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Confiante, Cueva manda recado no Instagram: “más fuertes que nunca!”

Nação do Maior do Mundo;

 

Christian Cueva, meia do São Paulo e da seleção peruana, se lesionou na última partida de seu país contra o Uruguai. Porém, apesar de toda a preocupação do torcedor são-paulino (Cueva é peça fundamental no time titular), o atleta esbanjou otimismo no seu instagram e postou um video com o dizer “más fuertes que nunca!”. O jogador retornou para São Paulo no embalo do funk “Olha a explosão!” (MC Kevinho).

 

A lesão ainda preocupa porque o diagnóstico ainda não foi realizado, mas a confiança do jogador é grande. Segundo pessoas próximas, Cueva chegou a comunicar ao São Paulo que não acredita que seja algo grave. Sendo assim, podemos ter esperanças de tê-lo pronto em bem menos tempo que o esperado ao vê-lo saindo de maca do jogo.

 

Otimismo e recuperação!

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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OPINIÃO São Paulo 1×1 Corinthians

Nação do Maior do Mundo;

 

Clássico com muita polêmica, pouca bola e infelizmente um óbito no Morumbi. Sem seus principais jogadores, o São Paulo aumentou o histórico recente de invencibilidade diante do rival (agora são quatro jogos sem perder dos alvi-negros) e já está classificado, pois o Red Bull perdeu para o Botafogo em Campinas.

 

Antes da opinião do jogo, a nota de falecimento: o torcedor Bruno Pereira da Silva morreu ao cair do alto da arquibancada superior para o lado de fora do estádio, quando tentava pular de um setor para o outro. Uma tristeza e um aviso: vejo muita gente fazendo isso e se equilibrando de pé no apoio de concreto da arquibancada laranja. Não brinquem com o perigo. A vida é muito frágil.

 

Sem rodeios: o Tricolor deixou de ganhar esse jogo pela ausência de Cueva e Pratto. Se sem os dois melhores do time já fica difícil ganhar um jogo normal, imagina num clássico, quando o resultado é definido pelos detalhes. Rogério Ceni recuou Wellington Nem para fazer a função de Cueva e o time começou muito bem a partida, com toques envolventes e pressão no campo de ataque. A esquerda foi bem acionada com Luiz Araújo e Júnior e não fosse a falta de um ‘metedor de bolas’ como Cueva, o São Paulo poderia ter levado muito mais perigo ao gol de Cássio. Aos poucos o adversário equilibrou as ações e o primeiro tempo terminou morno e com poucas chances reais.

 

O gol de Maicon, minutos depois de uma grande chance desperdiçada por Luiz Araújo, botou fogo no  segundo tempo. Gostei da comemoração, com o zagueiro imitando o tradicional apelido corinthiano. Até o Twitter oficial do rival perdeu a linha! Com vantagem no placar, o Tricolor poderia ter acalmado o jogo e gastado mais a bola mas, na tentativa de alongar o placar, cometeu o descuido fatal na única jogada que poderia sair um gol dos rivais. Araruna não acompanhou no lado direito e a bola foi muito bem lançada para Jô, no meio dos zagueiros, marcar de cabeça o gol do empate. Sem Cueva e Pratto, condutores dessa equipe, o São Paulo sentiu o empate e não conseguiu voltar ao ímpeto de mandante. O adversário também não fez questão de se lançar a frente, e o jogo terminou por aí.

 

Claro, teve polêmica. Wellington Nem poderia ter sido expulso antes dos acréscimos e nunca na jogada que levou o vermelho, assim como Pablo, que estava amarelado e deveria ter ido para o chuveiro em uma entrada para amarelo em cima do próprio Nem. No final, placar igual e um jogo para ambos os clubes esquecerem a não ser pela comemoração do capitão Maicon. Provocação faz bem quando é bem feita e essa já ficou gravada na história!

 

Nota dos personagens da partida:

 

Renan Ribeiro Partida bem segura. Golaço do técnico em mantê-lo. Nota: 7,0

Araruna Disciplinado, fez bom jogo improvisado na direita. Nota: 6,5

Maicon Comemoração genial. Até o twitter do rival perdeu a linha! Nota DEZ!

Rodrigo Caio Bom jogo, com boas antecipações de bola. Falhou no gol. Nota: 6,5

Junior Primeiro tempo melhor, mas vem mantendo regularidade. Nota: 7,0

Jucilei Melhor partida com a camisa do São Paulo. Nota: 7,5

Thiago Mendes Mais adiantado, tentou jogadas, sem muito sucesso. Nota: 6,0

Cícero Partida regular, melhor no primeiro tempo. Nota: 6,5

Wellington Nem Não conseguiu fazer a do Cueva. Expulsão injusta. Nota: 4,5

Luiz Araújo Alguns lampejos de bom futebol. Perdeu gol na cara do Cássio. Nota: 4,5

Gilberto Não foi bem. Não prendeu a bola do gol adversário. Nota: 4,0

Chavez Entrou no lugar de Gilberto e tentou jogadas na base da raça. Nota: 5,0

Neílton Com ele, o São Paulo joga com dez. Nota: 4,0

 

Rogério Ceni Se virou sem os melhores do elenco, mas o time não reage. Nota: 5,5

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Objetivo: 12 pontos em quatro jogos

Nação do Maior do Mundo;

 

Mesmo praticamente classificado, o São Paulo precisará  levar a sério os quatro jogos restantes do Campeonato Paulista para obter vantagens nos confrontos decisivos da competição.

 

Com 14 pontos e liderando sua chave (grupo B), o Tricolor sacramenta a classificação se conquistar mais quatro pontos em três partidas. Porém, em relação aos outros primeiros colocados das outras chaves, o clube leva desvantagem e é o ‘último da fila’. Corinthians (grupo A) possui 19 pontos,  Palmeiras (grupo C) possui 18 pontos e Ponte Preta (grupo D) possui 15 pontos.

 

Nos últimos estaduais o São Paulo foi desclassificado nos ‘matas’ justamente por ter conquistado menos pontos que seus adversários durante a fase de grupos. A maioria das várias desclassificações contra o Santos foram na Vila Belmiro (vantagem conquistada pelo Peixe) e a última eliminação foi em Osasco, porque o Audax conseguiu chegar na frente do Tricolor no grupo.

 

Neste ano o regulamento mudou. Teremos dois jogos nas quartas-de finais, e dois jogos na semifinal, além da final habitualmente com dois jogos, porém fica com a vantagem de jogar a volta em casa a equipe que melhor pontuar. Por isso, ganhar do Ituano (Morumbi), Botafogo (fora), Corinthians (Morumbi) e São Bernardo (fora) é fundamental para melhorar nossa posição. Inclusive o Majestoso é confronto direto com o então melhor colocado do torneio.

 

Seriedade e planejamento não fazem mal a ninguém.

 

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Saída de jogo: tormento Tricolor!

Nação do Maior do Mundo;

 

Palestra Itália, 45 minutos de um jogo morno e saída de bola do São Paulo quase no fim do primeiro tempo. O zagueiro Douglas está com a bola na linha defensiva, Denis se aproxima para dar opção com um Palmeiras atuando forte na marcação alta. Ele passa na fogueira para Buffarini; o argentino perde de Egídio, que toca para Dudú fazer o primeiro gol de fora da área de sua carreira.

 

Esqueçam o resto da partida: o foco é justamente a saída de bola Tricolor. Não é de hoje que o São Paulo, por convicção de Rogério, trata a bola no chão desde a defesa até o ataque. O chutão é em último caso até quando o atual técnico jogava sob o comando do colombiano Osorio. A saída pelo chão gera bons números de posse de bola, mas também vira um grande complicador quando o sistema não está afinado.

 

E não está afinado. O ‘interessante’ São Paulo é o melhor ataque e a pior defesa do Campeonato. Dá gosto de ver jogar mas também dá um frio na barriga dos seus torcedores. Se a intenção é o equilíbrio e o ajuste defensivo, isso passa obrigatoriamente por essa situação. Tocar a bola na defesa é legal quando temos jogadores acostumados e com aptidão para tal. Não me parece o caso, por isso, às vezes o famoso “bola para o mato” tem que ser regra.

 

Não é a volta do futebol feio, do chutão para o ataque, mas às vezes é preciso conciliar fiolofia de jogo com sintonia e propriedades dos atletas do elenco. Falando do último domingo, é a terceira ou quarta vez que Buffarini perde uma bola dessas no campeonato e Douglas (assim como Maicon e Rodrigo Caio), ao ser acuado, precisa virar beque de fazenda de vez em quando. Uma dose de “Luganol” ajuda.

 

Não é de hoje que eu estranho a saída de bola no chão do Tricolor e no clássico da Pompéia esse foi o calcanhar de Aquiles muito bem explorado por Eduardo Batista. Quando marcam o São Paulo em cima, a defesa tem que ser muito bem treinada para a transição ao meio. E também habilitada para o serviço. O Tricolor assustou em um ou dois lances antes do gol que mudou o jogo, e já perdeu pontos importantes usando mal esse recurso. Que sirva de aprendizado.

 

Ou o pessoal lá de trás aprende a fugir da marcação que cada vez mais será feita em cima do sistema adotado por Ceni ou vamos sofrer nos jogos derradeiros do restante da temporada.

 

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E ô, e ô, o Yaya Touré é Tricolor!

Nação do Maior do Mundo;

 

O volante Yaya Touré, ídolo do Manchester City, revelou enorme carinho pelo São Paulo FC em entrevista ao Globoesporte.com O marfinense, ao revelar que acompanhava o Campeonato Brasileiro de Manchester, foi perguntado se tinha alguma preferência por algum clube brasileiro e não titubeou:

 

‘Adoro o São Paulo porque é um bom time, sempre com um futebol atraente e jogadores brilhantes” – disse ele ao repórter do Globoesporte.com

 

Eu sabia que esses europeus manjavam dos paranauês por aqui. Depois do zagueiro Chiellini (Juve) agora é a vez de Yaya mostrar que entende de futebol brasileiro ao optar por torcer pelo maior clube do Brasil. Tem gente já escalando ele ao lado de Thiago Mendes e Jucilei, rs!

 

Como bem disse o Tricovô (do Twitter): deve ser complicado não ser são-paulino.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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