Search Results For : Opinião

São Paulo tem dois nomes em pauta para o comando técnico em 2019

O São Paulo será treinado por André Jardine em seus últimos e importantes compromissos até o final do ano. A missão é colocar o Tricolor entre os quatro primeiros colocados do Brasileirão e assim evitar a Pré-Libertadores, que abreviaria o planejamento do ano que vem.

 

Paralelamente a isso, o clube se mexe para acertar com um novo treinador para 2019. Segundo o jornalista Arnaldo Ribeiro, dois nomes inicialmente estão em pauta: Abel Braga e Mano Menezes.

 

Abel já foi falado aqui no blog. O comentarista Neto divulgou supostas conversas entre o ex-técnico do Fluminense e a cúpula do Tricolor no programa “Os donos da bola”.  Após um drama familiar, o profissional se desligou do Fluminense e provavelmente voltará a trabalhar no ano que vem. Tem currículo e experiência.

 

Porém, Arnaldo revelou uma corrente de parte do Morumbi a favor de Mano Menezes. Atualmente empregado no Cruzeiro, o técnico é visto com bons olhos por parte de dirigentes e conselheiros, disse o jornalista no programa “Linha de Passe”. A favor de Mano, os recentes títulos conquistados pelo Cruzeiro.

 

Além dos dois citados, eu ainda colocaria uma outra alternativa: Cuca. O técnico, que atualmente dirige o Santos, poderá estar se desligando do clube santista no final do ano e tem histórico e bagagem para comandar esse São Paulo de tantos problemas e estiagem de títulos.

 

Dos três citados, qual seria o seu nome predileto?

 

Para acessar outras notícias do Blog São Paulo Sempre clique aqui.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Os fatos, os bastidores e a opinião sobre a demissão de Diego Aguirre

Diego Aguirre não é mais técnico do São Paulo. O clube comunicou a sua demissão em nota oficial a cinco jogos do término do Campeonato Brasileiro e do fim do contrato do treinador com o clube. André Jardine comandará a equipe nas últimas partidas do Brasileirão.

 

Aguirre deixa o São Paulo com 55,8% de aproveitamento. A demissão não foi tomada de forma impulsiva. Antes mesmo da partida contra o Corinthians, a diretoria do Tricolor estava insatisfeita com os rumos do trabalho do uruguaio. A avaliação é que o trabalho havia estagnado e faltou fôlego ao técnico, tanto na parte tática como na direção de seus comandados. Porém, a intenção era mexer no final da temporada.

 

O empate em Itaquera, com mais um péssimo desempenho coletivo, antecipou a saída. Também pesou muito o fato da vaga direta para a Libertadores 2019 estar mais a perigo que nunca. Se o São Paulo não ficar entre os quatro primeiros colocados, terá um espaço de tempo curto para o planejamento e a adaptação de outro técnico. O “efeito Jardine” foi a solução encontrada para tentar evitar a curta pré-temporada.

 

Demitir um técnico não é motivo de alegria para ninguém, nem o mais humilde torcedor até o mais ilustre dirigente. É sinônimo de fracasso, incompetência coletiva, algo que o São Paulo há tempos se acostumou com gestões e nefastos grupos que circulam em bandos nos arredores do Morumbi. Mas neste caso, a demissão também contou com imensa colaboração do protagonista do post.

 

Aguirre não se ajudou. Teve a faca e o queijo na mão, isso é, teve a chance de ter a torcida ao seu lado quando o clube gozava da liderança na metade do campeonato. Porém, mostrou um repertório curto demais para um clube tão grande como o Tricolor e, de quebra, não soube lidar com as nuances da temporada. Quando teve tempo para treinar, sucumbiu. Quando precisou retomar a atitude vencedora do grupo, falhou. Assim, não mostrou ser técnico de primeira prateleira, mesmo com a tranquilidade que o trio de ferro do futebol lhe deu.

 

E o futuro? É ainda absolutamente nebuloso, mas para mim aponta uma direção. Que a mudança sirva para o Tricolor entender que precisa de um técnico de primeiro escalão, que segure a bronca de uma torcida exigente, com uma longa estiagem de títulos e um CT distante da excelência de outros anos. Investir em um medalhão, desde que com bom histórico atual, até economiza em elenco pois o ‘costa larga’ pode fazer muitos dos atuais jogadores voltarem a funcionar.

 

Que Raí e seu corpo de profissionais saibam conduzir essa transição com sabedoria, para que 2019 não seja mais um entre tantos anos fracassados do atual e melancólico São Paulo Futebol Clube.

 

Para acessar outras notícias do Blog São Paulo Sempre clique aqui.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

OPINIÃO SCCP 1×1 São Paulo

Mais um resultado igual para a coleção da equipe que mais empatou no Campeonato Brasileiro. Jogando com um a mais durante a maior parte da partida, o Tricolor não soube se sobrepor ao adversário e sai de Itaquera com sensação de jogo perdido.

 

Na verdade, o Tricolor se safou de mais uma derrota no estádio corinthiano. O jogo só foi equilibrado nos primeiros vinte minutos quando os donos da casa não acertavam a marcação em Carneiro. Com a precoce saída do atacante uruguaio, a entrada de Brenner e a dificuldade na criação das jogadas, o São Paulo foi sucumbindo e terminou o primeiro tempo correndo atrás da bola e até mesmo com um gol legítimo ao favor dos donos da casa não marcado. Sorte do Tricolor que o adversário foi ao vestiário com um a menos.

 

Na segunda etapa, a equipe teve a bola mas não conseguiu propor o jogo, ou melhor, não sabe propor o jogo. Com duas linhas de quatro, o adversário se fechou e, aos poucos, começou a sair, tamanha a fragilidade Tricolor. O gol de Ralf e o tento de Brenner deram números finais a um clássico em que uma equipe jogou com alma. A outra apenas protocolou o mau e desorganizado futebol aplicado em todo o segundo turno.

 

No final, o resultado não agradou ninguém. Muito menos o torcedor Tricolor. Faltou agressividade, organização e alma ao São Paulo em Itaquera. Péssima apresentação de uma equipe composta por atletas que precisam mostrar mais e um treinador que precisava mostrar mais.

 

O torcedor está exausto desse fim de feira.

 

Nota dos personagens da partida:

Jean – É atabalhoado, porém melhor que o seu reserva. Nota: 6,0
Arboleda – Como o técnico o deixou fora em alguns jogos? Nota: 6,5
Bruno Alves – Mesmo amarelado precocemente, segurou. Nota: 5,5
Anderson Martins – Acho lento para trabalhar três zagueiros. Nota: 4,5
Bruno Peres – Um dos piores em campo, senão o pior. Nota: 4,0
Reinaldo – O “Kingnaldo” virou um mero plebeu. Nota: 4,5
Jucilei – Bem na volância. Saiu amarelado precocemente. Nota: 6,0
Hudson – Bem no meio. Falta a ele mais chegada ao ataque. Nota: 6,0
Liziero – Não funciona como elo de ligação. Melhor como volante. Nota: 4,5
Carneiro – Era o melhor quando saiu ainda no primeiro tempo. Nota: 7,0
Diego Souza – Participação quase nula no ataque. Nota: 4,0

Brenner – O gol salvou a tímida partida. Nota: 6,0
Everton – Insistiu em cruzamentos, mas é titular absoluto. Nota: 6,0
Nene – Pouco tempo mas melhor que Liziero na ligação. Nota: 6,0

Diego Aguirre – Mais uma partida sofrível tecnicamente. O torcedor do São Paulo não merece, não aguenta e nem pode se contentar com tamanha desorganização em uma partida em que o time jogou com um a mais durante todo o segundo tempo. Desempenho medíocre no segundo turno. Nota: 3,5

 

Para acessar outras notícias do Blog São Paulo Sempre clique aqui.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Cinco motivos para ver “Onde a Moeda cai em pé”, que estreia nesta quinta

Estive no pré-lançamento do filme “Onde a moeda cai em pé”, na última terça-feira no Shopping Eldorado. O filme conta, de forma documental e emotiva, a história do São Paulo Futebol Clube desde a sua idealização até os dias de hoje.

 

São depoimentos de historiadores, jornalistas, ex-atletas, ex-dirigentes e torcedores que dão ao torcedor uma boa dimensão do que é a história e o DNA do clube. Vou destacar o que mais me impressionou, que serve como motivo a mais para assistir o filme, que estreia em circuito nacional nesta quinta-feira 08 de novembro.

 

1) Montagem
Para mim a montagem e edição são o que mais impressiona no filme. Para mim é tarefa quase impossível juntar todas as glórias no campo, pistas de atletismo e ringues de boxe em pouco mais de uma hora de exibição. E os produtores conseguiram. Montagem dinâmica e muito bem feita.

 

2) A ‘vitamina’ de Canhoteiro
Um dos momentos que mais renderam risadas dos presentes foi sobre o segredo especial do ídolo do passado, Canhoteiro. Não vou entrar em detalhes para que todos assistam e entendam o que fazia o ponta ser tão bom.

 

3) Depoimento de Adhemar Ferreira da Silva
Entre todos os depoimentos presentes no filme, o que eu mais me impressionei foi o do triplista bicampeão olímpico, que representou por tanto tempo o Tricolor e é responsável por duas das cinco estrelas da bandeira do clube.

 

4) As olheiras de Pintado e Zetti
Quem olhar o pôster do São Paulo campeão Mundial de 1992 vai reparar nas olheiras dos jogadores Pintado e Zetti. Ambos contam a inusitada história no filme. Vale a pena prestar atenção!

 

5) A sapiência de Lima Duarte
Um dos torcedores mais ilustres do Tricolor conta por que não pede ou exige nada do seu clube de coração. Um depoimento dado no final do filme que mostra o que é ser São Paulo Futebol Clube. Um exemplo!

 

Veja aqui o trailer oficial e a lista de cidades e cinemas participantes que exibirão o filme “Onde a moeda cai em pé” e prepare sua pipoca e lenço. Garanto que você irá se emocionar.

 

Para acessar outras notícias do Blog São Paulo Sempre clique aqui.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Aguirre deveria dar chance para Nene jogar e ‘dar a vida’ em Itaquera

Muito se falou sobre Nene nesses últimos dias. Sua atual condição de reserva e atitude ao ser substituído ou até mesmo não entrar em jogos como o último diante do Flamengo rendem pautas da imprensa e torcedores.

 

Até mesmo Lugano entrou no balaio. Ídolo Tricolor, o uruguaio declarou que já era sabido que o atual camisa dez chegaria ao clube com um ‘pacote’ de atitudes, caso não fosse aproveitado como titular. Segundo Lugano, foi assim com o PSG, clube que atuou ao lado de Nene.

 

Na minha opinião, o São Paulo não pode expôr o jogador como fez Lugano ou como alguns torcedores se comportam ao creditar somente ao meia o mal desempenho do time no segundo turno. Por mais que não atue como nos tempos áureos, Nene tem grande valor no grupo pela experiência e também com a técnica que ainda possui. Nene sabe segurar a bola quando é preciso e apresenta ótima visão de jogo, algo que poucos tem no próprio elenco.

 

Como sugestão, para instigar o meia, Aguirre deveria dar chance de participação no clássico de sábado, ainda que no segundo tempo. “Quer jogar, dê a vida e faça chover no Itaquerão” – eu diria. Algo parecido foi feito com Diego Souza no início do ano.

 

Tudo que Nene precisa é de uma apresentação de gala neste segundo turno. E tudo que o São Paulo não precisa é de mais polêmicas neste final de temporada. Acabar com o tabu em Itaquera, como foi na Arena da Baixada, é algo que o torcedor prezaria muito nesta reta final.

 

Para acessar outras notícias do Blog São Paulo Sempre clique aqui.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.