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Explicação de Cuca convence. Não convence o estado físico do elenco!

Cuca explicou o empate no pós jogo do Pacaembú. Para o técnico Tricolor, o jogo foi equilibrado no primeiro tempo e com mais volume de jogo do Cruzeiro na segunda etapa, porém com chances iguais de gol. Cuca viu queda técnica e viu que o jogo poderia ser decidido em detalhes, tanto para um lado como para o outro.

 

“No primeiro tempo, foi de pé em pé, posse equilibrada. Eles tiveram mais posse na segunda etapa, finalização foi igual. O desequilíbrio foi no segundo tempo, quando ficamos com um a menos. Conseguimos sair na frente com uma jogada bonita e conclusão do Pato. Depois, não tivemos essa velocidade para conseguir fazer o segundo gol. Thiago Neves foi muito feliz (na cobrança de falta), bola indefensável. Placar foi justo. Fica a impressão de um Cruzeiro melhor, eles poderiam ter ganhado quando ficamos com um a menos” – disse ele no Pacaembú.

 

“Não podemos colocar a culpa em desequilíbrio físico. Houve queda técnica, também. Colocamos dois jovens de força e melhorou. Tivemos profundidade maior, mas faltou criar chances. Chance mais clara foi em contra-ataque puxado e erramos no último passe. Se a gente acerta, ali daria para vencer.” – resumiu.

 

Concordo com ele em relação a análise do jogo, inclusive na queda técnica mas para mim foi clara a diferença física entre o Cruzeiro e o São Paulo, sobretudo no segundo tempo, mesmo no onze contra onze. O time de Minas colocou o Tricolor na roda em muitos momentos da partida e mereceu ganhar. Simples assim. Além da desproporcional pressão sofrida, faltou capricho nos contra-golpes. Além disso, Pato ficou bastante isolado no comando de ataque. Toró, teve muito mais trabalho tático na recomposição que no ataque, assim como Igor Gomes. Por que? Pela volúpia física e técnica do Cruzeiro. Boa mesmo foi a atuação de Volpi, um alento nessa estiagem de goleiros pós Rogério Ceni.

 

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OPINIÃO São Paulo 1×1 Cruzeiro

Empate que facilmente poderia ser uma derrota, no Pacaembú. São Paulo e Cruzeiro fizeram um jogo movimentado neste domingo. O placar não agradou ninguém e a atuação Tricolor, sobretudo no segundo tempo, arrancaram vaias da torcida.

 

O esquema tático usado por Cuca me agradou. Um 4-4-2 quando estava com a bola, intercalado com um 3-5-1 com Toró recompondo a marcação parece ser a formação mais adequada para este atual São Paulo. O time começou bem, marcou seu gol e foi muito aplicado na marcação mas bateu com um ótimo Cruzeiro que, mesmo em um mau momento e um atual ‘freguês’, mostrou que é uma das grandes equipes do Brasil.

 

O Tricolor mereceu vaias no fim da partida porque mais uma vez sucumbiu fisicamente, tecnicamente e taticamente no segundo tempo. Ficou quase que completamente à mercê do adversário e só voltou a ter chances após o empate da Raposa. Se teve alguma coisa muito positiva nesta partida, ela foi a incrível performance de Thiago Volpi. Foi a melhor atuação do goleiro com a camisa Tricolor. Se não fosse suas intervenções, o São Paulo sairia derrotado do Paulo Machado de Carvalho.

 

Vale novamente ressaltar o bom time do Cruzeiro e o sólido trabalho de Mano Menezes, desprezado por muito são-paulino, mas o torcedor teve todo o direito em reclamar no fim da partida. O frustrante resultado é fruto de uma equipe em busca de equilíbrio físico e mental, conquistado no fim do Paulista e perdido com os bate cabeças dos últimos dias.

 

Cuca teve razão em apontar a partida diante do Cruzeiro um grande desafio pós eliminação da Copa do Brasil mas também tem obrigação de melhorar esse time para o restante da temporada. Mais uma frustrante temporada, por sinal.

 

Nota dos personagens da partida:

 

Tiago Volpi – Uma atuação para se guardar para sempre. Nota: DEZ!
Hudson – Desta vez uma fraca atuação na lateral. Nota: 4,0
Bruno Alves – Zaga sobrecarregada pela volúpia do Cruzeiro. Nota: 5,5
Anderson Martins – Lento e fora de ritmo de jogo. Nota: 5,0
Reinaldo – Uma boa partida, principalmente no primeiro tempo. Nota: 7,0
Luan – Fez o seu trabalho no intenso combate do meio-campo. Nota: 6,0
Tchê Tchê – Atuação regular, com bom desempenho físico. Nota: 6,0
Hernanes – É claro o mau momento físico e técnico do Profeta. Nota: 5,0
Toró – Foi melhor taticamente, fechando o lado, que no ataque. Nota: 5,5
Vitor Bueno – Começou muito bem mas caiu na segunda etapa. Nota: 5,5
Pato – Foi bem, fez gol, mas ficou isolado na maior parte do jogo. Nota: 7,5

 

Igor Gomes –  Não conseguiu ligar o contra-ataque. Nota: 4,5
Igor Vinicius – Expulso por falta providencial na intermediária. Nota: 5,5
Calazans – Gostei do pouco que vi. Vai para cima e tem velocidade. Sem nota.

 

Cuca – O trabalho ainda continua insatisfatório mas neste domingo vi uma formação que me agrada mais que os manjados três atacantes. O time se comportou de duas maneiras, com e sem a bola. Faltou físico para acompanhar o Cruzeiro, que foi para cima e merecia a vitória, não fosse Thiago Volpi. Que a Copa América seja nossa verdadeira pré-temporada. Nota: 5,5

 

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O linear entre o amor e o caos

Por Ricardo Luiz Cunha.

 

A combinação entre o amor e a impotência da atual situação do SPFC me fez refletir e filosofar um pouco sobre nosso grandioso Tricolor.

 

O caos, com frequência, é apresentado de forma positiva, pois tal como já ocorreu em outros clubes, ele precederia a existência de uma gestão ordenada, profissional, o que nos faz florescer o amor e a esperança. Rivais tiveram que jogar uma segunda divisão para se ‘agigantarem’.

 

Nas décadas de 90 e no inicio do novo milênio, vivemos o auge da Instituição e hoje uma ‘estafa’ Institucional, diante de um cenário que parece ser irreversível, catastrófico e caótico.

 

Não há respostas que indiquem a busca por forças para que possamos lutar por algo que tanto amamos.

 

As grandes chaves explicativas parecem reduzidas diante de um mundo que se agigantou, profissionalizou e engoliu quem se achou soberbo ou acima de todos.

 

A camisa, a tradição, a estrutura continuam a ser importantes, mas sem a mesma significação e grandeza de outrora. O futebol não aceita mais amadorismo.

 

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, muda-se a confiança e o que um dia foi exemplo, hoje pode não ser mais, isso vale para a vida e encaixa perfeitamente ao Tricolor.

 

Quando um modelo de administração foi estabelecido como único e eterno e todos a sua volta o colocam como ideal, o resultado é o esvaziamento e a insignificância deste modelo. Pior, a hesitação e o medo passam a ser companheiros de quem está subordinado a isso, comissão técnica e jogadores, que, para disfarçar as inseguranças, transmutam-se em discursos inflamados, virulentos e inoperantes, sendo a confiança, nesse caso, apenas aparente.

 

Insisto que não é a pessoa que lá está o grande problema e, sim, o modelo instaurado, o grande ‘moedor’ de pessoas, independente de sua capacitação.

 

Onde está o limite entre o amor e o caos dentro de cada torcedor do Tricolor?

 

Ricardo Luiz Cunha é advogado, sócio da RCunha Advogados e são-paulino fanático. É um dos idealizadores do movimento #UnidospeloSPFC que voluntariamente reuniu portais, blogs e personalidades em torno da melhora do São Paulo Futebol Clube.

 

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Reunião com o financeiro determina novos planos após a Copa América

O São Paulo definitivamente terá que se adequar no período da Copa América e na janela de transferências do meio do ano. A informação não é novidade para aquele que entende que o realizado neste semestre foi aquém do previsto.

 

Com as eliminações precoces na Libertadores (Talleres) e Copa do Brasil (Bahia) o Tricolor deixará de ganhar o que normalmente é colocado no planejamento orçamentário do ano, imaginando, conquista. Explica-se: no planejamento, a previsão inicial era de chegada ao menos nas quartas de finais dos dois torneios. Com as saídas precoces, o clube deixou de arrecadar cerca de R$ 35 milhões em premiações, fora o resultado de bilheteria.

 

 

Para entender melhor, em 2016 o Tricolor previu o valor ganho chagando às quartas de finais da Libertadores da época. Como chegou a semifinal, teve dinheiro para, por exemplo, investir em Maicon, zagueiro que era do Porto. É mais ou menos assim que clubes planejam seus anos e elencos.

 

Antes mesmo de assumir o cargo, Cuca já havia se reunido com Elias Albarello, o diretor financeiro do Tricolor. O diretor já havia sinalizado o técnico que para contratar as peças que ele pediria, será preciso uma redução na folha salarial. Sob a aprovação de Cuca vieram Tchê Tchê e Vitor Bueno, este último quase uma obrigação de vinda, para a viabilização de uma contratação do Santos, detentor dos direitos econômicos do meia. Pato veio por aval de Leco e, principalmente, pela maioria da torcida, com pressão nas redes sociais e nos corredores do Morumbi.

 

Cuca pede ao menos um lateral direito e um atacante de área. O argentino Juan Dinenno e o curitibano Adriano são alguns dos nomes especulados mas, para não fechar o ano no vermelho, o São Paulo já havia projetado a arrecadação de R$ 120 milhões com a venda de jogadores entre janeiro e dezembro deste ano. A ida de Militão para o Real Madrid já rendeu R$ 25 milhões. O Tricolor fica na expectativa da venda de David Neres, em alta na Europa e Arboleda é considerado grande ativo de venda por estar na seleção equatoriana.

 

A adequação de elenco irá acontecer; com a saída de atletas de alto salário mas é quase fato consumado que o clube negocie ao menos um jovem da base, como Antony, Luan, Walce, Liziero, Igor Gomes e Helinho. É só aguardar.

 

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OPINIÃO Bahia 1×0 São Paulo

Fim de jogo e fim de papo na Copa do Brasil. Classificação mais que merecida do Tricolor… baiano! Melhor treinado, melhor fisicamente, mais experiente, com menos lesionados, com mais sangue nos olhos, com a melhor estratégia e, sim, uma gestão mais moderna, liderada por um (na infância) são-paulino. Ao São Paulo, resta a repetida lamentação dos últimos anos.

 

Foram 270 minutos entre São Paulo e Bahia em que o time sequer anotou um gol. O time frouxo foi mais uma vez massacrado taticamente, fisicamente e psicologicamente por um clube grande no seu estado mas com uma folha salarial muito inferior a sua. Cuca levou mais um ‘nozinho‘ tático de Roger, o time não mostrou a mínima resistência física diante do adversário e, por fim, perdeu de goleada na confiança. Um primeiro tempo mais equilibrado porém sem emoções, o que favoreceu o adversário e uma segunda etapa aberta e com o gol que acabou com a partida de vez. Em campo, talvez o único acerto que vi foi Hernanes mais recuado, olhando para frente. Não foi o suficiente. De resto, tirando Thiago Volpi, mais uma vez sem culpa no gol, uma tragédia.

 

Um dos símbolos da classificação do Bahia é Gilberto. Um dos melhores atacantes que passaram pelo São Paulo nos últimos cinco anos (o melhor em três com certeza), o atacante saiu do clube por pleitear a titularidade. Estava certo. O símbolo do São Paulo foi a ausência de praticamente todos os jovens pilares que deram certo na reta final do Paulista: Luan e Liziero no DM, Antony na seleção e Igor Gomes na reserva, atuando em poucos minutos e na fogueira. Sintomático.

 

Sorria, você foi eliminado pelo Bahia. Parabéns aos envolvidos: presidente, diretores, comissão técnica e elenco. Mais uma vez vocês todos jogaram a fé do torcedor na lata do lixo. Agora, só resta o Brasileiro com um elenco cru, cabisbaixo e deficiente para treinar durante a Copa América. A culpa é geral mas o que não me sai da cabeça é como um bom time apresentado por Mancini no estadual foi tão rapidamente dizimado por Cuca em seu curto período de trabalho, é verdade. O treinador e o elenco terá uma nova ‘pré-temporada’ e folgas nas semanas do restante dos meses para mostrar ao desacreditado torcedor que pode fazer algo grande no Brasileirão. Vende, troca, inventa… monta um plantel com possibilidades.

 

Nota dos personagens da partida:

 

Tiago Volpi – Sem culpa no gol. Nota: 5,0
Igor Vinicius – Cru e hoje perdido em muitos lances. Nota: 4,0
Bruno Alves – Apesar do amarelo, com vergonha na cara. Nota: 5,0
Arboleda – Pior partida com a camisa Tricolor, e talvez a última. Nota: ZERO
Reinaldo – Um jogador fraco com lampejos de bons momentos. Nota: 3,5
Hudson – Líder que não fala, não gesticula… Nota: 4,5
Tchê Tchê – Vergonha na cara, mas sem eficácia. Nota: 5,0
Hernanes – Recuado, foi um pouco melhor que das outras vezes. Nota: 4,5
Toró – Muito cru. Perdeu todas as iniciativas. Nota: 4,0
Helinho – Apesar da bola no travessão, partida muito fraca. Nota: 4,0
Everton – Mostrou brio, não fez muita coisa e saiu no intervalo. Nota: 4,5

 

Pato –  O torcedor espera mais, muito mais. Nota: 4,0
Nene e Igor Gomes – Pouco tempo para mostrar algo. Sem nota.

 

Cuca – Péssimo início de trabalho. Para se ter uma ideia, Roger Machado foi anunciado pelo Bahia no dia que Cuca começou a trabalhar no São Paulo. Não defendo o técnico ser mandado embora (óbvio). Ele terá o período da Copa América e a ‘vantagem’ de disputar somente o BR. O torcedor vai cobrar desempenho digno de um elenco que dispute títulos. Menos que isso será mais um ano perdido. Nota: 3,5

 

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