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Pelos números apresentados em 2018, Bruno Alves merece ser titular!

O jornalista Alexandre Lozetti publicou uma matéria interessante no portal Globoesporte.com na manhã desta segunda-feira. Amparado em números coletivos e individuais, o jornalista “provou” que a presença de Bruno Alves na zaga tornou o São Paulo mais seguro na temporada 2018.

 

Bruno Alves chegou no Tricolor em meados de 2017, indicado por Dorival Junior. Em situação de fim de contrato com o Figueirense, o atleta fora eleito o melhor zagueiro do campeonato catarinense em 2016 e 2017 e vinha como oportunidade. Me lembro que na época conversei com Milton Cruz, técnico do Figueira, e recebi boa indicação de Bruno. Milton, recém chegado ao time de Florianópolis, me disse que queria permanecer com o jogador mas, segundo ele, a situação já era irreversível.

 

Em uma de suas primeiras partidas com o manto Tricolor, Bruno cometeu o pênalti da vitória do Atlético Mineiro em BH, pelo Brasileirão, foi criticado pela torcida e permaneceu na reserva durante o ano passado. Neste ano, com as contusões de Arboleda, Anderson Martins e a convocação de Rodrigo Caio, ele mostrou qualidade e até recebeu elogios do auxiliar de Tite, no jogo contra o Santos. Como diria um amigo meu: é zagueiro “zagueiro”!

 

É oportuna e positiva a matéria de Lozetti. Neste momento, Bruno Alves merece ser titular na zaga são-paulina, seja em uma formação com três zagueiros, seja ao lado de um dos ‘concorrentes’ citados acima. O jogador mostrou capacidade através das estatísticas apresentadas e faz uma boa temporada neste ano.

 

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Conheça os atletas do “Saiu do São Paulo, foi campeão” versão 2018

O São Paulo Futebol Clube, em meia a sua incômoda estiagem de títulos, é dono de uma inusitada sina: muitos jogadores recém saídos do clube são campeões em algum outro lugar.

 

Cícero, símbolo do marasmo do meio-campo do ano passado, saiu do clube para ser multicampeão no Grêmio. Depois da Libertadores 2017 e Recopa 2018, o versátil meio-campista levantou o título de campeão gaúcho sob a batuta de Renato Portaluppi. Maicosuel também trocou as cores tricolores e levantou taças em Porto Alegre.

 

Marcinho, outro criticado jogador da “era Rogério Ceni” no ano passado, ergueu a taça de campeão estadual com o Atlético Paranaense. O atacante compôs o elenco alternativo do Furacão e venceu o Coritiba na disputa pelo título paranaense, na Arena da Baixada.

 

Outro atleta bastante questionado pelo são-paulino levantou um caneco neste final de semana: o goleiro Denis. Ele foi um dos destaques da campanha do Figueira no estadual catarinense e levou o título diante da Chapecoense em plena Arena Condá.

 

Teve campeão na série A2 do Paulista: Pedro Bortoluzzo, atacante da base, saiu do São Paulo e sagrou-se campeão da segunda divisão com o Guarani. E não ficará por aí. Buffarini, lateral que saiu do Tricolor no fim do ano passado em breve será campeão argentino pelo Boca Juniors. Mesmo com a derrota no último fim de semana, os xeneíses mantém larga vantagem sobre o Godoy Cruz, segundo colocado do torneio.

 

É, parece que para ser campeão, basta o jogador fazer um estágio no CT da Barra Funda. Será que nossos diretores e conselheiros estão antenados com essa triste coincidência?

 

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OPINIÃO Atlético PR 2×1 São Paulo

Dos males, o menor: o São Paulo perdeu mais uma na Arena da Baixada mas contou com um gol ‘salvador’ e se mantém vivo na busca da classificação para a próxima fase da Copa do Brasil. Agora o papo será no Morumbi, onde a supremacia é grande do Tricolor sobre o rival paranaense.

 

Aguirre não mudou a formação inicial e optou por uma escalação quase idêntica a das semifinais do Paulista. Rodrigo Caio foi a única alteração: o selecionável entrou no lugar de Bruno Alves e foi dele o erro que originou o primeiro gol da partida, quando ainda havia equilíbrio, mesmo com o São Paulo dando campo para os donos da casa. Depois do gol de Pablo, só deu CAP. A equipe paranaense dominou por completo as ações, tornando o jogo uma tormenta para o torcedor Tricolor.

 

A segunda etapa prometia um pesadelo ainda maior, ainda mais após mais um gol sofrido de escanteio por parte do Tricolor. Porém, ao mudar a formação e promover as entradas de Cueva, Regis e Hudson, o time melhorou e buscou o seu gol, com Tréllez aproveitando um bom cruzamento de Reinaldo. O Tricolor ainda teve chances de empate mas ficou por aí. Vantagem protocolar dos donos da casa dentro de um estádio que nunca ganhamos em sua fase ‘moderna’.

 

Apesar da derrota, o placar é completamente reversível no jogo de volta. Muito se fala da freguesia dos paranaenses em sua arena mas, no Morumbi, o bicho pega e forte contra eles. Nossa vantagem em nosso estádio também é enorme e, com a ajuda da torcida, dá para pensar em classificação, sim. Quem acredita, vai. Quem não acredita, favor nem assistir o jogo. Temos tempo para melhorar o entrosamento técnico-treinador e vamos atrás dessa classificação.

 

Ou você já desacreditou?

 

Nota dos personagens da partida:

Sidão – Inseguro em muitos lances, principalmente tiros de meta. Nota: 5,0
Militão – Errou no segundo gol e tomou um amarelo no apito final. Nota: 4,5
Arboleda – Também errou no segundo gol. Partida razoável. Nota: 5,5
Rodrigo Caio – Falhou nos dois gols do Atlético. Nota: 4,0
Reinaldo – Falha no segundo gol e assistência para o tento Tricolor. Nota: 6,0
Jucilei – Partida segura. Bem na saída de bola. Nota: 6,0
Liziero – Bem até a hora que cansou e foi substituído. Nota: 6,0
Petros – Bom trabalho no meio-campo. Nota: 6,0
Nene – Não se esconde do jogo. Nota: 6,5
Marcos Guilherme – Vaiado quando tocava na bola, não foi bem. Nota: 5,0
Tréllez – Gol que colocou o São Paulo de volta no jogo. Nota: 7,0

Cueva
 – Melhorou o meio mas perdeu boas chances. Nota: 6,0
Régis – Estreou bem na direita, mas sem destaque. Nota: 6,0
Hudson – Apenas cobriu o espaço de Liziero. Nota: 5,5

Diego Aguirre – Não deveria ter entrado com Rodrigo Caio no lugar do Bruno Alves. As mexidas do segundo tempo melhoraram o time. Com todas as adversidades, o resultado não foi catastrófico e dá chances de ser revertido no Morumbi com uma atuação de ‘dono da casa’, mas o torcedor esperava mais por ter visto um São Paulo mais organizado na semifinal do campeonato estadual. Nota: 5,5

 

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Os sete desafios que o São Paulo enfrentará na Arena da Baixada:

O São Paulo enfrentará o Atlético PR na noite desta quarta-feira, pela Copa do Brasil e terá muitos desafios para avançar na competição nacional. Listei sete deles neste post:

 

Título inédito – A Copa do Brasil é o único título de grande expressão nacional ainda não conquistado pelo Tricolor em sua história. Foram vinte e nove edições até agora e o máximo que o clube chegou foi a um doloroso vice-campeonato, em 2000. Um dos títulos perdidos mais tristes da história do clube.

 

Tabu histórico – Parece maldição mas o São Paulo nunca ganhou do seu próximo adversário em seus domínios, desde a criação da nova arena pelos paranaenses. Desde a inauguração da Arena da Baixada em sua versão moderna, em 1999, foram 12 vitórias para os donos da casa e 5 empates.

 

Rivalidade desde 2005 – O Atlético Paranaense tem sido um rival indigesto desde a disputa da Libertadores vencida pelo Tricolor em 2005. A disputa extra-campo foi ampliada na gestão Juvenal Juvêncio e teve seu auge na transferência de Dagoberto para o Morumbi, em 2007, após a longa briga judicial. O próprio jogador pagou a multa de R$ 5,4 milhões e assinou contrato de 5 anos com o Tricolor.

 

Grama sintética – O gramado sintético da arena paranaense é e sempre será uma vantagem para os donos da casa nos campeonatos que disputará. A bola quica de um jeito diferente e rola mais rápido que em grama natural.

 

Fernando Diniz – O treinador, atualmente no Atlético Paranaense é uma ‘asinha negra’ do Tricolor e ultimamente tem vencido seus compromissos diante do clube. Quando dirigiu o Audax, Fernando Diniz eliminou o São Paulo nas quartas de finais do Paulista de 2016 e venceu o Tricolor na estréia de Rogério Ceni, em 2017. Além disso, esteve algumas vezes no CT da Barra Funda a convite do ex-técnico Dorival Junior e conheceu as instalações do elenco.

 

Lei do ex – Carleto, atual titular da lateral esquerda do CAP é um atleta que já marcou contra seu ex-clube. No último compromisso entre o São Paulo e o Coritiba, no ano passado no Morumbi, ele anotou um dos gols da vitória paranaense. Porém o Tricolor deu o troco no jogo de volta, no Couto Pereira.

 

Ataque de poucos gols – Para vencer na Arena, o São paulo terá que criar chances e, principalmente, ser extremamente eficiente nas tentativas. Os confrontos contra o Corinthians foram considerado bons, porém a equipe deixou a desejar no ataque. Como Diego Aguirre já disse que primeiro solidificará a defesa para depois trabalhar o setor ofensivo, prevejo dificuldades no jogo de ida.

 

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Muricy explica formação com três zagueiros no Tricolor de Aguirre:

O ex-técnico Muricy Ramalho, hoje comentarista de futebol no canal Sportv, acredita na formação com três zagueiros proposta por Diego Aguirre nos últimos treinos do São Paulo. Em entrevista para os jornalistas Bruno Grossi e José Eduardo Martins (UOL) o ídolo tricolor detalhou o trabalho e mostrou ter esperanças num São Paulo mais fortalecido em campo.

 

Para o ex-técnico, o trio Rodrigo Caio, Arboleda e Bruno Alves pode engrenar e repetir o sucesso do início dos anos 2000, quando o clube conquistou o estadual de 2005, a Libertadores e o Mundial do mesmo ano e o tricampeonato brasileiro de 2006 a 2008. Segundo Muricy, Arboleda tem as características para ficar centralizado mas faz ressalvas a Bruno Alves pois ainda não viu o zagueiro sair jogando, característica essencial para os zagueiros nesta formação. Vale lembrar que o Tricolor ainda tem Anderson Martins e o próprio Éder Militão, já que nesta formação o Tricolor poderá contar com o ofensivo Régis no lado direito.

 

Ainda de acordo com Muricy, Jucilei e o Liziero são adequados para atuarem no esquema com três zagueiros. Para ele, Jucilei dá consistência defensiva para liberar os meias e atacantes. Apesar de gostar bastante da formação tática proposta, o ex-técnico faz uma importante ressalva. Não é de uma hora para outra que funcionará. O elenco precisará de tempo e repetição para se acostumar com esse jeito de jogar.

 

O fato é que ainda não dá para saber se o esquema com três zagueiros proposto nos últimos treinos será padrão utilizado nos demais jogos da temporada ou se é uma maneira de Aguirre segurar o Atlético Paranaense no primeiro mata-mata no Paraná e depois resolver a parada no Morumbi. O time paranaense, treinado por Fernando Diniz, joga com três zagueiros e a tentativa de espelhar o esquema tático pode anular as principais armas do adversário, tal qual feito com o Corinthians nas semifinais do estadual. O São Paulo foi eliminado mas o embate só foi definido na disputa de pênaltis enquanto muito torcedor são-paulino acreditava em duas goleadas do rival.

 

É bastante complicado apostar numa nova formação sem treinos repetitivos e ‘encaixe’ ao longo da temporada, mas estou otimista com a tentativa pois a zaga é o setor mais forte do elenco. De qualquer forma, uma coisa é certa: teremos variações táticas neste novo momento do clube.

 

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