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Eufóricos, são-paulinos “invadem” mural das redes sociais da Adidas!

A euforia pelo anúncio da gigante Adidas de volta ao Tricolor após dezenove anos é grande. Assim que o anúncio foi feito em nota oficial pelo São Paulo, uma multidão de torcedores “invadiu” as redes sociais da marca para dar boas vindas.

 

Veja alguns comentários no último post da Adidas no seu instagram.

 

“Invada” você também as redes Facebook e Instagram da Adidas.

 

O Globoesporte.com divulgou que o São Paulo receberá entre 20% e 25% de royalties por cada peça vendida pela Adidas com a marca do clube. Esse valor é um dos mais altos do mercado brasileiro, senão o maior. Tudo indica que, com a força da marca e o entusiasmo do torcedor pela mudança, o clube espera arrecadar mais em royalties que com os valores de patrocínio.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Bem-vinda, ADIDAS!

A Adidas será a nova fornecedora de material esportivo do São Paulo.

 

Ela substituirá a Under Armour, que ficou entre os períodos de 2015 e 2018, findando o fornecimento em meados de junho deste ano. A Under Armour e a Topper concorriam pela conta, com vantagem da marca americana. A Adidas entrou no páreo “no último minuto” e, segundo fontes que conversei, ganhou o Tricolor pela força internacional e grande aderência junto ao público consumidor, o torcedor do São Paulo.

 

Os valores do acordo não foram revelados, tampouco a data de início das operações da marca alemã. Segundo o site oficial do clube, o acordo agora percorrerá instâncias internas do Conselho de Administração e o Conselho Deliberativo e depois será documentado e validado de vez.

 

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Seria a hora e a vez do São Paulo pensar em Vanderley Luxemburgo?

Certo ou errado, bem ou mal, possível ou não, o fato é que existe um desejo de parte da torcida do São Paulo em contar com os serviços de Vanderley Luxemburgo no clube.

 

Não falo somente da organizada, que foi de Itu até a Barra Funda protestar e pedir o ‘veterano técnico’ nos portões do CT. Muitos torcedores das arquibancadas, redes sociais, grupos de whatsapp e até um ídolo do clube, o ex-atacante França, cogitam a vinda do treinador com a esperança que ele reviva seus momentos de glórias de vinte anos atrás.

 

Luxemburgo foi um dos maiores técnicos do futebol brasileiro dos últimos anos e, para mim, entra no hall de grandes como Felipão, Muricy, Parreira e agora Tite. Apareceu para o Brasil com a conquista do campeonato paulista de 1990 pelo Bragantino, teve momentos espetaculares com o Palmeiras/Parmalat entre 1993 e 1995, quando tirou o alvi-verde de um longo jejum e chegou a treinar o galático Real Madrid de 2005. Mas caiu vertiginosamente na carreira, com poucos títulos e glórias nos últimos dez anos. Sua passagem pelo Sport em 2017 foi desastrosa: pegou um clube em quinto lugar e foi demitido com o Leão na beira do rebaixamento. Além do mais, para ‘alegria’ do são-paulino, indicou Wesley ao clube pernambucano.

 

Entendo que apostar em Luxemburgo é neste momento apostar em um grande risco para o São Paulo, mesmo com um contrato de produtividade ou baixo custo. Apesar do extenso currículo e das boas entrevistas (a última do Bola da Vez da ESPN foi bem interessante) a margem de erro é imensa e precisa ser considerada em qualquer possível decisão. Luxemburgo é aquela memória afetiva que temos de vinte anos atrás, como a volta de velhos ídolos com a esperança que eles reeditem o sucesso que fizeram no passado e o são-paulino, por memória, gratidão e carência, é o mais típico saudosista do futebol brasileiro.

 

O ídolo França definiu a situação em seu Twitter. “São Paulo e Luxemburgo: um precisa do outro.” Será mesmo que uma instituição tão grande como o Tricolor precisa recorrer tantas vezes a um glorioso passado que atualmente não se encaixa no futebol atual? Fica a pergunta aos leitores.

 

O debate está aberto.

 

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É ou não é um camisa nove?

A entrega da camisa número nove para Diego Souza em sua apresentação no São Paulo me deixou apreensivo na época. Não pela capacidade do jogador em se adaptar a posição de  mas sim pela cobrança de todo e qualquer torcedor por aquilo que todo o autor deste número precisa fazer: gols.

 

O post do anúncio de Diego Souza foi o de maior audiência no Blog São Paulo Sempre desde a sua criação, em outubro de 2016. O jogador, que iniciou sua carreira como segundo volante, foi avançando as linhas devido a facilidade de arremate até terminar 2017 cogitado por Tite como suplente de Gabriel Jesus para a Copa do Mundo 2018. Porém, nunca foi centroavante em nenhum clube que atuou.

 

“Gosto de fazer gols, normal, mas não estabeleço uma meta. Também quero ajudar com assistências e gols. Não estou preocupado em jogar de 9, 10 ou pelo lado. Quero jogar e estar bem ajudando da melhor maneira.” – disse Diego Souza em sua chegada no site oficial do clube.

 

Porém, o momento é outro. Dorival, em sua entrevista após o jogo contra o Bragantino, cogitou (ironicamente ou não) mudar o número da camisa de Diego para tirar o peso de ser o homem-gol das costas do jogador. Dorival pensa num atacante flutuante, que não fica preso a consagrada função de Serginho Chulapa, Careca ou Luis Fabiano. Será que isso não poderia ter sido evitado desde a sua apresentação?

 

O número nove não é uma simples número no futebol. Ele é referência de gols, comemorações e artilharia em um país que cada vez mais discute a função do comandante de ataque. Só para dar um exemplo recente, Jô seria o Craque do Brasileirão de 2017 se não entregasse todos os gols que entregou no ano? Obviamente não.

 

Quando um camisa nove chega a um clube de futebol, não se esperam os meios e sim o fim: gols. Ainda mais quando falamos de uma contratação de peso como a de Diego Souza. Claro falta adaptação e paciência, mas entregar essa responsabilidade de cara a um jogador que ainda se adapta a função, ainda mais em um clube grande e em crise de títulos, é contribuir decisivamente para a discussão do tema.

 

PS Para não ser uma simples cornetagem, continuo acreditando em Diego na função de falso nove, mas como disse no texto, bastava dar também uma camisa “falso nove” para aliviar esse peso natural.

 

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Sem desculpas: com o elenco fechado, Dorival terá que fazer a roda girar!

O meia atacante Valdívia, com direitos pertencentes ao Internacional, provavelmente será a última contratação deste início de semestre. A não ser que aconteça alguma surpresa ou oportunidade “única”, o elenco do São Paulo até a janela do meio do ano está fechado.

 

Perdemos Hernanes e Pratto e teremos que nos reinventar sem eles. Raí e Ricardo Rocha aproveitaram a base e as oportunidades do mercado (como a liquidação do Vasco) para montar um grupo mesclado por jovens, veteranos, destaques do ano passado e peças com potencial para desenvolver um bom futebol no Tricolor.

 

Foram nove jovens alçados de Cotia para o profissional neste ano: Lucas Paes, Paulinho, Caíque, Pedro Augusto, Marquinhos Cipriano, Lucas Perri, Rony, Gabriel, Bissoli e Paulinho, isso sem contar Brenner, Militão, Junior Tavares, Araruna, Lucas Fernandes e Shaylon; jovens em busca de ascensão. O “veterano” Rodrigo Caio completa o grupo “Made in Cotia” do elenco.

 

Para a mescla, o clube trouxe Diego Souza e Nenê, consagrado meia-atacante que tem a bola parada em escanteios, faltas de lado e de frente ao gol como arma que há tempos o clube não tinha. Eles se juntam a Petros e Jucilei para dar experiência e personalidade na hora do aperto. Destaques em 2017, Hudson e Reinaldo voltam para encorpar o elenco, algo que não tínhamos no ano passado e Anderson Martins é um jogador com muita capacidade de fortalecer a zaga. Torcedores do Vasco me disseram que foi ele que acertou a defesa do cruz-maltino ano passado e creditam boa parte dos méritos ao jogador a ida a Libertadores. Valdívia precisa recuperar urgente o futebol vertical, mas é jovem e pode ser uma boa opção no banco, assim como o colombiano Tréllez que, apesar do bom aproveitamento nos últimos dois gols, conta com desconfiança por boa parte da mídia especializada e da torcida. Por fim, o peruano Cueva, que vive entre tapas e beijos com o São Paulo e a seleção do Peru, é no momento o homem do drible curto e criatividade diferenciada. O castigo parece ter feito bem ao jogador.

 

Não temos lateral direito de origem Militão e até Hudson se encaixam na linha de quatro proposta por Dorival. Há também a chance de mudar sistemas e propostas com a presença de Valdívia e os garotos da base. Agora a responsabilidade toda estará nas mãos da comissão técnica. É preciso condicionar, treinar e criar variações de jogo para esse elenco. Principalmente: será preciso conscientizar esse grupo em torno do resgate das glórias que tanto o torcedor deseja.

 

A missão da diretoria do futebol foi cumprida. Dorival Junior: tenha coragem de colocar o melhor em cada posição, modificar peças sem se prender em “fama ou rótulos”, promova variações táticas com aquilo que tem e, principalmente, faça essa roda girar!

 

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