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Como fica o pagamento de salários, férias antecipadas e reforços em 2020?

A paralisação do futebol por conta da pandemia do COVID-19 prejudicou praticamente todos os setores de trabalho do mundo. No futebol não foi diferente e os clubes terão que negociar com seus jogadores as formas de pagamento, incluindo até férias antecipadas e redução de vencimentos.

 

No caso do São Paulo, o clube ouvirá os atletas no processo de decisão para definir a maneira de pagar os salários e direitos de imagens. Tanto Tricolor como o elenco deverão buscar soluções de como arcar com os compromissos financeiros em meio à paralisação, até porque o São Paulo e seu patrocinador máster terão mais um mês para negociar a manutenção da imagem do Banco Inter no clube e nas camisas. Sendo assim, o bom senso deve prevalecer entre as duas partes. Teremos alguma mexida importante aí.

 

Sobre as férias discutidas entre CBF, federações e os clubes nesta semana, o São Paulo ainda não definiu se haverá férias coletivas antecipadas do dia de 1º a 20 de abril, como ficou sugerido na reunião. Esse assunto deve ser definido no máximo até segunda-feira.

 

Para finalizar, qualquer procura por contratação do Tricolor também está paralisada até que se resolvam as coisas e haja uma previsão de volta do futebol no Brasil. Arrisco-me a dizer que para 2020 não deveremos ter mais nenhuma contratação relevante e sim subida de atletas da base e uma reposição pontual de valores emergentes dos estaduais.

 

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Quando rola a bola? Com sorte, clubes e CBF projetam retorno em maio

Vinte dias de férias coletivas aos atletas a partir do próximo 1º de abril até 20 de abril e possivelmente mais dez dias de “pré-temporada”. Esta é a previsão de retorno do futebol após reunião entre 30 clubes do futebol brasileiro, realizada por meio de videoconferência, nesta quinta-feira.

 

Resumindo: com sorte, o futebol no Brasil voltará em maio.

 

Na mesma reunião, os dirigentes da Comissão Nacional de Clubes também pediram à CBF a manutenção da fórmula do Brasileirão por pontos corridos para este ano, além da definição em campo dos campeonatos regionais, paralisados por conta da pandemia.

 

Na minha opinião, o grande acerto da reunião foi a pedida da manutenção dos pontos corridos, apesar da definição ainda não ter sido homologada pela CBF. Já em relação aos estaduais infelizmente creio que não haverá data suficiente para finalizar os estaduais, mesmo com a volta em maio. Digo infelizmente porque o São Paulo estava em grande ascensão na temporada e será muito difícil encaixar datas e até atletas (dos clubes do interior, por exemplo) para encontrar um campeão do estado.

 

Aguardaremos as próximas resoluções do futebol brasileiro.

 

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Pato não precisa apenas ser compreendido. A bola também tem que entrar!

O técnico Fernando Diniz concedeu em entrevista virtual ao Troca de Passes, nesta última quarta-feira. Entre outros assuntos ele explicou como recuperou o futebol de um dos jogadores mais valiosos do elenco, o atacante Alexandre Pato.

 

“O Pato é um cara que saiu de casa com 11 anos de idade, então eu não estou tentando recuperar o futebol do Pato, estou tentando entender cada vez mais o Pato como pessoa, porque ele é um cara generoso, um cara que você vê agora nos jogos que tem uma gana muito grande de ganhar, ele é um super talento. Não é um talento, é um super talento, um cara que tem coisas que a gente sabe, quem jogou futebol, que são muito difíceis e ele faz com naturalidade. O Pato nunca conseguiu me enganar que ele era aquilo que ele aparentava a ser, alguém desligado, que não tem interesse. Ele é um cara que é apaixonado pelo futebol e que precisava minimamente ser compreendido” – disse Diniz no programa.

 

De fato, compreensão (técnica e de personalidade) e confiança é quase tudo para um atleta profissional, mas não é só isso. A bola de Alexandre Pato também voltou a entrar, seja nos gols erroneamente anulados contra o Novorizontino, seja nos validados dos últimos jogos. Atacante vive de gols, ainda mais na posição que o camisa sete joga atualmente. Assim que foi cobrado, por exemplo, Diego Souza. Por menos ele saiu do clube no fim de 2018.

 

Apesar do comandante de ataque viver de gols, a participação de Pato nos últimos jogos tem sido fundamental nas vitórias alcançadas. Intenso, o jogador contribuiu com mudanças de posição e dinâmica, ajudando os companheiros. O conjunto tem agradado a mim e a maioria dos torcedores com quem eu me relaciono nas redes sociais.

 

Com precisão e ajuda do coletivo, cada vez mais as bolas de Pato surtirão em gols.

 

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Destino de rival no estadual pode passar por atuações do São Paulo

Com a vitória sobre o Santos no último sábado, o São Paulo se classificou para a fase mata-mata do Campeonato Paulista. Com mais dois jogos a fazer, o clube encerrará a sua participação na fase de grupos e aguarda Mirassol ou Inter de Limeira no confronto de Quartas de Final da competição.

 

Porém, um detalhe na tabela do torneio pode colocar o Tricolor como fator decisivo para o destino de um de seus maiores rivais. O São Paulo jogará seus dois últimos compromissos contra o Bragantino e Guarani, respectivamente. E, por ironia do destino, os dois clubes estão na mesma chave do Corinthians, atualmente na lanterna do grupo e precisando desesperadamente vencer seus últimos jogos e contar com tropeços de seus concorrentes.

 

Com dezessete pontos, o Bragantino está virtualmente classificado para as Quartas de Finais do Grupo D. Além do São Paulo, no Morumbi, o clube de Bragança encerrará sua participação em casa diante do Botafogo. Uma vitória o garantiria na fase seguinte. Já o Guarani, com treze pontos, ainda precisa de vitórias para estar na próxima fase. A equipe terá o clássico de Campinas na segunda-feira, o confronto contra o mesmo Botafogo em Ribeirão Preto e encerrará a primeira fase contra o São Paulo, no Brinco de Ouro.

 

Com dez pontos, o Corinthians precisa vencer o Ituano em Itaquera, o clássico contra o Palmeiras também em Itaquera, o Oeste em Barueri e contar com tropeços de Bragantino e Guarani. Tais tropeços fatalmente passarão pelas atuações do São Paulo, caso a equipe alvi-negra vença seus jogos. Por isso, no título deste post, está o termo “pode passar”.

 

Alheio a situação, o já classificado São Paulo pretende vencer todos os seus compromissos para confirmar a evolução na temporada e tentar assegurar mais vantagens nas próximas fases. Porém, fica aquela dúvida no torcedor. Vale tentar levar os seis pontos com a equipe titular para ser o primeiro da competição ou entrar com uma equipe alternativa em algum dos próximos jogos sem se preocupar com o desespero do rival?

 

Com a palavra, o torcedor. O que você faria?

 

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OPINIÃO São Paulo 2×1 Santos

Jogo atípico, vitória de virada e classificação para a fase mata-mata do Paulista. É assim que resumo a partida entre São Paulo e Santos num Morumbi tristemente sem a torcida mais querida do Brasil. Pablo, ele mesmo, foi o autor dos gols.

 

O jogo teve dois momentos claramente distintos. No primeiro tempo, o São Paulo criou mas não guardou. Foram nove bolas facilmente anuladas pela defesa santista. O Santos, com dois avanços, anotou um belo gol com a ajuda inestimável de uma saída de bola errada na defesa Tricolor.

 

A coisa virou no fim do primeiro tempo com a expulsão de Jobson por uma entrada violenta em Dani Alves. A expulsão mudou completamente o jogo mas poderia não ter mudado se os jogadores do São Paulo não pressionassem o árbitro Luis Flávio de Oliveira, que não iria expulsar o santista. Repito: não iria expulsar se não fosse pressionado.

 

Aí, à partir do intervalo, apareceu Fernando Diniz. O técnico fez uma substituição ousada, tirando um zagueiro e colocando o tão criticado (com justiça) Pablo. A substituição mudou o posicionamento da equipe com Reinaldo, Arboleda e Juanfran fazendo uma linha de três defensores e o resto dos jogadores em cima do desfalcado Santos, modificando completamente o panorama do jogo.

 

Era questão de tempo a virada Tricolor mas ela veio de forma bacana. Pablo, o criticado camisa nove, virou o jogo com o auxílio dos seus companheiros e espantou um gigante urubu que tinha nas costas. Gols importantes para quem ganha para fazer gols e estava vivendo uma fase negra. Uma pena o torcedor não estar no Morumbi para aplaudir Pablo, Diniz e a equipe.

 

Resultado justíssimo e vitória construída em cima da tática. O Tricolor consertou o primeiro tempo sem poderio ofensivo com insistência e organização. Agora a meta é ser o primeiro colocado em todos os grupos para ter vantagens nas fases decisivas.

 

Nota dos personagens em campo:

Lucas Perri – Não falhou no gol mas achei a bola defensável. Nota: 6,0

JuanFran – Mesmo sem ser ofensivo, foi importante no segundo tempo ao virar praticamente um terceiro zagueiro no lado direito. Nota: 6,5

Bruno Alves – Substituído no intervalo por opção tática. Nota: 6,0

Arboleda – Boa partida. Nota: 7,0

Reinaldo – Também importante taticamente ao se posicionar na linha defensiva no segundo tempo. Nota: 6,0

Tchê Tchê – Mais uma boa partida, com bons passes e saída de bola. Nota: 7,0

Dani Alves – Primeiro tempo muito marcado. Depois da expulsão, comandou a equipe no meio. Só precisa ter menos preciosismo na hora do arremate. Nota: 7,5

Igor Gomes – Está mais adiantado, portanto rende melhor. Nota: 7,0

Vítor Bueno – Importante para abrir espaços no ataque. Nota: 6,5

Pato – Apesar de não ter feito gol, participou bem do jogo. Nota: 7,5

Antony – Gol do Santos saiu de um passe errado dele. Precisa melhorar o arremate. Nota: 6,0

 

Pablo – Dentro de campo, o nome do jogo.  Nota DEZ!

Hernanes – Pouco tempo. Sem nota.

 

Fernando Diniz – Fora de campo, o nome do jogo. A substituição ousada, combinada com a distribuição tática e a expulsão do volante santista determinou a construção do resultado. Teve participação direta na vitória. Nota: DEZ!

 

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