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OPINIÃO: Leco presidente!

Nação do Maior do Mundo;

 

Carlos Augusto de Barros e Silva, 79 anos, venceu Eduardo Mesquita Pimenta, 78 anos, em um dos sistemas de votação mais arcaicos dos grandes clubes brasileiros e continuará presidindo o São Paulo por mais três anos. O Tricolor também nomeou outros cargos importantes dentro do novo regime de estatuto, que começa a ser operado em sua totalidade à partir de hoje.

 

Tenho esperança em dias melhores para o São Paulo. Primeiro porque a nova administração agora governará sob um dos estatutos mais atuais e bem elaborados dos clubes brasileiros, que prevê gestão profissional remunerada em cargos vitais (até mesmo o presidente), descentralização do poder e ações que melhorarão os processos administrativos, como eleições no final do ano e não no meio de competições importantes. Segundo porque a oposição, mesmo derrotada neste pleito, renasceu e isso já é uma grande vitória. Um clube como o São Paulo não pode ficar tanto tempo com apenas com uma visão de administração. Ainda aguardo uma terceira via jovem e revigorada, mas mesmo com muitos nomes que nem gosto de lembrar, a oposição se fez presente.

 

Quando Leco foi eleito em outubro de 2015 após uma vitória retumbante sobre Newton do Chapéu, na época eu ‘paguei para ver’. Pois o atual presidente me surpreendeu positivamente. Em um curto período, sua gestão alongou as alarmantes dívidas de curto prazo, continuou melhorias estruturais no estádio, retomou o marketing mesmo com a crise profunda que vive o país e está trabalhando o futebol com seriedade, estendendo contratos e adquirindo melhores jogadores que em anos passados. E uma das coisas mais importantes: não interferiu no Novo Estatuto.

 

Tudo isso é bom mas ainda é pouco. Muito pouco. Como formador de opinião e não votante, achei prudente me manter ausente do processo eleitoral e como torcedor continuarei a cobrança de conquistas regulares e títulos que condizem com a grandeza do Tricolor. É também obrigação permanente do blog estar sempre de olho em atos suspeitos ou não condizentes com o DNA do clube. Porém, o momento é de união e mais um voto de confiança. Que Leco e seus aliados deixem de lado as desavenças políticas deste período e governem para todos os são-paulinos, baseado no princípio da conquista de glórias, melhoria de patrimônio e manutenção do caixa azul.

 

Boa sorte!

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Sem Araruna, Bruno e Buffarini, Wesley deve voltar a lateral direita

Nação do Maior do Mundo;

 

O São Paulo ganhou mais problemas para as próximas semanas.

 

Além de Wellington Nem, com lesão no menisco, o meio-campista improvisado na lateral direita Felipe Araruna saiu do clássico de domingo com um estiramento na coxa. A lesão não é grave mas o atleta deverá desfalcar a equipe ao menos diante do Cruzeiro, em Belo Horizonte.

 

Com a ausência de Araruna, e sem Bruno e Buffarini (também lesionados), a tendência é que Wesley assuma imediatamente o posto. Meio-campista de formação, o jogador já atuou pelo setor em alguns jogos e não comprometeu. Não cabe nem discussão se Wesley servirá ou não para jogar na lateral. Não tem outro!

 

Aí fica a pergunta: o que acontece com a preparação física dos atletas? São muitas lesões já registradas no ano, inclusive de gente que nem estreou pelo clube. Em comparação com os rivais do estado somos disparado o clube com mais lesionados. É normal uma situação dessas?

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Atitude desportiva de Rodrigo Caio divide opiniões entre os torcedores

Nação do Maior do Mundo;

 

A derrota no primeiro jogo da semifinal foi um tremendo baque para o São Paulo. Entretanto, uma atitude chamou a atenção de todos os presentes no Morumbi e em frente a telinha de TV.

 

Aos 39 minutos do primeiro tempo, o juiz amarelou Jô em uma confusão perto da grande área do São Paulo. Luiz Flávio de Oliveira viu pisão do atacante corinthiano no goleiro Tricolor mas foi corrigido por Rodrigo Caio e voltou o cartão aplicado.

 

A atitude, tida como normal pelo zagueiro nas entrevistas pós-jogo, dividiu opiniões entre os torcedores e os personagens do jogo. O atacante Jô, acompanhado pelo presidente do Corinthians, parabenizou o zagueiro pela honestidade. O juiz chegou a agradecer Rodrigo Caio pela iniciativa. Mas, nas redes sociais e em alguns  grupos de whatsapp que participo, o gesto não foi aceito por alguns. Alguns torcedores rejeitaram a atitude e até condenaram o jogador. Para a visão destes, não há desonestidade em esconder o lance que tiraria Jô do segundo jogo. Malandragem é coisa do futebol, segundo alguns.

 

Eu sou a favor da honestidade em todos os setores da sociedade. Seja numa bituca de cigarro jogado na calçada até na caça e prisão dos maiores corruptos de uma nação. É uma questão de educação e princípios. Porém, não acho que o gesto não foi o fator predominante para a derrota e tampouco ele será um divisor de águas para uma mudança de comportamento dos jogadores brasileiros, que amam simular contusões e colocar árbitros na berlinda. Aqui no Brasil são vinte e dois profissionais jogando intensamente noventa minutos para a qualquer momento ludibriar um trio de amadores. Para piorar, câmeras, analistas de arbitragem e tira-teimas para amplificar a confusão.

 

Portanto, além de desportividade e ética, que tal falarmos em profissionalização da arbitragem?

 

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OPINIÃO São Paulo 0x2 SCCP

Nação do Maior do Mundo;

 

A história e o placar se repetiram. De novo o São Paulo não conseguiu transpor uma defesa bem montada e mais uma vez perdeu dentro do Morumbi pelo placar de 2×0. Deste modo, a equipe terá que se superar duplamente para conseguir o até então imponderável: a classificação na Copa do Brasil e para a final do Campeonato Paulista.

 

O jogo foi uma extensão da partida diante do Cruzeiro. O São Paulo mais uma vez teve uma enorme dificuldade de armar jogadas de perigo para o gol do adversário. Porém, com uma significativa diferença: o Corinthians de fato jogou no primeiro tempo. Bem compactado, o alvi-negro não ficou atrás da linha da bola ao atacar o Tricolor e de forma natural conseguiu seus gols ainda nos primeiros quarenta e cinco minutos, deixando o infernal Morumbi em silêncio.

 

Aí o serviço foi facilitado. A segunda etapa ficou marcada pela insistência afobada do São Paulo em chegar ao gol de Cássio. Ceni mudou o sistema, colocou Gilberto em campo e partiu para o “Muricybol” com bolas alçadas na área, apostando na força dos dois atacantes. Afinal, naquele momento, perdeu por mais de dois, perdeu por mil. O time foi um pouco mais incisivo (até porque o adversário deu campo) mas mesmo assim foi muito pouco para ao menos diminuir a diferença no placar.

 

Aliás, cadê o ataque sensação da temporada? Cadê os chutes a gol? No popular, ter uma proposta ofensiva e passar noventa minutos sem chutar a gol é igual a ir a uma casa de massagem e só ter o dinheiro para pagar a entrada. Ninguém vai chegar a lugar nenhum.

 

Uma coisa ninguém pode reclamar: da nossa torcida. Praticamente noventa mil torcedores compareceram nos dois jogos em casa, provando a força do clube junto ao seu torcedor. De resto, uma decepção total. Não me lembro do São Paulo perder duas seguidas em casa num mata-mata dessa maneira. A situação nas duas competições ficou muito difícil e certamente nosso treinador terá que encontrar uma maneira de fazer esse time jogar que não seja com os ‘pontas’ pois qualquer time que contar um treinador com um QI maior que de um babuíno irá se montar na defesa, sabendo da fragilidade dos jogadores do Tricolor.

 

Agora tudo que o elenco precisa é juntar definitivamente os cacos e lutar para ao menos dois jogos dignos fora de casa. Que semana difícil teremos, amigos. Mas também se passar em alguma competição, será a glória. Dá para acreditar? Só pela camisa.

 

Nota dos personagens da partida:

 

Renan Ribeiro Nao vi culpa nos gols. Boas defesas. Nota: 7,0

Araruna Partida regular, sem culpa por nem estar na posição. Nota: 5,5

Maicon Para mim um dos melhores. Evitou vários lances de perigo. Nota: 6,5

Rodrigo Caio Não foi responsável direto pelo resultado. Nota: 6,0

Junior Me parece cansado. Não apoiou, sua melhor virtude. Nota: 5,5

Jucilei O melhor do São Paulo em campo. Nota: 7,0

Thiago Mendes Precisou chegar mais e não conseguiu. Nota: 5,0

Cueva Partida discreta, Nem dá para exigir. Voltou agora de lesão. Nota: 5,0

Wellington Nem Se machucou de novo. Sem nota.

Luiz Araújo Um caso a parte. O melhor jogo seu foi contra o Santos, entrando no segundo tempo e usando a velocidade e o drible. Hoje em dia é facilmente marcado, não usa sua velocidade nem o drible como diferencial. Sem drible nem velocidade, não adianta: aí é melhor voltar a ser arma secreta para botar correria no segundo tempo. Nota: 3,5

Lucas Pratto Mais uma partida medíocre. Pontaria descalibrada. Nota 3,5

Cícero Entrou muito mal. Grande contribuição para a derrota. Nota: 4,0

Gilberto Na base da raça, não decepcionou. Nota: 6,0

Thomaz Muito pouco tempo para algo significativo. Sem nota.

 

Rogério Ceni Conforme anunciado na opinião da partida anterior, a partida foi muito semelhante aquela desenhada na derrota do Cruzeiro. Desta vez, com pontas anulados, foi surpreendido pelo avanço do adversário nos dois gols. A tentativa de Gilberto no intervalo foi correta porém o time continuou pouco eficiente contra uma defesa reconhecidamente bem armada. 100% fechado com ele e suas idéias de jogo, mas terá que buscar no elenco outras alternativas para atacar sem se desguarnecer tanto. Nota: 4,0

 

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Provável escalação e os pendurados de São Paulo e Corinthians

Nação do Maior do Mundo;

 

São Paulo e Corinthians fazem o primeiro jogo da semifinal do Campeonato Paulista neste domingo às 19h no Morumbi. A expectativa é de mais de cinquenta mil torcedores no estádio. Já foram vendidos mais de 37 mil ingressos para o jogo, sonda sem contar os camarotes e as cativas, vendidas na hora do confronto.

 

A tendência é que, com Cueva em campo, Rogério inicie o jogo com Renan Ribeiro; Araruna, Maicon, Rodrigo Caio e Junior Tavares; Jucilei, Thiago Mendes e Cícero; Cueva, Lucas Pratto e Luiz Araújo. Se resolver jogar com o peruano no segundo tempo, Wellington Nem começará a partida.

 

Detalhe importante: o adversário tem três titulares pendurados: o centroavante Jô, o volante Gabriel e o lateral direito Fágner. Qualquer um destes, se tomar amarelo, não jogará a segunda partida.

 

Para enfraquecer o rival no segundo jogo, além da vitória é preciso trabalhar cartões em cima dos amarelados para que não participem do segundo confronto. Neste caso Luiz Araújo pode ser muito importante no mano a mano contra Fágner e Cueva em cima do volante Gabriel. No São Paulo, apenas Cícero possui dois amarelos entre os titulares. Breno e Lugano são os outros pendurados.

 

É bom sempre lembrar que mata-mata possui 180 minutos.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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