As bruxas estão novamente à solta no CT da Barra Funda. O São Paulo Futebol Clube voltou a conviver com um fantasma aterrorizante que o assombrou no ano passado: as lesões no elenco.
Sem ainda poder contar com Marcos Antônio, lesionado durante o jogo diante do O’Higgins pela Sul-Americana, e Pablo Maia, que sofreu fraturas no rosto, o São Paulo ganhou mais três jogadores no Reffis.
O primeiro deles é um caso muito triste. Após ser liberado para jogo depois de se recuperar de uma fratura em duas costelas, Lucas Moura voltará ao CT por conta de uma lesão no tendão de Aquiles, que o afastará dos gramados por 8 a 12 meses. O meia está fora da temporada.
As outras duas situações são de atletas do sistema defensivo. Lucas Ramon saiu de campo, em Bragança Paulista, com uma lesão muscular na panturrilha esquerda, enquanto o zagueiro Alan Franco — que permaneceu em campo até o fim do jogo por não haver mais substituições — apresentou um estiramento no músculo adutor da perna direita.
Apesar de as lesões de Lucas Ramon e Alan Franco não serem consideradas graves, ambos devem ser desfalques no Majestoso do próximo domingo, em Itaquera.
Antes do clássico, o compromisso é fora de casa, novamente diante do O’Higgins. Rafael Tolói, com dores na panturrilha, ainda é dúvida para o fim de semana e não deve viajar ao Chile, visando uma recuperação completa.
Opinião
A volta das lesões abre um debate pertinente entre os torcedores. Será que a responsabilidade é do novo preparador físico, Paulo Paixão? Ou a sequência mais apertada de jogos antes da Copa “minou” fisicamente os jogadores em abril? Até que ponto a palavra “fatalidade” se aplica aos casos?
A resposta parece passar por um pouco de cada fator. A chegada de Paulo Paixão ao lado de Roger Machado representa, no mínimo, uma nova metodologia de treinamento para o elenco. A alta concentração de jogos também contribui para o aumento das lesões, e é evidente que o elenco não suporta tantas competições simultaneamente. E, por fim, há a fatalidade — afinal, será que apenas o São Paulo sofre com esse problema no futebol brasileiro?
A verdade é que o São Paulo, mesmo diante de adversidades culposas ou não, ainda ostenta bons números no Brasileirão e na Sul-Americana, além de ter saído na frente no confronto de ida da Copa do Brasil. Mais do que isso: atravessar a temporada sem sustos no Campeonato Brasileiro, em ano de eleição, já pode ser considerado uma conquista.
Semana Tricolor: 04 de maio
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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!
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(2) Comentários
Zé Ricardo
4 de maio de 2026No meu ponto de vista tinha que entender melhor os locais das lesões, pelo que entendi a lesão na panturilha nao é a primeira neste ano, Lucas Ramon, Rafael Toloi, Luciano e Sabino sofreram com problemas nessa região recentemente, a pergunta é, sera que algo nos treinamentos ou a falta de fortalecimento nessa região nao são passíveis de investigação, para que serve o departamento de fisiologia e preparação física que nao conseguem antever estes desgastes, o time do São Paulo parece que trabalha naquela metodologia do quebra e conserta, nao consegue trabalhar na prevenção, e isso é culpa da gestão, pois mantém profissionais despreparados e sem recursos.
Ricardo
4 de maio de 2026Fruto da péssima gestão administrativa, técnica e física que nos assola há décadas. Não trocaram os caras da canetinha? Não trocaram o DM? Não trocaram os caras do Refis? Não trocaram o roupeiro, podólogo e a comissão técnica que dizia as verdades sem melindres? "E agora José?" #Foraroger