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OPINIÃO Fluminense 1×2 São Paulo

Nação do Maior do Mundo;

 

Enfim, uma vitória gigante, avassaladora e incontestável neste Campeonato Brasileiro. Com uma atuação de garra e organização, principalmente no segundo tempo, o São Paulo conquistou pontos improváveis no Rio de Janeiro e deu um salto enorme na perigosa tabela da morte: a do Z4.

 

A situação ainda é difícil, mas antes da vitória contra o Flu era dramática. Com apenas um ponto na frente do primeiro dentro da zona de rebaixamento, o Tricolor do Morumbi era o único grande que ainda não tinha demonstrado sintomas de recuperação. O clube não ganhava de ninguém a cinco jogos e a última vitória fora de casa tinha sido contra o Santa Cruz, ainda sob a batuta de Jardine.

 

O jogo começou com o São Paulo bem postado na defesa e tentando algum contra-ataque na base do lançamento e estava de bom grado até o Flu perceber que para ele era mais jogo ele, Flu, contra-atacar. Quando os times inverteram de proposta, veio o golaço de Wellington, fruto de uma bobagem monstra de Thiago Mendes no ataque. O volante perdeu uma bola fácil e expôs o São Paulo, como o Flu queria. Os demais jogadores não mataram a jogada e a defesa são-paulina demorou para perceber que atacante carioca estava cara a cara com Denis. Foi um pênalti fruto de raro talento, mas com uma grande colaboração do outro lado.

 

Com um a zero contra, todas as chances de pontos estavam reduzidas a quase zero. Rendido em campo até o apito do intervalo, o time ainda viu Cueva perder cara a cara um tento praticamente entregue pela zaga do Flu. Estava definido o cenário de terror e somente algumas mexidas ousadas e aplicação dos atletas poderiam inverter a improvável situação. E inverteram!

 

Gomes tirou o amarelado Buffarini, recuou Wesley para a lateral direita e colocou Kelvin em campo. Kelvin teve papel importante nos futuros gols tricolores mas o time só mostrou sinais de recuperação com a entrada do garoto David Neres, aberto pelo lado direito. Em sua estréia, Neres conseguiu feitos ainda inimagináveis nessa fraca equipe que temos: dois cruzamentos certeiros para a área.

 

Com mais organização, ímpeto e contando com o recuo do adversário, o São Paulo conseguiu o gol de empate e a improvável vitória com Thiago Mendes e Rodrigo Caio. Ouso dizer que, ao lado da “derrota” no Independência pela Libertadores, esse foi o jogo mais suado e vibrante do nosso time em 2016. É muito pouco para o São Paulo mas para quem estava (e na minha opinião ainda está – não pode bobear) com a corda no pescoço, o inesperado resultado deu mais que sobrevida. Deu esperança total num Morumbi cheio para mais uma vitória. A Ponte que se cuide.

 

Nota dos personagens da partida:

 

Denis Atuação normal. Nota: 6,0
Buffarini Muita dificuldade nos tempos que jogou. Amarelado. Nota: 5,0
Maicon Atuação segura ao lado de Rodrigo Caio. Amarelado. Nota: 6,0
Rodrigo Caio Gol decisivo e muita segurança na zaga. Nota DEZ!
Mena O segundo tempo foi uma das melhores atuações do chileno. Nota: 8,5
João Schimidt Melhorou no segundo tempo e deu qualidade de passe. Nota: 7,0
Thiago Mendes Bobeada, ótima 2a etapa e redenção com gol. Nota DEZ!
Wesley Muito bem na lateral direita. Muito aplicado. Nota: 7,5
Cueva A pior partida do meia peruano. Displicente em muitos momentos. Nota: 4,0
Róbson Atuação apagada. Substituído no intervalo. Nota: 4,5
Chavez Também com atuação apagada. Caída vertiginosa. Nota: 4,5
Kelvin Entrou e participou dos dois gols. Nota: 7,5
David Neres Para mim quem incendiou o jogo para o lado do São Paulo. Nota: 9,5
Pedro Fez mais que Chavez. Nota: 6,5

Ricardo Gomes Suas mexidas contribuíram decisivamente para a vitória. Nota: 9,0

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Bem-vindos, irmãos Tricolores!

Nação do Maior do Mundo;

 

Bem-Vindos! Finalmente retomamos as atividades normais, desta vez com uma casa diferente e um layout diferente. Ainda estou apanhando um pouco no na programação mas já já a coisa andará que vai ser uma beleza!

 

Para quem me conhece apenas do Globoesporte.com, um brevíssimo histórico. Iniciei minha história com o São Paulo no dia 26 de abril de 1981. Aquela histórica semifinal do Brasileirão da época não sai de minha memória até hoje. O Morumbi estava abarrotado e lembro muito bem dos túneis de acesso a arquibancada completamente entupidos. Assisti o jogo todo na entrada de um deles, nos ombros do meu pai, que não viu porcaria alguma do jogo mas acompanhava a minha vibração com Serginho Chulapa, Darío Pereyra, Zé Sérgio e principalmente Éverton, autor de dois dos gols da vitória Tricolor. Pode-se dizer que foi naquele dia que comecei também a vida de comentarista, e meu pai foi meu primeiro ‘seguidor’.

 

De lá para cá foram muitas emoções, alegrias e tristezas, mas sempre ao lado do meu clube de coração e do coração de muitos. Passei pelo Portal SPNet, que além de uma das primeiras comunidades de torcedores foi uma ‘escola’ para mim. De lá fui para o Globoesporte.com, onde fiquei por nove anos. O canal é um canhão e desenvolveu meu ritmo de escrita e apurou minha percepção sobre como falar de futebol. Para mim, textos técnicos e táticos são muito importantes para a formação da opinião de um leitor, mas nenhum deles se compara a leitura de um texto emotivo, apaixonado sobre um jogo de bola. O torcedor é a razão de tudo e nada mais justo que ele participar do dia a dia do mundo do futebol. As redes sociais permitem que qualquer um dê sua opinião, que será chancelada ou descartada no dia a dia, diante do público.

 

Pois é isso. Chega de lero-lero e vamos que vamos ao que interessa. Obrigado a todos vocês que acompanham este meu espaço. Prometo como sempre dar minha opinião isenta e informar o que acontece nos bastidores do clube sem pender a nenhum lado. Somos todos São Paulo Futebol Clube e à partir de hoje este espaço será de todos nós.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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