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São Paulo conhece seu grupo do Campeonato Paulista 2017. Agora vai?

Nação do Maior do Mundo;

 

O São Paulo faz parte do grupo B do Campeonato Paulista de 2017, ao lado de Red Bull Brasil, Linense e Ferroviária, de Araraquara. Como o regulamento prevê que as equipes só enfrentam os clubes dos outros grupos, o Tricolor não irá para Lins nem Araraquara neste estadual. Campinas poderá receber o São Paulo, em jogo contra a Ponte Preta.

 

O sistema de disputa segue o mesmo de 2016, porém agora com menos clubes. Os 16 times (eram 20) serão agrupados em grupos de quatro times, com cada um jogando contra os times das outras chaves, totalizando 12 rodadas na primeira fase. Os dois melhores de cada grupo se classificam para as quartas de final e os dois piores no geral serão rebaixados.

 

Mais uma mudança importante: as quartas e semifinais – que eram disputadas em jogo único – serão jogadas em partidas de ida e volta, assim como já era e continuará sendo a final. O grande problema do estadual é que ele permite apenas 28 inscritos em cada clube. O Tricolor precisará pensar muito bem quem ele relacionará. É mais elenco que inscrito, com certeza.

 

O estadual ficou mais enxuto e deve melhorar. Será que agora, provavelmente sendo único grande de SP sem Libertadores, o clube vai se preparar decentemente para vencer o estadual? Apesar de não ser nem de longe o que era, o título do Paulista (que chamo de Paulistinha) seria o mínimo que a diretoria poderia dar ao torcedor no ano que vem. Ele merece!

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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Análise de um ano que precisa servir de parâmetro para grandes mudanças

Nação do Maior do Mundo;

 

A derrota doída para o ex-lanterna da competição na última segunda-feira pelo menos traz algo de bom para o São Paulo Futebol Clube e seus torcedores: trás de volta para o chão todos (ou quase todos) aqueles que achavam que o G6 estava próximo e a base, como num passe de mágica, seria a solução de todos os problemas estruturais do elenco. O típico e soberbo pensamento “o campeão voltou” dos últimos anos.

 

A derrota de ontem, mas foi reflexo de um São Paulo que teve problemas demais no futebol neste ano e precisa de muitas mudanças para 2017. O clube montou um time no início do ano com poucos recursos e chegou longe na Libertadores, principal competição do ano, mas vendeu seus principais jogadores e, se não vencer um dos próximos dois jogos em casa, sofrerá até o último jogo para se garantir na série A.

 

Não tenho nada contra a pessoa de Ricardo Gomes. Deve ser uma pessoa muito legal e certamente é íntegro na sua profissão. Mas não o vejo no banco de reservas de um clube com tanta pressão atual como o Tricolor. Inclusive, o jornalista Jorge Nicola afirma que caso a equipe não conquiste a Libertadores de 2017, Gomes sairá do cargo e provavelmente continuará trabalhando no clube, como cargo de diretor de futebol ou algo assim. Seria o ideal.

 

No plantel titular, sem rodeios: a equipe precisa de cinco a seis jogadores titulares para ontem. Um atacante de área, um pelos lados, um bom volante, um meia armador, um lateral esquerdo e um… goleiro. O ataque preocupa, é o terceiro pior entre 20 equipes. O clube se desfez de Kardec, Kieza e emprestou Rogério, além de encerrar com Calleri. Neres deve ser mantido para ganhar confiança mas Kelvin não ficará em 2017. É preciso pensar em alternativas alem de Robson, que terá meio ano para tentar provar capacidade. O mesmo com Jean Carlos, que encerrará contrato no meio do ano que vem. O nome para o meio é Lucas Fernandes, mas estamos falando de uma temporada inteira. Eu iria atrás de um meia experiente para conduzir o time ao lado do jovem que voltará de grave lesão.

 

Mena teve bom desempenho nesses três últimos jogos, mas não deve ficar. O setor precisará de um reforço que poderá ser o Rene, do Sport. Para o meio-campo, eu estudaria a contratação de alguém com mobilidade para brigar posição com João Schmidt e Thiago Mendes. Richelly, outro do Sport, é nome de preferência de Leco.

 

Por fim, o gol. Denis não é um mau goleiro, mas deveria ser mais constante. Penso que a contratação de um goleiro de primeira linha do futebol brasileiro poderia acirrar uma posição que não pode ser ocupada apenas por um goleiro ‘bom’. Me lembro que o São Paulo do fim dos anos oitenta era até bem servido com Gilmar, mas o clube contratou Zetti, acirrou a posição, Gilmar saiu e deu no que deu. Zetti é um dos maiores nomes da posição na história do clube.

 

Enfim, que este ano seja parâmetro para grandes mudanças no São Paulo, a começar com a volta do filosofia de vanguarda que tanto marcou esse clube, onde todos pensavam num bem comum e não em interesses próprios. Falamos neste texto apenas o âmbito do futebol, mas em abril teremos eleições no clube e o andamento de um estatuto que não será a “Pedra de Roseta”, mas com a ajuda de emendas pontuais poderá melhorar gestões e procedimentos que até então não são compatíveis com o futebol atual.

 

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Por que Borja, atacante do Atletico Nacional, não veio para o São Paulo?

Nação do Maior do Mundo;

 

Miguel Borja, atacante do Atletico Nacional, vem encantando a América Latina com muito futebol e gols. O algoz do Tricolor na semifinal da Libertadores está deitando na Sulamericana, inclusive com os três gols que eliminaram o Coritiba da competição. Um deles, uma verdadeira pintura.

 

Ainda completamente desconhecido, o atleta foi oferecido ao São Paulo no início deste ano. Borja atuava pelo modesto Cortuluá, clube colombiano. Na época, o Tricolor contava Alan Kardec, Rogério (que hoje está emprestado ao Sport), havia acabado de contratar Kieza e estava em vias de acertar com Calleri por um valor muito bom. Calleri na época era uma oportunidade e o clube optou por contratá-lo ao invés de apostar no colombiano. As pífias assagens de Borja no exterior pesaram na decisão. O jogador passou pelo Livorno (ITA) e Olimpo (ARG), sem nenhum destaque. Seria mais um ‘Pabón’ no CT da Barra Funda. Já Calleri chegou do Boca Jrs com ótimo cartaz.

 

São coisas do futebol. Do início do ano até o meio do ano Borja se destacou no Cortuluá, com 17 gols em 21 jogos e despertou a atenção do então rival da Libertadores. Borja acertou com o Atletico Nacional por cerca de R$ 6,5 milhões e fez a festa no Morumbi e em Medellín, com quatro gols em cima do Tricolor. Bola dentro dos colombianos. Ouso dizer que, sem Borja, o Atletico Nacional não seria campeão da Libertadores.

 

O problema do São Paulo não foi perder a chance de ter Borja no início do ano. Foi perder Kieza (com a chegada de Calleri), emprestar Rogério (a pedido dele), e vender Kardek sem as reposições necessárias, ainda sabendo que Calleri não permaneceria no segundo semestre. O clube trouxe apenas Chavez, que pode jogar de centroavante mas não é sua posição original, e a ainda as incógnitas Gilberto e Ytalo, que pouco jogaram.

 

A consequência? O clube é um dos piores ataques do Campeonato Brasileiro de 2016.

 

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Conheça a situação contratual de cada atleta do elenco do São Paulo

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Para planejar futebol é preciso ter conhecimento pleno das datas de encerramento de cada atleta do elenco. Conheça a situação contratual do grupo de jogadores que estão atualmente treinando no São Paulo, separados pelo ano de encerramento de cada um:

 

Contratos que vencem em 2016: Kelvin (31/12/2016), Léo (31/12/2016), Mena (31/12/2016) e Ytalo (31/12/2016).

 

Contratos que vencem em 2017: Allan (23/02/2017), Jean Carlos (31/05/2017), Robson (31/05/2017), João Schmidt (30/06/2017), Chavez (30/06/2017), Lugano (30/06/2017), Adelino (09/09/2017), Denis (31/12/2017), Breno (31/12/2017), Bruno (31/12/2017), Carlinhos (31/12/2017), Daniel (31/12/2017), Gilberto (31/12/2017), Hudson (31/12/2017), Michel Bastos (31/12/2017) e Pedro  (31/12/2017).

 

Contratos que vencem em 2018: Renan Ribeiro (28/05/2018), Douglas (17/07/2018), Buffarini (28/07/2018), Iago Maidana (11/09/2018), Rodrigo Caio (14/10/2018), Wellington (31/10/2018), Wesley (31/12/2018), David Neres (31/12/2018) e Lyanco (31/12/20180.

 

Contratos que vencem em 2019: Matheus Reis (31/01/2019), Luís Araújo (01/06/2019), Auro  (22/09/2019) e Thiago Mendes (31/12/2019).

 

Contratos que vencem em 2020: Cueva (24/06/2018), Maicon (30/06/2020), e Artur (31/07/2020).

 

Opinião: temos ainda os jogadores emprestados, que não estão na lista. Entre eles, Rogério (Sport), Caramelo (Chapecoense) e outros. Dos contratos que vencem em 2016 eu só renovaria com o terceiro goleiro Léo, se o valor for bom, pois tem o jovem Lucas Perri na fila. Breno, Jean Carlos, Chavez e Robson terão que mostrar muita bola para renovarem contrato no ano que vem.  A prioridade é João Schmidt e Pedro. Denis poderá assinar pré-contrato no meio do ano e o restante dos atletas com contratos vencendo em 2017 eu dispensaria. Os demais anos estão ‘seguros’, com Rodrigo Caio como moeda mais forte para uma iminente venda e Lyanco, David Neres e Luís Araújo despontando no elenco profissional. Maicon, com o tempo mais longo de contrato, tem que ser talhado para liderar os próximos times nos próximos anos.

 

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