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Que vergonha! São Paulo pode sofrer novo transfer ban por Djhordney

Que vergonha! São Paulo pode sofrer novo transfer ban por Djhordney

A notícia veio do Portal UOL e confirmada pelo Blog São Paulo Sempre: o São Paulo pode ser o primeiro clube da Série A a sofrer uma punição pela regra de Fair Play.

 

A Agência de Fair Play da Confederação Brasileira de Futebol determinou, nesta quarta-feira (12), que o Tricolor sofrerá um transfer ban se não quitar em quarenta e cinco dias uma dívida junto ao Novorizontino, clube do interior paulista.

 

O caso se refere ao jovem Djhordney. O clube precisa quitar a dívida integral de R$ 1 milhão pela compra do atleta, mais R$ 100 mil de multa e correção monetária de 1% ao mês pelas parcelas em atraso.

 

O não cumprimento do pagamento no prazo determinado pela CBF fará com que o Tricolor seja impedido de registrar novos atletas até para a base.

 

Nota do São Paulo

Antes da publicação da decisão pela agência, o São Paulo Futebol Clube, através do presidente Harry Massis, entrou em contato com Genilson Rocha, presidente do Grêmio Novorizontino, e ajustou um acordo de pagamento. As partes aguardam o alinhamento entre os departamentos jurídicos dos clubes para a formalização do compromisso.

 

Nota do Novorizontino

“O Grêmio Novorizontino informa que o débito é referente à negociação de parte dos direitos econômicos do atleta Djhordney Ferreira. Das cinco parcelas previstas, nenhuma foi paga pelo São Paulo Futebol Clube. O Novorizontino esclarece que não há negociação para um novo acordo e aguarda o cumprimento integral da obrigação.”

 

Quem é Djhordney?

Natural de Campo Grande (MS), Djhordney começou sua carreira em 2022 no Novorizontino jogando na categoria sub-15. Em 2024, foi emprestado ao Palmeiras na categoria sub-17 e, em 2025, ao São Paulo, já na categoria sub-20, onde foi um dos jogadores com mais partidas na temporada, conquistando a Copa do Brasil Sub-20.

 

Em 2026, foi adquirido em definitivo pelo São Paulo por R$ 1 milhão. O valor exato que o Tricolor deve ao Novorizontino.

 

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São Paulo permanece na terceira posição em novo ranking de torcidas

São Paulo permanece na terceira posição em novo ranking de torcidas

Uma nova pesquisa da Nexus, encomendada pela CBF, atualizou o retrato das torcidas no Brasil. O levantamento confirma o Flamengo no topo. O clube aparece com 26% das citações.
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Em seguida vem o Corinthians, com 19% das citações dos torcedores. Os dois permanecem em posição isolada e ampliam a distância para o restante do país.

 

Já o São Paulo ocupa a terceira posição no ranking das torcidas, registrando 9% das citações dos entrevistados. Logo depois surgem Palmeiras, com 7%, e Vasco, com 5%. Internacional e Cruzeiro aparecem empatados com 4%. Atlético-MG, Grêmio e Santos surgem com 3%. Já Botafogo, Bahia e Fluminense aparecem com 2%. O grupo de outros clubes soma 11% do total.

 

A pesquisa da Nexus mostra que 78% dos brasileiros torcem para algum time. A prática é mais comum entre homens e jovens. O Sudeste concentra os índices mais altos. Já o Nordeste apresenta números menores, embora ainda robustos no cenário nacional.

 

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Outro ponto do estudo confirma a força do futebol na rotina do país. Segundo o levantamento, 73% acompanham partidas. Além disso, 47% afirmam assistir ao menos um jogo por semana. Assim, o esporte permanece como hábito cultural consolidado.

 

A TV aberta segue dominante na audiência brasileira. São 61% dos brasileiros que assistem a pelo menos um jogo por mês nesse formato. Na sequência aparecem TV fechada, com 38%, e streaming, com 27%. O rádio fica com 10% da audiência, segundo a Nexus.

 

O estudo revela que os debates esportivos seguem fortes. Mesas redondas ainda atraem público relevante. Ao todo, 41% dos brasileiros acompanham programas de análise. Além disso, 24% assistem ao menos uma vez por semana. O hábito reforça o interesse por opiniões e resenhas pós-jogo.

 

Embora o futebol mobilize milhões de pessoas, a presença nos estádios está pequena. Apenas 19% dos brasileiros dizem frequentar jogos hoje. Outros 22% já foram, mas deixaram de ir. Já 59% nunca estiveram em uma arquibancada.

 

A pesquisa ouviu 2.006 brasileiros com 16 anos ou mais. As entrevistas foram realizadas entre 15 e 24 de agosto, em todas as 27 unidades da Federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com confiança de 95%.

 

Detalhes do ambulatório de ponta
do São Paulo para janeiro de 2026:

 

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São Paulo seria aprovado no Fair Play financeiro da CBF? Portal avalia:

São Paulo seria aprovado no Fair Play financeiro da CBF? Portal avalia:

O fair play financeiro da CBF, estudo de incentivos à boa administração em clubes de futebol, está em estudos para ser colocado em prática no futebol brasileiro.
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O Portal Sport Insider avaliou os vinte clubes que compuseram a Série A em 2024, dentro do quesito aplicado pela Confederação Brasileira de Futebol, para avaliar a situaçnao de cada um num novo cenário do futebol nacional.

 

A revelação é alarmante. Segundo o portal, se o fair play financeiro estivesse vigente no Brasil em 2024, treze dos vinte clubes da primeira divisão teriam sido reprovados e estariam sujeitos a punições.

 

O jornalista Rodrigo Capelo simulou os resultados de acordo com as regras formuladas pelo grupo de trabalho da CBF, o chamado “Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF)”. Segundo o portal, Palmeiras, Flamengo, Athletico-PR, Atlético-GO, Criciúma, Cuiabá e Juventude passariam nas regras.

 

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Um fato curioso: dos sete clubes estudados no período de 2024, apenas três estão na Série A em 2025: Palmeiras, Flamengo e Juventude. E o terceiro clube citado atualmente luta contra o rebaixamento.

 

O jornalista explica que a simulação quer aponta aprovados e reprovados não é perfeita pois alguns clubes não expõem dados completos para avaliação. Porém, mesmo no cenário ideal, a maioria deles seriam de fato reprovados.

 

 Fair Play da CBF

As regras de fair play financeiro da CBF se dividem em quatro pilares: dívidas em atraso; equilíbrio operacional; custo do elenco e endividamento de curto prazo. Atributos que o São Paulo e muitos outros clubes não apresentam atualmente.

 

O fair play financeiro da CBF prevê estado de monitoramento na primeira violação. Na segunda, o clube infrator receberá uma advertência pública. A partir da terceira, as punições passam a ser multa, retenção de receitas, transfer ban, perda de pontos, rebaixamento e cassação da licença para jogar.

 

E o São Paulo?

O São Paulo iniciou sua recuperação financeira em 2025, com o FIDC criado em conjunto com a Galapagos e a Outfield. O grande objetivo é substituir a maior parte da dívida Tricolor com bancos, aliviando o caixa e equilibrando dívidas com receitas.

 

Para isso, o clube terá inevitavelmente que enquadrar o seu atual elenco com o que o plano pede. Isso é: enxugar a folha. veremos se no ano que vem o Tricolor continuará com uma das maiores folhas salariais do Brasil ou de fato se encaixará a sua realidade.

 

Austeridade financeira: é isso que o torcedor deveria cobrar de seus gestores.

 

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CBF ajusta calendário e clubes recalculam logística: o que muda para o São Paulo

CBF ajusta calendário e clubes recalculam logística: o que muda para o São Paulo

Atualmente, não é incomum que alguns campeonatos estaduais de futebol “extrapolem” os limites de datas estabelecidos pela CBF. Com as novas medidas a serem colocadas em prática, isso deve mudar.
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Em 1º de outubro de 2025, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou as novas diretrizes que irão reger os calendários de jogos em competições no país de 2026 a 2029. O número de datas, por exemplo, foi reduzido de 16 para 11, mas vamos explorar os pormenores um pouco mais adiante.

 

O importante, de início, é entender que esses ajustes impactam diretamente o planejamento dos clubes, seja nas viagens, janelas de recuperação, uso do elenco ou até na venda de ingressos e atividades secundárias, como as bets.

 

Com as sequências alteradas, aqueles torcedores que acompanham odds em aplicativos de apostas esportivas veem variações em cenários back-to-back e deslocamentos longos, reflexo direto na gestão de carga. Partindo do ponto de vista específico do São Paulo, o que muda para torcedores e clubes? Aposta é assunto para adultos.

 

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O que muda para os clubes com as novas datas e definições da CBF?

De maneira geral, as novas datas e definições da CBF encurtam os períodos a partir de 2026, tendo como principal exemplo o mencionado na introdução: a redução de 16 para 11 datas nas competições de nível estadual. Cabe às federações adaptar essas definições de acordo com seus próprios calendários.

 

A nova duração das competições estaduais será de 11 de janeiro a 8 de março, embora a Federação Paulista e a Federação Carioca estejam considerando flexibilizar o formato, levando em conta o escopo de seus times e jogos quando comparados aos clubes menores de outros estados, mas ainda sem confirmação.

 

A CBF afirma que as mudanças trarão impactos positivos ao futebol brasileiro, como a redução de custos para clubes menores (o que pode gerar maior equilíbrio competitivo), valorização técnica dos campeonatos estaduais e menor desgaste físico dos atletas, entre outros pontos.

 

Na prática, menos datas significam decisões administrativas mais ágeis: estádios exigem manutenção preventiva em prazos mais curtos, a logística de viagens precisa ser definida com antecedência e a preparação física passa a contar com microciclos mais enxutos.

 

As mudanças também abrem espaço para que os elencos utilizem melhor a base em partidas de menor carga competitiva, reduzindo o risco de sobrecarga nos titulares, um ganho relevante em um calendário nacional que vai de janeiro a dezembro.

 

Como as mudanças impactam o São Paulo

Naturalmente, as mudanças nas datas da CBF para os campeonatos estaduais impactam o São Paulo, mas em que medida, ainda é impossível afirmar. Para começar, ainda não há confirmação sobre uma possível flexibilização por parte dos clubes do estado, tema que está sendo estudado pela FPF.

 

Ou seja, reorganizar semanas cheias e vazias, sem depender de um jogo específico, será mais desafiador a partir de 2026. Há a possibilidade de que pouca coisa mude, caso os clubes paulistas mantenham o calendário aprovado pela CBF, embora o cenário ainda possa variar.

 

Em todos os casos, mudanças dessa categoria não são novas para o São Paulo, considerando a longa trajetória do clube no futebol brasileiro. Espera-se que ajustes posteriores sejam anunciados pelo clube em suas plataformas digitais, algo que vale a pena ser acompanhado pelos apaixonados pelo Tricolor.

 

Para o calendário tricolor, o ponto-chave é a convivência entre um Paulistão mais curto e os compromissos nacionais e continentais. Menos datas estaduais comprimem a janela de testes, exigindo uma preparação bem planejada (viagens, amistosos, minutagem) e um rodízio mais inteligente em fevereiro. Outra frente é o mando de campo: shows e eventos no estádio podem forçar jogos em arenas alternativas, o que impacta logística, receita de bilheteria e a rotina do torcedor.

 

É impossível falar sobre ajustes da CBF sem citar o papel das tecnologias nessas mudanças. O simples fato de essas mudanças estarem previstas para 2026 e já serem de conhecimento público demonstra o impacto da instantaneidade da internet.

 

Caso se confirme a redução de datas no Campeonato Paulista, é provável que os jogos se tornem mais concorridos, dado o menor número de oportunidades de ver o São Paulo em campo.

 

Gestão tricolor em janelas curtas: mando, elenco e matchday

Com menos datas nos Estaduais, o São Paulo precisa transformar o planejamento em precisão. O recorte entre fevereiro e o início de março tende a concentrar decisões que afetam o mando de campo, o rodízio e a preparação física.

 

A diretoria passa a trabalhar com ‘planos A e B’ para eventuais mudanças de arena devido à agenda de shows, enquanto a comissão técnica recalibra microciclos e utiliza a base em momentos estratégicos, preservando atletas-chave.

 

No matchday, a operação busca eficiência, com portões e acessos sem gargalos, comunicação antecipada sobre logística e ofertas integradas de ingressos e experiências, reduzindo cancelamentos e no-shows. Para o torcedor, a agenda mais objetiva facilita o planejamento de deslocamentos; para o clube, aprimora a previsibilidade de receitas e patrocínios. A transparência em calendário e métricas de desempenho torna-se um diferencial competitivo, dentro e fora de campo.

 

É proibido renovar com
Rigoni e Luiz Gustavo

 

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Brasileirão só voltará a ser confiável se Fifa liberar áudios da arbitragem do Choque-Rei

Brasileirão só voltará a ser confiável se Fifa liberar áudios da arbitragem do Choque-Rei

O São Paulo pediu a CBF a publicação dos áudios do árbitro de campo Ramon Abatti Abel e do árbitro de VAR Ilbert Estevam da Silva, responsáveis pela arbitragem do Choque-Rei, no último domingo, no Morumbi.
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A entidade máxima do futebol brasileiro disse ao Tricolor que só divulgará os áudios de lances que não foram checados pelo árbitro de campo no monitor do VAR com uma autorização da Fifa. O mais estranho na arbitragem do clássico foi que nenhuma das jogadas de clara infração no ofício enviado à CBF revista por Ramon Abatti Abel no VAR.

 

A CBF afirma que vai tentar essa liberação e afirma que se conseguir o aval da Fifa, irá tornar comum a divulgação de comunicação entre árbitros mesmo que não estejam revisando lances no monitor. Veka a declaração oficial:

 

“A CBF porém, consultará a FIFA sobre a possibilidade da divulgação de registros de checagens de lances não protocolares. Caso seja aprovado, a divulgação de registros de equívocos que possam conduzir a arbitragem a algum tipo de condicionamento a treinamentos ou avaliações se tornará praxe.”
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Opinião

Nada mudará o estrago feito em campo pelos árbitros ja com antecedentes de, no mínimo incompetência. Porém, a abertura dos áudios é uma tentativa de manter a confiabilidade no Campeonato. E eu não falo somente em nome do meu time de coração mas em nome de todos os torcedores de futebol.

 

É preciso que todos saibam quais foram as justificativas dos dois comandantes do apito nos lances capitais da partida, que foram o não pênalti em Tápia e a entrada por cima de Andreas Pereira em Marcos Antônio. Outros lances pró e contra São Paulo e Palmeiras aconteceram, mas nenhum com tamanha certeza que os dois acima citados.

 

Não abrir os áudios de erros crassos como o que vimos no último domingo é pedir para que o campeonato seja considerado “manchado”. O VAR serve para tentar corrigir erros de campo e o que mais estamos vendo são atitudes pra lá de suspeitas em relação a checagem ou não de lances claros.

 

O que para uns foi “épico”, para muitos outros é algo a ser bem investigado.

 

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A redação | Publi | São Paulo Sempre!

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