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Quais são os atletas mais cotados para iminentes saídas de Hernanes e Pratto?

O ano mal começou e o São Paulo já se prepara para a saída de duas de suas principais contratações de 2017: Lucas Pratto e Hernanes. O primeiro vive a iminência de ser negociado com o River Plate, caso o valor da proposta (que ainda não apareceu) confirme a versão falada pela imprensa e seja boa para o Tricolor. Já o segundo deverá cumprir uma cláusula de retorno, imposta pelo Hebei Fortune em troca da cessão de empréstimo gratuita.

 

Serão duas perdas significativas no elenco. Apesar de não ter correspondido no ano passado, Pratto chegou como maior contratação do clube em 2017 e Hernanes, o “Profeta salvador”, foi um dos grandes responsáveis pela guinada do clube no segundo semestre. As prováveis saídas serão duros golpes na gestão Leco e a dupla Raí/Ricardo Rocha deverá correr atrás de reforços para as duas posições.

 

Para o lugar de Pratto, o principal candidato é Aloísio Boi Bandido, que se desligou do mesmo Hebei Fortune de Hernanes e está livre no mercado. Se ele voltar, teremos garantia de gols feitos e perdidos, mas também de presença de área e muita raça. Não me oponho a sua chegada pois vivo dizendo que, para a posição de comando de ataque, um clube tem que “contratar gols”, isso quer dizer, quando se pensa um Fred, um Jô ou um Ceifador, o contratante está de olho em bola na rede. Foi o pensado na vinda de Pratto. Aos trancos e barrancos, o Boi cumprirá essa função. O jovem Brenner, que treina como titular nesse início de temporada, corre por fora e é boa esperança no ano.

 

Já para a vaga de Hernanes, o Tricolor trabalha para a chegada do veterano Diego Souza e há quem diga que o negócio terá sucesso. Não vejo ele como uma substituição a altura do Profeta e até preferia o investimento num jogador mais leve como Gustavo Scarpa mas Dorival Junior, que chega junto no planejamento, espera por um time mais goleador neste ano e o meia-atacante do Sport possui boa característica de finalização e chegada na área. Porém, o time mudaria mais uma vez de característica. Incógnita.

 

Além de Aloísio e Diego Souza, é bem provável que exista negociação pela vinda de Victor Ferraz, lateral direito do Santos. Jair Ventura, novo técnico santista, deverá promover a titularidade de Daniel Guedes, deixando o caminho um pouco menos difícil para os diretores do Tricolor. Não está descartada uma troca entre atletas dos dois clubes.

 

É esse o São Paulo “Black Mirror” de 2018: com um elenco nebuloso, volátil e ainda envolto com os mesmos problemas que o minaram nos anos passados. Manutenção das principais peças do elenco era um ponto da carta aberta ao Leco e abala a confiança do torcedor no ano. Mesmo assim tenho plena confiança em Raí e Ricardo Rocha e darei toda a paciência que tenho para que eles trabalhem para um Tricolor forte ao ponto de disputar os títulos da temporada. Um ponto que toco bastante neste início de ano é achar uma alternativa a Cueva, jogador de perfil ‘perigoso’ pois disputará a Copa do Mundo e será frequente ausência em datas FIFA.

 

Entrevista de Raí falando de reforços no Tricolor aqui.

 

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O que esperar do elenco mais “Made in Cotia” da história do São Paulo?

O torcedor que deseja ver os jogadores da base do São Paulo jogando na equipe de cima não terá o que reclamar neste início de ano. Dos trinta e cinco atletas que se apresentaram na Barra Funda, dezoito são ou cresceram nas categorias de base do Tricolor.

 

São eles: Hernanes (ainda com futuro incerto no início do ano), Rodrigo Caio, Éder Militão, Lucas Fernandes, Araruna, Shaylon, Brenner e Júnior Tavares (que já atuam no profissional) e Lucas Paes, Paulinho, Caíque, Pedro Augusto, Marquinhos Cipriano, Lucas Perri, Rony, Gabriel, Bissoli e Paulo Bóia que ainda buscarão espaço entre os profissionais.

 

No momento, mais da metade dos atletas que se apresentaram no CT da Barra Funda foram criados em Cotia. É o elenco mais “Made in Cotia” da história recente do São Paulo. É bom para o clube? Sim, necessário e importantíssimo. O São Paulo sempre foi e será um celeiro de novos talentos, porém somente isso não indica a formação de uma equipe necessariamente forte para conquistar os títulos que o clube tanto anda precisando.

 

Não é só talento e potencial que define o futuro de um jogador. A adaptação na equipe de cima é muito importante e nem todos serão um “Müller, Silas ou até mesmo um Lucas Moura”. Será preciso mesclar a juventude com experiência para dar tranquilidade a transição dos garotos. Aí vai a importância da permanência de um Hernanes, a chegada de um Lugano ou a vinda de um atleta mais rodado na hora da roda antes do apito inicial dos jogos decisivos.

 

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Raí e Ricardo Rocha são a mais pura história Tricolor. Que venha Lugano!

O São Paulo divulgou cenas do primeiro dia de trabalho do elenco no CT da Barra Funda. A equipe se reapresentou na última quarta-feira e inicia os trabalhos visando inicialmente o Campeonato Paulista, Copa do Brasil e Sul-Americana 2018.

 

Nas imagens da reapresentação, divulgadas pela TV do clube, o destaque foi o primeiro discurso de Ricardo Rocha, novo coordenador técnico de futebol. “É título que marca. (sic) Pensamento negativo nunca vai dar. Vamos ser campeão (sic)” – disse ele aos jogadores, entre outras palavras motivacionais. Leco (o primeiro a discursar), Raí e Dorival Junior completaram o dia mais voltado a palestras.

 

Tenho plena confiança na dupla que toca a parte operacional do nosso futebol. Nem é preciso dizer o quanto Raí foi importante na história do clube porém é sempre salutar destacar que ele também está muito a par do cenário estrutural atual, já que participou ativamente do Conselho de Administração, órgão criado no ano passado para direcionar e fiscalizar os rumos das gestões presidenciais. Já Ricardo Rocha, este foi um dos maiores zagueiros que eu vi vestir a camisa do Tricolor. O tipo do cara que a gente ia ao Morumbi assistir jogar. Muita classe e técnica no desarme, sempre com lealdade. Para o leitor mais novo entender, ele foi o “Miranda da década de oitenta/noventa” do Tricolor.

 

Para completar um trio vencedor desde os anos noventa, só falta Lugano definir se aceita ou não a proposta para trabalhar na gerência de futebol do clube. O ex-zagueiro do tricampeonato da Libertadores e mundial alega receio de arranhar sua história com a falta de experiência no cargo mas, segundo o que saiu até agora na imprensa, está próximo de aceitar o pedido Tricolor. Caso o uruguaio aceite, que clube brasileiro teria um trio tão consagrado como esse gerindo o seu futebol? Desafio você a dizer um.

 

O Campeonato Paulista se inicia no dia 17 de janeiro e o São Paulo deverá estrear com um time misto. O primeiro jogo da Copa do Brasil contra o Madureira será no dia 31 de janeiro, provavelmente em Londrina e, por fim, o primeiro jogo da Sul-Americana acontecerá dia 12 de abril, na cidade de Rosario.

 

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O mesmo São Paulo de 2017 se reapresenta em 2018. Veja prós e contras:

O elenco profissional do São Paulo se reapresentou na manhã desta quarta-feira com cara de “volta as aulas”. Sob nova direção (Raí, Ricardo Rocha e provavelmente Lugano), boa parte dos atletas registrou a chegada no CT da Barra Funda em suas redes sociais. Os dois primeiros dias de atividades acontecerão sem a participação da imprensa.

 

Por enquanto é o mesmo São Paulo que encerrou 2017, a princípio com os reforços do goleiro Jean, contratado junto ao Bahia, Hudson que voltou do Cruzeiro e Reinaldo, que voltou de empréstimo junto a Chapecoense. Após participar da reconstrução do elenco de Santa Catarina, o lateral esquerdo se valorizou bastante no mercado e a tendência é começar o ano como titular, no lugar de Edimar.

 

O lado bom de começar o ano com o mesmo time do final do ano passado é que o São Paulo do segundo semestre de 2017 terminou bem o ano, apesar da não conquista da vaga na Libertadores, um dos objetivos do clube no ano. Foi a quinta melhor equipe do returno no Brasileirão do ano passado. Atletas como Pratto e Hernanes no momento trabalharão normalmente com o clube, ao lado de Jucilei, contratado em definitivo. Além deles, o trio da base Marquinhos Cipriano, Gabriel Sara e Caíque treinará com o elenco profissional no começo do ano a pedido de Dorival Junior.

 

O lado ruim é que, apesar dos esforços no final do ano, alguns pontos fracos da equipe ainda não foram solucionados. O São Paulo precisa fazer muito mais gols em 2018 que em 2017 e ainda continua muito dependente da criação de Cueva (foto). O peruano, como todos sabem, tem bastante talento mas “joga quando quer”, uma temeridade em um ano de Copa do Mundo, em absoluto porque a seleção do Peru participará do torneio após muitos anos sem conseguir vaga e Cueva é no momento sua principal estrela.

 

O trabalho de Raí está apenas começando e confio muito no eterno camisa dez. O clube ainda espera fechar com ao menos um novo reforço nesta semana. Os atacantes Diego Souza, Marinho, Gabigol e o meia-atacante Gustavo Scarpa ainda estão na pauta Tricolor. O São Paulo estréia no Campeonato Paulista no dia 17 de janeiro, diante do São Bento, em Sorocaba.

 

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Black Mirror Tricolor: o ainda obscuro futuro do elenco em 2018

O São Paulo inicia o ano de 2018 com algumas promessas e muitas incertezas aos olhos de seu torcedor. O clube, que experimenta um longo jejum de títulos (desde 2012 não levanta um caneco) tenta resgatar sua identidade e equilibrar as pesadas contas, mas ainda tropeça nos próprios erros do passado.

 

O futuro Tricolor no ano por enquanto é tão incerto quanto a mensagem da espetacular série britânica Black Mirror. Criada por Charlie Brooker e centrada em temas obscuros e satíricos que examinam a degradação da sociedade moderna, ela está em sua quarta temporada e é um dos maiores sucessos da Netflix. Cada capítulo é uma história com começo, meio e fim e em muitos deles, o foco são personagens totalmente fragilizados pela chegada e uso de novas tecnologias.

 

O paralelo com o São Paulo Futebol Clube é bem oportuno. De esperançoso, temos a chegada de um novo diretor com perfil vencedor e um auxiliar com as mesmas características. Raí e Ricardo Rocha (e, quem sabe Lugano) tem tudo para dar certo no Tricolor se puderem desenvolver um trabalho de longo prazo, independente da política do clube.

 

Por outro lado, o torcedor já convive com a expectativa da saída de jogadores da espinha dorsal criada no segundo semestre do ano passado, principalmente Lucas Pratto e Hernanes. O profeta tem uma cláusula que obriga o São Paulo a liberar o jogador para retorno a China, caso o Hebei Fortune solicite. Já Pratto, que na minha opinião foi vilão e vítima no ataque do ano passado, é fortemente assediado pelo argentino River Plate, inclusive com boas possibilidades de deixar o clube neste início de ano.

 

Leco, o presidente de discurso fácil e que se gaba por ser um torcedor apaixonado pelo clube, não pode permitir que jogadores tão importantes assim saiam do Tricolor. Manter o time que foi bem no segundo semestre do ano passado, principalmente sob a batuta do Profeta, reforçando as posições carentes, é obrigação de todos que pretendem ser mandatários de um clube tão grande como o nosso. Não basta trazer um time de vencedores para organizar o futebol. É preciso dar um elenco a eles.

 

Jogadores como Hudson, Reinaldo e Maidana fortalecem o elenco. A chegada de novas peças como Jean e Diego Souza (se vier) também, além de olhar com cuidado para a base. Porém, manter os principais jogadores do elenco do ano passado, para mim, é ponto fundamental para que o futuro do São Paulo não seja a repetição dos últimos anos, como um “loop” digno de Black Mirror.

 

O resgate da identidade Tricolor depende da manutenção dos grandes atletas.

 

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