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São Paulo tem três trunfos para superar tabu da arena palmeirense:

Hoje é dia de Choque-Rei. Muito mais que um bom resultado que garanta o time nas fases finais do Campeonato Paulista, o São Paulo precisa acabar com o Tabu de nunca ter sequer empatado na nova casa do rival Palmeiras. Foram cinco derrotas em cinco jogos no Allianz Parque.

 

Para acabar com o tabu, o Tricolor contará novamente com um trio de ataque leve: Marcos Guilherme, Brenner e Valdívia deverão ser os responsáveis pela árdua tarefa de superar o líder do estadual, se contarmos os pontos conquistados em todos os grupos da competição.

 

Marcos Guilherme vem de uma sequência recorde de 35 partidas consecutivas (31 como titular) e sem descanso desde o início da temporada. Atualmente ele é um dos dez recordistas de jogos consecutivos na história do clube. No último confronto na arena palmeirense, o atacante fez um gol e acertou uma bola na trave.

 

Valdívia, outro com grandes chances de começar a partida, fará seu primeiro clássico em tempo integral com a camisa do Tricolor e tem bom histórico contra rivais paulistas. O atacante já balançou as redes contra Palmeiras, Corinthians e Santos, vestindo a camisa do Internacional de Porto Alegre.

 

Já o jovem Brenner, que acaba de completar a maioridade, fará seu primeiro Choque-Rei atuando na posição que mais deu alegrias nas divisões de base. Ele acumula 14 partidas no profissional, com três gols na carreira. É considerado o mais promissor da recente safra vinda de Cotia.

 

É claro que o trabalho coletivo é fundamental para uma boa atuação mas os três são as esperanças de um bom resultado num local que não era um terror para os são-paulinos, mas que hoje em dia tem sido um grande tormento. Com Marcos Guilherme, Valdívia e Brenner, o São Paulo tentará a primeira vitória sobre o rival nesta década no Campeonato Paulista.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Cicinho: exemplo de atleta que entendeu o tamanho do São Paulo!

Cicinho anunciou sua aposentadoria na Sala de Imprensa do São Paulo Futebol Clube, no estádio do Morumbi. Campeão Paulista, da Libertadores e Mundial em 2005, ele resolveu se despedir dos gramados dentro do lugar que o direcionou para a carreira.

 

Estavam presentes no evento no Morumbi o presidente Leco e o diretor de relações institucionais Lugano. Cicinho recebeu uma camisa 2 enquadrada com uma placa de agradecimento pelos serviços prestados com os seguintes dizeres: “O São Paulo homenageia Cicinho pela defesa dos nosso ideais, pela vitoriosa carreira e pelos gols inesquecíveis que nos ajudaram a conquistar a América e o mundo”.

 

Falta formar mais “Cicinhos” no Tricolor de hoje em dia. Um jogador que chegou no clube, assimilou o DNA de glórias e conquistas e ajudou o elenco a conquistar os maiores vôos da década passada. Logo após a sua saída, o lateral rodou o mundo sem nunca deixar o São Paulo sair de seu coração. Assim como Amoroso, Aloísio e o próprio Lugano, Cicinho aprendeu o que é ser são-paulino, respeitar e amar esse clube.

 

Fará parte do trabalho de Lugano inserir essa postura nos atletas que chegam ao profissional, principalmente os da base Tricolor. Quem chega no Tricolor tem que entender o que é o clube. Seu tamanho, sua história, suas conquistas. Hoje em dia muito jovem aparece já pensando em ser alçado ao estrelato na Europa e esquece de passar por etapas essenciais para a sua formação como atleta e como homem. O São Paulo não é trampolim, tampouco spa. É preciso resgatar esse consciente coletivo por glórias.

 

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Rogério Ceni: “aquele São Paulo de 2017 não cairia com nenhum técnico”

Rogério Ceni concedeu uma boa entrevista para o Sportv, no último dia 01 de março. O atual treinador do Fortaleza disse, entre outras coisas, que lamentou muito a saída do Tricolor Paulista no ano passado. Segundo ele, o time de 2017 não cairia para a segunda divisão, nem com ele, nem com Dorival Junior e nem com nenhum outro técnico.

 

“Apesar de toda a dificuldade, aquele time não cairia com nenhum treinador: nem comigo, nem com o Dorival e nem com qualquer outro. Eu não esperava ser mandado embora e, quando o presidente veio falar comigo, eu senti muita tristeza, agradeci e fui embora” – disse ele ao “Seleção SporTV.

 

Apesar da decepção com a demissão, o M1TO Tricolor não se arrependeu da iniciativa: “aceitar o convite para ser técnico do São Paulo foi a decisão mais correta que eu já tomei. Eu gostaria de ter ficado lá durante muito tempo, mas foram apenas seis meses na função e o projeto nem sempre dá certo.” – disse em entrevista para o programa.

 

Muricy Ramalho, ex-técnico, ídolo do Tricolor e atual comentarista da mesma emissora que entrevistou Ceni, acredita que Ceni deveria ter começado pela base Tricolor. “Eu acho que ele tinha que se preparar um pouco mais na base. Falo por mim. Fiquei muito tempo na base, fiquei com Telê e depois com Parreira. Demorei pra chegar, mas cheguei muito forte. De futebol, todos nós entendemos. Ele sabe muito. Ele é um cara estudioso, determinado e tem personalidade. Para ser treinador de time grande, tem que ter tudo isso.” – ponderou em matéria para a emissora.

 

É muito complicado afirmar se o Tricolor cairia ou não com ou sem Ceni. O fato é que as dificuldades do clube na época atrapalharam muito o treinador, que acabou sendo, como sempre, o lado mais fraco da corda. O caso serve de referência para a situação de Dorival Junior no clube, que não conseguiu o perfil de jogadores que pretendia para montar o sistema que acredita ser o melhor do clube. De todos, apenas Valdívia tem a característica pretendida pelo técnico.

 

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Força, Marcelinho!

O meio-campista Marcelinho Paraíba, ídolo do São Paulo e atualmente atleta do Treze de Campina Grande, foi internado nesta quinta-feira em um hospital particular da cidade da Paraíba após ter sofrido um leve AVC.

 

Segundo o Globoesporte.com Marcelinho não está em estado grave. O jogador está consciente mas ficará em observação pelas próximas 48 horas porque apresentou alteração na pressão arterial. Quem teve ou tem algum parente neste estado sabe que todo o cuidado é pouco nessas horas.

 

Marcelinho postou uma mensagem em suas redes, tranquilizando os seus fãs, dizendo que está bem. Fica aqui votos de recuperação do Blog ao jogador, que teve primeira passagem marcante com a camisa Tricolor e é querido por muitos clubes brasileiros e internacionais. Força, Marcelinho!

 

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25/02/1987: aniversário da maior final de campeonato da minha vida!

Vinte e cinco de fevereiro: essa data nunca passará batida para mim. Foi o dia e o mês da maior final que eu presenciei na minha história no futebol. Foi no dia 25/02/1987 que o São paulo conquistou, de forma absolutamente emocionante, o seu segundo Campeonato Brasileiro. O campeonato de 1986!

 

A final no Brinco de Ouro da Princesa praticamente redimiu, no talento dos pouco mais de vinte e dois jogadores em campo, o desastre de organização que foi o torneio, que começou em 1986 e terminou no ano seguinte e contou com oitenta clubes, 680 jogos e a consagração de Antônio de Oliveira Filho, o Careca.

 

A final, que terminou 3×3 na prorrogação e foi definida nos pênaltis, está divulgada a torto e a direito na internet. Queria compartilhar algo absolutamente particular: foi a minha primeira final presente num estádio que não fosse o Morumbi. Com 14 anos na época, viajei com meu pai para Campinas na expectativa de ser campeão. Depois de um primeiro tempo eletrizante, a prorrogação reservou momentos de alta tensão, com o Guarani em vantagem (2×1) até o último minuto do segundo tempo. Desesperançoso e ouvindo o hino do Bugre ecoando nos auto-falantes, meu pai me deixou perto do túnel de saída das arquibancadas visitantes e foi ao banheiro para, logo em seguida, voltarmos para São Paulo antes do apito final.

 

O gol antológico de Careca aos 14 minutos do segundo tempo o fez sair do banheiro desesperado e de calças arriadas comemorar comigo e os tricolores das arquibancadas aquilo que seria, após outra disputa dramática nos pênaltis, o segundo título brasileiro de sua história.

 

De todos os títulos que estive presente, e não foram poucos, esse para mim foi e sempre será o mais especial. Foi lá em Campinas, e diante de uma equipe fortíssima como a do Guarani daquele ano, que percebi o que ser são-paulino é mais que torcer para um clube de futebol. É levar a fé no coração até o último segundo. Sempre!

 

Agradeço a Deus e meu falecido pai por estar em Campinas naquele momento.

 

Obrigado por me fazerem são-paulino!

 

São Paulo 3×3 Guarani (final de 1986) no Blog Imortais do Futebol.

 

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