O São Paulo vive um grande dilema de saúde e performance, em especial nesta temporada. Já não bastassem as constantes lesões vividas pelo elenco neste ano, o clube “ganhou” mais cinco jogadores com problemas clínicos durante os treinos da parada da Data Fifa.
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São eles Oscar (lesão na panturrilha esquerda), Cédric (fratura no dedão do pé direito), Enzo Diaz (dores no quadril), o goleiro reserva Leandro e o centroavante Dinneno (dores no joelho). Wendel, o lateral reserva de Enzo, sofreu uma lesão de fascite plantar no jogo diante do Grêmio e só retorna em 2026.
Felipe Marques, coordenador de saúde do São Paulo e futuro líder do DM e outros departamentos, disse que é injusto cobrar de um departamento médico a culpa pelas lesões. Em entrevista ao ge, o profissional afirmou que o que deve ser exigido é um bom tempo de recuperação e a não repetição do caso no mesmo atleta.
“É injusto cobrar: “o departamento médico machuca jogador”. O departamento médico tem de ter cobrado pela sua métrica, que é tempo de afastamento. Tempo de afastamento por mil horas, quando isso começa a aumentar, eu tenho de chegar: “Doutor, o que está acontecendo que eles estão demorando? Ou pela taxa de recidiva, que é o atleta está batendo e voltando.”
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“Aí ele tem de ser cobrado, não cobrado negativamente de forma ofensiva ou ameaçadora, mas para entender o que está acontecendo. Da mesma forma o departamento de preparação e fisiologia, deve ser cobrado pela incidência. Por que está machucando mais? “Olha, nós tivemos 30% mais lesões em treino, o que está acontecendo? (exemplo) Aí cabe num caso assim o coordenador fazer essa ingerência para saber o que está acontecendo e como os setores estão funcionando.” – explicou Felipe ao ge durante o “Sport Integrity & Innovation Summit” no último fim de semana, no Morumbi.
O fisioterapeuta apresentou dados que apontam que o número de lesões do São Paulo durante as partidas é superior à média estabelecida pela Uefa como padrão mas que, nos treinos do Tricolor, o número das lesões é bem inferior a média.
“Dá para melhorar? Podemos. A gente deve diminuir as lesões em jogos. Por isso, estamos analisando e observando” – explicou Felipe ao ge.
Ainda segundo ele, o número absoluto de jogadores lesionados não deve ser usado como métrica comparativa entre clubes, já que cada elenco é submetido a um número de jogos ou treinos na temporada.
Morumbi Zero é solução?
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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!
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(5) Comentários
Mauricio
19 de outubro de 2025É tanta gente pra culpar nesse SP de hoje em dia, que dá até pra ficar dividindo a culpa, difícil achar alguém que tenha peito de assumir a bronca, amontoado de covardes incompetentes e mal intencionados. Lamentável!
Alessandro
18 de outubro de 2025Uma máfia está tomando conta do São Paulo esse Casares, Belmonte infelizmente sai um bandido entra outro, não temos oposição um nome, esses vermes praticamente baniram o Marco Aurélio Cunha único que tem conhecimento para administrar o clube e seja são Paulino de verdade, mas os crápulas da corja do Casares e Belmonte e os conselheiros corruptos não deixam o cara concorrer em uma chapa de oposição, para se candidatar para a presidência tem que fazer parte da sujeira que ali está, precisamos mostrar isso a todos os são paulinos de verdade e outra coisa a torcida organizada independente faz parte da sujeira
André
17 de outubro de 2025Eu adorei essa entrevista! Quer dizer então que a gente só fica chateado pq fica olhando pros número errado né? É só não olhar pro número de jogador machucado que aí tá tudo bem. Ah, e não pode comparar com outros times tbm não, senão dá errado... 😅 Daqui pra frente em vez de ficar entrevistando o Casares deveria entrevistar só essa turma do DM que pelo menos é mais comédia.
André
17 de outubro de 2025Esse Felipe ainda tem coragem de falar em números como se estivesse tudo sob controle, nada absurdo acontecendo. Ah, vá 😒 Então deve ser só um pouco de azar mesmo né. Deve ser isso.
Ricardo
17 de outubro de 2025Médico diagnostica e trata, a resposta depende de múltiplos fatores, dentre eles a idade do paciente, e aí sabemos que no futebol de alta performance isso conta e muito, e nosso pífio elenco é composto de ex-jogadores em atividade que são como um fusca 66 com gasolina de baixa octanagem com mais de 30% de etanol, para competir com uma bmw zero km. Vai estourar a biela. Culpa da diretoria amadora de cancha de bocha que arrasou com o clube!!!