Uma importante reunião foi realizada na noite da última quinta-feira (23), no Salão Nobre do São Paulo Futebol Clube. A pauta principal era o julgamento de Vinicius Pinotti e Fábio Mariz, pivôs da exposição do áudio que revelou um esquema envolvendo dirigentes em um camarote clandestino no Morumbis. No entanto, o encontro acabou se transformando em mais um capítulo de fragmentação e guerra política dentro do clube.
É neste cenário que trago um resumo baseado no relato de um conselheiro de minha confiança, que esteve presente na reunião e participou da votação.
Segundo ele, a reunião foi positiva. O primeiro a se manifestar foi o advogado de defesa de Vinicius Pinotti, que apresentou argumentos claros e consistentes, capazes de influenciar conselheiros indecisos a votarem contra a suspensão.
Na sequência, o próprio Vinicius Pinotti fez uso da palavra e, ainda segundo o conselheiro, também teve bom desempenho. Em um discurso emotivo, falou como torcedor, em uma manifestação considerada típica de um são-paulino.
“Me vi lá em cima, mais um de nós. Quero que seja nosso presidente, um cara que luta pelo clube, sofre a cada derrota, quer fazer a limpa e profissionalizar — tudo o que sempre defendemos desde o começo.” – me disse o conselheiro.
Após isso, foi a vez da defesa de Fábio Mariz, que também, de acordo com o relato, se saiu bem. Foram destacados o histórico familiar ligado ao clube — envolvendo pai, avô e o próprio Fábio — e o argumento de que ele teria sido apenas convidado a ajudar, sem cometer qualquer ato ilícito.
O conselheiro ouvido acredita na absolvição de ambos e faz uma ressalva: “Deveríamos estar nos preocupando com questões mais importantes.”
O resultado da votação será divulgado hoje, a partir das 17h.
Protestos na porta do CT!
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Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!
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