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Dupla olímpica treina e fica à disposição para o clássico. Quem deve jogar?

Os olímpicos Igor Gomes e Antony voltaram aos treinamentos no CT da Barra Funda e estão à disposição  para o clássico com o Corinthians, neste próximo sábado, no Morumbi.

 

Com o retorno dos dois, Fernando Diniz ganha reforço no elenco e possibilidades de melhorar o setor ofensivo, muito criticado após aproveitamento pífio nas primeiras cinco rodadas do estadual. Em boas condições físicas e com ritmo de jogo, ambos podem entrar na equipe diante dos alvi-negros.

 

Antony deverá ser titular no domingo. O atacante é o único com característica do drible entre todos os atacantes do elenco e deve voltar ao lado direito do ataque. Com Vitor Bueno no lado esquerdo, Pablo e Pato brigam pela vaga no comando do ataque.

 

Já Igor Gomes terá mais trabalho para entrar no meio-campo. Apesar de dar dinâmica e velocidade, seu companheiro de posição é o profeta Hernanes, que também está em boa forma, fazendo um bom início de ano. Hernanes já está adaptado ao time no início do ano, o que parece uma momentânea vantagem para iniciar como titular, mas Diniz tem três dias para optar pelo jovem ou pelo experiente atleta.

 

O meu palpite é que Antony começa titular com Pablo no comando de ataque (mais uma vez prestigiado pelo técnico) e Hernanes inicia o jogo como titular no meio-campo, com Dani Alves de segundo volante e Tchê Tchê de primeiro volante. Porém, acredito em Igor no segundo tempo e pegando a vaga durante a competição.

 

Diniz não revela a escalação até momentos antes do clássico, o que considero correto.

 

Quer iro com a família no jogo neste sábado? O Camarote B/Club Morumbi é o mais novo e exclusivo do estádio e oferece visão privilegiada. Você tem acesso a Loja Adidas no intervalo ou no final do jogo. Reserve seus ingressos aqui.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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OPINIÃO Santo André 2×1 São Paulo

O São Paulo experimentou o seu primeiro revés na noite deste último domingo, em Santo André. Em um Bruno José Daniel encharcado, a equipe não conseguiu superar os donos da casa e, mesmo com muitas chances criadas, saiu com sua primeira derrota em jogos oficiais da temporada.

 

Mais uma vez a arbitragem teve relação com o resultado. O primeiro gol, aos quatro minutos de jogo, teve participação de um atleta em impedimento, o que invalidaria o tento. Resultado: o Tricolor passou praticamente noventa minutos correndo atrás do resultado. O segundo gol dos mandantes veio com falhas na defesa. Fernando Diniz abriu bem a equipe e colocou atacantes para ir atrás do resultado. A equipe amassou o Santo André no segundo tempo e marcou com Dani Alves mas não conseguiu o que seria um juto empate ou até mesmo a virada.

 

A primeira derrota naturalmente já começou a dividir fortemente opiniões e no calor do resultado muita gente aponta a culpa para o técnico. Isso era esperado. Hoje, sou a favor da continuação do trabalho. Fernando Diniz está fazendo o São Paulo praticar um futebol ofensivo que me agrada e a equipe corresponde com volume de jogo e chances de gol. O problema é o mesmo do ano passado: a falta de eficiência no ataque. Falta ao Tricolor alguém que empurre a bola nas redes com frequência; o famoso matador. No caso deste último domingo, a chuva obrigou a equipe a levantar mais bolas na área, o que dificulta diante de uma defesa bem posta e atacantes sem a característica do jogo aéreo. Mais uma vez o goleiro adversário foi o nome do jogo.

 

O futebol ofensivo me agrada, vejo jogadas trabalhadas e sou a favor da continuidade do trabalho. Anos e anos de gestão ruim e não é trocando mais uma vez de técnico que a coisa resolverá como um passe de mágica. Mas é preciso corrigir a carência de gols com a maior urgência possível. O ataque “falsa cobra coral” do São Paulo prejudicará qualquer técnico. Quem sabe com a volta de Igor Gomes e Antony a artilharia ofensiva melhore, mas ainda há muito trabalho pela frente, principalmente de finalizações a gol.

 

Nota dos personagens em campo:

Tiago Volpi – Boa participação, evitando um resultado pior. Nota: 8,0

Juanfran – Apresentação abaixo da sua média. Nota: 5,0

Anderson Martins – Foi complicada a missão de substituir Bruno Alves. Não teve participação direta nos gola mas a condição de reserva no Tricolor neste momento é justa. Substituído no intervalo para que o time fosse mais ofensivo. Nota: 5,0

Arboleda – Falhou no primeiro e segundo gol. Para apagar do currículo. Nota: 4,0

Reinaldo – Outro que fez má apresentação. Não começa bem a temporada. Nota: 4,0

Tchê Tchê – Cumpriu o dever com regularidade. Nota: 6,0

Hernanes – Participou bem da partida e teve duas chances desperdiçadas para marcar. Há algo que eu ainda não sei que faz com que ainda não seja aquele “Profeta” conhecido pelo torcedor. Nota: 6,0

Daniel Alves – O melhor da equipe nesta partida. Saindo para o jogo e com visão para iniciar as jogadas da equipe, distribui bem melhor a bola que no meio-campo ofensivo. O gol Tricolor foi dele.  Nota: 8,5

Pato – Se movimentou bastante mas não balançou as redes, algo que o São Paulo necessita com urgência em 2020. Nota: 5,0

Vitor Bueno – Idem a Pato. Muita movimentação e pouca eficiência. Perdeu um gol incrível, daqueles que não se pode perder. Nota: 4,5

Pablo – Tá devendo. Camisa nove tem que fazer gol. Tem que fazer gol! Nota: 4,0

 

Brenner – Nada a acrescentar no segundo tempo. Nota: 5,0

Everton – Idem a Brenner, nada a acrescentar. Nota: 5,0

Igor Vinícius – Não foi o esperado “escape” pela direita. Nota: 5,0

 

Fernando Diniz – Mais uma partida bem jogada e sem a eficiência no ataque que prejudica a avaliação do torcedor em cima do seu trabalho. Eu já fui a favor de sua saída no fim do ano passado mas vejo que o problema do São Paulo estéril nas redes não é de um técnico. É preciso capricho nas finalizações para que essa equipe corresponda o volume de jogo e as chances que vem criando. Nota: 6,5

 

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Nova linha Adidas: enfim a marca ‘estreou’ no São Paulo Futebol Clube!

O São Paulo já treina e viaja com o novo material de treino e viagem que a Adidas, fornecedora oficial do clube, preparou para a temporada 2020/2021. São uniformes, agasalhos e jaquetas que farão parte do dia a dia dos jogadores do clube.

 

Tive a oportunidade de ver, tocar e experimentar o produto na loja da Adidas do estádio do Morumbi na última segunda-feira, após a partida diante do Novorizontino. Depois da experiência visual e sensorial posso dizer que finalmente a marca ‘estreou’ no Tricolor. Não que o material anterior fosse ruim, mas deu para perceber que os novos produtos vem com um acabamento superior e alinhado com a torcida.

 

Com tempo para fazer, a marca acertou em todos os modelos pela “simplicidade sofisticada” (o famoso clean), cores básicas do clube (branca e vermelha) e o escudo original aplicado. Não é à toa que as lojas licenciadas São Paulo Mania estão experimentando ótima aceitação e venda. A Adidas fugiu da ousadia um tanto quanto agressiva a alguns e apostou (com sucesso) na entrega de um material que o torcedor esperava há tempos.

 

O que mais gostei? A polo vermelha é espetacular e a jaqueta (também vermelha) de frio intenso também é bem bacana. Porém, não tenho como criticar nenhum produto. Todos estão de muito bom gosto. Veja algumas imagens aleatórias do material novo:

 

 

Agora, uma boa notícia para quem mora fora da capital. Algumas lojas São Paulo Mania entregam via Correio qualquer tipo de pedido. Vale reservar por lá pois, além de licenciadas e confiáveis, podem atender até melhor que as lojas virtuais. Separei o Instagram de cada uma para você escolher a mais adequada a você.

 

Onde comprar:

São Paulo Mania Tatuapé
Aceitam encomenda BR e entregam via Correios.

São Paulo Mania Alpha Shopping
Aceitam encomenda BR e entregam via Correios.

São Paulo Mania – SP Market
Aceitam encomenda BR e entregam via Correios.

São Paulo Mania – Shopping Ibirapuera
Aceitam encomenda BR e entregam via Correios.

São Paulo Mania – Guarulhos
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OPINIÃO São Paulo 1×1 Novorizontino

O São Paulo experimentou o seu segundo empate no Campeonato Paulista. O primeiro dentro do Morumbi. Em um jogo no mínimo “atípico”, a equipe não conseguiu superar a retranca do Novorizontino e soma oito pontos na primeira fase da competição.

 

Foi um absurdo o que se viu no Cícero Pompeu de Toledo. Quase trinta chances, dois gols absolutamente legais invalidados, dois pênaltis não assinalados, aliados a ironia e risadinhas do jovem árbitro Flávio Roberto Mineiro Ribeiro, que ao tentar impor experiência, se perdeu totalmente em campo. Soma-se ao jogo mais de trinta chances perdidas, bola no travessão e muita pressão Tricolor. Não costumo falar de arbitragem em minhas análises mas não tem como aliar o empate a atuação do Trio. Essa é a real importância do VAR, para aqueles que ainda teimam em deixar a bola rolando apenas na consciência de uma pessoa, que pode estar má intencionada.

 

Não me preocupo com o empate. O São Paulo irá se classificar e deve crescer na competição estadual. Mas também não dá para dissociar o resultado com a falta de pontaria dos atacantes Tricolores. O time continua uma “falsa cobra coral”: morde bastante mas sem o letal veneno das bola na rede. Me preocupa bastante essa esterilidade para a continuação da temporada, principalmente nas fases finais de mata-matas. Com juiz, sem juiz, com bola na trave, sem bola na trave, com chuva, com sol, com neve, com terremoto, com Corona Vírus… tem que ganhar de qualquer jeito de um mexido Novorizontino no Morumbi. E ganhar bem.

 

Apesar da falta de pontaria, quem foi ao Morumbi viu uma boa apresentação. Agora a equipe irá a Santo André enfrentar os donos da casa, desta vez, TALVEZ com mais campo para jogar. Seguimos a toada, sem deixar de protestar contra essa péssima jovem arbitragem que nos prejudicou sensivelmente no Morumbi.

 

Nota dos personagens em campo:

 

Flávio Roberto Mineiro Ribeiro – É o personagem principal da partida e merece ser o primeiro na avaliação. Prefiro acreditar que o desastre provocado pelo seu jocoso apito seja por falta de experiência e desejo melhoras na profissão, caso contrário não durará mais de seis meses no futebol. Nota ZERO!

Tiago Volpi – Quase nenhuma participação. Sem culpa no gol. Nota: 6,5

Juanfran – Início do lance do gol foi em cima dele. Regular. Nota: 6,0

Bruno Alves – Regularidade é sua marca. Chute do gol no seu setor. Nota: 6,0

Arboleda – Boa apresentação, rebatendo e saindo para o jogo. Nota: 6,5

Reinaldo – Apesar da bola no travessão, continua em ritmo lento. Nota: 5,5

Tchê Tchê – A posição dele é essa, primeiro volante, na saída de bola. Nota: 7,5

Hernanes – Trabalhou bem no meio-campo, sem brilho. Nota: 6,5

Daniel Alves – Boa partida, desta vez, também sem um brilho decisivo. Nota: 6,5

Pato – Dois gols legais invalidados e muita luta. Foi bem novamente. Nota: 8,0

Vitor Bueno – Apresentação regular, com alguns bons chutes. Nota: 6,0

Pablo – Mais uma vez participativo, mas a bola tem que entrar. Nota: 6,0

 

Brenner – Decisivo. O detalhe foi a sua ‘excessiva alegria’, contrastada com a pressa de Dani Alves em querer colocar a bola no meio-campo após o gol. Tomou um amarelo por tirar a camisa. Tomara que o gol seja um recomeço no Tricolor. Nota DEZ!

Toró – Entrou, errou passes e perdeu chances de contra-ataque. Nota: 5,5

Everton – Muito pouco tempo. Sem nota.

 

Fernando Diniz – O time jogou em cima do adversário, dominou as ações e claramente só não ganhou pela péssima jornada da arbitragem. Mas a nota é a falta de pontaria do Tricolor e os espaços cedidos para os contra-ataques do adversário. Nota: 7,0

 

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OPINIÃO Ferroviária 1×2 São Paulo

Boa partida e ótimo resultado para o Tricolor no Campeonato Paulista. Diante de uma forte Ferroviária (em seus domínios), o time correspondeu e trouxe três preciosos pontos para casa. A vitória dá tranquilidade para a sequência do trabalho.

 

Gostei da movimentação e principalmente da vontade coletiva. O São Paulo mereceu a vitória desde o primeiro minuto. Jogou no campo do adversário, dominando as ações e só pecou nas finalizações. A troca de posição entre Pato, Pablo e Vitor Bueno foi uma ótima surpresa, mostrando que o time não precisa ter jogadores fixos na frente. Pablo não é centroavante típico e Vitor Bueno transita muito bem pelo meio. Falando no meio-campo, ele funcionou bem e a defesa novamente foi segura, salvo um ou outro lance como o do gol. Só achei os laterais pouco participativos. Juanfran e Reinaldo não fizeram uma boa partida, na minha visão.

 

Uma pena Pato não ter feito o gol. Jogou concentrado e por todos os lados do setor ofensivo. Apesar de ser início de temporada, a troca de posições dos atacantes nesta partida foi bem realizada e pode ser a chave para os gols desta equipe.

 

Com o tempo a coisa pode melhorar.

 

Nota dos personagens em campo:

 

Tiago Volpi – Sem culpa no gol. Nota: 7,0!

Juanfran – Não gostei da atuação nesta partida. O jovem Igor Vinicius poderia ter entrado no intervalo. Diniz preferiu optar pela segurança defensiva do espanhol. Nota: 4,5

Bruno Alves – Tranquilidade e regularidade na zaga. Nota: 7,0

Arboleda – Gol importantíssimo. É querido pelo grupo. Nota: DEZ!

Reinaldo – Também não gostei do trabalho dele neste jogo. Nota: 4,5

Tchê Tchê – Bom trabalho na saída de bola. Nota: 6,5

Hernanes – O golaço lembrou o grande Profeta de anos atrás. Participou do segundo gol e mostra que pode ser importante no ano. Nota: DEZ!

Daniel Alves – Dá boa dinâmica ao meio-campo mas peca nos excessos de capricho (ou firulas) que poderiam ser evitados com um toque mais simples e direto. Nota: 6,5

Pato – Jogou por todos os lados no ataque, chutou a gol e mostrou que quer ser titular. Só faltou o gol.. Nota: 8,0

Vitor Bueno – Abaixo do que pode render. Nota: 5,5

Pablo – Participativo, arriscou chutes e inverteu bastante de posição, dando mais mobilidade ao ataque. . Nota: 7,5

 

Everton, Luan e Toró – Pouca tempo. Sem nota.

 

Fernando Diniz – Gostei da movimentação, sobretudo a troca de posição no ataque. Méritos do São Paulo que venceu uma equipe encardida em seu campo. A Ferroviária não perdia dos grandes de SP desde que subiu para a série A do Paulista, em 2016. Nota: 8,0

 

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