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Se vier, Diego Aguirre deverá sofrer resistência de parte da torcida

Cuca, Felipão, Diego Aguirre, Leonardo, Milton Mendes, Leonardo, Jorginho, Luxemburgo e Dunga. Esses são os técnicos atualmente sem cargos que estariam à disposição do São Paulo em caso de contratação imediata.

 

De todos estes, Diego Aguirre é apontado por sites como o Globoesporte.com e ESPN Brasil como o mais cotado para o cargo de técnico do Tricolor. O perfil do uruguaio é bem visto no departamento de futebol. Segundo a ESPN, a impressão de Raí, Ricardo Rocha e Lugano é que Aguirre é entendedor de futebol, discreto, e com fama de trabalhar bem o ambiente com os jogadores. Inclusive, quando jogou no São Paulo, Aguirre tinha Raí e Ricardo Rocha como companheiros de elenco.

 

Ainda segundo a ESPN, o nome de Aguirre ainda precisa ser avaliado por Leco. O presidente preferia contar com os serviços de Abel Braga, porém sabe que para tirar o técnico do Fluminense, será preciso mais que pagar uma grande multa rescisória: será preciso convencer Abelão a vir antes do término de seu contrato com o clube carioca.

 

Entendo o apreço de nossos diretores de futebol por Aguirre, que fez boas campanhas no Peñarol, vice campeão da Libertadores 2011 e no Internacional, em 2015. Porém, desconfio que o uruguaio encontrará resistência por parte da torcida que não conhece seu perfil e trabalho. Aguirre não é um técnico considerado “top” no Brasil e seu último trabalho por aqui foi ruim, quando foi considerado culpado pela eliminação do Galo na Libertadores 2016, pelo São Paulo de Edgardo Bauza.

 

Na minha opinião, o São Paulo deveria deixar Jardine no cargo interino até o final do estadual, enquanto espera por mais opções no mercado. Tudo que o clube precisa neste momento é de serenidade para escolher o seu próximo comandante. Aguirre não é uma má opção, mas em breve poderemos ter bons nomes pipocando dos respectivos clubes.

 

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Seria a hora e a vez do São Paulo pensar em Vanderley Luxemburgo?

Certo ou errado, bem ou mal, possível ou não, o fato é que existe um desejo de parte da torcida do São Paulo em contar com os serviços de Vanderley Luxemburgo no clube.

 

Não falo somente da organizada, que foi de Itu até a Barra Funda protestar e pedir o ‘veterano técnico’ nos portões do CT. Muitos torcedores das arquibancadas, redes sociais, grupos de whatsapp e até um ídolo do clube, o ex-atacante França, cogitam a vinda do treinador com a esperança que ele reviva seus momentos de glórias de vinte anos atrás.

 

Luxemburgo foi um dos maiores técnicos do futebol brasileiro dos últimos anos e, para mim, entra no hall de grandes como Felipão, Muricy, Parreira e agora Tite. Apareceu para o Brasil com a conquista do campeonato paulista de 1990 pelo Bragantino, teve momentos espetaculares com o Palmeiras/Parmalat entre 1993 e 1995, quando tirou o alvi-verde de um longo jejum e chegou a treinar o galático Real Madrid de 2005. Mas caiu vertiginosamente na carreira, com poucos títulos e glórias nos últimos dez anos. Sua passagem pelo Sport em 2017 foi desastrosa: pegou um clube em quinto lugar e foi demitido com o Leão na beira do rebaixamento. Além do mais, para ‘alegria’ do são-paulino, indicou Wesley ao clube pernambucano.

 

Entendo que apostar em Luxemburgo é neste momento apostar em um grande risco para o São Paulo, mesmo com um contrato de produtividade ou baixo custo. Apesar do extenso currículo e das boas entrevistas (a última do Bola da Vez da ESPN foi bem interessante) a margem de erro é imensa e precisa ser considerada em qualquer possível decisão. Luxemburgo é aquela memória afetiva que temos de vinte anos atrás, como a volta de velhos ídolos com a esperança que eles reeditem o sucesso que fizeram no passado e o são-paulino, por memória, gratidão e carência, é o mais típico saudosista do futebol brasileiro.

 

O ídolo França definiu a situação em seu Twitter. “São Paulo e Luxemburgo: um precisa do outro.” Será mesmo que uma instituição tão grande como o Tricolor precisa recorrer tantas vezes a um glorioso passado que atualmente não se encaixa no futebol atual? Fica a pergunta aos leitores.

 

O debate está aberto.

 

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Marlos: maturidade, carinho e interesse em retornar ao São Paulo

Muito interessante a matéria do Portal UOL com o meia Marlos. Mais maduro e com um papel fundamental na seleção ucraniana, o jogador falou sobre sua passagem pela Europa, momento na carreira e até planos futuros, incluindo o São Paulo, clube que defendeu entre 2009 e 2011.

 

Sobre o Tricolor, Marlos confessou que teve uma apagada passagem pelo clube. A pouca experiência e as circunstâncias de sua saída do Coritiba pesaram contra seu sucesso na Capital Paulista. Porém, o jogador foi taxativo em relação ao Tricolor: “O São Paulo é um clube que eu teria um interesse muito grande se fosse voltar para o Brasil. Se o clube tivesse o interesse, eu assimilaria muito bem. Eu tenho muita admiração. Se houvesse o interesse de ambas as partes, seria um passo muito grande para um acerto” – disse na entrevista do UOL.

 

Hoje Marlos é outro jogador que, segundo ele mesmo, está preparado até para ser protagonista de clubes brasileiros. “Hoje eu acredito que seria (sic) diferente, já estou preparado para assumir um cargo importante em qualquer equipe que eu vá. Tenho a cabeça muito boa e experiência em competições internacionais”, – disse na entrevista.

 

Apesar do carinho e “oferecimento”, por enquanto a volta de Marlos para o Brasil (e ao São Paulo) é muito improvável. Marlos está totalmente adaptado ao Shakhtar e a Ucrânia, além de ser motivado pelos desafios dos grandes campeonatos europeus.

 

Guardada as devidas proporções, Marlos seguiu a linha cronológica de Müller dentro de campo: começou como ponta veloz e agora está pensando o jogo no meio-campo. Sinceramente, gostaria muito de contar com ele no futuro pois lembro que, apesar dos tropeços da idade na época, era um atleta muito talentoso e com uma grande habilidade. Que tenha boa sorte na continuação da carreira.

 

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São Paulo está próximo de fechar com um novo lateral direito. Veja quem é:

Um novo lateral direito poderá chegar ao São Paulo nos próximos dias. Seu nome é Régis que atualmente atua pelo São Bento, de Sorocaba. “Inédito” nas especulações, o atleta apareceu como alternativa a Victor Ferraz e Jonathan, recentemente cogitados no clube.

 

Com 28 anos, Régis já jogou em clubes como Goiás (2010), Ponte Preta (2013), Botafogo (2014), Luverdense (2016), Guarani (2016) e Bahia (2017). No clube baiano ele ficou menos de dois meses: indicado por Jorginho, ele rescindiu contrato dias depois da demissão do treinador.

 

Esta é a terceira passagem de Régis pelo São Bento. Destaque da equipe de Sorocaba, com ótima atuação contra o São Paulo e Corinthians no Paulista 2018, o jogador se destaca pela versatilidade, atuando tanto nas duas laterais do campo como também na meia.

 

Solução mais “barata” que as especuladas nos últimos dias, Régis poderá ser uma opção diferente das características de Éder Militão, jogador que atualmente toma conta da lateral direita do Tricolor. Para mim é uma aposta válida em um mercado tão escasso de laterais como é o brasileiro. Para se ter uma idéia da dificuldade, o lateral do sub-20 Tricolor é volante e joga improvisado na direita.

 

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Diego Souza não pode se abalar com uma (bem) possível não convocação!

Saiu no UOL: Tite, o técnico da seleção brasileira, confirmou Roberto Firmino entre os jogadores que irão para a Copa do Mundo FIFA Rússia 2018™. Deste modo, o atacante do Liverpool se juntará a outros quinze nomes já definidos pelo treinador para a competição em junho/julho.

 

A notícia é ruim para o atacante Diego Souza. Cotado para ser possível suplente de Gabriel Jesus (além do atacante Willian José), o camisa nove do São Paulo agora vê suas chances de convocação final bem reduzidas. De acordo com o Globoesporte, restam sete vagas para completar os vinte e dois nomes e, na minha visão, somente uma grave contusão com um dos atacantes-referência colocaria Diego novamente na mira.

 

Será que a decisão do treinador da seleção brasileira em adiantar a ida de Firmino para a Rússia poderá influenciar no desempenho de Diego Souza nos próximos meses? O atleta, contratado para substituir Lucas Pratto no ataque do Tricolor, não pode se abalar com uma possível não convocação para o torneio mais importante do futebol mundial. Para mim, é dever do clube e sua imensa torcida abraçar o jogador e motivá-lo, seja em qual posição estiver atuando.

 

Diego Souza começou sua carreira como primeiro volante e foi avançando as linhas devido a facilidade de arremate. Hoje em dia ele atua como um atacante que flutua entre a intermediária e a grande área adversária.

 

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