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Raí e Ricardo Rocha são a mais pura história Tricolor. Que venha Lugano!

O São Paulo divulgou cenas do primeiro dia de trabalho do elenco no CT da Barra Funda. A equipe se reapresentou na última quarta-feira e inicia os trabalhos visando inicialmente o Campeonato Paulista, Copa do Brasil e Sul-Americana 2018.

 

Nas imagens da reapresentação, divulgadas pela TV do clube, o destaque foi o primeiro discurso de Ricardo Rocha, novo coordenador técnico de futebol. “É título que marca. (sic) Pensamento negativo nunca vai dar. Vamos ser campeão (sic)” – disse ele aos jogadores, entre outras palavras motivacionais. Leco (o primeiro a discursar), Raí e Dorival Junior completaram o dia mais voltado a palestras.

 

Tenho plena confiança na dupla que toca a parte operacional do nosso futebol. Nem é preciso dizer o quanto Raí foi importante na história do clube porém é sempre salutar destacar que ele também está muito a par do cenário estrutural atual, já que participou ativamente do Conselho de Administração, órgão criado no ano passado para direcionar e fiscalizar os rumos das gestões presidenciais. Já Ricardo Rocha, este foi um dos maiores zagueiros que eu vi vestir a camisa do Tricolor. O tipo do cara que a gente ia ao Morumbi assistir jogar. Muita classe e técnica no desarme, sempre com lealdade. Para o leitor mais novo entender, ele foi o “Miranda da década de oitenta/noventa” do Tricolor.

 

Para completar um trio vencedor desde os anos noventa, só falta Lugano definir se aceita ou não a proposta para trabalhar na gerência de futebol do clube. O ex-zagueiro do tricampeonato da Libertadores e mundial alega receio de arranhar sua história com a falta de experiência no cargo mas, segundo o que saiu até agora na imprensa, está próximo de aceitar o pedido Tricolor. Caso o uruguaio aceite, que clube brasileiro teria um trio tão consagrado como esse gerindo o seu futebol? Desafio você a dizer um.

 

O Campeonato Paulista se inicia no dia 17 de janeiro e o São Paulo deverá estrear com um time misto. O primeiro jogo da Copa do Brasil contra o Madureira será no dia 31 de janeiro, provavelmente em Londrina e, por fim, o primeiro jogo da Sul-Americana acontecerá dia 12 de abril, na cidade de Rosario.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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O mesmo São Paulo de 2017 se reapresenta em 2018. Veja prós e contras:

O elenco profissional do São Paulo se reapresentou na manhã desta quarta-feira com cara de “volta as aulas”. Sob nova direção (Raí, Ricardo Rocha e provavelmente Lugano), boa parte dos atletas registrou a chegada no CT da Barra Funda em suas redes sociais. Os dois primeiros dias de atividades acontecerão sem a participação da imprensa.

 

Por enquanto é o mesmo São Paulo que encerrou 2017, a princípio com os reforços do goleiro Jean, contratado junto ao Bahia, Hudson que voltou do Cruzeiro e Reinaldo, que voltou de empréstimo junto a Chapecoense. Após participar da reconstrução do elenco de Santa Catarina, o lateral esquerdo se valorizou bastante no mercado e a tendência é começar o ano como titular, no lugar de Edimar.

 

O lado bom de começar o ano com o mesmo time do final do ano passado é que o São Paulo do segundo semestre de 2017 terminou bem o ano, apesar da não conquista da vaga na Libertadores, um dos objetivos do clube no ano. Foi a quinta melhor equipe do returno no Brasileirão do ano passado. Atletas como Pratto e Hernanes no momento trabalharão normalmente com o clube, ao lado de Jucilei, contratado em definitivo. Além deles, o trio da base Marquinhos Cipriano, Gabriel Sara e Caíque treinará com o elenco profissional no começo do ano a pedido de Dorival Junior.

 

O lado ruim é que, apesar dos esforços no final do ano, alguns pontos fracos da equipe ainda não foram solucionados. O São Paulo precisa fazer muito mais gols em 2018 que em 2017 e ainda continua muito dependente da criação de Cueva (foto). O peruano, como todos sabem, tem bastante talento mas “joga quando quer”, uma temeridade em um ano de Copa do Mundo, em absoluto porque a seleção do Peru participará do torneio após muitos anos sem conseguir vaga e Cueva é no momento sua principal estrela.

 

O trabalho de Raí está apenas começando e confio muito no eterno camisa dez. O clube ainda espera fechar com ao menos um novo reforço nesta semana. Os atacantes Diego Souza, Marinho, Gabigol e o meia-atacante Gustavo Scarpa ainda estão na pauta Tricolor. O São Paulo estréia no Campeonato Paulista no dia 17 de janeiro, diante do São Bento, em Sorocaba.

 

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Black Mirror Tricolor: o ainda obscuro futuro do elenco em 2018

O São Paulo inicia o ano de 2018 com algumas promessas e muitas incertezas aos olhos de seu torcedor. O clube, que experimenta um longo jejum de títulos (desde 2012 não levanta um caneco) tenta resgatar sua identidade e equilibrar as pesadas contas, mas ainda tropeça nos próprios erros do passado.

 

O futuro Tricolor no ano por enquanto é tão incerto quanto a mensagem da espetacular série britânica Black Mirror. Criada por Charlie Brooker e centrada em temas obscuros e satíricos que examinam a degradação da sociedade moderna, ela está em sua quarta temporada e é um dos maiores sucessos da Netflix. Cada capítulo é uma história com começo, meio e fim e em muitos deles, o foco são personagens totalmente fragilizados pela chegada e uso de novas tecnologias.

 

O paralelo com o São Paulo Futebol Clube é bem oportuno. De esperançoso, temos a chegada de um novo diretor com perfil vencedor e um auxiliar com as mesmas características. Raí e Ricardo Rocha (e, quem sabe Lugano) tem tudo para dar certo no Tricolor se puderem desenvolver um trabalho de longo prazo, independente da política do clube.

 

Por outro lado, o torcedor já convive com a expectativa da saída de jogadores da espinha dorsal criada no segundo semestre do ano passado, principalmente Lucas Pratto e Hernanes. O profeta tem uma cláusula que obriga o São Paulo a liberar o jogador para retorno a China, caso o Hebei Fortune solicite. Já Pratto, que na minha opinião foi vilão e vítima no ataque do ano passado, é fortemente assediado pelo argentino River Plate, inclusive com boas possibilidades de deixar o clube neste início de ano.

 

Leco, o presidente de discurso fácil e que se gaba por ser um torcedor apaixonado pelo clube, não pode permitir que jogadores tão importantes assim saiam do Tricolor. Manter o time que foi bem no segundo semestre do ano passado, principalmente sob a batuta do Profeta, reforçando as posições carentes, é obrigação de todos que pretendem ser mandatários de um clube tão grande como o nosso. Não basta trazer um time de vencedores para organizar o futebol. É preciso dar um elenco a eles.

 

Jogadores como Hudson, Reinaldo e Maidana fortalecem o elenco. A chegada de novas peças como Jean e Diego Souza (se vier) também, além de olhar com cuidado para a base. Porém, manter os principais jogadores do elenco do ano passado, para mim, é ponto fundamental para que o futuro do São Paulo não seja a repetição dos últimos anos, como um “loop” digno de Black Mirror.

 

O resgate da identidade Tricolor depende da manutenção dos grandes atletas.

 

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Morato, Maicosuel e Brenner correrão em busca da titularidade em 2018!

O São Paulo corre atrás de atacantes para a nova temporada. Sem Marcinho, Denílson e Gilberto, dispensados, o clube espera fechar com um ou dois nomes em condições de vestir a camisa em 2018. Porém, no elenco Tricolor, três jogadores com situações distintas estarão atrás de oportunidades reais na equipe titular. São eles: Morato, Maicosuel e Brenner.

 

Andrew Eric Feitosa, mais conhecido como Morato por vir da cidade de Francisco Morato, é uma das esperanças de raça no ataque. Revelado na própria base Tricolor e destaque do Ituano no Paulistão 2017, o jogador teve interrompida a trajetória no clube justamente no momento que teve oportunidade real, ao lado de Lucas Pratto. Morato disputou apenas “meia” partida pelo clube neste ano, atuando na vitória contra o Cruzeiro na segunda partida da Copa do Brasil. O jogador agradou o torcedor pela raça destacada na encarada dada em Rafael Sóbis durante o confronto. Recuperado de uma lesão grave no joelho, ele promete dar duro para recuperar o tempo perdido.

 

Recuperar o tempo perdido também faz parte do vocabulário do meia atacante Maicosuel. Contratado junto ao Atlético MG, o jogador conviveu com muitas lesões e não conseguiu se firmar no ataque em 2017. Entretanto, foi dele um dos gols mais importantes no ano, o da virada em cima do Atlético PR em um momento delicado do campeonato para o Tricolor. Maicosuel ainda fala em dívida com o São Paulo e treina nas férias para voltar em condições plenas de jogo na temporada 2018.

 

Por fim, o jovem Brenner é uma das maiores esperanças do Tricolor. Dono de um faro de gol fora da curva e muitos títulos conquistados com as equipes de base, o jogador subiu para o profissional ainda com Rogério Ceni e cada vez mais ganha massa muscular e confiança nos treinos entre os titulares. De contrato reformado, ele está pronto para o grande desafio de 2018: se firmar na equipe titular do São Paulo e ser ídolo da torcida, tal qual Lucas Moura. Prestes a completar 18 anos em janeiro, Brenner ainda poderá jogar a Libertadores Sub-20 pelo Tricolor

 

Qual deles você acha que terá mais chances de ser titular em 2018?

 

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Dinheiro da venda de Buffarini não paga nem 15 dias de folha salarial

Buffarini acertou sua saída do São Paulo nesta semana. O lateral será vendido para o Boca Juniors e jogará a próxima Libertadores pelo clube argentino. De acordo com os repórteres do canal TyCsports, o Boca pagará U$ 1,5 milhões por 80% dos direitos do atleta, que assinará por três temporadas com o clube.

 

O primeiro reforço de Guillermo Schelotto para a temporada foi um fiasco no Tricolor. Contratado aos “45 minutos do segundo tempo” por Gustavo Vieira de Oliveira a pedido de Edgardo Bauza, o lateral correu risco de não jogar devido ao fechamento da janela de transferências. Na realidade, não jogou: Buffa alternou momentos bizarros em sua passagem com a camisa mais pesada do Brasil a ponto de, nos últimos jogos deste ano, ser preterido até pelos improvisados Militão e Araruna.

 

O lateral, campeão da Libertadores 2014, havia sido adquirido pelo Tricolor junto ao San Lorenzo por U$ 1,8 milhões e não deixará saudades. O valor arrecadado com a venda de Buffarini (cerca de 4,9 milhões de reais) é quase o mesmo que foi gasto pelo São Paulo em sua aquisição mas não paga nem quinze dias de folha salarial do elenco, estimada em inacreditáveis dez milhões de reais por mês. Em compensação, o Tricolor deixa de arcar com os altos salários que o jogador recebia sem ser titular, algo em torno de um milhão de dólares por ano.

 

A lateral direita tem sido a asa negra dos últimos anos no elenco Tricolor e mais uma vez é prioridade de contratação. Para a vaga de Buffarini, o São Paulo corre atrás do lateral Victor Ferraz, do Santos.

 

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