Search Results For : Tricolor

Qual é a solução para o São Paulo?

O Arquibancada Tricolor, um dos mais tradicionais portais da torcida do São Paulo na Internet, procurou profissionais do esporte e jornalismo esportivo para tentar desvendar o problema do São Paulo Futebol Clube, instituição afundada em crise e que não conquista um título desde 2012. Já são sete anos de estiagem.

 

Leia a matéria Qual a Solução? – Arquibancada Tricolor.

 

O problema, já sabemos, é um pouco de tudo que os entrevistados citaram: diretorias incompetentes, oposição tão incompetente quanto, conselheiros defasados, falta de convicção em um trabalho de longo prazo, ausência de jogadores cascudos e comprometidos e por aí vai.

 

Mas, afinal, qual seria de fato a solução para o Tricolor?

 

O São Paulo sempre se destacou como um clube pioneiro no cenário brasileiro. Foi assim desde a sua inauguração até meados dos anos 2000, quando o seu centro de recuperação de atletas era considerado o melhor do mundo. Pioneiro é a palavra certa para definir o que o clube sempre foi e o que deveria sempre ser. O gigante Morumbi, as medalhas olímpicas e recordes mundiais, o CFA de Cotia, o REFFIS… tudo isso é uma linda história, bem como seus idealizadores e realizadores. É hora do clube novamente andar e olhar para frente.

 

O futebol mundial aponta para gestões profissionais, baseadas em sucesso à partir de conquistas e glórias. Por que não o Tricolor se reinventar e ser o primeiro clube grande empresa do país? Gestão independente com CEO (este sim, remunerado) e capital aberto no mercado; algo que só foi implementado em clubes pequenos do Brasil, pode ser o caminho para mais uma mudança ousada e pioneira.

 

Não sou iludido; a solução não aparecerá da noite para o dia, muito menos por um passe de mágica. Mas sou um sonhador, como muitos dos são-paulinos sonhadores que ajudaram a construir este gigante do esporte mundial. Sonho com mais um salto de pioneirismo do clube que aprendi a amar contando títulos mas, mais que isto, enxergando um estilo de vida. O são-paulino não é melhor nem pior que os outros torcedores. Ele é diferente. Ele é nobre em seu pensamento.

 

O estudo do São Paulo S/A foi realizado e atualmente está estancado nas mãos dos atuais homens fortes do clube. Merece ao menos ser discutido com seriedade e profundidade. É esta discussão que eu atualmente defendo, para o bem da instituição. Caso contrário, permaneceremos em um eterna ‘reconstrução’ de presidentes, diretores, técnicos e jogadores. #ForaIsso e #ForaAquilo, #ForaEste e #ForaAquele. Mudarão os peões mas o tabuleiro permanecerá o mesmo.

 

Que tal seria dar mais um salto rumo ao futuro, Tricolor?

 

Para acessar outras notícias do Blog São Paulo Sempre clique aqui.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

O linear entre o amor e o caos

Por Ricardo Luiz Cunha.

 

A combinação entre o amor e a impotência da atual situação do SPFC me fez refletir e filosofar um pouco sobre nosso grandioso Tricolor.

 

O caos, com frequência, é apresentado de forma positiva, pois tal como já ocorreu em outros clubes, ele precederia a existência de uma gestão ordenada, profissional, o que nos faz florescer o amor e a esperança. Rivais tiveram que jogar uma segunda divisão para se ‘agigantarem’.

 

Nas décadas de 90 e no inicio do novo milênio, vivemos o auge da Instituição e hoje uma ‘estafa’ Institucional, diante de um cenário que parece ser irreversível, catastrófico e caótico.

 

Não há respostas que indiquem a busca por forças para que possamos lutar por algo que tanto amamos.

 

As grandes chaves explicativas parecem reduzidas diante de um mundo que se agigantou, profissionalizou e engoliu quem se achou soberbo ou acima de todos.

 

A camisa, a tradição, a estrutura continuam a ser importantes, mas sem a mesma significação e grandeza de outrora. O futebol não aceita mais amadorismo.

 

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, muda-se a confiança e o que um dia foi exemplo, hoje pode não ser mais, isso vale para a vida e encaixa perfeitamente ao Tricolor.

 

Quando um modelo de administração foi estabelecido como único e eterno e todos a sua volta o colocam como ideal, o resultado é o esvaziamento e a insignificância deste modelo. Pior, a hesitação e o medo passam a ser companheiros de quem está subordinado a isso, comissão técnica e jogadores, que, para disfarçar as inseguranças, transmutam-se em discursos inflamados, virulentos e inoperantes, sendo a confiança, nesse caso, apenas aparente.

 

Insisto que não é a pessoa que lá está o grande problema e, sim, o modelo instaurado, o grande ‘moedor’ de pessoas, independente de sua capacitação.

 

Onde está o limite entre o amor e o caos dentro de cada torcedor do Tricolor?

 

Ricardo Luiz Cunha é advogado, sócio da RCunha Advogados e são-paulino fanático. É um dos idealizadores do movimento #UnidospeloSPFC que voluntariamente reuniu portais, blogs e personalidades em torno da melhora do São Paulo Futebol Clube.

 

Para acessar outras notícias do Blog São Paulo Sempre clique aqui.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Rogério Ceni: “presidente do São Paulo não deveria ser uma profissão”

O jornalista Bruno Grossi publicou uma excelente matéria com a nova vida do ídolo Rogério Ceni no Portal UOL. Aposentado com todas as honras possíveis dos gramados, o atual treinador precisou de apenas dezoito meses para se tornar “Mito” para outra torcida: a do Fortaleza.

 

Confira o especial Rogério Ceni aqui.

 

Entre todos os assuntos brilhantemente abordados pelo jornalista, me chamou a atenção a resposta de Ceni a uma dúvida que muitos torcedores tinham até hoje, inclusive eu. Por que o ídolo optou por seguir a (muitas vezes) conturbada carreira de técnico e não atuar na área administrativa até ser presidente do São Paulo?

 

“Não penso nisso. Primeiro porque presidente do São Paulo não é uma profissão, ou ao menos não deveria ser. Depois porque não gosto de lugares fechados. Gosto de estar no campo, do ar livre.” – respondeu.

 

A resposta do ídolo Tricolor é de certa forma uma crítica ao atual estatuto do São Paulo, que prevê remuneração mensal ao seu presidente. Não só a Leco, como também aos futuros mandatários que se sentarão na cadeira mais alta da instituição. Neste último fim de semana, os sócios do clube votaram pelo fim do cargo remunerado a conselheiros, permitindo a eles a opção de permanecer conselheiros e atuarem voluntariamente ou continuarem remunerados, desde que abdiquem do Conselho, retornando em eleições quando não estiver mais trabalhando sob salário. Porém, ao que tudo indica, a mudança será apenas efetivada para conselheiros. O atual e os futuros presidentes do clube continuarão com salário e o pior, com possibilidade praticamente zero de serem demitidos por gestões incompetentes.

 

A segunda parte da resposta de Rogério sobre ser técnico ou dirigente também era uma dúvida minha e foi muito bem esclarecida. O ídolo deixou claro que o seu negócio é o campo, o gramado, o dia a dia no ar livre. Se ele se sente bem desta maneira, mesmo sabendo como funciona o futebol brasileiro em relação ao cargo de treinador, quem sou eu para discordar?

 

Para acessar outras notícias do Blog São Paulo Sempre clique aqui.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

Do outro lado do planeta, Maicon relembra São Paulo: “o mais querido”

O zagueiro Maicon Roque teve uma breve e contrastada passagem pelo São Paulo. Hoje em dia no Al-Nassr, dos Emirados Árabes, e em férias com a família no Japão, o atleta relembrou o Tricolor em um de seus stories (Instagram). Com uma caneca do clube, o zagueiro mencionou um dos apelidos da instituição: “O mais querido”, criado em 1940 na inauguração do Pacaembu.

 

 

A imagem chamou a atenção exatamente pela curta passagem do jogador. Com um início espetacular, atuando com brilho na zaga e até no gol (jogo diante do The Strongest, na Bolívia), o atleta foi pivô da derrota fatídica diante do Atlético Nacional na semifinal da Libertadores 2016, no Morumbi e caiu drasticamente de produção, ‘condenado’ por parte da torcida.

 

Vendido ao Galatasaray em 2017, o jogador foi especulado no Flamengo no ano passado mas acabou emprestado ao clube árabe para a temporada 2019/2020. Chamado de “God of Zaga” na época do Morumbi, Maicon dividiu opiniões entre os torcedores mas o fato é que a lembrança no Instagram mostra que o jogador não guarda mágoa alguma do clube que trabalhou.

 

Para acessar outras notícias do Blog São Paulo Sempre clique aqui.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.

São Paulo tem Hernanes entre os mais bem pagos do Brasil. Confira a lista:

Apesar do elenco estrelado, o São Paulo conta com apenas um jogador entre os dez mais bem pagos do Brasil: o meia Hernanes. A informação foi divulgada pela ESPN Brasil em um de seus programas.

 

O ranking dos Top 10 mais bem pagos inclui três jogadores do Palmeiras, três do Flamengo, dois do Cruzeiro e um do Corinthians. Veja abaixo quem fatura mais jogando bola no país:

 

1 – Dudu (PAL)

2 – Fred (CRU)

3 – Gabriel (FLA)

4 – Fábio (CRU)

5 – Arrascaeta (FLA)

6 – Éverton Ribeiro (FLA)

7 – Lucas Lima (PAL)

8 – Ricardo Goulart (PAL)

9 – Boselli (COR)

10 – Hernanes (São Paulo)

 

O Flamengo tem os seus três Top 10 entre os seis mais bem pagos. A conclusão é que o clube carioca é o que mais investe nos jogadores mais bem pagos do Brasil. A surpresa foi a ausência de Pato nessa lista, prova que o jogador abriu mão de muita coi$a para voltar ao Tricolor.

 

Para acessar outras notícias do Blog São Paulo Sempre clique aqui.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

Me siga no Twitter
Me siga no Facebook
Me siga no Instagram

Post aberto para comentários.