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Os possíveis efeitos do “chacoalhão” no elenco Tricolor nesta sexta-feira

A sexta-feira pós derrota diante do Guarani foi de “chacoalhão” no CT da Barra Funda. Praticamente todo o elenco foi cobrado por representantes da diretoria e membros da comissão técnica . A reunião durou mais de uma hora no auditório do CT Tricolor.

 

Os motivos da reunião de cobrança são claros. E, praticamente um mês de treinamentos e jogos, o São Paulo não apresentou identidade e proposta de jogo condizentes com as expectativas dos torcedores. Contratações foram feitas (ainda que, na minha opinião não suficientes), mas o resultado ainda não foi visto em campo.

 

Segundo o Globoesporte.com, os líderes do elenco se manifestaram e debateram junto aos diretores presentes, cobrando de todos mais empenho e absorção imediata da ideia de jogo. A atitude foi considerada positiva mas na realidade todos sabem que os próximos dias serão decisivos para o clube assegurar a confiança nas ideias do seu técnico. Jardine é o elo mais frágil da complicada trama histórica que o clube se meteu com má gestão e desperdício de dinheiro no futebol dos últimos anos.

 

O jogo contra o São Bento neste próximo domingo não é levado em consideração. Neste mês saberemos se a aposta no técnico fundamental no processo vencedor de Cotia como técnico no profissional é mantida ou se o Tricolor se transformará mais uma vez num castelo de cartas no meio de um vendaval de estiagem de títulos. Se o técnico cai, não cai somente o Jardine. Cai todo o planejamento e seus idealizadores.

 

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OPINIÃO São Paulo 0x1 Guarani

Derrota feia e tensa no Pacaembú. O São Paulo acabou com um tabu de mais de vinte anos, perdeu do Guarani em ‘casa’ e viu a panela de pressão apitar alto nesta quinta-feira. É o segundo revés seguido da equipe de Jardine no Campeonato Paulista, as vésperas de uma decisão de Libertadores.

 

O Guarani fez o gol logo a um minuto de jogo e nos noventa e poucos minutos restantes atuou como o figurino: montou-se na defesa e esperou uma segunda bola. O Tricolor pressionou a equipe de Campinas por praticamente todos os noventa minutos mais os acréscimos, mas não teve capacidade de estufar as redes. Foram mais de sessenta bolas na área, falta na trave, gols em impedimento e nenhuma tabelinha ou jogada coletiva que furasse de modo inteligente o ferrolho do Bugre.

 

A falta de repertório criativo e a ineficiência no ataque impressionou negativamente até mesmo os torcedores mais pacientes. Faltou conjunto, força e principalmente proposta coerente de jogo. Cadê a pressão na saída de bola? Cadê a intensidade? O técnico é novo, vencedor na base e moderno mas o time ainda é um amontoado e as ideias pensadas não são executadas. Depois de praticamente trinta dias de treinamento, o futebol apresentado a menos de uma semana de uma decisão na Argentina é inaceitável.

 

No final da partida, muitas vaias da arquibancada a ineficiência coletiva e das numeradas ao presidente Leco, que assistiu o jogo nas Tribunas e apressou-se para sair de cena, tal qual os jogadores que partiram rapidamente para os vestiários.

 

No domingo passado perdemos sendo dominados. Hoje perdemos dominando as ações. O resumo disso é que o torcedor ainda não enxergou um time confiável, um esquema definido e jogadores apresentando bom futebol dentro da equipe. A evolução do conjunto da equipe é quase imperceptível ao torcedor. Já o limitado repertório ofensivo apresentado nas últimas duas partidas, esse sim é visível até para um torcedor mirim.

 

Pelo cenário montado, reverter o quadro de time bagunçado e inócuo para quarta-feira que vem será a tarefa mais complicada deste início de ano. O problema se agrava depois das possíveis lesões de Liziero e Jucilei, além da incógnita situação física de Hernanes. É, irmãos… haja fé!

 

Nota dos personagens da partida:

Tiago Volpi – Até ele foi na área no último minuto dos acréscimos. Nota: 5,0
Bruno Peres – Fraca atuação. Nota: 4,5
Anderson Martins – Regular, saiu no segundo tempo. Nota: 5,0
Arboleda – Sobrecarregado na zaga. Nota: 5,5
Reinaldo – Bola na trave na falta, mas muito passe errado. Nota: 5,5
Jucilei – Pouca mobilidade no jogo. Saiu lesionado. Nota: 5,0
Liziero – Um festival de passes errados. Saiu contundido. Nota: 5,0
Pablo – Movimentou-se bem, mas a bola não chegou. Nota: 5,5
Helinho – Muita fumaça, sem a atitude do drible. Nota: 4,5
Diego Souza – Poucas chances para o gol. Nota: 5,0
Everton – Movimentou-se mas com pouca eficiência. Nota: 5,5

Hudson – Jogou como segundo volante e zagueiro. Nota: 5,5
Hernanes
– Estreou com derrota, nunca é bom. Nota: 5,5
Nene – Esforçado mas também com pouca eficiência. Nota: 5,5

André Jardine – Time pressionou, pressionou mas não apresentou criatividade e organização. Muito chuveirinho para pouca tabelinha e infiltração. Preocupa bastante para a semana que vem. Nota: 4,5

 

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Junior deixa a aposentadoria de lado e retorna ao futebol profissional

Junior, lateral esquerdo Tricampeão mundial pelo São Paulo, está de volta!

 

O lateral anunciou o fim da aposentadoria e voltará a atuar profissionalmente em 2019. Ele jogará no Formosa, um dos três times de fora do Distrito Federal que disputam o Campeonato Brasiliense.

 

Segundo o seu novo clube, faltam detalhes para a assinatura do contrato. Como Júnior está parado desde 2010, vai precisar de um tempo para se recondicionar fisicamente e voltar a ter condições de atuar em jogos profissionais. A informação é do site DF Sports.

 

Mesmo com a barriguinha saliente, Junior não deve ter esquecido como se trata a bola. Tecnicamente o lateral é melhor que todos os atuais do Tricolor: Reinaldo e Léo. O blog deseja boa sorte ao ídolo Tricolor!

 

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Três grandes preocupações para o São Paulo após a derrota no clássico

O São Paulo deu uma ducha de água fria no seu torcedor neste último domingo. A derrota diante do Santos no primeiro clássico da temporada evidenciou preocupações que o clube deverá administrar nos próximos dias, principalmente com uma Pré-Libertadores à vista.

 

Separei três delas abaixo:

 

1) Falta de dinâmica no meio-campo 

Um dos problemas mais evidentes do São Paulo no jogo de domingo. A partida evidenciou a pouca mobilidade da dupla Jucilei/Hudson em desarmar, sair para o jogo e ajudar o ataque. Faltou dinamismo, algo essencial para o sucesso do Tricolor no ano. Hernanes é preparado para entrar nesse meio-campo e Luan/Liziero são boas alternativas para o time titular. Será preciso testá-los.

 

2) Sucumbência de Helinho

Foi evidente: o jovem camisa onze sentiu o clássico. O ambiente do jogo e dura tarefa de marcar e criar pelo lado direito inibiu Helinho, preocupando a comissão técnica para os jogos decisivos que a equipe terá neste início de ano, principalmente diante do Talleres, na Argentina. Não é um problema fácil de se resolver, depende muito da experiência adquirida ao longo do tempo. Mais experiente, Biro-Biro ainda não estreou e pode ser testado. Outra saída interessante seria a presença de Diego Souza no ataque, trocando de posição com Pablo.

 

3) Fragilidade de Jardine

Já comentamos isso em um post no dia 18 de janeiro. Pelo histórico do São Paulo sem títulos, o jovem técnico será cobrado pela torcida por resultados imediatos e não por implementar um sistema de jogo. A derrota diante de um Santos em formação por Sampaoli piorou a impressão do torcedor em relação ao técnico. Jardine sabe que precisa dar uma resposta rápida após a derrota.

 

Enfim, essas são os três principais pontos do pós-clássico. O ano não está perdido como alguns decretaram após o apito final. Porém, há urgência na preparação pois vimos uma equipe acuada taticamente as vésperas de um jogo decisivo de Libertadores.

 

A preocupação existe.

 

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OPINIÃO Santos 2×0 São Paulo

O Tricolor conheceu a sua primeira derrota no Campeonato Paulista neste domingo, no Pacaembú. Inferior, o time de André Jardine não foi páreo ao Santos de Sampaoli e marca sua primeira queda em clássicos no ano.

 

Mais que o resultado, era importante ver a filosofia ofensiva de Jardine em campo diante de um adversário também qualificado para o título. E o São Paulo não correspondeu em nada aos anseios do seu treinador e da torcida. O Tricolor foi inferior ao Santos fisicamente, tecnicamente, taticamente e também na vontade. Na questão física, eram dois ou três santistas na disputa de bola com cada Tricolor. Na parte tática, o meio-campo alvinegro venceu com certa facilidade o meio são-paulino e na parte da vontade, bastava ver o próprio técnico argentino na beira do gramado. Ganha jogo? Não, mas ajuda a contagiar o time em campo.

 

 

A maior preocupação deste São Paulo foi o meio-campo de saída lenta e perniciosa. Só no primeiro tempo foram quase 70% de posse de bola santista diante de um time que teve chances de contra-ataque mas não aproveitou os espaços dados pela linha avançada do adversário. Já o segundo tempo foi controle total do jogo por parte dos santistas. Para uma equipe que pretende se impor em campo, foi uma surra daquelas para a criança aprender a nunca mais fazer mal-criação. Além do meio-campo perdido, as poucas chances criadas pelo Tricolor não foram aproveitadas por excesso de erros dos jogadores. Em pouco mais de noventa minutos, uma ou duas bolas no máximo e em “nível easy” para Wanderley. Muito pouco.

 

Apesar de ter sido em início de temporada, a cacetada foi forte e obriga técnico e elenco a trabalhar rápido na recuperação. Nada está perdido mas, jogando o que jogou, o time provou que falta muito ainda para chegar no ponto ideal que seu torcedor exige.

 

Nota dos personagens da partida:

 

Tiago Volpi – Boas defesas e saídas claudicantes nos gols. Nota: 5,5
Bruno Peres – Fraco mas trabalhou bem defensivamente. Nota: 5,0
Bruno Alves – Zagueiro teve muito trabalho com os santistas. Nota: 5,5
Arboleda – Outro que teve muita dificuldade na zaga. Nota: 5,0
Reinaldo – Muito nervosismo e pouca eficiência. Nota: 4,5
Jucilei – Lento, não pode ser o último homem em bola parada. Nota: 4,5
Hudson – Entre força e trombada, não se impôs em campo. Nota: 4,0
Nene – Caçado no primeiro tempo, até tentou mas nada deu certo. Nota: 4,5
Helinho – Sentiu o clássico. Nada fez no jogo e foi substituído. Nota: 3,0
Pablo – Também lutou inverteu posição mas não foi eficiente. Nota: 4,5
Everton – Se dedicou, mudou de lado e criou chances. Nota: 6,0

Diego Souza – Time melhorou com sua presença, mas não criou perigo. Nota: 5,5
Liziero – Com a missão de melhorar o meio, entrou tardiamente. Nota: 5,0
Brenner – Não tocou na bola. Sem nota.

André Jardine – Seu São Paulo foi presa fácil do experiente e bom Sampaoli. É preocupante o jogo do meio-campo que começou a partida, apesar de Hernanes ser presença certa na formação titular. A missão de colocar seu jogo em campo no clássico fracassou. Nota: 4,0

 

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