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OPINIÃO: os atletas que poderão sair do clube no segundo semestre

Nação do Maior do Mundo;

 

O elenco atual do São Paulo conta com 35 jogadores, número considerado alto pela Comissão Técnica do clube. Rogério Ceni já disse em entrevista que deseja contar com 29 atletas destes que estão à disposição e ainda sim promover contratações pontuais.

 

O elenco atual conta com três goleiros: Renan, Denis e Sidão, além de Lucas Perri. É a medida ideal no elenco, para compor treinamentos e jogos. Apesar de contar com os três primeiros citados para o restante da temporada, há interesse em uma nova contratação no gol, porém não alterará o número de atletas desta posição no elenco.

 

Já na defesa, ao menos um zagueiro deverá sair do clube. Lugano encerrará seu contrato no meio do ano mas a tendência é que permaneça no elenco pois há um consenso entre diretoria, torcida e técnico para sua manutenção até o fim do ano. Deste modo, Douglas e Breno estão na mira da porta de saída. Isso se não vierem propostas para Rodrigo Caio, Maicon e Lucão. As especulações no meio do ano serão grandes.

 

As laterais estão enxutas e acredito que não haverá alteração no setor para este semestre. No meio-campo, João Schmidt é saída certa para o Atalanta (ITA) porém, outro meio-campista deverá ser negociado nesta temporada. Um dos atletas com mais perfil de saída neste elenco é Wellington. O volante tem mercado no Brasil e uma das idéias da Comissão Técnica será incorporar de vez o jovem Éder Militão no profissional. A tendência é que Lucas Fernandes, totalmente recuperado de contusão, permaneça no elenco mas o jovem precisa voltar rapidamente ao ritmo de jogo. Shaylon tem proposta de empréstimo para o Guarani e Wesley, apesar do alto custo/benefício, deve permanecer.

 

No ataque, devemos ter duas saídas. A primeira delas é de Chavez. O contrato de empréstimo com o Boca acaba no meio do ano e o argentino deve retornar ao seu clube de origem. A outra dispensa deve ser o recém contratado Neílton. Apesar de Rogério valorizar as qualidades do jogador nas recentes entrevistas, o atacante tem bom mercado interno e pode ser usado como moeda de troca com clubes interessados.

 

Portanto, os nomes que mais correm risco de ficar de fora do elenco neste momento são Douglas (ou Breno), João Schmidt, Wellington, Chavez e Neílton. Porém, existe a boa possibilidade de novas saídas (como a de Shaylon) pois o clube trabalha com ao menos um ou dois reforços para o meio do ano.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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São Paulo deveria investir todas as suas fichas em um meio-campista!

Nação do Maior do Mundo;

 

As recentes eliminações do São Paulo na Copa do Brasil e no Campeonato Paulista expuseram alguns pontos ainda a serem corrigidos por Rogério Ceni para o restante da temporada, em especial o Campeonato Brasileiro.

 

Além do posicionamento defensivo, principalmente nas bolas aéreas, é nítida a falta de um meio-campo a altura de um clube que deseja ser protagonista em um torneio de regularidade. Jucilei e Cueva são atletas que qualquer time da série A do Brasileirão deste ano gostaria de contar, porém falta algo a mais entre os dois. Ou melhor; alguém “a mais” além deles.

 

O nome sugerido em janeiro pelo blog foi Gabriel, na época sem clube e atualmente defendendo o Corinthians. Com o ex-palmeirense, Jucilei poderia facilmente ser adiantado e jogar na sua função de origem, que é de segundo volante. Porém, Gabriel foi considerado um investimento alto e arriscado para a época. É nítido que entre Jucilei e Cueva existe um buraco não resolvido por Thiago Mendes e Cícero e que também não seria resolvido por Hudson, atualmente no Cruzeiro. Este setor é responsável pela maioria das falhas que resultaram em gols com a bola rolando nesta temporada.

 

Portanto, se há algum capital a ser investido no segundo semestre, este deve ser aplicado no meio-campo. Sugiro uma contratação cirúrgica, para chegar e vestir o uniforme de titular. Pode ser um bom volante a frente dos zagueiros, adiantando Jucilei, ou melhor ainda, um bom armador para distribuir a bola com qualidade. Temos uma boa espinha dorsal mas o fato é que falta ao São Paulo um meio mais dominante, condutor, decisivo e protagonista.

 

O São Paulo precisa deste jogador. Mãos a obra, diretoria!

 

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OPINIÃO SCCP 1×1 São Paulo

Nação do Maior do Mundo;

 

A improvável missão de se classificar após a derrota no Morumbi não aconteceu. Com o empate no Itaquerão, o São Paulo dá adeus ao Campeonato Paulista e agora tem todas as atenções do ano voltadas a Copa Sul-Americana e ao Campeonato Brasileiro.

 

Com a dura desvantagem de dois gols contra, o Tricolor, por vocação ofensivo, naturalmente foi para cima do Corinthians desde o primeiro minuto em Itaquera. Teve bom volume de jogo e até algumas boas chances no início da partida, mas não conseguiu transformar as oportunidades que teve em gol. O adversário sabiamente jogou com o relógio e não tinha como ser diferente. Apesar da enorme dificuldade, o Tricolor poderia estar vivo até o final do jogo se não fosse mais uma lambança do trio de arbitragem, que validou mais um gol impedido para o rival, aos 47 minutos.

 

Foi a ducha de água fria que faltava. Dos quatro gols feitos nessa semifinal, metade deles não deveria ser validado: um no Morumbi e outro em Itaquera. Após mais uma lambança, a água desandou de vez. As pernas pesaram e a bola queimou nos pés dos jogadores. Nervoso, o time ainda encontrou forças para fazer o seu gol e não sair de Itaquera com uma derrota. No apito final, ficou mais uma vez a sensação de frustração mas, nos 180 minutos, o merecimento foi maior do adversário pois soube trabalhar o que tem de melhor (a defesa) diante das falhas do São Paulo em propor o jogo.

 

Nada pode apagar a indignação do são-paulino neste momento mas o fato é que perdemos as duas classificações em casa. Essa vacilada precisa ser muito bem digerida pela comissão técnica e os jogadores para que não se repita nos próximos momentos cruciais do ano. A Sulamericana virou prioridade, assim como uma boa colocação no Brasileirão. A equipe terá três semanas para se reabilitar, recuperar os lesionados, treinar e iniciar bem o Brasileirão, além de passar pelo Defensa y Justicia sem nenhum susto no Morumbi. Não haverá desculpa alguma para desgaste ou falta de treino.

 

Nota dos personagens da partida:

Renan Ribeiro Sem culpa no gol. Deve ser mantido como titular. Nota: 6,0

Wesley A quarta opção para a lateral jogou para o gasto. Nota: 5,0

Maicon Seguro, menos nas bolas paradas. Nota: 4,5

Rodrigo Caio Também seguro mas ruim nas bolas paradas. Nota: 4,5

Junior Abaixo da média. Pareceu lateral improvisado. Nota: 4,0

Jucilei O melhor do São Paulo, mais uma vez. Nota: 7,5

Thiago Mendes Como volante foi bem mas como meia não dá. Nota: 6,0

Cícero De meia virou zagueiro. Falta protagonistas no meio-campo. Nota: 5,0

Cueva Claramente sem pernas depois da lesão na seleção peruana. Nota: 4,0

Gilberto Não funcionou entrando no primeiro tempo. Nota: 4,0

Lucas Pratto A luta foi premiada com o gol. Nota 7,0

Thomaz Entrou na tentativa de chegar mais ao ataque. Nota: 5,0

Luiz Araújo Fez a sua fumaça. Nota: 5,5

Chavez Entrou para dar força ao ataque mas fez pouco. Nota: 5,0

 

Rogério Ceni Fez o que podia fazer nesta partida. Tem todos os créditos do mundo para impor um estilo de jogo ofensivo mas me incomoda se prender nas estatísticas. No futebol isso pode mascarar muitas coisas. Neste domingo por exemplo, que milagre fez Cássio? O que adiantou ter milhares de escanteios a favor e nenhum contra? Ter bons números é muito bom somente ao lado de resultados. Na linguagem empresarial, não adianta nossos “vendedores” serem asseados, falarem bem e saberem calcular de cabeça se eles não efetuarem vendas. Nota: 5,0

 

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Prováveis escalações para o clássico

Nação do Maior do Mundo;

 

O São Paulo tem uma improvável missão no Itaquerão. O clube ainda não sabe o que é vencer no estádio do rival Corinthians e, para se classificar, terá que ganhar por no mínimo dois gols de diferença e levar a decisão para os pênaltis.

 

Com o setor defensivo praticamente definido (Renan, Wesley, Maicon, Rodrigo Caio, Junior e Jucilei) Rogério Ceni mantém mistério no ataque. O treinador pode manter o 4-2-3-1, que se transforma em um 3-4-3 (com os laterais adiantados) ou escalar a equipe com dois centroavantes. Pratto é imprescindível e Gilberto, como diz o popular, “pede passagem” no ataque. É o artilheiro do clube no estadual e faz gol em quase todos os jogos.

 

Mesmo com os dois centroavantes em alta, a mais provável escalação Tricolor seria Renan, Wesley, Maicon, Rodrigo Caio e Junior. Jucilei, Tiago Mendes e Cícero. Cueva, Pratto e Thomaz. Este último vem fazendo boas apresentações e poderá permanecer abrindo espaços pelos lados.

 

Rogério poderá colocar Gilberto logo no início, ou mesmo no intervalo. Deste modo, um meio-campista sairia para o lugar do artilheiro do clube no estadual. Com Thiago Mendes mais descansado (não atuou quarta), o provável time seria Renan, Wesley, Maicon, Rodrigo Caio e Junior. Jucilei, Tiago Mendes e Cueva. Pratto, Gilberto e Thomaz.

 

O Tricolor ainda conta com as possíveis entradas de Luiz Araújo e Chavez no segundo tempo. Luiz fez sua melhor apresentação diante do Santos na Vila Belmiro e Chavez é mais chance de gols. O adversário procurará marcar a saída de bola na defesa Tricolor, portanto a chave do jogo será a rápida transição para deixar os atacantes em condições de conclusão em gol. Para fazer dois gols ou mais, precisaremos de no mínimo dez conclusões no jogo. Sem se descuidar da defesa.

 

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Com Raí e Vinícius Pinotti, São Paulo inicia nova era de gestão profissional

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Com o fim das eleições, é hora de iniciar uma nova e importante etapa no clube.

 

Sob regência do Novo Estatuto, o presidente reeleito e seus diretores já começam a mostrar uma nova composição. Conforme antecipado pelo blog no início de março, Raí será membro do Conselho Administrativo, uma das novidades do novo código Tricolor. Composto por nove pessoas, o Conselho será uma espécie de bússola que norteará as ações do clube, descentralizando as decisões dos futuros presidentes.

 

Outra novidade é a remuneração de diretores. Os cargos de vice se extinguem e posições como o Marketing e o Futebol serão ocupadas por diretores assalariados e comprometidos com o clube em horário comercial. Até hoje o Tricolor contava com voluntários em posições estratégicas, que muitas vezes saíam de seus compromissos para, ao final da tarde, chegar ao Morumbi e varar a noite trabalhando para o clube.

 

Desta maneira, o primeiro nome a ocupar a direção do futebol, cadeira vaga desde a saída de Marco Aurélio Cunha, deverá ser Vinícius Pinotti. Se for confirmado, o ex-diretor de marketing receberá salário e se dedicará em tempo integral comandando o setor, que deverá ter adjuntos remunerados. Alexandre Pássaro, advogado que trabalha os contratos dos jogadores, deve permanecer no seu cargo, executando sua importante função.

 

Raí é uma escolha ‘hour concour’. Um dos maiores ídolos do clube, ele atualmente é empresário e  sócio de vários empreendimentos (um deles dentro do próprio Morumbi), além de uma ONG muito bem sucedida: a “Gol de Letra”. Já o nome de Pinotti para o futebol foi uma surpresa para mim. Mas pode dar certo, pela configuração atual do futebol. Apesar de não ter experiência na área (grande ponto negativo), é jovem, conta com a confiança do presidente e possui grande capacidade para se habilitar rapidamente na função, trabalhando ao lado do treinador e o departamento profissional de análise e estatísticas. Com Vinícius, cresce ainda mais a estabilidade de Rogério Ceni, não só no cargo de treinador mas também de ‘manager’ em um projeto de dois anos que o Tricolor aposta boas fichas.

 

Agora vai um pitaco de amigo: Vinícius é são-paulino de verdade e duvido que usaria o cargo mais importante do clube para interesses pessoais. A visibilidade será enorme e as críticas devem vir fortes, mas creio que, do modo como está configurado o setor (comissão técnica, departamento de análise e profissional de contratação), ele terá condições plenas para desempenhar um bom papel.

 

Boa sorte para Raí e Pinotti. Que o clube comece com o pé direito essa nova etapa.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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