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Presidentes do São Paulo e Boca Juniors se reuniram no Morumbi

O presidente do São Paulo Carlos Augusto de Barros e Silva e Daniel Angelici, presidente do Boca Juniors, se reuniram na nesta sexta-feira dia 18, no estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi.

 

Segundo o site oficial do Boca, o encontro foi para dividir experiências de gestão entre o clube brasileiro e o clube argentino. Além dos presidentes, participaram do encontro o diretor de futebol Vinicius Pinotti, o advogado do clube Alexandre Passaro e o secretário geral do Boca Juniors, Christian Gribaldo.

 

Penso que o Boca tem um dos melhores marketings e clube do mundo, além de serem excelentes em licenciamento de marca: até um hotel “Boca Juniors” eles tem na Argentina. Já o São Paulo possui nos jovens dos CTs de base e nas áreas de fisioterapia e recuperação de atletas um de seus grandes diferenciais, atraindo interesse de clubes do mundo todo. São dois dos clubes mais tradicionais do mundo.

 

Recentemente São Paulo e Boca negociaram empréstimo entre seus jogadores. O São Paulo emprestou Centurión ao clube xeneíse; já o Boca cedeu por empréstimo o atacante Chavez, atualmente no futebol grego. A relação entre os dois clubes é ótima e o Boca está em começo de temporada, ainda a procura de reforços. O clube argentino se mostrou interessado no lateral Buffarini; será que vem novas negociações por aí?

 

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Fora, “Soberano”: o São Paulo sempre foi e sempre será o Clube da Fé!

Marcos Guilherme chegou faz pouco tempo no São Paulo, porém uma declaração dada em uma simples coletiva evidencia ainda mais a nova fase que vive o torcedor são-paulino. O atacante disse que cada atleta dá um pouco mais de si para retribuir o apoio incondicional da torcida, mesmo na zona do rebaixamento.

 

“No último jogo, quando chegamos e vimos a festa, arrepiou todo mundo. Você acaba dando um pouco a mais. Estamos jogando por eles. Não estamos no lugar que a torcida merece.” – disse ele na coletiva (via Globoesporte.com)

 

Com a declaração, Marcos Guilherme mostra que já percebeu o que é o São Paulo e entre muitas coisas que precisam ser ajustadas no clube, uma delas é sem dúvida o resgate e definição de seu conceito original. Cada vez mais, o torcedor são-paulino dá demonstrações que não é mais elitizado ou soberbo e usa a devoção e fé para empurrar a equipe no Morumbi.

 

Deste modo, o rótulo “Soberano”, inicialmente usado para nomear os dois filmes que narram as recentes conquistas do clube, é pouco a pouco sepultado pela terceira maior torcida do país. Soberanas foram as épicas glórias do tricampeonato brasileiro consecutivo e o mundial de clubes de 2005, assim como todas as outras conquistas do Tricolor. Porém, nosso DNA não é de soberania e sim é de paixão, devoção e fé.

 

É essa mística quase religiosa que embala o clube e seus devotos desde nossa fundação. Foi assim em 1943 quando a moeda caiu de pé e o São Paulo foi campeão estadual, contrariando todas as previsões da época; foi assim durante as vacas magras da construção do Morumbi, quando muitos classificavam os diretores do São Paulo de ‘loucos’ por recusarem o Pacaembu pelo sonho do Cícero Pompeu de Toledo; foi assim na final do Brasileirão de 1986 quando Careca calou os auto-falantes do Brinco de Ouro da Princesa nos acréscimos da prorrogação; foi assim nos três mundiais de clubes, quando éramos taxados de ‘primos pobres’ da América do Sul e foi assim em 2008 quando todos já entregavam a faixa ao Grêmio, “campeão do primeiro turno” do Brasileirão da época.

 

É verdade que o Marketing/Comunicação do São Paulo há algum tempo não utiliza o “Soberano” no clube mas é preciso que os profissionais que lá estão definam de uma vez por todas o belo, histórico e genuíno “Clube da Fé” como mantra definitivo do Tricolor. Há muita coisa para se explorar nesse universo traçado pela nossa própria história

 

“Fora, Soberano”: não precisamos dizer que somos maiores ou menores que nenhum outro clube muito menos contabilizar nossas glórias. Somos diferentes de todos e temos uma história única para passar de pai para filhos. Digite “Clube da Fé”no Google e verás: a verdadeira identidade do São Paulo sempre esteve a um palmo de distância de todos nós.

 

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Vitória do são-paulino: “Baita Amigos” não será mais gravado no Morumbi!

Segundo o UOL, o programa “Baita Amigos”, apresentado pelo ex-jogador Neto, não será mais gravado dentro do estádio Cícero Pompeu de Toledo. Alvo de muitas críticas de conselheiros, diretores e torcedores, o programa sai do camarote Unyco neste mês e deverá ser produzido com outro cenário.

 

Apesar de ter jogado no São Paulo no início de sua carreira, Neto se consagrou no rival Corinthians, inclusive conquistando o seu maior título dentro do Morumbi, na final do Brasileirão de 1990. Sem papas na língua, o apresentador muitas vezes exagera nas críticas aos clubes que comenta, inclusive com algumas pitadas de deboche, característico de sua personalidade.

 

Conheci Neto em um dos eventos que participei. O “Neto personagem” é diferente do Neto da vida real, que demonstra muito respeito pelo Tricolor. O problema é que o Morumbi é um santuário para o torcedor do São Paulo. Por mais que o programa seja voltado ao humor, era realmente muito incômodo assistir os apresentadores e os entrevistados agindo de forma tão debochada dentro de uma área tão nobre para o torcedor. Apesar de ser a favor do futebol com bom humor eu duvido que Neto e seus companheiros trabalhariam com a mesma tranquilidade e complacência nas outras arenas da cidade.

 

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Brilhante, torcida do São Paulo deu mais um salto em grandeza em 2017!

A torcida do São Paulo bateu mais uma vez o seu próprio recorde de público no Campeonato Brasileiro. Na manhã deste último domingo, os torcedores cravaram 56.052 mil presentes diante do Cruzeiro, no Morumbi, número ainda maior que do jogo contra o Coritiba, até então recorde da competição.

 

Com a contabilização do público recorde, o Tricolor chegou a média de 31.353 torcedores por jogo no torneio, a maior do clube desde 2003, início da era dos pontos corridos, superando sua maior marca de dez anos atrás. Em 2007, no auge da equipe tricampeão brasileira consecutiva (que despertava ira dos adversários e até instigava a volta do mata-mata no Brasileirão), o São Paulo possuía média de 28.789 pessoas por jogo no Morumbi.

 

Os novos números são prova de mais um salto de patamar da torcida do clube mais vencedor do país. O primeiro foi visto no início dos anos 90, com a máquina Tricolor da era Telê Santana. Na final de 1992 a torcida protagonizou a maior invasão de campo de um clube até hoje no Brasil. Já o segundo salto de patamar coincidiu com a conquista do terceiro Mundial: no retorno do Japão, a delegação teve a maior recepção popular da história na cidade, com torcedores alucinados perseguindo o ônibus Tricolor desde o Aeroporto de Cumbica até o Cícero Pompeu de Toledo. Tudo registrado em filme e vídeo.

 

Mesmo passando por mais um ciclo de vacas magras, desta vez consequência de más gestões após a avalanche de títulos da década passada, a torcida do São Paulo amadureceu. No lugar de revolta e abandono pela situação da tabela, nota-se presença e muito apoio dentro do estádio. Um fator que contribui para esta mudança de status é o perfil de torcedor visto no Morumbi: enquanto assistimos uma audiência “Nutella” nas novas arenas paulistas, o Cícero Pompeu de Toledo apresenta condições adequadas para a frequência das classes C e até D, a alma do futebol brasileiro. O Morumbi é atualmente o estádio mais democrático do país.

 

Apesar dos ótimos números vindos de sua torcida, os atuais diretores do São Paulo não tem o que se vangloriar. O clube explora pouquíssimo essa notável transformação, com um marketing aquém de sua grandeza e uma comunicação deficitária, talvez não por culpa de seus funcionários, mas pela indefinição de conceitos e posições de comunicação ao longo dos últimos anos. Falta ao São Paulo uma direção definitivamente profissional no seu marketing/comunicação e a definição de um DNA muito mais forte que o inócuo rótulo de  “soberano”, criado para os filmes das últimas conquistas.

 

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Ídolo do São Paulo dá dica para Marcinho e conselho para a torcida

Françoaldo Sena, o França, foi um dos maiores atacantes da história recente do São Paulo Futebol Clube. Atuou no ataque entre 1996 e 2002 e marcou sua história com muitos gols e títulos pelo Tricolor do Morumbi. Atualmente ele vive no Japão, país que se apaixonou, mas não esquece do clube de coração.

 

Vez ou outra, França comenta sobre o clube no seu Twitter pessoal e recentemente falou sobre a discussão entre um torcedor e o atacante Marcinho, revelada nas redes sociais através de um print de tela de uma mensagem privada para o instagram do atleta. No caso, Marcinho responde ao torcedor que o criticou ferozmente com um “Vai se f**** e cuida da sua vida“.

 

França mostrou dois casos printados, comentando a diferença de tratamento do jogador. Um deles, o ríspido bate boca. No outro caso, o ex-jogador mostrou Marcinho interagindo de forma amigável com outro torcedor, que o apoiou, inclusive mostrando o objetivo da tatoo em andamento que publicou nas redes, motivo da ira de alguns torcedores. A tatoo era em homenagem ao seu irmão que havia falecido.

 

França não culpou Marcinho pela publicação no Instagram mas contou que em momentos de crise evitava jantar fora, ir ao supermercado, enfim, levar a vida normal. O ex-jogador disse que não acredita que o elenco esteja rachado mas seria hora de cada um assumir parte da responsabilidade e focar somente no objetivo principal do ano: não cair.

 

França também aconselhou os torcedores não ficarem pilhando os jogadores nas redes sociais pois isso não ajudará em nada no objetivo principal do ano. Pelo contrário: o matador dos anos 90 disse que essas atitudes atrapalham ainda mais. O jogador finalizou os comentários no Twitter pedindo apoio aos torcedores. “Em breve a tempestade acabará” – finalizou.

 

Sábias palavras do grande atacante. É hora de cada um focar no objetivo principal: jogadores, comissão técnica, diretores e torcida. Fotos ‘fora do objetivo’ motivam atitudes muitas vezes impensadas. O conselho deveria ser extendido aos diretores do São Paulo. A foto tirada no vestiário do Botafogo após a vitória épica no Rio de Janeiro não deveria ter sido publicada.

 

Vamos focar no futebol e tirar o time dessa draga?

 

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