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Ministério Público de SP mantém punição a organizadas, torcida única em clássicos e venda on-line

Nação do Maior do Mundo;

 

O promotor de justiça do Jecrim/Juizado do Torcedor Paulo Sérgio de Castilho, em ofício a Federação Paulista de Futebol, recomendou a manutenção da punição para as torcidas organizadas do estado, além dos clássicos com torcida única e venda online de ingressos para o ano de 2017.

 

Segundo ofício do MP, depois das medidas implementadas em 2016, houve redução de 75% das ocorrências relacionadas a eventos esportivos no estado, acréscimo de 20% do público em clássicos de uma só torcida e aumento de 11% de mulheres e crianças no público em geral.

 

Políticas de contenção de violência são sempre muito bem-vindas, mas MP e polícia agem de maneira errada, punindo muito mais o torcedor que o agente violento. Ao invés do poder legislativo trabalhar para a criação de leis que segurem ou proíbam de vez os infratores de frequentar os estádios, as medidas sugeridas pelo judiciário e a PM proíbem a festa, as bandeiras e a batucada. Vejam o caso do Parque Antárctica: na ‘final’ do Brasileiro, os arredores do estádio pareciam um cemitério. Estão querendo implementar a genial ideia no entorno de outros estádios, inclusive o Morumbi.

 

Ninguém faz apologia a violência, mas também ninguém deseja que os estádios se transformem em teatros onde, daqui a pouco, será proibido até se levantar da cadeira para xingar o juiz. A essência do futebol está cada vez mais se perdendo em São Paulo. Ninguém está preocupado com isso no Ministério Público?

 

Os violentos merecem punição rigorosa, não os torcedores da paz e da festa.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Com entrada de novo patrocinador, marketing Tricolor atinge meta inicial para 2017.

Nação do Maior do Mundo;

 

Em novembro do ano passado o blog divulgou os números atingidos pelo marketing Tricolor no ano de 2016. Foram R$ 44 milhões de reais conquistados, um pouco mais que escrito no texto publicado. Além dos números, a credibilidade voltou a ser tratado como referência no clube neste setor.

 

Segundo o Diário Lance!, hoje, com a inclusão de um novo patrocinador (o Banco Intermedium) e a manutenção de oito patrocinadores com contratos em vigência, o clube afirma que atingiu a meta inicial de ficar entre R$ 35 e 40 milhões, estipulada para 2017. Deste modo, creio que o clube não ganhou rios de dinheiro com a entrada do banco e sim compensou um menor investimento da Prevent Sênior, que antes ocupava frente e verso da camisa e agora ficará somente com a parte da frente. Com a manutenção de valores, o Marketing Tricolor mostra que não fica mais ‘fazendo doce’ no mercado e trabalha diversos parceiros em diversas propriedades.

 

De acordo com o site Máquina do Esporte, o Banco Intermedium também receberá o pacote de ativações que tem sido usado em outros patrocínios: camarote no estádio, exploração das redes sociais do clube e exposição em placas de Centro Treinamento. Muitos questionam sobre os valores do novo acordo. O contrato com a Intermedium terá obrigatoriamente que ser submetido ao Conselho do clube, seja pelo valor, seja pelo prazo. Logo que for submetido, os conselheiros saberão todos os detalhes do acordo. Somente após isso, os números serão públicos.

 

Comparado a outros grandes clubes, o Tricolor ainda está em um patamar abaixo de valores. O Flamengo acabou de anunciar um acordo milionário com a tailandesa Carabao, o Palmeiras está prestes a renovar e ampliar o acordo com a Crefisa e o Corinthians, apesar de todas as suspeitas envolvendo o governo Lula e as empreiteiras, ainda está bem calçado com a Caixa. O fato é que a terceira maior torcida atualmente é a quarta em arrecadação em receitas, isso contando todas as propriedades, incluindo o Morumbi. Não existe mágica para alcançar valores maiores: é preciso antes de qualquer coisa sanear as dívidas com uma gestão profissional e se restabelecer como um clube de negócios idôneo e confiável. A última parte o Tricolor já conseguiu. Falta agora, com o auxílio do Novo Estatuto, corrigir a primeira.

 

O marketing Tricolor foi, entre poucas coisas, uma grata surpresa em 2016 e pretende no mínimo manter esses números para 2017. Pode melhorar? Sempre poderá, e isso é premissa básica neste setor que cada vez mais contribui com receitas de um clube profissional. O importante é que a roda novamente está girando.

 

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Tricolor é uma grande incógnita em 2017, mas dá para apostar!

Nação do Maior do Mundo;

 

O São Paulo de 2017 é um grande ponto de interrogação na cabeça do torcedor.

 

O time, que oscilou bons e maus momentos no ano passado e terminou com um saldo negativo o ano de 2016, mexeu bastante no seu elenco. Wellington Nem, Neílton, Sidão e Cícero são bons valores mas, sem nenhum nome protagonista, o torcedor terá que se apoiar na maior contratação do ano, que estará no banco de reservas. Rogério Ceni é a maior esperança. E também a maior aposta.

 

O técnico chega com grande vivência do clube, e com ele uma comissão técnica especializada em metodologia européia. Inicialmente eu apostaria no ídolo como um grande elemento motivacional dentro de um padrão de treinamento e execução ainda a ser implementado. A tendência uma equipe bem mais intensa com o passar dos meses. Será preciso paciência para absorção total dos conceitos em uma elenco certamente mais novo. A aposta mostrará resultados com o tempo.

 

Em termos de elenco, o Tricolor está atrás de Santos, Palmeiras, Flamengo e Atlético Mineiro. Iguala forças com Grêmio, Cruzeiro e Atlético Paranaense e leva vantagem sobre os demais. A dedicação dos jogadores durante o primeiro semestre mostrará as chances reais do clube no Brasileirão e na Copa do Brasil, os principais torneios do ano, mas a princípio as chances de título serão reduzidas aos torneios mata-mata. Infelizmente ainda falta muito para o Tricolor voltar a protagonizar o Brasileirão: gestão, recursos financeiros para investimento em elenco e evolução tática.

 

Em resumo, o Tricolor de 2017 é uma grande incógnita, dentro e fora de campo. Apesar da falta de protagonistas para liderar o time dentro de campo, dá para apostar algumas fichas humano melhor que 2016 e, quem sabe, alguma surpresa dourada.

 

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Três motivos para acreditar que 2017 será diferente de todos os outros

Nação do Maior do Mundo;

 

O São Paulo de 2017 será bem diferente de todos os demais anos de sua história.

 

Não é papo de primeiro de janeiro. É fato. Inevitavelmente, o clube terá um ano muito peculiar e precisará conduzir muito bem as novidades que vem por aí para que não se perca nas transformações.

 

O Novo Estatuto, que estará em vigor em abril (juntamente com as eleições para o novo presidente) foi concebido em longos meses e iniciará um caminho sem volta para um clube que passou boa parte dos seus anos muito bem sucedido sob o regime amador. O futebol mudou, os clubes brasileiros estão evoluindo e o São Paulo precisou se adaptar, começar com a adesão ao Profut, a descentralização do poder do presidente e a extinção dos cargos nomeados, aqueles que qualquer pessoa pode exercer, desde que ela seja aliada ou ‘combinada’. Resumidamente: mais especialização e menos política. O grande desafio será fazer essa nova roda girar, principalmente encontrando consultores profissionais de confiança, isenção, competência e ao mesmo tempo disponibilidade para ingressar no conselho administrativo, que terá elementos vitalícios e viciados na política de clube. Quem quer que seja o novo presidente em abril, a gestão será acompanhada por este futuro conselho administrativo, que terá três consultores isentos entre nove membros. Um passo em falso e os abutres voltarão com seus dedos. “Eu avisei, vamos voltar ao que éramos antes”. Todo cuidado é pouco.

 

Dentro de campo a novidade é Rogério Ceni. O novo treinador do São Paulo é uma doce incógnita, escolhida a dedo para fazer com que 2017 seja realmente peculiar. Rogério vem com gás, novos métodos, experiência de anos e anos nos gramados e a plena confiança do torcedor. Com ele, o jogador que não se dedicar sabe que será massacrado publicamente pela opinião mais voraz do futebol, a de quem paga o ingresso. Isso porque Rogério será o último a ser poupado, pelo menos nos seus primeiros doze primeiros meses.

 

Por último, mais uma grande quebra de paradigma. A Base Tricolor obrigatoriamente mais presente. Cotia é linda, mas não dá tanto resultado quanto o torcedor espera. Isso pode mudar. Em 2017 veremos um São Paulo com muitas caras literalmente novas nos treinamentos e rachões da Barra Funda. Isso porque a nova medida de subir todos os atletas acima de 20 anos entrou em vigor neste ano. Para que isso acontecesse, no ano passado o clube reformou todos os contratos dos seus jovens. O trabalho ‘invisível’ e brilhante do futebol do São Paulo em 2016 fez com que praticamente todos os atletas de 20 anos para baixo fossem agora de propriedade econômica predominante ou total do clube. A pergunta a ser respondida neste ano é: “os jovens, antes inibidos com a vinda de contratações de fora agora inibirão os reforços?” Ainda é cedo para avaliar se será bom ou ruim em questão de glórias e títulos para o torcedor, mas sem dúvida a novidade mexerá muito com a estrutura de transição Cotia/Barra Funda.

 

São novidades para lá de inéditas para um clube que sempre se caracterizou por ser fechado, de regime quase militar. Veremos como Cotia se sairá, assim como a implementação do novo estatuto e o trabalho do novo velho conhecido do torcedor brasileiro. Porém, a mudança é tão certa como a célebre canção de Lulu Santos: “nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia”. 

 

Um bom 2017 para todos nós.

 

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Necessidade pode fazer meia da base ter a mesma trajetória de Kaká

Nação do Maior do Mundo;

 

O São Paulo não deve contratar um camisa dez para o primeiro semestre de 2017.

 

Com poucas e difíceis opções no mercado brasileiro e sul-americano, Rogério Ceni deverá a princípio subir o jovem meia Shaylon para o profissional, inclusive, levando-o com o elenco para os Estados Unidos.

 

Não era essa a previsão inicial do clube. O jovem catarinense de 19 anos, comprado recentemente pelo Tricolor junto a Chapecoense, seria uma das estrelas do São Paulo na Taça São Paulo Futebol Junior. A necessidade de subir o garoto casa com uma boa oportunidade, já que Jean Carlos, contratado junto ao Vila Nova e sem evolução nos treinos, será liberado para o Goiás e Lucas Fernandes está em fase final de recuperação de lesão e ficará no Brasil.

 

Kaká (que levava o nome Cacá no início de sua carreira), teve uma trajetória parecida. O meia era reserva do sub20 (o titular era Harrison) e, por uma questão de necessidade, teve a oportunidade de subir no início de 2001 e despontar após três jogos, sendo peça fundamental na conquista do torneio Rio-São Paulo da época. Longe das comparações entre jogadores, até porque Kaká foi mais veloz e vertical no início da carreira, mas Shaylon pode traçar o mesmo destino. O meia tem uma ótima visão de jogo, facilidade na armação e finalização.

 

Rogério deverá definir nesta sexta os nomes dos atletas que estarão na Flórida para a pré-temporada do Tricolor, na IMG Academy Pro & Team Training, a casa do clube em janeiro. David Neres está fora da lista. Enquanto isso o clube se dedica a aquisição de um atacante de área e um volante de contenção.

 

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