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Confira novidades na numeração de alguns atletas do elenco Tricolor

Nação do Maior do Mundo;

 

Algumas novidades entre a numeração das camisas do São Paulo para esta temporada.

 

Cueva é o novo camisa 10. O peruano herdou o número de PH Ganso e em 2017 jogará com a camisa que já foi de Pedro Rocha e Raí. Sidão ficou com a 12, que era de Calleri. Neílton herdou a camisa 7 que era de Michel Bastos.

 

Cícero é o novo 8, Shaylon é 30, Lucão é 4, Wellington é 6, Neres é 14 (pode mudar), Buffa é 18, Junior é 16, Lucas Fernandes é 20 e Wellington Nem ficou com a 21. A camisa 9 permaneceu com Chavez, Wesley ficou com a 11 e Breno ficou é o novo dono da 33. Me parece que estas são as modificações mais importantes dentro deste universo.

 

Colaborador: Daniel Campos

 

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Negociação avança e SPFC e Rodrigo Caio encaminham novo contrato

Nação do Maior do Mundo;

 

Se o torcedor ficou frustrado com a inesperada saída do meia João Schmidt do São Paulo (ele está de fato de malas prontas para a Itália), pode ter bons motivos para se animar com a negociação envolvendo Rodrigo Caio.

 

Informação quentinha direto dos Estados Unidos: o zagueiro, incorporado ao elenco na Flórida, está ‘de bem’ com o Tricolor e o clube encaminhará a ampliação de seu contrato, com adequação de prazo e salário compatível a sua realidade. Rodrigo, atualmente o atleta mais valorizado que o clube tem para o mercado exterior, poderá continuar como capitão do time. Boa notícia para quem é cria de Cotia.

 

Como qualquer jogador da base, Rodrigo Caio teve que atravessar inevitáveis obstáculos até ser reconhecido pela torcida como atleta profissional de ponta. Passou por zagas-peneira e até a dúvida entre ser ‘beque ou volante’, até atingir a maturidade no clube, inclusive com o melhor desempenho individual nas Olimpíadas de 2016 e a medalha de ouro no peito. Hoje, ao lado de Maicon, forma uma zaga de confiança, unindo juventude e experiência.

 

E uma boa zaga é alicerce obrigatório para todo time que almeja ser campeão.

 

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Três motivos para acreditar que 2017 será diferente de todos os outros

Nação do Maior do Mundo;

 

O São Paulo de 2017 será bem diferente de todos os demais anos de sua história.

 

Não é papo de primeiro de janeiro. É fato. Inevitavelmente, o clube terá um ano muito peculiar e precisará conduzir muito bem as novidades que vem por aí para que não se perca nas transformações.

 

O Novo Estatuto, que estará em vigor em abril (juntamente com as eleições para o novo presidente) foi concebido em longos meses e iniciará um caminho sem volta para um clube que passou boa parte dos seus anos muito bem sucedido sob o regime amador. O futebol mudou, os clubes brasileiros estão evoluindo e o São Paulo precisou se adaptar, começar com a adesão ao Profut, a descentralização do poder do presidente e a extinção dos cargos nomeados, aqueles que qualquer pessoa pode exercer, desde que ela seja aliada ou ‘combinada’. Resumidamente: mais especialização e menos política. O grande desafio será fazer essa nova roda girar, principalmente encontrando consultores profissionais de confiança, isenção, competência e ao mesmo tempo disponibilidade para ingressar no conselho administrativo, que terá elementos vitalícios e viciados na política de clube. Quem quer que seja o novo presidente em abril, a gestão será acompanhada por este futuro conselho administrativo, que terá três consultores isentos entre nove membros. Um passo em falso e os abutres voltarão com seus dedos. “Eu avisei, vamos voltar ao que éramos antes”. Todo cuidado é pouco.

 

Dentro de campo a novidade é Rogério Ceni. O novo treinador do São Paulo é uma doce incógnita, escolhida a dedo para fazer com que 2017 seja realmente peculiar. Rogério vem com gás, novos métodos, experiência de anos e anos nos gramados e a plena confiança do torcedor. Com ele, o jogador que não se dedicar sabe que será massacrado publicamente pela opinião mais voraz do futebol, a de quem paga o ingresso. Isso porque Rogério será o último a ser poupado, pelo menos nos seus primeiros doze primeiros meses.

 

Por último, mais uma grande quebra de paradigma. A Base Tricolor obrigatoriamente mais presente. Cotia é linda, mas não dá tanto resultado quanto o torcedor espera. Isso pode mudar. Em 2017 veremos um São Paulo com muitas caras literalmente novas nos treinamentos e rachões da Barra Funda. Isso porque a nova medida de subir todos os atletas acima de 20 anos entrou em vigor neste ano. Para que isso acontecesse, no ano passado o clube reformou todos os contratos dos seus jovens. O trabalho ‘invisível’ e brilhante do futebol do São Paulo em 2016 fez com que praticamente todos os atletas de 20 anos para baixo fossem agora de propriedade econômica predominante ou total do clube. A pergunta a ser respondida neste ano é: “os jovens, antes inibidos com a vinda de contratações de fora agora inibirão os reforços?” Ainda é cedo para avaliar se será bom ou ruim em questão de glórias e títulos para o torcedor, mas sem dúvida a novidade mexerá muito com a estrutura de transição Cotia/Barra Funda.

 

São novidades para lá de inéditas para um clube que sempre se caracterizou por ser fechado, de regime quase militar. Veremos como Cotia se sairá, assim como a implementação do novo estatuto e o trabalho do novo velho conhecido do torcedor brasileiro. Porém, a mudança é tão certa como a célebre canção de Lulu Santos: “nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia”. 

 

Um bom 2017 para todos nós.

 

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Saiba o que o SPFC ainda procura para fechar o elenco no início de 2017

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De acordo com a imprensa esportiva, o Tricolor ainda está atrás de duas peças protagonistas para o elenco que iniciará 2017: um volante com características defensivas e um atacante de área com faro de gol.

 

O atacante de área pretendido no meio deste ano era Lucas Pratto. Segundo informações que obtive, o São Paulo chegou a acertar salários com o jogador após a Libertadores mas Daniel Nepomuceno, presidente do Atlético MG, brecou a negociação. Disse a Leco que a saída do argentino poderia desencadear um conflito com a torcida do Galo, recém eliminado da competição pelo próprio São Paulo. Hoje, valorizado e com seleção na bagagem, Pratto é praticamente inviável. Ricardo Oliveira também não foi liberado pelo Santos. Nomes como Nilmar e Ricardo Goulart foram sondados mas pelo visto há muita dificuldade de repatriação e Calleri deve permanecer na Europa. O paraguaio Colmán ainda está em pauta mas não duvido nada se vier alguma surpresa pesada até o início do Paulista. O clube pretende investir boa parte do que tem previsto no orçamento do futebol com esta posição.

 

O volante que o clube procura deve ter características defensivas e ser de preferência alto, segundo Ceni. O Tricolor mandou propostas para Felipe Melo (confirmada pelo jogador ao seu agente), Jucilei e também cogita nomes mais viáveis financeiramente, como Arouca (Palmeiras) ou Edson (Fluminense).

 

O fato é que o Tricolor subirá os garotos de 20 anos para cima (que não podem participar mais dos torneios de base) e deve fechar o grupo que irá para os Estados Unidos sem essas duas posições pretendidas. Rogério rodará muitos jogadores durante os amistosos preparativos da Florida Cup. O clube não considera o torneio algo importante em termos de conquista, por isso usará os jogos para que o treinador tenha mais oportunidade de testar melhor os atletas e variações táticas.

 

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Necessidade pode fazer meia da base ter a mesma trajetória de Kaká

Nação do Maior do Mundo;

 

O São Paulo não deve contratar um camisa dez para o primeiro semestre de 2017.

 

Com poucas e difíceis opções no mercado brasileiro e sul-americano, Rogério Ceni deverá a princípio subir o jovem meia Shaylon para o profissional, inclusive, levando-o com o elenco para os Estados Unidos.

 

Não era essa a previsão inicial do clube. O jovem catarinense de 19 anos, comprado recentemente pelo Tricolor junto a Chapecoense, seria uma das estrelas do São Paulo na Taça São Paulo Futebol Junior. A necessidade de subir o garoto casa com uma boa oportunidade, já que Jean Carlos, contratado junto ao Vila Nova e sem evolução nos treinos, será liberado para o Goiás e Lucas Fernandes está em fase final de recuperação de lesão e ficará no Brasil.

 

Kaká (que levava o nome Cacá no início de sua carreira), teve uma trajetória parecida. O meia era reserva do sub20 (o titular era Harrison) e, por uma questão de necessidade, teve a oportunidade de subir no início de 2001 e despontar após três jogos, sendo peça fundamental na conquista do torneio Rio-São Paulo da época. Longe das comparações entre jogadores, até porque Kaká foi mais veloz e vertical no início da carreira, mas Shaylon pode traçar o mesmo destino. O meia tem uma ótima visão de jogo, facilidade na armação e finalização.

 

Rogério deverá definir nesta sexta os nomes dos atletas que estarão na Flórida para a pré-temporada do Tricolor, na IMG Academy Pro & Team Training, a casa do clube em janeiro. David Neres está fora da lista. Enquanto isso o clube se dedica a aquisição de um atacante de área e um volante de contenção.

 

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