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OPINIÃO São Paulo 3×1 ABC

Nação do Maior do Mundo;

 

O São Paulo fez o seu dever de casa e venceu o ABC por 3×1 no primeiro jogo do mata-mata da Copa do Brasil. O time poderá perder por até um tento de diferença que sairá classificado de Natal.

 

Foi uma vitória obrigatória, que poderia ser mais larga, mas que mostrou duas coisas que fortalecem cada vez mais elenco e torcida: a superioridade e ofensividade do time de Ceni brilha os olhos dos torcedores do Tricolor. Outro detalhe que não pode passar despercebido é a sintonia entre o ataque e o meio-campo. Cícero, Thiago Mendes, Cueva, Luiz Araújo e Pratto trabalharam bem em uma noite quase perfeita, só não mais feliz pelos gols perdidos. O São Paulo não tinha um bom começo assim desde 2005: sete vitórias e dois empates em dez partidas realizadas. Não fossem os tropeços contra Mirassol e Novorizontino seria muito mais empolgante.

 

O que falta é ajuste defensivo. Tomamos mais um gol, mas que não tira a confiança do grupo. Os jogadores unidos e focados fazem a diferença. Agora o compromisso é difícil, diante do Porco em seu chiqueiro de luxo. Os arqui-rivais estão montados em cima da grana, mas temos nossa força e vamos confiantes em uma vitória. Afinal, gols é o que não deve faltar na Pompéia. Nossos gols, claro.

 

Nota dos personagens da partida:

 

Denis Partida boa, sem brilho nem decepção. Nota: 6,5

Bruno Bom trabalho na direita. Nota: 7,0

Rodrigo Caio Sem muito trabalho, fez o básico. Nota: 6,5

Breno Gol do ABC saiu em cima dele. Nota: 5,5

Júnior Vem crescendo e tomando conta da lateral. Nota: 7,0

João Schmidt Boa partida na saída de bola e lançamentos. Nota: 7,0

Thiago Mendes Ótima partida, motorizando o meio. Nota: 8,0

Cícero Idem a Thiago Mendes. Vem dupla boa por aí? Nota: 8,0

Cueva Bom trabalho na criação. Nota: 7,5

Luiz Araújo O nome do jogo. Vem calando a minha boca. Nota DEZ!

Pratto Ótimo na sua função; partida inteligentíssima. Nota: 9,0

 

Wellington: 6,5

Wellington Nem: 6,0

Neílton: 5,0

 

Rogério Ceni O time toma uns sustos mas agrada, e muito, o torcedor. A defesa precisa de ajustes mas o ataque está dando gosto de ver. Melhor começo desde 2005. Não é pouca coisa. Nota: 9,0

 

Saudações Tricolores!
Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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OPINIÃO PSTC 2×4 São Paulo

Nação do Maior do Mundo;

 

Tricolor deu um ‘chega prá lá’ nas zebras dos matas da Copa do Brasil e se classificou para a terceira fase da competição após vencer o PSTC em Londrina. Cícero foi o nome do jogo, com três gols e partida de gala.

 

A superioridade do São Paulo foi vista em todos os momentos da partida mas comprar ingresso para um jogo do São Paulo é como andar de buggy nas dunas de Natal: sempre com emoção. O ataque mais uma vez confirmou o poder de fogo, desta vez com a excelente chegada de Cícero na área, além do ótimo trabalho dos gringos Pratto e Cueva. Em compensação, a defesa mostrou mais uma vez que entrega quando é apertada. Defesa não, o sistema defensivo todo está frouxo, precisando de uma dose de compactação.

 

Durante a partida, descrevi o ataque como a “Bósnia” (na época do fogo cruzado) e a defesa como a “Disney” (um convite a diversão do adversário). O desafio continua jogar com poder de fogo mas sem tantos sustos durante os noventa minutos. Apenas contra a Ponte estivemos próximos deste equilíbrio e mesmo assim saímos atrás do placar e tomamos gol em saída de bola.

 

O estádio do Café estava bonito com a torcida Tricolor, que agradece e aguarda uma próxima visita. O próximo adversário da Copa do Brasil será o ABC de Natal, que passou do Audax na disputa de pênaltis. O clube é da mesma cidade do buggy citado no texto. Por favor, desta vez que tal sem emoção?

 

Nota dos personagens da partida:

Sidão Atuação regular, com algumas boas defesas. Nota: 6,0

Bruno Não segurou o setor defensivo do lado direito. Nota: 5,0

Maicon Tomou uma solada forte e saiu no início do jogo. Sem Nota.

Rodrigo Caio Boa atuação. Do seu lado a segurança foi garantida. Nota: 7,0

Junior ótima partida no ataque. Sofreu pênalti. Nota: 7,5

João Schmidt Boa saída de bola mas pouca marcação. Nota: 6,0

Cícero O melhor em campo, com três gols e chegada na área. Nota: DEZ

Thiago Mendes Bom trabalho. Desta vez foi o ‘invisível’. Nota: 6,5

Cueva Participou intensamente da partida e fez o seu de pênalti. Gol. Nota: 9,0

Luiz Araújo Foi bem enquanto esteve em campo. Nota: 6,5

Lucas Pratto Grande atuação, com ótimo pivô. Nota: 8,0

Breno Ainda mostra dificuldade em entrar em forma. Nota: 5,5

Wellington Nem Velocidade no retorno aos gramados e uma pixotada. Nota: 6,0

Araruna Pouco tempo. Sem nota.

Rogério Ceni Sua filosofia ofensiva necessita de ajustes. Paciência e trabalho. Nota: 6,5

 

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Raí poderá fazer parte do novo Conselho Administrativo do São Paulo

Nação do Maior do Mundo;

 

Notícia em primeira-mão: Um dos maiores ídolos do São Paulo poderá ocupar um importante cargo no clube. Raí, ex-camisa dez do clube foi convidado por Leco para fazer parte do Conselho Administrativo do Clube, caso o atual presidente seja eleito. Ele antecipou a Leco que aceitará o cargo.

 

O possível retorno de Raí ao São Paulo poderá reparar um erro grave cometido em 2002 após a vitória de Marcelo Portugal Gouvêa nas eleições presidenciais daquela época. Convidado para ser Coordenador Técnico do Tricolor pelo novo presidente, Raí saiu dias depois do cargo e voltou as suas atividades extra-São Paulo. Não houve explicação oficial na época sobre o abandono do cargo. Curiosamente Leco foi diretor de futebol de MPG na época.

 

Aprovo totalmente o “conselheiro Raí”, independente de lado político: Raí, além de uma das figuras mais populares entre os torcedores, é extremamente bem sucedido no mundo corporativo e do terceiro setor. Além de fundador da Fundação Gol de Letra, é sócio de diversos empreendimentos como um Bar ‘upscale’ no centro da capital paulista, um cinema inspirado no “Eletric” de Londres e um camarote corporativo no estádio do Morumbi. Além disso, é comentarista de um dos programas mais interessantes da ESPN: o Resenha. Nem é preciso falar que Raí é uma pessoa íntegra, inteligente e que conhece o clube dentro e fora de campo, além de torcer pelo São Paulo, algo fundamental para mim.

 

Segundo o Globoesporte.com, o Conselho de Administração, premissa do Novo Estatuto, será composto por nove pessoas: presidente e vice, quatro integrantes escolhidos pelo presidente, dos quais três necessariamente precisam ser independentes, dois membros escolhidos pelo Conselho Deliberativo e um último do Conselho Consultivo. ele definirá as diretrizes e prioridades macro da gestão, como aprovação de contratos e definição de orçamento, entre outros. De acordo com o Novo Estatuto, haverá ao menos uma reunião mensal para acompanhar o andamento da gestão. O Conselho não participará das decisões do dia a dia, como por exemplo definição de um novo treinador ou contratação de um jogador.

 

Procurei a coordenação da campanha de Pimenta e não consegui nenhuma indicação de nome para o post. Segundo a coordenação, o candidato da oposição não está distribuindo nem prometendo cargo antes da hora.

 

Complemento: o artigo 99 do Novo Estatuto no seu parágrafo 11 diz que a indicação dos Conselheiros Independentes pelo Presidente Eleito e as respectivas remunerações deverão ser aprovadas pelos membros não independentes do Conselho de Administração, sendo admitido o voto do Presidente deste Poder. No caso de empate, o Presidente terá o voto desempate.

 

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Daniel Perrone | São Paulo Sempre!

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OPINIÃO: Novorizontino 2×2 São Paulo

Nação do Maior do Mundo;

 

Um São Paulo praticamente reserva, uma chuva incessante e (mais) um empate indigesto. Pelo segundo sábado consecutivo o São Paulo empata uma partida ‘ganha’ e deixa de somar pontos que podem ser preciosos nas fases decisivas do estadual. Levou um só para casa.

 

O time foi bem escalado, tendo em vista que os titulares jogaram três partidas em menos de doze dias e teremos um jogo decisivo na próxima quarta, pela Copa do Brasil. Os dois times foram prejudicados pelo gramado pesado de Novo Horizonte mas até aí o Tricolor controlava a posse de bola e criava algumas chances. Na derradeira, Gilberto mostrou mais uma vez faro de gol, em mais uma boa assistência de Bruno. É o quinto gol dele na temporada e o quarto tento no estadual, em cinco jogos em que ele participou. GIBAGOL é vice-artilheiro do certame, só atrás de Xuxa, do Mirassol. Bom para ele, ótimo para o elenco, que ‘ganha’ um suplente confiável.

 

Ceni mexeu na segunda etapa, colocando o estreante Jucilei no ligar de Shaylon e adiantando Thiago Mendes para a primeira linha. E foi justamente ele que marcou o segundo gol Tricolor, com uma assistência de cabeça de… Gilberto. Dois a zero, partida controlada? Não. Mais uma reação de um adversário mais fraco tecnicamente. E foi Breno, jogador com tanta expectativa que foi o maior responsável pelos dois erros individuais que deram o empate para o Tigre. No primeiro gol, pênalti na perda do tempo da bola. No segundo, erro na saída de bola e, depois disso, vacilo na bola aérea.

 

Bola para frente; o time está em formação e o técnico com uma ótima proposta, mas que ‘aprende’ jogo a jogo, com as falhas dos seus comandados. Tabela controlada e liderança na chave. Só lamento os pontos perdidos que podem ser determinantes para as fases mais agudas da competição. Mas até lá muita água vai rolar e o time vai se encaixar e chegar no auge da forma física. Paciência, trabalho e foco.

 

Nota dos personagens da partida:

Denis Tirando uma picotada no início, boa partida. Sem culpa nos gols. Nota: 7,0

Bruno Assistência a gol e luta. Não evitou o cruzamento do empate. Nota: 6,5

Breno Falhas dos dois gols diretamente relacionadas a ele. Nota: 2,0

Lugano Melhor quando é colocando em uma linha de três zagueiros. Nota: 5,5

Buffarini Quebrou o galho no lado esquerdo, com certa dificuldade. Nota: 5,5

João Schmidt Boa distribuição de jogo. Nota: 6,0

Thiago Mendes Ótimo jogo. Virou meia no segundo tempo e fez gol. Nota: 8,5

Araruna Bom trabalho de ‘formiguinha’ na marcação e saída de bola. Nota: 6,0

Shaylon Discreto, jogou apenas quarenta e cinco minutos. Nota: 5,0

Neílton Mais uma vez discreto no ataque. Nota: 4,5

Gilberto O melhor do São Paulo. Gol, assistência e luta. Nota DEZ!

Jucilei Entrou na frente da zaga, liberando Thiago Mendes. Nota: 6,0

Luiz Araújo Melhorou o ataque, mesmo não fazendo muita coisa. Nota: 5,5

Chavez Pouco tempo. Sem nota.

Rogério Ceni Escalou bem e mexeu bem, tanto na entrada de Jucilei como na troca do comando de ataque. Prejudicado pelo pane geral de Breno, que resultou nos dois gols do Novorizontino. Mais um empate vencendo por dois gols até o meio da segunda etapa. Dois pontos perdidos. Nota: 6,5

 

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Quem é melhor: Ganso ou Cueva?

Nação do Maior do Mundo;

 

Desde ao meio do ano passado até os dias de hoje, a pergunta que se repete quase que em um eterno ‘loop’ entre os grupos de discussão do torcedores do São Paulo é essa: “quem é melhor; Ganso ou Cueva?”

 

Paulo Henrique Ganso surgiu como um furacão no futebol brasileiro. Me lembro até que nos seus primeiros passos como profissional e muita gente na época acreditava que o craque era ele, e não Neymar. De estilo clássico e pouca movimentação com muita distribuição, seu apelido “maestro” pegou desde os primeiros jogos com a camisa do Tricolor. Ditou muitos jogos com diferencial, mas não resolveu quase nenhum clássico. Me lembro apenas de um São Paulo x Santos no Morumbi. Seu estilo introvertido era confundido com apatia, desinteresse e até soberba. De fato Ganso não demonstrava muita emoção nas entrevistas pós-jogo. Está sofrendo com Sampaoli.

 

Christian Cueva veio de surpresa, tomou o lugar do paraense e de cara conquistou a torcida com muita habilidade e rapidez. Além disso, mostrou muita personalidade na goleada sobre o Corinthians ano passado (o empate em Itaquera foi com gol dele, logo após jogos complicados na Libertadores) e agora foi importante contra o Santos na Vila. Tem estilo moderno e não precisou se adaptar para conquistar seu espaço no meio-campo. De quebra, renovou contrato com aditivo de valorização caso seja o cara no Brasileirão 2017, um caso raro de auto-confiança no futebol. Justifica a ‘marra’ na bola.

 

Muitos choram até hoje a perda do paraense, outros tantos sentem enorme alívio com a chegada triunfal do pequeno peruano e a mudança na dinâmica de jogo do Tricolor. Na ‘briga Ganso x Cueva’ sou mais o peruano, mas proponho outra coisa: jogaria com os dois no meio-campo. Sempre achei que Ganso poderia atuar mais recuado, distribuindo mais a bola que chegando ao ataque. Algo como fazia Pirlo na seleção italiana. Seria demais ter ele ao lado de Cueva e um cão de guarda na proteção a zaga. Óbvio, tudo isso no campo da imaginação, até porque o gênio dos dois também poderia ser um problema no vestiário, rs!

 

E para você? É Ganso, Cueva ou os dois?
Responda a enquete no blog e dê sua opinião!

 

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