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É obrigação do Tricolor ter um bom desempenho no primeiro clássico do ano!

Pode parecer brincadeira mas o São Paulo já entra pressionado no segundo jogo da sua temporada. Sim, o clássico diante do Palmeiras em Araraquara, “estrategicamente” colocado na segunda rodada do estadual, poderá até definir a empatia da torcida com o elenco atual Tricolor.

 

Um bom desempenho é obrigação dos comandados de Fernando Diniz. Primeiro pelo recente péssimo retrospecto em clássicos. Apesar de valer muito pouco em termos de pontuação no início do Paulista, um jogo grande define o sentimento do torcedor e até o seu comparecimento no estádio. Ganhou jogando bem, maravilhoso; ganhou jogando mal, ótimo; empatou jogando bem, ok; empatou jogando mal, ruim. Perdeu jogando bem ou jogando mal pode significar novas trevas já no início do ano.

 

Muitos torcedores (sobretudo os mais jovens) não consideram o alviverde o maior rival do São Paulo mas, em outros tempos, o que se mais ouvia entre os Tricolores era a frase “o Corinthians é rival, o Palmeiras é inimigo”, em alusão a mais histórica rivalidade da cidade, que perdeu força nos últimos anos.

 

Também por isso, não é errado dizer que o desempenho do São Paulo neste segundo jogo será observado por todos os torcedores e, até por estar com o mesmo técnico e praticamente o mesmo elenco do ano passado, uma boa partida passa a ser obrigatória. A pressão é também reflexo também da estiagem de títulos que o clube passa neste momento de sua história.

 

O jogo também é emblemático para Arboleda. O zagueiro, flagrado vestindo a camisa do rival nas férias, reencontrou-se com o torcedor na estreia do time no Paulista e não escapou de vaias pelo comportamento. Em campo, o equatoriano levou as mãos aos ouvidos mostrando entender a atitude da torcida e considerou justo o protesto. Vai ter que ter uma apresentação no mínimo impecável para amenizar a dor de muitos torcedores. Para mim, Arboleda cometeu um ato gravíssimo contra a instituição e, para retomar o confortável posto que tinha junto ao torcedor, vai ter que comer grama e ganhar título neste ano.

 

Ao que tudo indica a equipe irá fortalecida de Reinaldo e iniciará o clássico com o mesmo time da vitória diante do Água Santa. Tudo que a torcida pede é que os jogadores encarem o jogo como final de campeonato, mesmo valendo muito pouco no estadual. A primeira impressão no clássico pode definir o sentimento do torcedor em relação a equipe.

 

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Diniz explica posicionamento centralizado de Pato após a estreia

Alexandre Pato é uma das grandes esperanças (e incógnitas) do São Paulo para a temporada 2020. Contratado no ano passado, o jogador não se firmou na equipe e sofreu com o condicionamento físico na readaptação ao Brasil.

 

Na estreia do Tricolor diante do Água Santa, o jogador entrou no segundo tempo, invertendo a posição com o “9” Pablo. Pato ficou no comando de ataque e o centroavante caiu para a direita, no lugar que era de Helinho.

 

“Não vejo que ele tem dificuldade para jogar ali (no comando de ataque). Ele não é um nove fixo. Um jogador perigoso, com a técnica que ele tem, tem que ficar próximo ao gol.” – disse Fernando Diniz ao Globoesporte.com, após o apito final. Ele realmente acredita que Pato tem que jogar dentro da grande área, em posição de arremate.

 

A crença de Diniz e a ótima fase de Vitor Bueno dificultarão a titularidade de Pato, pelo menos pelos flancos, área onde o jogador se sente melhor. Pelo menos por enquanto Pato será um reserva de alto luxo para a saída de qualquer atacante, seja ele Pablo, Vitor Bueno ou Antony. Essa qualidade de elenco é vital para a temporada, ainda mais sabendo que o Tricolor terá que se desfazer de um ou outro jovem para pagar suas contas.

 

“Acho que o Pato tem tudo para fazer uma boa temporada esse ano e ajudar o São Paulo” – finalizou Fernando Diniz.

 

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OPINIÃO São Paulo 2×0 Água Santa

Boa estreia na temporada 2020. O São Paulo venceu com tranquilidade o Água Santa no Morumbi e largou na frente em seu grupo no Campeonato Paulista deste ano. Os gols foram anotados por Pablo e Dani Alves.

 

Teve gente que viu evolução e teve gente que viu mais do mesmo. É muito cedo para tirar alguma conclusão sobre a equipe de Fernando Diniz mas o fato é que o time é praticamente o mesmo do ano passado (ainda sem os jovens e titulares Igor Gomes e Antony) porém está aparentemente mais inteiro que no início de 2019, quando tivemos uma pré-temporada rasa, fato determinante para a eliminação na pré-Libertadores. O mau início em 2019 desencadeou eventos ruins ao longo do ano todo.

 

O time ser o mesmo do ano passado não é demérito ou motivo de ira do torcedor. A janela foi fraca para quase todos os clubes brasileiros e, após muitos anos de mudanças, este começa com as peças prontas, faltando montar o tabuleiro. Já a aparente melhoria física pode ser, sim, comemorada. Vimos alguns princípios de tabelas e boa saída de bola, apesar do jogo pelos lados não ter ainda fluido como deveria. Deu para perceber trocas de posições e esforço por aproximação. Ainda há trabalho a se fazer para o encaixe perfeito entre jogo no meio e pelos flancos porém, neste primeiro cartão de visitas ao torcedor, o mais importante era o time construir uma vitória livre complicações. Foi o que aconteceu.

 

No domingo, a primeira pedreira diante do Palmeiras, o ‘inimigo mortal’, em Araraquara. Racionalmente, o início de temporada tem que ser considerado para os dois clubes mas sabemos o que pode causar uma derrota retumbante em um clássico. Se jogar seguro como jogou hoje, a chance de uma má apresentação no Choque-Rei será pequena.

 

Nota dos personagens em campo:

 

Tiago Volpi – Um dos destaques no único momento de real perigo do adversário. Salvou gol iminente em duas defesas a queima roupa, dentro da grande área. Pilar da equipe. Nota: 9,0

Juanfran – Início discreto, porém sem complicações no setor. Aliás, o lado direito foi todo discreto. Sou a favor da manutenção do espanhol, dando segurança a linha defensiva. Nota: 6,5

Bruno Alves – A defesa tricolor trabalhou com competência, apesar das duas chances agudas do Água Santa no primeiro tempo. O zagueiro fez o seu costumeiro bom papel. Nota: 7,0

Arboleda – Sim, houve uma divisão de manifestações para o zagueiro no primeiro tempo por causa da polêmica foto com a camisa do nosso próximo adversário. Sou a favor da discussão sobre o ato impensado do equatoriano, mas não durante o jogo. Isso só prejudica o coletivo e o espetáculo que a torcida dá nas partidas. No gramado, o jogador mostrou que assimilou a forte cobrança. Dentro de campo, partida competente da zaga como um todo. Nota: 7,0

Léo – Vamos aposentar o “Pelé”, né? Na ausência do papai Reinaldo trabalhou com discrição e poucos sustos na partida, mas foi no seu lado que o Água Santa teve seu lampejo perigoso. Nota: 6,5

Tchê Tchê – Para mim, um dos mais regulares, com combate e boa saída de bola. Nota: 8,0

Hernanes – Mesmo sem ter brilhado em jogadas individuais, o Profeta mostrou melhor vigor físico e participou bem coletivamente da construção no meio-campo. Nota: 7,0

Daniel Alves – Ditou o ritmo do São Paulo e, por que não, do jogo. Revezou a saída de bola com Tchê Tchê, se movimentou no meio, chamou o jogo para si e liderou boa parte da partida, como tem que ser e como será a sua obrigação com o salário que ganha e a importância que tem. Um dos destaques e autor do segundo gol da partida. Nota: DEZ

Helinho – Ainda um tanto quanto discreto para chamar o jogo. O lado direito não funcionou como deveria. Teve chances de marcar gol mas concluiu mal. Saiu sob princípio de vaias. Acho exagerado, tendo em vista que é reserva natural de Antony. Nota: 6,0

Vitor Bueno – Ótima partida, com muita movimentação e participação nos dois gols. Pato e Everton terão muita dificuldade em tomar a posição no lado direito com o que está jogando o Vitor Bueno. Ótima aquisição para o São Paulo. Nota: 9,0

Pablo – Tomara que o belo gol seja indício de uma nova vida ao atacante no clube. Prejudicado com muitas contusões em 2019, Pablo é peça fundamental na engrenagem ofensiva deste Tricolor. Não fez uma partida exuberante e no fi do jogo atuou no lado direito, sem sucesso. Nota: 7,5

 

Pato – No lugar de Helinho, jogou no comando de ataque, muitas vezes de costas para o gol. Tentou tabelas sem muito sucesso. Nota: 6,5
Liziero –
Tocou a bola com o jogo ganho. Nota: 6,5
Brenner – Sem nota.

 

Fernando Diniz – No início de temporada, pouca coisa pode ser observada além do melhor preparo físico que do ano passado (impossível ser pior) e do jogo entregue ao móbil Dani Alves. Boas tabelas em alguns momentos do jogo. Nota: 7,0

 

Daniel Perrone assistiu a partida a convite do B Clube, um dos mais novos camarotes do Morumbi.

 

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Agora é hora de Fernando Diniz provar que tem “café no bule”

O São Paulo fará o primeiro jogo na temporada 2020 nesta quarta-feira no Morumbi. Mais que o Água Santa, adversário na estreia, um personagem em especial será observado por nove em cada dez torcedores do Tricolor: o técnico Fernando Diniz.

 

Com jogadores praticamente mantidos do ano passado e uma pré-temporada inteira elogiada pelo elenco, resta ao treinador são-paulino provar que ‘tem café no bule’, expressão usada pelo apresentador Ratinho para demonstrar competência e confiança.

 

Não há segredo, somente fatos: Fernando Diniz sabe que, apesar do respaldo da diretoria e dos atletas, ele é o elo mais fraco da cadeia do futebol de um clube que vive uma grande estiagem de títulos de expressão. Pela grandeza do São Paulo e pelo tanto que se investiu neste plantel, a resposta do São Paulo terá que ser “prá ontem”, ou seja, desde o início do ano.

 

Largar bem na temporada é praticamente uma obrigação do São Paulo. Dos quatro grandes (e neste caso eu até incluo o abonado Bragantino Red Bull) o Tricolor é o único que manteve sua comissão técnica, alterando apenas o seu corpo fisioterápico e de preparação física. O lado bom é que os jogadores estão confiantes na pré-temporada realizada. Bruno Alves, em entrevista coletiva, destacou a intensidade dos treinamentos em comparação a 2017, quando o clube teve a Florida Cup entre o início daquele ano e a pré-Libertadores.

 

Hoje, no Morumbi, a ordem é dar um cartão de visitas positivo ao torcedor, retomando a confiança no elenco. Hoje teremos os mais fanáticos no estádio, aqueles que vão sempre, independente da fase. Se conseguir a esperada boa sequência neste início de ano, Diniz e sua trupe trará a torcida novamente ao seu lado, elemento vital para os objetivos em 2020.

 

Estarei no Morumbi para apoiar. Tem que corresponder!

 

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Provável time da estreia tem uma única exceção “Made in Cotia”. Comente:

Fernando Diniz não divulga o time que estreia no Campeonato na quarta-feira diante do Água Santa, no Morumbi mas, tomando como base os treinamentos desde a apresentação, a equipe será composta principalmente por jogadores experientes.

 

Sem Igor Gomes e Antony, na seleção, o São Paulo deve iniciar a temporada com Tiago Volpi, Juanfran, Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo; Tchê Tchê, Dani Alves e Hernanes; Vítor Bueno, Helinho e Pablo.

 

Tchê Tchê, Hernanes e Dani Alves devem formar o triângulo do meio-campo, ora com descidas do Profeta, ora com descidas do Good Crazy. A defesa também é bem experiente, com a dupla de zaga menos vazada do Brasileirão, acrescidas de Reinaldo e Juanfran.

 

Helinho é a ‘exceção Made in Cotia’ no meio dos veteranos. Ao lado de Pablo e Vítor Bueno (que inicia o ano ganhando de Pato no lado direito), o jovem tenta novamente focar o seu trabalho num melhor rendimento. Ano passado teve chances e não confirmou a rápida ascensão que se esperava.

 

O torcedor espera que o São Paulo faça um bom estadual, principalmente em relação a pontos conquistados, para que leve vantagem nas fases agudas da competição. É preciso fazer valer a vantagem da permanência quase total do elenco neste início de ano.

 

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