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Faltou coragem a Cuca em Porto Alegre. Dentro e fora de campo!

O técnico Cuca explicou a derrota do São Paulo diante do Internacional em coletiva pós-jogo ainda nos vestiários do estádio Beira-Rio, local do confronto entre dois dos maiores clubes do Brasil.

 

Para o técnico, o time perdeu o jogo por insistir em ‘quebrar’ a bola entre a defesa e ataque, sem o trabalho de meio campo. Cuca admitiu que os nove desfalques pesaram mas ressaltou que o adversário aumentou seu volume e qualidade de jogo na segunda etapa com as entradas dos titulares e mereceu o resultado.

 

A explicação coincide com o desenho da partida. O São Paulo iniciou o jogo com três boas chances em quinze minutos, trabalhando a bola pelos lados do campo e até de certa forma envolvendo o adversário. Porém, jogou sem um meia articulador. Sem Hernanes, Dani Alves e até Igor Gomes, o clube ficou refém da pouca intimidade de Vitor Bueno na função. Para completar, Liziero, o único que poderia fazer alguma diferença na distribuição das jogadas, fez uma partida pífia. Já o Inter, jogou quase 100% desfalcado pelo enorme compromisso que terá na quarta mas, ao colocar alguns dos seus titulares, dominou e mereceu a vitória, ainda que conquistada através de um pênalti revisado pelo VAR.

 

Não adianta chorar o leite derramado mas o time poderia ter dado um ‘recado’ melhor se o treinador iniciasse com Gabriel Sara no meio desde o início do confronto. Poderia não alterar o resultado mas Sara era o único com a função articuladora no elenco que viajou para Porto Alegre.

 

Foi o que fez Vágner Mancini nos jogos decisivos do Tricolor no Paulista. O Coordenador, interino entre Jardine e Cuca, lançou Igor Gomes e a equipe foi até a final, mesmo desfigurada como hoje. Se Sara não fosse bem, o torcedor até seria mais compreensivo. Para mim, faltou ousadia para este ‘recado’ aos diretores e ao DM do clube. Também o culpo fora de campo, por não bater o pé pela permanência de Igor Gomes. O meia poderia não ser a solução dos problemas no Beira-Rio mas trabalharia muito mais a vontade no seu setor que o improvisado Vitor Bueno.

 

Penso que Cuca é o menor dos problemas no contexto atual deste remendado São Paulo e não é o caso de “fazer campanhas” por sua saída mas o declínio técnico da equipe ao longo dos 90 minutos do jogo no Sul poderiam ter sido evitados com a entrada de jogadores mais íntimos em suas funções, ainda que reservas dos reservas.

 

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OPINIÃO Internacional 1×0 São Paulo

Que dureza! No jogo “reservas x remendados”, quem levou a melhor foi o Internacional. Jogando fora de casa, o São Paulo não conseguiu pontos e estaciona com 31 pontos na disputa do Campeonato Brasileiro.

 

O time teve vinte minutos de lucidez no jogo, que culminaram nas melhores chances que teve em toda a partida. Apesar do bom início, os remendos na equipe foram decisivos para más conclusões de jogadas e arremates. Sem Pablo, Pato, Toró e Hernanes machucados e ainda não contando com Antony, Dani Alves e, pasmem, Igor Gomes nas seleções, a equipe mais uma vez mostrou a fragilidade daqueles que não tem envergadura para disputar um campeonato tão equilibrado e cheio de nuances como o Brasileirão.

 

Tivemos posse de bola no primeiro tempo e na segunda etapa deixamos a bola com o adversário mas em pouquíssimos momentos impusemos perigo a meta do Lomba. Faltou manter o ritmo, o volume e a intensidade de jogo dos primeiros minutos. Apesar do sistema defensivo bem plantado, nossa qualidade foi pouca do meio para frente para vencer um raro jogo em que o forte adversário colocou seus reservas. O contexto do Inter neste sábado estava a favor do São Paulo. O problema é que o contexto do São Paulo estava contra o São Paulo, se é que me entendem.

 

Jogadores e técnico: todos tem uma parcela de culpa, mas antes de pensar em trocar atleta ou treinador (já passamos por isso e vimos que não é a solução), que tal voltar as atenções aos misteriosos prazos de recuperação dos atletas que poderiam fazer a diferença no elenco? Cobrar Cuca pelo desempenho da sua equipe ficaria mais justo se ele tivesse ao menos 1/3 dos jogadores considerados titulares do meio de campo e ataque.

 

O time terá mais uma vez uma semana para treinar e, principalmente, recuperar os atletas lesionados. Será que teremos retornos do Triângulo das Bermudas que virou nosso Reffis ou os jogadores ficarão mais uma semana em uma eterna ‘transição’?

 

Nota dos personagens da partida:

 

Tiago Volpi – Em grande momento. O melhor do time. Nota: 9,0
Juanfran – Bom primeiro tempo. Segunda etapa apagada. Nota: 5,5
Arboleda – Mais uma partida com a defesa sólida. Nota: 6,0
Anderson Martins – Partida praticamente sem erros. Nota: 7,0
Reinaldo – Fraco no apoio, defesa OK. Nota: 5,5
Hudson Jogo fraquíssimo. Pênalti juvenil. Nota: 3,0
Tchê Tchê – Não rendeu o que rende no meio-campo de hoje. Nota: 5,5
Liziero – Atuação bem fraca. Bem substituído. Nota: 4,0
Vitor Bueno – Não é articulador. Cuca errou em mantê-lo. Nota: 4,0
Raniel – Outra partida fraca no comando de ataque. Nota: 4,5
Everton – O melhor do setor, mas foi pouco para o time. Nota: 6,0


Gabriel Sara
– Entrou mostrando disposição. Nota: 6,0
Igor Vinícius – Discreto na função mais ofensiva. Nota: 5,0
Fabinho – Primeiros passos como profissional. Sem nota.

 

Cuca – Para mim, seus erros foram não ter batido o pé por Igor Gomes, não ter colocado de vez o Sara “na fogueira” desde o início do jogo e não colocar Calazans (por quem tanto brigou para vir) na equipe. No mais, não dá para exigir total eficiência com tanto desfalque em um técnico que está a quatro meses no clube. Já vimos esse filme antes. Cobrar? Sim, mas quando tiver as peças. Vou repetir o que falei no jogo diante do Grêmio: ano passado reclamamos por falta de elenco. Neste ano parece que nossa estrutura joga contra nós. Nota 5,0

 

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Relacionado para a viagem, Gabriel Sara pode ser opção de jogo no meio

Em meio a tantas ausências, uma notícia que pode agradar os torcedores. O meio-campista Gabriel Sara foi relacionado para a partida diante do Internacional, neste sábado às 19h no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre.

 

Oriundo da base Tricolor, Sara foi integrado em definitivo junto aos profissionais na parada da Copa América, mas aquele não foi o seu primeiro momento com o elenco de cima. Em 2017, ele foi relacionado para o jogo diante do Bahia, no Morumbi, o último daquele Brasileirão e também a despedida de Diego Lugano dos gramados. Dorival Júnior, técnico na época, até o colocou em campo nos últimos minutos de jogo e em um Morumbi lotado.

 

Sara subiu para o lugar deixado por Nene e tem como principal característica a distribuição rápida do jogo: “Eu gosto de usar muito a cabeça, dar um ou dois toques na bola, evitar a condução, gosto de deixar meus companheiros na cara do gol, clarear o jogo, usar tudo o que eu acredito que eu tenho de qualidade.” – disse a SPFCtv na época da promoção definitiva.

 

Não tenho muitas informações sobre suas atuações nos coletivos mas acredito que ele poderia ser testado no meio, já que não teremos Hernanes, Dani Alves nem Igor Gomes. Já vi moleque arrebentando em período de estreias, como Dodô, Eliel, Luis Fabiano e Lucas Moura. Por que não correr mais uma vez esse “risco”?

 

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DM, seleção e o próprio clube deixam Cuca sem articulador para sábado

Os compromissos com a seleção e os internados no REFFIS mais uma vez farão o Tricolor apresentar um time bem mexido no Campeonato Brasileiro. O clube visitará o Internacional neste sábado às sete horas, no belo estádio Beira-Rio, em Porto Alegre.

 

Os problemas estão no meio-campo e no ataque. Hernanes ainda se recupera de lesão e Dani Alves, escalado para armar as jogadas da equipe nos últimos jogos está com a seleção brasileira. Para piorar, seu substituto natural, Igor Gomes, foi dispensado pelo clube para completar os treinos de Tite na seleção principal.

 

Já no ataque, Antony está com a seleção de base. Com Pato e Pablo ainda inaptos para o jogo, Cuca tem até improvisado Igor Vinícius na linha de frente. O técnico optou por duas formações no treino aberto para a imprensa: um 4-2-3-1 com Igor Vinícius na direita, Everton no meio e Liziero na esquerda e um 4-4-2 com Vitor Bueno e Raniel no ataque. Veja as duas formações treinadas:

 

4-2-3-1: Tiago Volpi, Juanfran, Arboleda, Anderson Martins e Reinaldo; Hudson e Tchê Tchê; Igor Vinícius, Everton e Liziero; Raniel.

 

4-4-2: Tiago Volpi, Juanfran, Arboleda, Anderson Martins e Reinaldo; Luan, Liziero, Tchê Tchê e Everton; Vitor Bueno e Everton.

 

Qualquer uma das formações é limitada pela quantidade de desfalques e, na minha opinião, o São Paulo deveria ter segurado Igor Gomes e o preparado para essa partida, já que era certo que Dani Alves seria convocado e Hernanes não estaria em condições de jogo.

 

Dani Alves e Antony jogarão nas respectivas seleções e não há o que fazer com os lesionados a não ser lamentar pela demora nas recuperações e cobrar mais eficiência nos departamentos. Porém, a dispensa de Igor Gomes dos treinos poderia ser evitada. A permissão é uma tremenda bola fora para um clube que neste ano tem mais elenco que em 2018 mas insiste em jogar contra si. Menos mal que, prestes a disputar mais uma final de Copa do Brasil, o adversário também deverá vir mexido para o confronto em seus domínios.

 

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Cuca cita característica do futebol brasileiro para explicar Dani Alves no meio-campo

Cuca falou sobre os primeiros dias de Dani Alves no São Paulo na coletiva pós-jogo diante do Grêmio, no Morumbi. Perguntado sobre o assunto, técnico defendeu um projeto que tem para com o jogador, que é a migração da lateral direita para o meio-campo, e citou adaptação ao setor.

 

“É um jogador em adaptação ao nosso futebol. Ele fez o quarto jogo inteiro em treze dias, é o cara que mais corre. É lógico que ele vai sentir um desgaste. Sentindo, a parte técnica também vai sentir. É natural. Mas não é por conta de hoje que vamos tirar ele do projeto que tenho com ele e pôr na lateral. Isso pode acontecer em uma partida, mas não era o caso hoje. Pusemos na lateral um jogador que tivesse a força, que foi o Igor Vinícius.” – disse ele ao Globoesporte.com

 

Muito torcedor do São Paulo pergunta o porquê dessa migração já que na lateral direita, Dani Alves ainda é considerado um dos melhores, senão o maior do mundo. A resposta está no fato do futebol brasileiro ser bem mais corrido que o europeu, além da vontade do jogador em mudar de posição, visando também uma vaga na Copa do Mundo do Catar.

 

Para a lateral direita, Cuca conta também com Juanfran e Igor Vinícius, atletas com características diferentes e úteis em várias situações de jogo. Hoje Cuca quis acelerar o segundo tempo com Igor Vinícius e também citou processo de adaptação ao espanhol.

 

“Hoje o Juanfran saiu em uma parte do jogo para termos uma velocidade maior no setor com o Igor. O Juanfran dá uma segurança defensiva maior” – disse o treinador.

 

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