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Campeão sub20 estreia e brigará com Shaylon e Nene por espaço no elenco

Igor Gomes definiu sua estreia no profissional como mais um objetivo cumprido. Revelado nas categorias de base do Tricolor, o meia de 19 anos só jogou poucos minutos no empate sem gols com o Sport, porém projeta mais espaço em 2019.

 

Tudo porque André Jardine, novo técnico do clube, é um grande conhecedor das categorias de base do São Paulo. Sob o seu comando, Igor deverá brigar por um espaço no elenco ao lado de Shaylon e até Nene, que atualmente é o titular da posição central no meio-campo.

 

“Uma das coisas boas que o São Paulo vai colher de mim é um conhecimento profundo desses meninos com muito potencial que temos na base”, afirmou Jardine, de certa forma justificando a efetivação.

 

Natural de São José do Rio Preto, Igor Gomes foi mais um campeão da Supercopa sub20, na última terça-feira no Allianz Park. O jogador tem uma passada que lembra bastante o meia Kaká, porém tem um estilo mais clássico de condução de jogo.

 

Ainda é muito cedo para a titularidade mas creio que, ao lado do técnico que tanto conhece bem, Igor Gomes terá todas as condições até para assumir a condição de primeiro reserva no meio-campo.

 

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Caíque: multicampeão, adaptado na lateral e com contrato até 2022!

O jovem Caíque está em estado de graça. O lateral esquerdo da base Tricolor sagrou-se campeão do Campeonato Brasileiro Aspirante (sub23) no último sábado e nesta última terça-feira conquistou a Supercopa sub20 no Allianz Park, reduto onde o profissional ainda não venceu desde a inauguração.

 

No início de sua carreira, Caíque começou como meia-atacante. Foi campeão do Sul-Americano Sub-17 de 2015 com a seleção brasileira e pelo São Paulo já faturou inúmeros troféus, como a Copa do Brasil e o Campeonato Paulista sub-20 em outros anos. Hoje, adaptado a lateral, ele foi peça fundamental na final contra o Palmeiras, em que o clube atuou boa parte da partida com dez jogadores.

 

Pelo profissional já são sete jogos com a camisa Tricolor, seis no Campeonato Paulista e um pela Copa do Brasil. Todos jogando no lado de campo em direção ao gol. Caíque não teve atuação excepcional mas muitos torcedores lembram dos bons jogos ou pelo menos da entrega em campo nos poucos minutos das partidas.

 

Com contrato renovado com o Tricolor até 30 de junho de 2022, o atleta de dezenove anos foi até destaque na SPFC TV em maio. Veja aqui a matéria feita com Caíque.

 

Sinceramente não vejo motivo para contratação de mais um lateral esquerdo com a prata da casa voando e conquistando dois títulos em menos de uma semana pelo clube. O São Paulo está em negociação com o Fluminense por Léo e conta com Reinaldo e Edimar no elenco principal.

 

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Nene: muita autocrítica e humildade para dar a volta por cima em 2019

Nene foi o grande vilão do empate sem gols entre São Paulo e Sport na noite desta segunda-feira, no Morumbi. Além da fraca atuação com a bola rolando, o camisa dez Tricolor perdeu a maior chance de gol da equipe ao bater muito mal o pênalti anotado no segundo tempo.

 

Bastante abalado, o meia atacante comentou a performance, de desculpando com a torcida. “O pênalti batido foi ridículo. Eu também me vaiaria” – foi o resumo da sua mea culpa ainda na sala de imprensa do estádio.

 

É fato que Nene, contratação mais festejada no início do ano, não entregou o que se esperava dele no segundo semestre. Assim como o time, o camisa dez teve uma fase estupenda no primeiro turno, culminando com um gol incrível contra o Vitória no Morumbi e empolgou de vez a torcida. Mas decaiu assim como o restante do elenco, terminando o ano em grande baixa com o são-paulino.

 

Nene tem contrato até o fim de 2019 e conta com a atenção e apoio de André Jardine, explicitamente visto na substituição na própria partida contra o Sport. Mas precisará de muita autocrítica e humildade para dar a volta por cima perante uma torcida que não costuma aliviar para nenhum jogador. Até ídolos como Raí, Telê Santana, Muricy, Rogério Ceni e Lugano passaram maus momentos junto ao torcedor antes de virarem os santificados ídolos que são.

 

Raí teve um pífio primeiro ano no clube e só deu a volta por cima após ‘ajuste’ técnico e psicológico de Telê. Curiosamente o técnico multi-campeão também quase abandonou o clube após o vice-campeonato brasileiro de 1990. A derrota na final diante do Corinthians levantou fortes fantasmas do torcedor na época. Em 2004, após derrota na Semifinal da Libertadores diante do Once Caldas, Rogério Ceni e Lugano foram hostilizados no jogo seguinte no Pacaembu. Ceni, por exemplo, foi o maior alvo da torcida na época e por pouco não saiu. O mesmo aconteceu com Lugano. O uruguaio ficou no clube convencido por Marco Aurélio Cunha, que trabalhava com o elenco na época. Muricy também recebeu críticas contundentes no início de 2006 mas se consagrou com o tricampeonato Brasileiro.

 

Viradas épicas, de personalidades agora eternas no clube.

 

Dar a volta por cima no São Paulo, como estes personagens fizeram, é tarefa dificílima. Para começar Nene precisará entender que faz parte do elenco, podendo ou não ser aproveitado nos jogos em 2019. Foi assim com Zé Roberto no Palmeiras e foi assim com Renato, ídolo do Santos. Deste modo, aceitar essa atual condição será o primeiro passo para tentar entrar no hall dos notáveis Tricolores. O resto virá com trabalho, dedicação e companheirismo, atributos que, segundo o pessoal do CT da Barra Funda, ele possui de sobra.

 

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Lateral que ergueu a taça de campeão dos aspirantes poderá sair do clube sem chances no profissional

O lateral Wellington Cabral Costa, mais conhecido como “Foguete”, poderá estar de saída do São Paulo Futebol Clube. Ele foi o jogador que ergueu a taça de campeão pelo time sub23 (aspirantes) no último domingo. O Tricolor venceu o Internacional e ficou com o título.

 

 

Revelado no Vasco da Gama, Foguete veio ao Tricolor no início de 2013, ainda com 17 anos e treze convocações para as seleções brasileiras sub-15 e sub-17 na época. Passou por Cotia, foi emprestado para o Vila Nova e Santo André, voltou para ser suplente da lateral no elenco de Rogério Ceni, teve seu contrato renovado até fim de 2018 e conquistou o Brasileirão Aspirantes, mas em nenhum momento teve chance real no profissional do São Paulo.

 

Foguete não é um fenômeno, mas está longe de ser um atleta ruim. Se sair do clube em 2019, ele será mais um exemplo de dinheiro jogado fora no Tricolor. O clube investiu pesado em nomes como Bruno e Buffarini e agora tem somente o contestado Bruno Peres atuando na posição.

 

Defendo nomes como Foguete e outros da base (Perri, Antony, Rodrigo, Brenner, Helinho e Caíque) como composição de grupo, desonerando a folha de nomes duvidosos que não fazem diferença qualitativa em um elenco que quer ser campeão. Os garotos para formar o elenco de 2019, com contratações de peso e qualidade, que venham para conduzir o clube de volta as glórias.

 

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Efetivação de Jardine triplicará responsabilidade da diretoria em 2019

O São Paulo oficialmente confirmou a efetivação do auxiliar técnico André Jardine como técnico do clube em 2019. Dias antes, em uma reunião no Conselho Deliberativo, Leco disse que o treinador seria o nome para o ano que vem.

 

Desde que subiu para o grupo profissional, o plano do São Paulo sempre foi contar com Jardine como técnico. O auxiliar trabalhou com Dorival Junior e Diego Aguirre, além do tempo em que foi multi-campeão com a base, em Cotia. Potencial ele tem, sem sobra de dúvidas. O problema é o momento em que entra como técnico no clube. O agora treinador assume um elenco limitado e com jogadores deslumbrados pelo primeiro turno primoroso construído no Campeonato Brasileiro.

 

Além de respaldo total da diretoria, Jardine certamente precisará de um grupo muito mais forte que o trabalhado duramente (e com sucesso) por Diego Aguirre, sob pena de se queimar por conta de um São Paulo raso e com necessidade urgente de um título para acalmar boa parte da coletividade Tricolor. Ao seu favor, o respeito total que conta no ambiente interno do clube.

 

Com a decisão tomada, o momento é de apoio ao novo treinador e cobrança triplicada na diretoria do futebol. Leco, Raí, Ricardo Rocha precisarão bancar o “projeto Jardine” a longo prazo e não até uma eventual eliminação de campeonato. Como? Dando poderes ao técnico, dispensando os atletas problemáticos, contratando perfis eficientes e qualificando de vez o grupo para um 2019 melhor que 2018.

 

Responsabilidade triplicada.

 

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