbolizada na história de um personagem conhecido por todo o Brasil e boa parte do mundo do futebol. Rogério Ceni ganhou títulos, recordes e possui um dos currículos mais importantes do Brasil. Artilheiro, capitão e absolutamente obstinado pelo sucesso. A muitos incomoda, e para outros muitos é referência de trabalho e sucesso.

 

Não dá para cravar títulos no ano mas uma coisa dez para afirmar de bate e pronto: o elenco assimilou essa história de vida. Vemos até o momento um time dedicado dentro de campo, procurando aplicar o conceito de jogo de quem nunca foi técnico, mas que viveu muito tempo assistindo jogos de uma das posições mais ingratas e privilegiadas do futebol: a grande área. Prova disso é o time correr atrás do marcador contra Audax, Ponte e Santos.

 

Você pode achar exagero atribuir o sucesso atual a uma só pessoa mas o início da “era Ceni” como treinador animou a torcida e dá combustível para possíveis grandes vôos não somente em 2017 como nos próximos anos. A aquisição do M1TO no banco de reservas não pode ser tratada como manobra política e sim como movimento genuinamente são-paulino. Rogério é a personificação dos ideais do clube e seu sucesso é sucesso de todos que dirigem, trabalham e torcem pelo São Paulo Futebol Clube.

 

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OPINIÃO Santos 1×3 São Paulo

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Estrondoso silêncio na mais famosa vila do futebol. Em um jogo eletrizante, o São Paulo fez bonito e aplicou uma justa e implacável vitória em cima do bom time do Santos. Foi o primeiro clássico do clube no estadual e o saldo foi espetacular.

 

Duas palavras definem a atuação do Tricolor em Santos: inteligência e dedicação. O jogo começou em ritmo de ‘Premiere League’, com as duas equipes mostrando força e velocidade. Os donos da casa saíram na frente com duas contribuições individuais. Buffarini foi presa fácil na marcação e Sidão viu a bola passar suave sobre as suas mãos. Mesmo com desvantagem a equipe (mais uma vez) não se abateu e continuou medindo forças. O gol de empate surgiu através de um pênalti bobo de Zeca em cima de Gilberto. Cueva cobrou, marcou, comemorou e tomou um incrível e chato amarelo. E o jogo foi para o intervalo.

 

Confira a análise tática da partida aqui.

 

Rogério mexeu inteligentemente na equipe, sacando o discreto operário Neílton para a entrada de Luiz Araújo, típico jogador de contra-ataque, e assim esperou os erros do Santos. Foi nos pés do garoto da base que sairam os gols da vitória. No segundo gol Tricolor, o atacante roubou a bola e foi acionado por Gilberto (de novo ele) para vencer a defesa e o goleiro santista. Já no terceiro gol, Luiz recebeu a bola de um endiabrado Cueva e sacramentou a vitória.

 

E que vitória. Ainda é cedo para conclusões mas uma coisa podemos cravar com convicção: a dedicação desta equipe impressiona. Parece que o elenco compreendeu os primeiros ensinamentos de seu comandante e aplicam em campo o que vêem na prancheta do técnico. É o terceiro jogo que o São Paulo corre atrás do placar e a segunda partida que vence com méritos, aproveitando as chances que a partida lhe ofereceu. Ainda falta Pratto, Nem e Jucilei, mas dá para ver a cara obstinada de Ceni estampada em cada um dos atletas.

 

Já é um belo começo!

 

Nota dos personagens da partida:

 

Sidão Bobeada no gol e falha com os pés, mas defesas importantes. Nota: 7,5

Buffarini Primeiro tempo fraco e erro no gol. Bom segundo tempo. Nota: 6,0

Maicon Um leão na defesa. Nota: 8,0

Rodrigo Caio Cresceu ao lado do parceiro de zaga. Nota: 8,0

Junior Mais uma boa partida, partindo para cima do adversário. Nota: 8,5

João Schmidt Bom ponto de equilíbrio na saída de bola. Nota: 7,5

Cícero Ótimo trabalho de construção no meio. Nota: 7,5

Thiago Mendes Deu o famoso ‘chega prá lá’ no Lucas Lima. Por isso… Nota: DEZ!

Cueva O melhor em campo, do começo ao fim. Gol e assistência Nota: DEZ!

Neílton Parece que sentiu a ex-casa. Trabalho discreto no ataque. Nota: 6,0

Gilberto Sofreu pênalti, deu assistência e batalhou muito. Nota: DEZ!

Luiz Araújo Entrou e foi o nome do segundo tempo. Dois gols! Nota: DEZ!

Araruna Ajudou a fechar o meio com boa marcação e achou o Cueva. Nota: 8,0

Bruno Entrou e ajudou a segurar o lado direito. Nota: 7,5

 

Rogério Ceni Time quase perfeito taticamente. Sofreu no início do jogo, buscou o empate e, após suas mexidas, costurou a vitória com contra-ataques fulminantes. Time assimilou bem a filosofia do treinador e mostrou uma ótima cara dentro de campo. Nota: 9,5

 

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