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OPINIÃO Grêmio 3×0 São Paulo

Opinião da partida:

 

Resultado acachapante em Porto Alegre. Em apenas seis minutos o Grêmio confirmou que está em um estágio acima do São Paulo. No primeiro tempo o Tricolor Paulista até conseguiu anular as principais jogadas dos donos da casa e, apesar de poucas investidas, Thiago Volpi não sofria perigo real. Já na segunda etapa, um pênalti bobo e duas panes gerais decretaram a vitória aos gaúchos. Não tem o que discutir: o Grêmio tem um poder de finalização muito, muito maior que o São Paulo. Nosso ataque é de pré-primário, com Pablo fora de ritmo de jogo, Antony longe da área e Vitor Bueno em má jornada. Para piorar, o técnico não usa Hernanes e Pato, dois caras contratados para elevar o São Paulo de patamar. Resta a nós o jogo decisivo diante do Internacional no Morumbi, nesta próxima quarta. Já na Libertadores, o São Paulo garante a fase de grupos se derrotar o Colorado. Vamos garantir este ‘título’ para não ter mais uma enfadonha pré pela frente!

 

Nota dos personagens em campo:

 

Tiago Volpi – Sem culpa nos gols. É obrigação do São Paulo manter Volpi em 2020. Nota: 6,0

Juanfran – Teve um bom momento ao cruzar uma bola perigosa para a área no primeiro tempo mas no geral foi engolido pelos donos da casa na segunda etapa. Nota: 4,5

Bruno Alves – Foi o que se salvou. Nota: 6,5

Arboleda – Distante de ser o culpado pelo desastroso resultado. Nota: 5,5

Reinaldo – Bem abaixo, principalmente no segundo tempo. Nota: 5,0

Luan – Bom primeiro tempo, segunda etapa ruim. Nota: 4,5

Igor Gomes – Pouquíssima inspiração na condução do meio. Nota: 5,0

Daniel Alves – Muito aquém, apesar da eficiência nos passes. Nota: 5,5

Antony – Distante do gol, fez uma partida fraca. Nota: 4,0

Vitor Bueno – A nota vai muito mais pela partida fraca que pelo gol contra. Nota: 4,0

Pablo – Visivelmente fora de forma, não rendeu absolutamente nada. Nota: 3,0

 

Helinho, Raniel e Gabriel Sara – Não alteraram o panorama do jogo.

 

Fernando Diniz – A partida fraca, sobretudo no segundo tempo, não é 100% culpa dele, mas ter um Hernanes e um Pato e não contar um minuto sequer com os dois no segundo tempo é brincadeira. Será que Helinho, Sara e Raniel seriam os caras para tentar reverter o quadro? Não dá para defender. Nota: 4,0

 

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Oposição, situação? O benéfico Daniel Alves esculhambou todos nós!

Daniel Alves desabafou após a vitória do São Paulo diante do Vasco, no Morumbi. Aos microfones dos repórteres, a maior contratação do clube em 2019 disse que o clube precisa ter estabilidade para voltar a ganhar títulos.

 

“A sensação que tenho no São Paulo é de que existem vários partidos. Um clube com vários partidos é um problema, porque não gera estabilidade. Nem todo mundo no São Paulo quer a mesma coisa. Nós queremos uma coisa, mas o entorno do São Paulo é muito pessimista. Dentro do clube. Quem está fora quer entrar e às vezes joga um pouco sujo, porque acredito que para um clube ter estabilidade todos precisam pensar no mesmo sentido, porque se não vira partido político. Cada um fazendo campanha para assumir o São Paulo e tentando derrubar os que estão à frente” – disse ele, em trecho extraído do Globoesporte.com.

 

Só nesta manhã eu já ouvi gente ligada a oposição dizendo que Dani Alves detonou a gestão e já ouvi gente ligada a situação do clube interpretando o contrário. Vamos ser claros: Dani Alves detonou foi todo mundo! Jogador de bagagem, ele já percebeu que a falta de estabilidade no clube vem de todos os lados: dos gestores, dos grupos opositores e até de nós, torcedores. É benéfico, acreditem. Ele simplesmente escancarou o São Paulo de hoje: clube e torcida completamente instáveis.

 

Não seria hora de ouvir simplesmente aquele que é o maior ganhador de títulos da história do futebol e tentar entender o que ele aprendeu nesses anos de muitas glórias? Conversando com alguns setoristas que acompanham o dia a dia do clube e gente de minha confiança, ouvi coisas muito boas do meu xará. O Good Crazy realmente abraçou a causa de ajudar o Tricolor a voltar ao prumo. Não está a passeio e lidera beneficamente o elenco.

 

Basta ouvir ou ler a entrevista para entender como o ambiente instável afeta os atletas que chegam e Dani Alves não é exceção. Chegamos a um ponto que nunca imaginamos chegar e temos que sair dele de qualquer maneira. Finalizo esse texto com uma frase que me chamou a atenção no meio de toda a coletiva: “A única coisa que nós queremos é escrever um novo capítulo.” Ah, Dani Alves… assim espero. Assim esperamos!

 

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OPINIÃO São Paulo 1×0 Vasco

Opinião da partida:

 

Finalmente o São Paulo voltou a fazer as pazes com a vitória no Morumbi e, mesmo com um placar magrinho, conseguiu devolver a dura derrota em São Januário. O time continua oscilando e desta vez alternou um bom primeiro tempo com uma segunda etapa sofrível, quase entregando a rapadura no apagar das luzes, tal qual o último jogo no Ceará. Gostei muito do desempenho de Juanfran, da vontade de Daniel Alves de liderar o meio (apesar do time não estar afinado) e da defesa Tricolor, incluindo o espetacular Thiago Volpi. Mas, assim como todos os torcedores que assistiram a partida, fiquei com a sensação de que o time poderia ter feito mais. Sejamos claros: o São Paulo não vai jogar mais bola que essa neste ano e, para a glória de uns e a desgraça de outros, a vaga para a Libertadores ficou mais próxima com esses três pontos. O apoio do blog para que o time vá para a competição internacional será total mas para não vermos o mesmo filme de 2019, será importante o São Paulo revisar muita coisa para o ano que vem, incluindo sua infra-estrutura de condicionamento e recuperação de jogadores.

 

Nota dos personagens em campo:

 

Tiago Volpi – Um dos grandes responsáveis pelo resultado. Se o time não sabe marcar, o seu goleiro sabe defender. É obrigação do São Paulo manter Volpi em 2020. Nota: 9,5

Juanfran – Partida segura, discreta e bem equilibrada. Defendeu bem o seu setor e ofereceu algumas investidas ofensivas no lado direito. Nota: 7,0

Bruno Alves – Não dá para o são-paulino reclamar. Bruno é eficiente. Nota: 6,5

Arboleda – Ao lado de seu parceiro de zaga, fez uma boa partida. Nota: 6,5

Reinaldo – Teve espaço para atacar mas errou alguns lances fáceis. Chutou uma boa bola para a defesa do goleiro cruzmaltino. Pode fazer mais. Nota: 6,0

Tchê Tchê – Jogou na frente da zaga mas em muitos momentos foi visto na linha alta de marcação. Participação regular. Tomou amarelo e não participará da próxima partida do Tricolor, em Porto Alegre. Nota: 5,5

Igor Gomes – Se movimentou bastante, ofereceu jogadas mas oscilou muito entre um tempo e outro, como todo o time, dizendo bem a verdade. Está em processo de maturação. Nota: 6,0

Daniel Alves – A vontade de melhorar os companheiros é inegável. Apareceu bem em algumas assistências para a grande área, errou as bolas paradas que teve a sua disposição e também oscilou nos dois tempos. Nota: 6,5

Antony – Ao contrário do jogo diante do Ceará, jogou muito bem diante do Vasco. Mesmo assim acho que atua muito fora da área, buscando bolas no meio-campo. O gol foi importantíssimo para o Tricolor. Foi um dos que deu mais trabalho ao adversário. Nota: 9,0

Vitor Bueno – Outro que se movimenta bastante no esquema de três atacantes. Teve um bom primeiro tempo e uma segunda etapa mais fraca, acompanhando o declínio coletivo da equipe. Nota: 6,0

Pablo – Tá numa nhaca desgraçada, isso é verdade, mas em muitos momentos se ofereceu como a melhor opção e não recebeu a bola. Não é o cara para brigar com zagueiros e sim de avanço para a área, de preferência com um atacante ao seu lado, como nos tempos de Athletico. Nota: 5,0

 

Luan e Liziero – O Luan teve mais tempo e mostrou que pode também ser titular na frente da zaga (aliás é o meu preferido) e Liziero entrou no finalzinho. Nota: 6,0 (para Luan) e Liziero fica sem nota.

 

Fernando Diniz – O maior problema do São Paulo (dentro de campo, que fique claro) é a irregularidade durante as partidas. Não conseguimos ver o time atuar com qualidade em dois tempos. Nesta quinta, tivemos um bom primeiro tempo e uma segunda etapa sofrível. Culpa de departamento físico e médico? É bem provável mas a responsabilidade de manter a equipe acesa é do técnico. Nota: 5,5

 

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Diniz explica performance do São Paulo no empate contra o Ceará

Fernando Diniz falou após a partida em Fortaleza. O técnico Tricolor entende a insatisfação do torcedor mas atribuiu o resultado a desatenção da equipe faltando dez segundos para terminar o jogo. O treinador disse que o time deve suportar as críticas de forma coletiva e não individualmente.

 

“O Gol a gente não poderia ter tomado, faltando 10 segundos. Tínhamos jogadores que passaram da bola sem necessidade, acabou custando a vitória.” – resumiu ele, creditando o empate a desatenção coletiva que resultou no gol do Ceará no apagar das luzes.

 

O técnico Tricolor também explicou as substituições realizadas, dizendo que Liziero e Reinaldo pediram pra sair e que viu Antony visivelmente cansado perto de sua área técnica. Ninguém perguntou por que não trocar Antony por outro jogador veloz, de escape para a área.

 

Diniz explicou que o jogo de transição (defesa/ataque) interessava mais ao Ceará que ao São Paulo. “É difícil jogar aqui, só ver os últimos resultados deles. A gente tava tendo posse sem efetividade. e quando a gente conseguia romper a primeira linha e ir com a bola dominada, na transição, íamos bem. Conseguimos sair vencendo por 1 a 0, mas no segundo tempo tivemos chances claras e não fizemos. O Ceará foi pro ataque, estávamos bem na defesa, e não queríamos um jogo de transição, que interessava mais para eles.” – resumiu.

 

O técnico finalizou dizendo entender a insatisfação do torcedor. “A insatisfação do torcedor é normal, temos que nos concentrar para fazer o melhor. O time está vivo, agora é saber descansar pra conseguir uma vitória contra o Vasco em um jogo importante para nosso objetivo, a Libertadores.” – finalizou.

 

O São Paulo pega o Vasco da Gama na próxima quinta-feira, no Morumbi.

 

Citações retiradas do site Globoesporte.com

 

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OPINIÃO Ceará 1×1 São Paulo

Opinião da partida:

 

Mais um resultado com a chancela de time “amarelão” deste São Paulo da gestão Leco e direção Diniz. Mais um jogo com tempos desiguais e mais uma tortura medieval para quem estava acostumado a ver um clube imponente e glorioso. No primeiro tempo, de bom apenas a ótima jogada que resultou no lindo gol de Vitor Bueno. Na segunda etapa, um inexplicável recuo, além de duas preciosas chances de gol bisonhamente perdidas. Fernando Diniz demonstrou insatisfação na beira do campo mas foi ele que colocou Raniel e Hudson, travando ainda mais o São Paulo e fazendo com que o Ceará esmagasse o Tricolor na defesa. O técnico contribuiu decisivamente para o amargo empate, não sabendo sair de uma obviedade: os donos da casa explorando as bolas aéreas. Resultado foi mais que justo, em um jogo vergonhoso, de um segundo tempo bizarro e nenhuma explicação plausível para os dois pontos perdidos. Telê Santana revira mais uma vez no túmulo. Isso não é São Paulo!

 

Nota dos personagens em campo:

 

Tiago Volpi – Mais uma boa partida, sem culpa no gol. Nota: 7,0

Juanfran – Boa partida. Defendeu bem e na hora que precisou aparecer no ataque o fez, com um passe de primeira para o gol de Vitor Bueno. Nota: 6,5

Bruno Alves – A defesa se segurou até onde deu. Boa participação na partida mas o gol saiu no seu setor. Nota: 6,0

Arboleda – Um dos melhores do São Paulo na linha. Tirou tudo que pôde. Nota: 7,0

Reinaldo – Regular, não aguentou a partida toda. Nota: 5,5

Tchê Tchê – Se limitou a defender. Partida regular. Nota: 5,5

Liziero – Todos dizem que é craque, eu desconfio bastante. Nota: 5,5

Igor Gomes – Apareceu muito bem no lance do gol, clareando uma jogada quase perdida. Mas sumiu na segunda etapa. Nota: 6,0

Daniel Alves – Um ótimo primeiro tempo, servindo bem os companheiros. Na segunda etapa perdeu um gol feito ao tentar servir Liziero e caiu junto com a equipe. No lance do gol do Ceará, bastava ter segurado a bola no ataque. Nota: 5,5

Antony – Fraca apresentação. Também teve a chance de matar a jogada no caminho do gol e preferiu tocar a bola. Mesmo assim não deveria ter sido substituído. O São Paulo perdeu a válvula de escape. Nota: 5,0

Vitor Bueno – Autor do gol e um dos que mais mostram serviço na “era Diniz”. Pena que é muito pouco para um clube acostumado a tantas glórias e conquistas. Nota: 7,5

 

Raniel, Léo e Hudson – A entrada deles serviu para atrair ainda mais o Ceará. Nota: 4,5

 

Fernando Diniz – Me assustei com o que o São Paulo apresentou. Ou melhor, com o que não apresentou. Vi um “Celso Roth” no banco de reservas do Tricolor hoje, errando tudo que podia e atraindo o fraquíssimo Ceará até o justo empate. Quando chegou, prometeu um futebol para frente e hoje vimos foi um São Paulo mais acovardado que equipes do interior quando enfrentam grandes em estaduais. Esse “Dinismo” precisa ser revisto para 2020. O São Paulo não sai do lugar com ele. Não dá para o clube e seus dirigentes estarem satisfeitos com esse desempenho. Nota: 3,0

 

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