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Com entrada de novo patrocinador, marketing Tricolor atinge meta inicial para 2017.

Nação do Maior do Mundo;

 

Em novembro do ano passado o blog divulgou os números atingidos pelo marketing Tricolor no ano de 2016. Foram R$ 44 milhões de reais conquistados, um pouco mais que escrito no texto publicado. Além dos números, a credibilidade voltou a ser tratado como referência no clube neste setor.

 

Segundo o Diário Lance!, hoje, com a inclusão de um novo patrocinador (o Banco Intermedium) e a manutenção de oito patrocinadores com contratos em vigência, o clube afirma que atingiu a meta inicial de ficar entre R$ 35 e 40 milhões, estipulada para 2017. Deste modo, creio que o clube não ganhou rios de dinheiro com a entrada do banco e sim compensou um menor investimento da Prevent Sênior, que antes ocupava frente e verso da camisa e agora ficará somente com a parte da frente. Com a manutenção de valores, o Marketing Tricolor mostra que não fica mais ‘fazendo doce’ no mercado e trabalha diversos parceiros em diversas propriedades.

 

De acordo com o site Máquina do Esporte, o Banco Intermedium também receberá o pacote de ativações que tem sido usado em outros patrocínios: camarote no estádio, exploração das redes sociais do clube e exposição em placas de Centro Treinamento. Muitos questionam sobre os valores do novo acordo. O contrato com a Intermedium terá obrigatoriamente que ser submetido ao Conselho do clube, seja pelo valor, seja pelo prazo. Logo que for submetido, os conselheiros saberão todos os detalhes do acordo. Somente após isso, os números serão públicos.

 

Comparado a outros grandes clubes, o Tricolor ainda está em um patamar abaixo de valores. O Flamengo acabou de anunciar um acordo milionário com a tailandesa Carabao, o Palmeiras está prestes a renovar e ampliar o acordo com a Crefisa e o Corinthians, apesar de todas as suspeitas envolvendo o governo Lula e as empreiteiras, ainda está bem calçado com a Caixa. O fato é que a terceira maior torcida atualmente é a quarta em arrecadação em receitas, isso contando todas as propriedades, incluindo o Morumbi. Não existe mágica para alcançar valores maiores: é preciso antes de qualquer coisa sanear as dívidas com uma gestão profissional e se restabelecer como um clube de negócios idôneo e confiável. A última parte o Tricolor já conseguiu. Falta agora, com o auxílio do Novo Estatuto, corrigir a primeira.

 

O marketing Tricolor foi, entre poucas coisas, uma grata surpresa em 2016 e pretende no mínimo manter esses números para 2017. Pode melhorar? Sempre poderá, e isso é premissa básica neste setor que cada vez mais contribui com receitas de um clube profissional. O importante é que a roda novamente está girando.

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Onze anos de TRI Mundial!

Nação do Maior do Mundo;

 

Há onze anos o São Paulo conquistava de forma incontestável o seu terceiro mundial.

 

Em 1992, Raí fez a diferença com dois gols em cima do poderoso Barcelona de Johan Cruyff. Em 1993 Muller foi a cereja do bolo de uma equipe solidária, movida pelo craque Toninho Cerezo. Já em 2005 Mineiro fez o gol derradeiro mas foi Rogério Ceni quem brilhou com defesas milagrosas, eternizadas naquela conquista.

 

Foram mais de quinze mil torcedores do Brasil para o Japão, juntando-se outros quinze mil brasileiros com cidadania japonesa que torcem para o São Paulo devido as conquistas de 1992/1993. Só da Independente/Japão foram vinte ônibus para a final. Vivemos uma aventura completa, coroada por outro caneco dourado.

 

Hoje os tempos são outros. Com a conquista deste domingo o Real Madrid se distancia mais um pouco do Tricolor. São Cinco canecos para os merengues contra quatro para o Milan e três para Barça, Inter de Milão e o Tricolor. Será que com Rogério e uma nova filosofia poderemos tirar o atraso dos mundiais em 2018? Um passo de cada vez.

 

Mas que foi épico em 2005, foi. Obrigado, Maior do Mundo!

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Calleri: gratidão, respeito e palavra!

Nação do Maior do Mundo;

 

Deu no portal Lance!: Jonathan Calleri, atualmente no West Ham, revelou que seus empresários foram procurados pelo Palmeiras, que teriam interesse em sua contratação para suprir a saída de Gabriel Jesus. No entanto, o argentino tratou de esfriar qualquer início de negociação com uma explicação no mínimo curiosa para qualquer torcedor brasileiro:

 

“Eles (os empresários de Calleri) sabem que sempre digo que no Brasil o único lugar que eu jogaria é no São Paulo. E sempre vou manter isso”

 

A resposta de Calleri é motivo de orgulho para o torcedor do São Paulo, mas é algo muito comum dos jogadores sul-americanos, sobretudo dos argentinos. Verón no Estudiantes, Tevez no Boca, Ortega no River… os craques hermanos tem identificação muito forte em seu DNA. Calleri foi completamente seduzido pela atmosfera e carinho da torcida do São Paulo e retribui com respeito e gratidão ao clube.

 

Não sei se isso é certo ou errado. Talvez no mundo do ‘futebol moderno’ (palavra nojenta criada pelos ditadores do futebol gourmet) seja um erro fechar as portas de outras agremiações, mas valorizo muito esse tipo de atitude. Até mesmo Rogério Ceni, em sua entrevista como novo treinador do Tricolor, foi sincero ao falar que não treinaria um clube rival. E foi bem na resposta: “Nem eles gostariam de me contar como técnico”.

 

Falta atitude, honra e palavra a muitos atletas aqui no Brasil que prometem e não cumprem, ora por má formação educacional, ora por má influência de maus empresários. Não é nem questão de ser mercenário… é mau direcionamento mesmo. Não citarei nomes mas tem um craque que está atualmente no Atlético Mineiro que fez juras eternas para um clube daqui do estado de São Paulo. Só para citar um exemplo. Temos vários…

 

Meu respeito a Calleri e toda a gratidão que ele tem ao São Paulo.

 

Nos veremos em breve.

 

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Rogério chega com a ‘bênção’ do torcedor e novas ideias. Entenda:

Nação do Maior do Mundo;

 

Rogério Ceni, o novo técnico do São Paulo, está com muito gás e pretende fazer uma ‘revolução’ no comando técnico do Tricolor. O nome ainda não foi confirmado oficialmente pelo clube mas desde ontem foi acertada sua chegada no lugar de Ricardo Gomes, que optou por não terminar o campeonato ao saber que não permaneceria no clube em 2017.

 

Apesar da rápida troca (jogadores foram avisados pelo whsatsapp), a decisão foi acertada. Ricardo não ficaria, portanto Ceni já participará da montagem do novo grupo, com novidades. Uma delas deverá ser a escolha dos seus auxiliares. Milton Cruz, companheiro de muitos anos, está descartado. Rogério pretende contar até com gente de fora do país para o ajudá-lo a dar uma visão diferenciada dos métodos aprendidos no período em que esteve em curso na Europa. A estadia com Osorio em 2015 pode ter influenciado nessa decisão.

 

Outra novidade é que o novo treinador pediu a contratação de um novo goleiro. Sidão pode ser anunciado com o aval do ex-capitão. Rogério gosta do modo como o atual goleiro do Botafogo joga com os pés e, apesar de não trabalhar com essa habilidade no Botafogo, Sidão aprendeu bem a trabalhar com os pés nos tempos de Audax. Resta saber se Sidão quebrará a promessa de ficar no Botafogo para que o negócio seja consolidado. Ceni também já avisou a diretoria sobre atletas que não quer contar no ano que vem. Sem citar nomes mas são mais ou menos os mesmos atletas criticados por boa parte da torcida do Maior do Mundo ao longo do ano.

 

Por falar em torcida, esse é o maior trunfo do novo e inédito técnico. Ceni vem ‘blindado’ pelo torcedor. Em outras palavras, qualquer insucesso em 2017 não será por culpa de quem estiver no banco e sim dos atletas. Até quando Ceni não será responsabilizado pelas arquibancadas? Não sei, mas acredito que por um bom tempo. A oposição do clube aponta cunho político na volta do ídolo. É óbvio e até natural. Qualquer pessoa (situação ou oposição) ‘usaria’ Ceni a seu favor. Lembrando que as eleições serão em abril de 2017 e Leco é candidato a reeleição.

 

Sempre fui a favor de Ceni retornar ao Tricolor, mas ainda tenho receio em relação a pressão do cargo e ao momento do clube. O São Paulo não ganha um título relevante desde 2008 e esse peso será passado dia a dia, mês a mês, ano a ano a qualquer profissional que estiver dentro do clube. Do roupeiro ao presidente. Rogério sabe disso mas, já que o MITO encarou de frente o desafio, o meu apoio será total, até porque é uma das pessoas mais inteligentes que o futebol brasileiro já teve nesses últimos anos.

 

Apoio ele terá. E muito.

 

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Zagueiro de coragem e compromisso!

Nação do Maior do Mundo;

 

Rodrigo Caio quebrou todos os protocolos do ‘politicamente correto’ na entrevista coletiva desta sexta-feira, no CT da Barra Funda, em São Paulo. Questionado sobre a temporada, o zagueiro não fugiu da raia: detonou a falta de compromisso de parte do elenco e defendeu todo o direito da diretoria do clube em fazer uma limpa, se quiser.

 

Geralmente os atletas são polidos e talhados para se esquivarem deste tipo de comportamento. Sempre ouvimos respostas protocolares e bem cuidadas, blindando o grupo e o trabalho. Rodrigo Caio não. Foi direto e incisivo e precisa ser ouvido pelo alto clero Tricolor.

 

Atleta que cresceu no clube, trabalhou muito para superar o preconceito sobre seu porte na zaga e até foi apelidado de ‘jogador de condomínio’ por parte da torcida, Rodrigo deu a volta por cima com uma estrondosa evolução e a inédita medalha de ouro olímpica. E o melhor: voltou da CBF melhor que foi. É compromissado!

 

Quero dar os parabéns a ele. Teve muita coragem para mostrar publicamente a insatisfação com mais um ano perdido, mesmo podendo ser segregado por quem possa se sentir atingido. Ao falar que o time não se recompunha direito em campo, expôs a falta de vontade de alguns em correr e cooperar.

 

A tendência é Rodrigo ser negociado em breve mas, se existir uma possibilidade de permanência, defenderei o jogador na zaga, ao lado de Maicon. É um exemplo. Precisamos justamente de atletas com esse tipo de personalidade, que encarem adversidades de frente e não tenham medo de desafios.

 

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