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São Paulo cai no ranking e é a quarta marca mais valiosa entre clubes no BR

As más gestões, dívidas acumuladas, disputas políticas, escândalos de corrupção e seca de títulos dos últimos anos surtiram efeito: apesar de apresentar aumento do valor de sua marca em relação aos últimos anos, o São Paulo caiu da terceira para quarta marca mais valiosa entre 20 clubes brasileiros. A fonte é o conceituado estudo “Valor das Marcas dos clubes Brasileiros”, da BDO Brasil, já em sua décima edição.

 

De acordo com o estudo, o Tricolor brigava pela liderança em 2012 e 2013 mas perdeu espaço e uma colocação no ranking, liderado pelo Flamengo e seguido agora por Corinthians e Palmeiras. O estudo aponta que o clube possui a quarta marca mais valiosa, a quarta maior receita total, a quinta maior receita sem transferências, o quinto maior em patrocínios e publicidade, o décimo primeiro em cotas de TV e o terceiro que mais arrecada em bilheteria no país; status que o posiciona na quarta colocação entre os 20 clubes estudados.

 

Ainda segundo o estudo da BDO Brasil, a constante presença entre as maiores receitas estabiliza o São Paulo entre os primeiros colocados. Nos slides do clube, a auditoria destaca o trabalho da São Paulo TV (canal digital do clube), frisa o reconhecimento internacional do clube (ponto decisivo para transações de atletas) e cita a torcida são-paulina com grande potencial de consumo a ser explorado.

 

Apesar de manter seus números com ligeiro aumento das receitas mesmo com a crise e sem arenas reformadas, vejo o estudo como um sinal de alerta para o Tricolor, principalmente para o marketing do clube. É preciso urgentemente reposicionar o São Paulo como um dos líderes em cotas de TV, além de retomar ações estruturadas, oriundas de licenciamento e ativações com patrocinadores. O único e grande ponto positivo neste ano é o comparecimento em grande número no Morumbi, fruto de um trabalho inteligente de precificação da entrada no estádio. Hoje, o São Paulo está a setenta e oito torcedores do Corinthians, líder em média de público do país. Quem imaginava que isso poderia acontecer na posição que estamos na tabela do Brasileirão e com eliminações precoces de torneios como a Copa do Brasil e a Sulamericana?

 

O indicativo no Morumbi é notável mas neste momento não vejo o marketing do São Paulo estruturado e habilitado para absorver o grande potencial do seu torcedor. Falta uma liderança no marketing do clube, alguém experiente, agregador, honesto, remunerado e altamente capacitado para exercer a função. Espero que dentro dos corredores do Morumbi, o Conselho de Administração esteja atento a isso.

 

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Cássio assume: “Maior rivalidade atualmente é contra o São Paulo”.

Demorou, mas finalmente alguém foi sincero do lado de lá. O goleiro Cássio foi o primeiro rival a assumir publicamente que o São Paulo é atualmente o maior rival do Corinthians. A declaração foi dada após o empate (comemorado como se fosse vitória pelos corinthianos) no Morumbi, no último domingo.

 

Cássio está absolutamente certo, e a recíproca também é verdadeira. O maior rival atualmente Tricolor é o Corinthians, apesar do Palmeiras ser, para muitos torcedores como eu, o “inimigo” histórico maior.

 

Imitação de treino aberto para a torcida pré-clássico e aumento do ‘bicho’ dos jogadores foram atitudes que a direção corinthiana tomou antes do jogo contra o São Paulo, em claro respeito a rivalidade acirrada com o rival. Como disse Guilherme Arana, “ser campeão e ver o São Paulo na série B” seria um ano perfeito para os alvi-negros.

 

De fato seria a glória corinthiana, como foi para os são-paulinos em 2007, quando o penta Tricolor Brasileiro foi condecorado com a queda para a série B do Corinthians no mesmo ano. Rivalidade acirrada entre clubes da mesma cidade é algo absolutamente natural. A desesperada tentativa das redes sociais corinthianas em menosprezar o São Paulo como o maior rival atual é que é motivo de piadas no Morumbi. Por isso parabenizo Cássio pela franqueza.

 

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São Paulo muda escalação para enfrentar o Sport. Veja quem sai:

O Tricolor voltou aos treinos nesta terça-feira, no CT da Barra Funda. Depois do empate contra do Corinthians no Morumbi, a equipe terá uma nova e importante missão: superar o Sport, rival direto na briga para fugir da zona da degola.

 

Dorival Junior tem um desfalque certo para o próximo compromisso: o lateral Junior Tavares recebeu o terceiro cartão amarelo e não enfrentará a equipe pernambucana e Edimar entrará em seu lugar. Não tem muito o que mexer: ele é o reserva imediato da posição. No mais, o técnico Tricolor não deverá alterar a estrutura nem a escalação pois acredita que a equipe está tomando forma. “Estamos no caminho, e daqui a pouco as coisas vão acontecer. Com certeza”, disse ele em entrevista coletiva.

 

O jogo é em um horário agradável (16 horas do próximo domingo) e os ingressos estão à venda na Total Acesso. Minha previsão é entre 45 e 50 mil torcedores. Além das arquibancadas, é possível encontrar lugares nos camarotes do estádio do Morumbi. Os restaurantes Amani e PubSports (antigo Pub e Poker) oferecem lugares. Consulte os links e entre em contato para saber mais.

 

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São Paulo achou o “modo Dorival” de jogo e isso poderá salvá-lo do pior!

O segundo turno pode não estar uma maravilha em termos de pontos conquistados mas indica uma perceptível mudança no comportamento da equipe do São Paulo em relação ao primeiro turno: o torcedor já consegue enxergar o time atuando em cima da ideia de jogo do seu técnico.

 

Dorival Junior chegou as pressas, bem como metade do elenco, em uma clara manifestação de erro no planejamento do clube neste ano. Porém, apesar das trapalhadas fora das quatro linhas, hoje já conseguimos ver o dedo do treinador nas atitudes coletivas dentro de campo. O encaixe nos últimos jogos mostra um Tricolor ofensivo e com suas linhas de marcação sem a bola mais adiantadas que costumeiramente vimos nos últimos anos. Não é o jeito de jogo que eu mais aprecio porém o nosso técnico de fato vem conseguindo aprumar taticamente o time, algo visto com mais facilidade nas partidas diante do Vitória e Corinthians.

 

Não podemos negar que o clube continua seriamente ameaçado pelo rebaixamento mas o fato do time possuir uma proposta de jogo e um padrão tático colocados em prática, de certa forma fortalece a crença do seu torcedor até o final do ano.

 

Num campeonato muito equilibrado, em que a distância entre o nono e o decimo nono colocado é de apenas quatro pontos, essa regularidade tática apresentada poderá definir a permanência ou não na série A.

 

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OPINIÃO São Paulo 1×1 Corinthians

Empate com gosto de derrota, arbitragem tendenciosa e com um São Paulo estabelecendo confiança para sair da zona da lama. Foi assim que vi o clássico com mais de sessenta mil pessoas no Morumbi, recorde do ano. Assim, aos poucos o Tricolor vai somando seus pontos para fugir da parte debaixo da tabela.

 

Certamente esse foi o jogo que melhor se viu o dedo de Dorival Junior: um time ofensivo, aguerrido e muito bem postado em campo. O São Paulo sodomizou o líder do campeonato sem dó. O primeiro tempo foi praticamente perfeito; o time não deu espaços ao adversário e, se tivesse mais capricho nas finalizações ou o juiz validado uma bola na mão corinthiana dentro da área, poderia ter ido ao vestiário com uma folga maior no placar. A aplicação coletiva e o golaço de Petros foram os destaques num São Paulo seguro e agressivo em campo.

 

Já na segunda etapa, esperava-se o Corinthians adiantando as linhas para agredir o Tricolor. O que não se esperava eram as decisões erradas da arbitragem em três lances capitais razoavelmente fáceis de se apitar: a atrasada de bola de Pablo a Cássio na pequena área, o gol invalidado, oriundo de um escanteio e a suposta falta em cima de Junior Tavares no tento dos visitantes. Três lances capitais que, se fossem marcados (ao menos um), poderiam determinar a realidade no placar. Numa era em que estamos lutando a favor ou não de arbitragem de vídeo, o jogo deste domingo foi mais um argumento para o futebol ser menos ‘injusto’ com os profissionais que nele trabalham.

 

Também é bom dizer que se tivéssemos um bastidor atuante, essa arbitragem não teria a moleza que teve no Morumbi. Porém, nosso presidente, ao invés de atuar junto a Federação, CBF e comissão de arbitragem, prefere trabalhar contra o próprio patrimônio, desvalorizando atletas, ídolos e seu fornecedor em uma patética entrevista que não deveria nem ter hora para ser feita. Não é esse tipo de transparência que queremos do São Paulo, Leco. Trabalhe calado, recupere o clube em seus meses de gestão e não procure confronto com sua própria coletividade.

 

Apesar do empate e das ‘injustiças’ nos noventa minutos, penso que o saldo foi positivo para o Tricolor, que foi melhor nos dois tempos. Tenho certeza que iremos recuperar os pontos desse clássico em algum jogo fora de casa. O time já vem estabelecendo uma confiança e uma identidade de jogo mais adequada para sua grandeza. Além disso, na situação que estamos dentro de uma competição de tiro longo, há de ser pragmático e não deixar de somar pontos nunca. O torcedor que saiu frustrado também precisa entender que num torneio de pontos corridos não se é campeão ou que se sai da zona de rebaixamento em um passe de mágica. O placar não foi o previsto, principalmente no desenho do jogo mas há de se ter orgulho da atuação do time.

 

Com trabalho, bico calado e a torcida presente e atuando como um décimo segundo jogador como vem fazendo, fecharemos esse ano com minima dignidade para, aí sim depois, cobrar bastante um planejamento voltado para retomar as conquistas.

 

Nota dos personagens da partida:

Sidão Pouquíssimo trabalho, uma boa defesa. Sem culpa no gol. Nota: 6,5

Militão Manteve a regularidade na direita. Está entregando bem! Nota: 7,5

Arboleda Mais uma partida de destaque. Botou o Jô no bolso. Nota: 8,5

Rodrigo Caio Atuação regular, sem grandes sustos. Nota: 6,5

Junior Tavares Falta ou não, seu lance individual deu números ao jogo. O menino tem que aprender que, atuando na linha defensiva, na frente do placar e sendo pressionado, tem que meter uma bica para a lateral. Jogar defensivamente sem erros. Nota: 4,5

Petros Liderança, personalidade e, desta vez um golaço! Nota: DEZ!

Hernanes Partida apenas regular como segundo volante. Descalibrado.  Nota: 6,0

Cueva Jogou mais na sua e foi bem no clássico. Saiu exausto. Nota: 8,0

Lucas Fernandes Cumpriu bem a recomposição mas falhou ofensivamente. Nota: 6,5

Marcos Guilherme Jogou para o time. Importante na recomposição. Nota: 7,0

Pratto Muito dedicado, joga muita bola. Daqui a pouco abre a porteira dos gols. Nota: 8,0

Denílson Entrou e não conseguiu manter a dedicada função marcar/atacar. Nota: 5,0

Jucilei Entrou para fechar o meio-campo, sem grande destaque. Nota: 5,5

Maicosuel Sem nota.

 

Dorival Junior Primeiro tempo impecável. Na segunda etapa tentou dar gás novo ao trocar os atacantes de lado e promover a entrada de Jucilei mas foi infeliz, ao menos na entrada de Denílson. Apesar disso, vi pela primeira vez um São Paulo mais ajustado a sua filosofia de jogo. Goste ou não, se o São Paulo pecou na segunda etapa (para mim não pecou), foi por Dorival não ter mudado o seu perfil. Nota: 9,0

 

Arbitragem Essa sim, influenciou diretamente no resultado. Muita tendência só para um lado em pisões dos jogadores, bola na mão na grande área, gol invalidado e a falta que originou o tento corinthiano, que se fosse marcada não teria nenhum problema no jogo. E ainda tem gente que ainda defende futebol sem a ajuda eventual da arbitragem de vídeo em lances capitais como os que ocorreram no Morumbi.

 

Torcida do São Paulo Mais uma vez compareceu em peso (recorde de público) e apoiou até o fim. Mesmo com o empate, segue prestigiando os jogadores. Se é que tem alguma coisa boa em 2017, essa coisa é a mudança de patamar da nossa torcida. Nota DEZ!

 

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