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Trabalho de Vágner Mancini a frente do elenco Tricolor é digno de elogios

Vagner Mancini não chegou no São Paulo para exercer o cargo de treinador, mas se viu frente a frente com a antiga função após o precoce fiasco do clube na Libertadores. Depois de uma conversa com Cuca e os diretores, o coordenador técnico aceitou comandar a equipe durante o período de recuperação do novo técnico.

 

Era uma verdadeira bucha. A equipe estava combalida pela eliminação e tanto o torcedor como a imprensa esportiva não aceitaram a decisão do clube em esperar um mês por Cuca. O São Paulo foi massacrado nos programas de TV e nas redes sociais pela estratégia tomada.

 

Aos poucos Mancini foi colocando sua maneira de trabalhar e modificando a equipe, ora por necessidade, ora por preferência tática. Pelos números, a impressão é que não houve mudança: ele esteve à frente do time em nove jogos, com três vitórias, quatro empates e duas derrotas, um aproveitamento de 48,1%. Porém, mais que os regulares números, foi ele que promoveu os jovens que modificaram a cara da equipe nas quartas-de finais da competição. O Tricolor caiu no gosto de seu torcedor e recuperou boa parte da auto-estima largada nos últimos dias, por isso o trabalho do coordenador nesse período é digno de elogios. Hoje Cuca recebe um ‘outro São Paulo’, mais leve e confiante, para iniciar seu trabalho.

 

Vagner Mancini voltará a Coordenadoria Técnica somente depois do Campeonato Paulista. Ele será auxiliar de Cuca no período do estadual, para melhor adaptação do novo técnico. Os dois se encontraram no CT da Barra Funda e já iniciaram os trabalhos visando o próximo e decisivo jogo da equipe, diante do Palmeiras.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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OPINIÃO São Paulo 0x0 Palmeiras

Empate de gigantes no Morumbi. Em uma partida marcada por grandes disputas e algumas polêmicas, o São Paulo mostrou que a evolução não foi por acaso e mostra ao seu torcedor que a decisão da vaga para a final será disputada até o final dos cento e oitenta minutos.

 

Papo reto e sem delongas: pela postura tática, pela vontade e pela qualidade do adversário, o São Paulo fez a sua melhor partida do ano, mesmo sem conseguir a vitória em casa. Bem postado e com a intensidade que faltou nos dois jogos da Libertadores, a equipe armada por Vagner Mancini criou chances e acabou jogando levemente melhor que o ótimo adversário. Vale lembrar do poderio do elenco palmeirense: saía um bom jogador, entrava um melhor ainda.

 

Teve a polêmica do VAR que, na minha opinião deveria ser minimizada porque o juiz acertou em rever o lance e sua interpretação. Não foi pênalti em Dudu, que deveria até ter recebido o amarelo pelo que eu considero simulação e indução ao erro do árbitro. Prefiro polêmica em cima de uma decisão certa a uma polêmica por uma decisão errada, não importa o lado.

 

Apesar da ótima partida, o resultado não veio. Para mim, falta uma coisa a esse time, que só vem com o tempo: maturidade. Mesmo com o empate, o torcedor sai satisfeito com a entrega dos atletas em campo. Vale dizer que foi o segundo jogo seguido sem tomar gol nesta turbulenta temporada.

 

Agora vem mais uma provação: no domingo que vem o Tricolor terá que se superar e superar um tabu no novo Parque Antárctica para levar a vaga. Não vai ser nada fácil mas desta vez há uma boa esperança. Temos um time.

 

Nota dos personagens da partida:

 

Tiago Volpi – Boa partida. Vem melhorando a confiança. Nota: 7,0
Hudson – Mais uma boa partida, marcando o liso Dudu. Nota: 7,5
Bruno Alves – Levou a melhor sobre os atacantes palmeirenses. Nota: 7,0
Anderson Martins – Vinha bem até a lesão. Substituído. Nota: 6,5
Reinaldo – Foi bem. Só precisa treinar exaustivamente bola parada. Nota: 6,5
Luan – Bela partida, impondo intensidade no meio-campo. Nota: 7,5
Liziero – Para mim, o melhor do São Paulo! Nota: 8,0
Igor Gomes – Sem o brilho dos outros jogos, mas fez boa partida. Nota: 7,0
Everton Felipe – Esforçado mas está destoando dos demais. Nota: 6,0
Pablo – Ainda falta o gol mas abre espaços e trabalha para a equipe. Nota: 6,5
Antony – Insinuante e ousado, deu bastante sufoco no adversário. Nota: 7,5

 

Arboleda – Meio tempo de uma segura apresentação. Nota: 6,5
Everton – Entrou para impor mais intensidade. Razoável. Nota: 6,0
Nene – Sem nota

 

Vagner Mancini – Sou um dos que reconhe o ótimo trabalho que ele fez no período entre Jardine e Cuca. Ajeitou o time numa fase muito complicada, colocou as peças certas e volta a coordenadoria dando um novo ânimo ao torcedor. Para este difícil jogo, com adversário nível hard, mostrou uma equipe equilibrada e veloz. Sai em alta. Nota: DEZ e obrigado!

 

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Elias não! Tem muito jogador melhor e com DNA são-paulino no mercado

A notícia do interesse no volante Elias, divulgada no Globoesporte.com parece brincar com o torcedor do São Paulo. Com contrato até janeiro de 2020, o atleta poderá assinar um pré contrato com qualquer outro clube no meio do ano mas, graças a Deus, recuou sobre qualquer conversa com o Tricolor.

 

Vamos aos fatos: Elias custou dez milhões de reais ao Galo e nunca caiu nas graças da torcida atleticana. Hoje é reserva do time de Levir Culpi e, prestes a completar 34 anos, já começa a experimentar uma nova fase na carreira. Não é mais um menino, tem valor alto de mercado/salário e só por isso não deveria sequer ser cogitado.

 

Outro argumento importante: diferente de alguns jogadores que souberam o que é “ser São Paulo” mesmo após jogar no arqui-rival (como Jorge Vágner, Leandro Guerreiro e Petros, por exemplo), Elias definitivamente não tem DNA de atleta São Paulino. Ele mesmo diz isso, então por que se interessar por alguém que não tem o mínimo perfil exigido pelo torcedor?

 

A desastrada sondagem (se é que aconteceu) não exime a responsabilidade do clube em contratar mais uma peça para o meio-campo.  São Paulo precisa de um segundo volante para o elenco nesta temporada. Liziero é o único na posição e corre risco de estafa ou ser vendido. Hernanes pode atuar na função mas prefere jogar adiantado e os garotos da base campeão da Copinha (Diego e Rodrigo Nestor) ainda não entraram em processo de transição. Porém, existem opções com melhor perfil ou custo benefício que o volante reserva do Galo.

 

Bora ao mercado!

 

ATUALIZADO: o São Paulo negou o interesse, tampouco uma oferta a Elias.

 

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Pato ‘peitou’ um contrato de produtividade para jogar no São Paulo!

A volta de Alexandre Pato para o São Paulo não é apenas um acréscimo de qualidade técnica ao elenco que deve muito ao torcedor desde o início do ano. É o resgate de uma esperança perdida nas últimas disputas de jogadores com o arqui-rival Palmeiras e o poderio econômico da Crefisa.

 

A proposta do Palmeiras era substancialmente superior a do Tricolor e Alexandre Mattos, diretor de futebol do clube alviverde é extremamente alinhado com André Cury, atual empresário do atacante. Para piorar, um ‘sumiço’ de alguns dias de Pato provocou uma maré de pessimismo nos corredores do Morumbi.

 

Aí entrou a habilidade dos homens do futebol do Tricolor. Segundo o Globoesporte.com Alexandre Pássaro pediu a comunicação do clube a confecção de um vídeo motivacional para a chegada do jogador e mandou para Pato. Movimento ousado e feliz: bastou pai e filho voltarem a conduzir a negociação que o negócio foi sacramentado em poucas horas.

 

Conforme dito no último Post Tabelinhas do blog, se Pato escolhesse Tricolor, seria por lembrança afetiva e não por cifras. Claro, o dinheiro é parte fundamental no futebol profissional, mas o Tricolor soube adequar a sua realidade a vontade do jogador, pai e empresário. Entre muitas bolas fora, finalmente um gol da atual gestão. Em 2019, Pato ganhará um salário menor que Diego Souza, por exemplo, por isso sua chegada não inviabiliza outros reforços. Nos outros anos esse valor sobe. O clube pagará a rescisão da China no período de permanência do jogador e, chegou a mim que ele, se alcançar metas previstas em contrato, terá substanciais bônus. Em outras palavras: Pato poderia não aceitar mas assumiu um contrato de produtividade para atuar no Morumbi. Um esforço monstro e demonstração de comprometimento para com o torcedor.

 

Dentro de campo, falar de Pato é fácil: mesmo em uma curta estadia, ninguém entregou tantos gols ao clube desde Luís Fabiano, qualidade necessária para o Tricolor de hoje em dia. O atacante chega para tentar deixar sua marca com uma torcida que valoriza, ao mesmo tempo que detona ídolos que ‘não performam’, como diz a gíria atual do esporte bretão. E trará um público a mais aos jogos no Morumbi e fora da cidade. Também faz parte do pacote.

 

Seja bem-vindo de volta, Alexandre Pato. O São Paulo te abraça!

 

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OPINIÃO Ituano 0x1 São Paulo

Vitória fora de casa e classificação. Em uma data que se tornou histórica pelo centésimo gol de Ceni e a re-apresentação de Luis Fabiano ao SPFC, o São Paulo bate mais uma vez o ‘favorito’ Ituano e avança para as semifinais do Campeonato Paulista.

 

Mais uma vez o time composto pelo esqueleto das categorias de base Tricolor se mostrou sólido e entrosado. Tabelas, triangulações de profundidade mais uma vez foram vistas, prova que a liga dada entre os garotos e aqueles que já estavam no elenco de cima funcionou mais rápido do que muita gente pensava. O meio com Luan e Liziero é consciente, o jogo de Igor Gomes manteve a qualidade vista na primeira apresentação integral e Antony está cada vez mais está solto no ataque, dando esperanças ao torcedor de uma boa temporada.

 

Falta um pouco mais das laterais mas não dá para reclamar de Hudson: o jogador é bastante prestativo na direita e enfrentou no seu setor o melhor atleta do Ituano, desejado por vinte e cinco clubes, segundo o seu empresário. Na esquerda, Reinaldo pode fazer um mais do que atualmente está fazendo, principalmente nas bolas paradas e escanteios, mas isso pode ser treinado e aprimorado dia a dia. O importante é que a equipe não oscilou de uma partida para outra e mostra nítida evolução coletiva.

 

A classificação era obrigação mas o bom futebol dessas quartas de final foi uma grata surpresa. O São Paulo foi o melhor dos oito clubes que disputaram o mata-mata porém o próximo desafio será muito maior, diante do atual poderio econômico da Crefisa/Palmeiras. O São Paulo não tem a qualidade de elenco e as opções do seu adversário mas conta com a confiança e a jovialidade de seus talentosos garotos. Vale a pena confiar neste sangue jovem Tricolor!

 

Nota dos personagens da partida:

 

Tiago Volpi – Evoluiu do início do ano para cá. Seguro. Nota: 7,5
Hudson – Boa apresentação, na ‘fogueira’ de marcar Martinelli. Nota: 7,0
Bruno Alves – Arroz-feijão muito caprichado desse zagueiro. Nota: 7,5
Anderson Martins – Uma consistente apresentação na zaga. Nota: 7,0
Reinaldo – Precisa calibrar o pé nas bolas paradas e escanteios. Nota: 6,0
Luan – Apresentação consistente na primeira volância. Nota: 7,0
Liziero – Fundamental nesse novo São Paulo. Gol importante! Nota: DEZ!
Igor Gomes – Manteve o bom nível de apresentação do domingo. Nota: 8,0
Everton Felipe – O único que oscilou de domingo para quarta. Nota: 5,5
Pablo – Inteligente, abre espaços para os companheiros. Falta gol. Nota: 6,5
Antony – Com espaço, vira um furacão. Personalidade e talento. Nota: 9,0

 

Leo Pelé – Sem nota
Helinho – Sem nota
Jucilei – Sem nota

 

Vagner Mancini – Time manteve a pegada do jogo de domingo. Marcou bem o adversário e teve oportunidades. O São Paulo de Mancini/Cuca se dá bem sem a bola e com espaços para contra-atacar. Se o clube não se desfazer das suas melhores promessas, haverá esperança na temporada! Nota: 8,0

 

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